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Racionalização do voto

Não podemos deixar que nossa intenção de voto sofra a influência deplorável de assaques contra este ou àquele candidato; prática que apesar de ignóbil não será descartada por candidato que no seu desespero veja alguma miragem fata morgana que o eleja de cabeça para baixo. Historicamente, todavia, assaques não passam de tentativas inglórias de grupos, partidos, ou candidatos que se deparam com a iminência da derrota no limiar de suas portas reverterem tendências irreversíveis. É bom que se grife que tais práticas tampouco contribuem para o processo democrático de uma eleição. O eleitor até pode ainda não saber em que pretende votar. Mas decerto o abuso de práticas abjetas, como essa de detrair o candidato com assaques, tem surtido efeito contrário, porque já levaram o eleitor a crer que seu voto precisa ser modernizado, deixando de ser apaixonado para se tornar técnico. Explico: A paixão quando descamba para terreno movediço, como a política, tende inexoravelmente a findar em frustrações; que podem ser evitadas com uma revisão técnica do seu voto. Quando nós, eleitores modernos, usamos uma lupa para vermos melhor nosso meio político atual, encontramos certa diversidade benéfica com a proliferação de boas idéias em candidaturas apreciáveis. Isto, contudo,não significa dizer que não há risco de retrocesso nesse processo todo. Todo cuidado agora é pouco.
Para uma análise tranqüila, é preciso que deixemos de emprestar ouvidos a certos boatos plantados por candidato inescrupuloso, cuja sanha cevada na própria incompetência o compele a mentir. Se Chiquinho tem sucesso em seus negócios, obviamente é porque os gerencia bem. Sem conhecimento de causa, andaram falando do preço do combustível, e do gás. Mas os falastrões são adversários sem projeto algum para o município, apenas querem explorar isso transformando a bandeira do posto em bandeira de campanha. Vamos desmistificar este factóide inflamável! De propósito estes adversários se esquecem dos altos custos operacionais das grandes empresas. Será que não sabem que um frentista qualificado, bem apresentado, equipado, área de trabalho com todos os equipamentos de proteção, área de serviço diversificada, limpa e aprazível, iluminação feérica visando segurança, não tem custos operacionais adicionais na prestação dos serviços de um posto de combustível que se preze? Outra pergunta pertinente que devemos fazer é se um posto de combustível que não prima pelo serviço que presta aos consumidores pode cobrar um pouco a mais? Até porque não teve custos para tanto, claro que não! Mas o posto que prima pela excelência dos serviços que presta, é contabilmente natural que repasse seus custos; como toda e qualquer empresa de qualquer ramo em qualquer lugar do mundo. Só para ilustrar: por razões obvias de custo baixo para operar uma barraca, uma maçã exposta numa feira a céu aberto será vendida por preço bem menor que num supermercado climatizado. E é bom que não esqueçamos: a boa e inegável conseqüência social do bom desempenho de um empreendedor é sem dúvida a manutenção do emprego. Sobretudo a criação e manutenção do emprego é política acertada, que traz paz social a uma sociedade. Creia, conterrâneo, nossa Codó tem nas mãos oportunidade ímpar de dar um salto de qualidade de vida nunca dantes visto em sua história.
Neste dia, 5 de agosto, Codó ganha (sem desmerecer nenhuma candidatura) um jovem candidato que traz no bojo de suas arrojadas intenções o melhor que se podia esperar. Falo em termos de disciplina aliada à técnica de bem administrar. Bem administrar, minha gente, numa gestão pública significa gerar empregos diretos e indiretos! Emprego, por conseqüência, significa independência, família feliz, significa futuro para os filhos. Enfim, harmonia e paz de espírito. Geração de empregos é sem dúvida o compromisso natural do candidato Francisco Nagib. Isto é patente. Nem seus adversários podem negar. E esse negócio de um pequeno magote andar assacando por aí que Chiquinho vai aumentar impostos, é balela, conversa pra boi dormir. Todos sabem que o poder constitucional de legislar sobre a arrecadação municipal é de exclusividade da câmara municipal, não do executivo. Como também todos sabem que Francisco Nagib vai deixar nossa cidade muito mais limpa, muito mais bela, e com um IDH lá em cima. Para tanto, Francisco sabe, é preciso investir muito em educação de boa qualidade. De uma coisa podemos ficar certos, grandes obras de infra-estrutura virão de roldão. Milhares de empregos serão gerados com grandes investimentos empresariais que serão atraídos, perenizando assim a renda familiar de nossa gente querida. É para esta clara disposição e capacidade do candidato Francisco Nagib fazer de nossa querida Codó um grande e progressista canteiro de obras é que chamo a atenção de meus conterrâneos. Basta de vã filosofia, de retóricas retrógradas, de futricas eloqüentes que não levam a nada. A história não brinca. E o tempo não para. É como profetiza a canção que Elis imortalizou: o novo sempre vem! E vem que vem. Seguramente é o amor de Francisco por Codó que vai fazer com que busque e empregue todo conhecimento técnico moderno disponível para descortinar o progresso espetacular que vivemos a ensaiar no palco dos nossos sonhos.
Alexandre Salem, ex-deputado estadual, escritor.

 
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Categoria: Política
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