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Em dia de homenagens, Chapecoense é goleada pelo Atlético Nacional e perde título da Recopa

Quase seis meses depois da tragédia aérea que vitimou 71 pessoas em Medellín, Atlético Nacional, da Colômbia, e Chapecoense se encontraram para jogar uma final continental. Não foi pela Copa Sul-Americana, como ocorreria no ano passado, mas sim pela Recopa. Foi um dia de emoção, com o reencontro dos quatro brasileiros sobreviventes com o povo colombiano, homenagens às vítimas e outros atos que duraram até o apito inicial. Na decisão, acabou dando o time da casa. Vitória por 4 a 1, no estádio Atanasio Girardot.

Assim, o time de Medellín sagrou-se campeão do torneio, restando a Chapecoense um honroso vice-campeonato internacional. O time catarinense não conseguiu aproveitar a vantagem construída em casa, quando venceu por 2 a 1.

Foi a primeira vez que um time colombiano venceu a Recopa. Eram três vices-campeonatos nas três participações de clubes do país neste torneio – em 1990, com o Atlético Nacional; em 2005, com o Once Caldas; e em 2016, com o Santa Fe.

O Atlético fez dois no primeiro tempo, com Dayro Moreno, logo no primeiro minuto, e Ibargüen, aos 34, e dois na etapa final, quando os marcadores se repetiram: Moreno, aos 22, e Ibargüen, aos 38. A Chapecoense descontou com Túlio de Melo, aos 37.

Foi assim o primeiro tempo. O Atlético Nacional dominou o meio de campo e não deu chances para a Chapecoense ficar com a posse de bola. Além disso, os colombianos demonstraram muita velocidade na transição das jogadas, chegando sempre ao ataque.

A Chapecoense demonstrou-se perdida em alguns momentos.

A prova maior disso é que o primeiro gol dos mandantes saiu logo no primeiro minuto. Dayro Moreno foi lançado na grande área e chutou cruzado. O goleiro Artur Moraes falhou e deixou a bola passar facilmente entre seu corpo. Era um chute defensável.

O segundo gol saiu aos 34, após domínio atleticano. Macnelly Torres cobrou lateral rapidamente e deu a bola para Ibargüen, na área. O atacante recebeu e finalizou com muita qualidade, estufando a rede da Chapecoense novamente.

  • 2º tempo atleticano

A Chapecoense teve uma boa chance de diminuir o placar no segundo tempo, mas Arthur Caíke não contava com a intervenção do zagueiro Henríquez. Após o brasileiro tirar do goleiro e concluir ao gol, o defensor conseguiu tirar a bola embaixo da trave.

Mas o lance foi enganoso. O Atlético Nacional foi melhor.

Aos 22, o time fez o terceiro. Moreno marcou após uma linda jogada de Ibargüen, que driblou Apodi na ponta-esquerda, e cruzou na área. Antes do gol sair, Rodríguez ainda acertou um leve desvio de cabeça na bola, facilitando a finalização do companheiro.

Depois, aos 34, Ibargüen foi lançado no ataque. Dominou a bola, venceu a marcação de Douglas Grolli e encobriu o goleiro, apesar de ter escorregado durante o chute.

O gol de honra da Chapecoense foi marcado por Túlio de Melo. Aos 37, ele recebeu dentro da grande área, girou e bateu na saída do goleiro Armani.

Mas o tento não chegou a animar o time da Arena Condá. Seria preciso marcar mais dois para levar a partida para prorrogação. Para piorar, a equipe perdeu Andrei Girotto expulso, aos 43. Ele fez uma falta dura e recebeu o cartão vermelho.

ESPN

 
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Categoria: Esporte
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