Codó Notícias - O melhor e mais completo site da Região dos Cocais

Termina hoje prazo dado pelo Ministério Público para que Expedito explique sobre 13º não pago

O recesso parlamentar já diminuiu pela metade a presença de servidores na Câmara de Codó, mas um embate jurídico ainda deve movimentar os corredores hoje quase vazios possivelmente até depois do retorno ao trabalho.

É que 51 assessores, ocupantes de cargos comissionados,  que trabalham no gabinete dos  17 vereadores estão querendo receber as duas parcelas do 13º salário de 2018,  que ano passado foram pagas sem problemas.

Diante da negativa da mesa diretora, o caso foi parar no Ministério Público.

Nós estivemos no prédio do Ministério Público onde nos foi informado que a representação assinada por comissionados da Câmara já é do conhecimento do promotor de Justiça Carlos Augusto Soares.

Sobre providências uma assessoria dele nos informou que um ofício já foi enviado para o presidente da Câmara prestar esclarecimentos a respeito, terá que dizer que vai pagar ou não o 13º justificando cada resposta.

O QUE DIZ EXPEDITO

Os comissionados denunciantes, em número de seis, evitam falar sobre o caso temendo represália, mas o presidente da Casa não colocou dificuldades para se explicar.

Argumenta que os servidores efetivos já receberam o 13º, mas os comissionados só foram pagos ano passado por cortesia da presidência e não por obrigação, este ano a tal ‘cortesia’ não pode acontecer porque não há dinheiro para pagar.

Com os  encargos que o pagamento geraria o custo chegaria hoje a R$ 160.000,00.

“Não é só o salário que a gente dobraria, seria também os encargos que gera um impacto de R$ 84.000,00, então somando os R$ 80 mil que seria do salário, com mais R$ 80 mil que seria, tô falando só de encargos, que seria  do décimo então seria  aí R$ 160 mil só de encargos, NESTE MÊS DE de dezembro, então fica impossível a gente pagar, não é má vontade, quero deixar isso bem claro, mas infelizmente a gente tá de mão amarrada sem poder fazer nada”, explicou

Sobre a cobrança do promotor de Justiça a respeito, falou.

“Já passamos pra nossa assessoria jurídica e a nossa tese é essa, infelizmente a gente não tem e a gente passou pra nossa assessoria jurídica que irá fazer esta reposta pra que a gente possa dá ao Ministério Público para que, realmente, possa tomar suas medidas”, encerrou;

Por Acelio Trindade

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.
Categoria: Local