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Moradores reclamam de falta de medicamentos e médicos em unidades de saúde de Codó

Moradores do bairro Santa Terezinha reclamam de falta de médicos e medicamentos na UBS. O local passou por uma reforma na gestão passado para se adequar ao padrão do Programa Saúde na Hora e que deveria esta funcionando das 08 hs até as 20 hs e por falta de médicos não esta funcionando no horário que deveria  e que já foi denunciado pelo este veiculo de comunicação e que nos informaram que iria voltar a funcionar este mês.

O Programa Saúde na Hora foi lançado pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS) em maio de 2019 e passou por atualizações com a publicação da Portaria nº 397/GM/MS, de 16 de março de 2020. O programa viabiliza o custeio aos municípios e Distrito Federal para implantação do horário estendido de funcionamento das Unidades de Saúde da Família (USF) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o território brasileiro.

O professor de dança região, procurou atendimento médico para sua esposa na unidade de saúde na última quinta-feira (29), mas não havia médicos para realizar atendimento. Funcionários o orientaram a procurar por atendimento em outro bairro. “Para que construir toda essa estrutura se não há médicos para fazerem atendimento?”, questiona o professor.

“Vim procurar atendimento de urgência para minha mulher e eles me mandaram ir procurar médico no HGM”. Jean ainda diz que encontrou a unidade aberta, mas, sem atendimento. Ele afirma que não é a primeira vez que a unidade de saúde deixa a desejar.  “Já aconteceram outra veze. Eu já tive que trazer minha filha com suspeita de COVID aqui e não havia médico”, lamenta.

“O Santa Terezinha é um bairro muito grande e temos aqui uma unidade de saúde sem atendimento médico”, lamenta. Jean defende que o prefeito Dr. Zé Francisco virou as costas para a saúde do município. “É uma vergonha e isso é culpa do prefeito que prioriza encher a prefeito com seus parentes e deixa a saúde à míngua”, declara.

A aposentada Maria Oliveira tentou pegar medicamentos contra sua ansiedade e depressão na tarde de quinta-feira (29), mas voltou para casa apenas com a receita do medicamento. “Vim aqui apenas para pegar o remédio, mas me disseram que está em falta na rede pública”Maria afirma que não pode ficar sem o uso do fármaco. “Eu não tenho condições de comprá-lo, mas vou ter que dar um jeito”, lamenta.

Faltam profissionais também na atenção primária 

A falta de recursos humanos na saúde do município também acontece na atenção primária à saúde que deveria atuar na prevenção de doenças para aliviar as UBSs e Unidades de Pronto Atendimento. A atenção primária é considerada a porta de entrada da população aos serviços de saúde onde seria possível resolver 90% dos problemas de saúde dos cidadãos.

A Estratégia de Saúde da Família (ESF) é composta por equipe multiprofissional que possui, no mínimo, médico generalista ou especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS). Agentes comunitários de saúde são profissionais ligados à atenção primária que atuam dentro da comunidade, monitorando a saúde da população local e levando essas demandas para as unidades de saúde.

 


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Categoria: Local