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UPA de Caxias é o terror da Saúde Maranhense, é o que aponta a população de Caxias

Alguns dias atrás o Blog Observatório do Cocais apresentou em uma postagem dados consolidados que revelam o número de óbitos dentro da UPA de Caxias (relembre AQUI). Apenas em 2018 foram mais de 300 mortes, número que coloca a UPA Caxiense entre as unidades de saúde em que mais se morre em todo nordeste.

Após a postagem foram inúmeros contatos recebido pelo editor do Blog de pessoas incrédulas, que não acreditavam que tanta gente poderia morrer dentro de uma unidade de saúde.

No entanto, para os caxienses os dados aqui apresentados não foram surpresa alguma. Muito internautas confirmaram o descanso com que a população é tratada dentro da UPA em Caxias. No Facebook, a internauta Lorenna Dyas comentou “que o pior atendimento que se pode esperar eh ali na UPA”; já Dhennys Sanz demonstrou vergonha ao dizer que “uma cidade como essa (Caxias) não ter um neurocirurgião”; Iladene Sobral demonstrou indignação pelo fato de que “as pessoas trabalham lá a maioria é colocada por políticos”; Luzilene Ribeiro revelou que recentemente passou “uma tarde inteira lá para atender minhas mãe, que tem 76 anos, ela tava se vendo de dor… Meu amigos ali é morada de fungo e bactérias lá tem sujeira… péssimo atendimento”.

Agora chocante mesmo foi a revelação da internauta Patricia Alberto Motta, que confirma tudo aquilo que falamos anteriormente. “Eu senti na pele esse descaso minha mãe morreu lá sem atendimento adequado”.

O pior de tudo isso, é saber que esse descaso todo acontece não por falta de dinheiro, uma vez que apenas em 2019 a Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar de Caxias já recebeu mais de R$ 21 milhões de reais.

O que falta é Caxias é amor, empatia pelo próximo, pois duvido muito que o prefeito Fábio Gentil (PRB), e sua trupe de secretários, busquem atendimento médico, quando precisam, nos postos de saúde e a UPA de Caxias, vão é para os hospitais caros e fartos de Teresina ou São Luís.

A UPA de Caxias é o retrato da gestão desastrosa do prefeito Fábio Gentil.

Fonte:Observatório

PM prende suspeito e recupera produtos furtados em um Supermercado de Codó

Em mais uma ação eficaz, o 17°BPM efetuou a prisão de um elemento, a apreensão de dois menores envolvidos em um arrombamento e a recuperação de produtos furtados provenientes de um arrombamento realizado na madrugada de ontem, 17, em um Supermercado da Vila Biné.

O Serviço de Inteligência e a Força Tática trabalharam em conjunto e conseguiram recuperar diversos produtos furtados dentre eles:
02 televisões uma de marca Samsung e outra Semp;
10 pares de sandalhas;
12 desodorantes;
01 caixa de isopor;
05 caixa de bombom; Garoto;
08 pacotes de amendopã;
02 doces de goiaba e vários ovos.

Os objetos foram encontrados com Jefferson da Conceição da Silva, 19 anos, e os menores G. S. S. e J. M. S. e apresentados na 4° Delegacia Regional de Codó.

Asscom

Médico detalha dores enfrentadas por Jesus na crucificação na perspectiva clínica

Depois de uma década de estudos sobre a crucificação de Jesus Cristo, um médico norte-americano concluiu que, do ponto de vista clínico, o sacrifício do Filho de Deus ganha um significado ainda maior.

“Foi a pior forma de morte imaginável”, disse Joseph Bergeron, autor de A Crucificação de Jesus (The Crucifixion of Jesus, em inglês). “Os romanos já usavam o método três séculos antes de Jesus aparecer, então foi bem aperfeiçoado”.

Bergeron refutou a ideia de que Jesus teria sido sufocado enquanto estava pregado na cruz, como é dito por muitos líderes religiosos. “Ele conversou com o apóstolo João e com os ladrões que também foram crucificados, por exemplo. Quando você está lutando pelo seu último suspiro, você não tem interesse em continuar uma conversa”, disse à CBN News.

Mesmo sendo uma morte torturante, os romanos se asseguravam de que os crucificados não falecessem rápido. “Há referências literárias que mostram que muitos ficavam na cruz por uma semana. Quando você está sufocando, você não dura tanto tempo”, esclareceu o médico. “A crucificação foi uma morte lenta e torturante”.

Suor de sangue

A verdadeira causa da morte aparece nas palavras ditas por Cristo na Última Ceia, observa Bergeron. “Jesus nos disse como Ele iria morrer: ‘Este é o meu sangue, que é derramado por muitos para remissão de pecados (Mateus 26:28)’. Isso não é sufocamento. Isso é sangrar até a morte. Isso é choque. Essas são as complicações do choque”.

O termo médico usado por Bergeron é “choque hemorrágico traumático”. Essa poderia ser uma explicação para a ocasião no jardim do Getsêmani, quando Jesus suou sangue diante da angústia que estava por vir.

“Para ser sincero, eu nunca entendi isso ou pensei que tivesse acontecido”, admitiu Bergeron. “Mas estudando a crucificação extensivamente nos últimos 10 anos, eu entendi que o suor de sangue realmente acontece. Houve poucos casos. Eles sempre acontecem antes de ferimentos graves ou ameaça de lesão, geralmente antes da execução. O suor de Jesus em gotas de sangue significa que ele entendeu completamente o que estava prestes a acontecer”.

Surras violentas

Depois de ser detido por guardas e julgado pelo Sinédrio, Jesus foi surrado violentamente por soldados romanos. Na época, o governo de Roma não tinha autoridade para determinar a execução conforme a tradição judaica.

“Entenda que os romanos não gostavam dos judeus para começar. Eles eram antissemitas. Para essa pessoa cuja acusação foi basicamente uma insurreição política, nomear-se rei dos judeus teria aumentado sua raiva e piorado a surra”, comentou Bergeron. “Sua surra excedeu o que era típico para as vítimas da crucificação. Ele teve uma grande perda de sangue e ferimentos nos tecidos”.

O médico explica que Jesus teve dificuldade para carregar a cruz porque, durante o trajeto até o Calvário, estava começando a sentir os sinais do choque. “Todo mundo costumava carregar, mas Ele não conseguiu. Ele estava ficando fraco e entrando em choque naquele momento”, disse ele.

Dores da crucificação

A crucificação é classificada por Bergeron como “obscena”, devido à intensidade com que foi aplicada em Jesus. Ele explica que o choque em seu corpo foi tão traumático que sua morte foi mais rápida do que a média dos crucificados.

“Esta é uma complicação muito séria, difícil de controlar, mesmo em centros de trauma modernos”, conta o médico. “Na época de Jesus, não haveria tratamento e sua morte seria rápida. Isso explica por que Jesus morreu tão rapidamente; em seis horas, em vez de dias”.

O Filho de Deus morreu rapidamente, mas da forma mais terrível. Isso deixa Bergeron maravilhado com o nível de sacrifício.

“Saber que Ele se tornou um ser humano e veio aqui para retificar nosso relacionamento como humanos com Deus, restaurar a comunhão com Deus, é uma coisa incrível”, destacou.

O médico reconhece que é difícil lidar com todos os detalhes torturantes da morte de Cristo, mas acredita que informações como estas aumentam a devoção a um Deus disposto a descer à Terra e enfrentar tal dor e agonia, para que os humanos pudessem ser limpos de seus pecados ter acesso à eternidade.

Levantamento mostra que o número de homicídios no Brasil caiu 25% no início de 2019

O Brasil registrou uma queda expressiva no número de assassinatos nos dois primeiros meses de 2019. É o que mostra o “monitor da violência”, uma parceria do portal G1 com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e com o Núcleo de Estudos da Violência da USP.

Os dados oficiais foram coletados pelos jornalistas do G1 espalhados pelo país com base em números oficiais de 26 estados e do Distrito Federal — só o Paraná não forneceu informações ainda.

Em janeiro e fevereiro de 2019, foram assassinadas no país 6.856 pessoas: redução de 25% em relação ao mesmo período de 2018.

Só Amazonas e Rondônia registraram leve aumento nas mortes violentas.

A queda geral foi puxada pelo Nordeste, que teve redução média de 34%. Houve quedas expressivas no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará, que teve a maior redução do país: 58%. O estado é considerado um caso muito especial. Em janeiro, houve centenas de ataques coordenados por facções criminosas, numa reação a medidas anunciadas pelo governo para tornar mais rígida a fiscalização dos presídios.

“Naquele período desses ataques não se matou ninguém, ou seja, houve um caso muito especifico que demanda reflexão se houve acordo entre as facções, se a polícia, ao se mobilizar em relação aos confrontos, acabou também se tornando mais presente, mais eficaz”, disse Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados do primeiro bimestre de 2019 confirmam e até acentuam uma tendência de queda observada em todo o ano de 2018. Em 2018, o número de homicídios já tinha sido menor em relação a 2017, o ano em que o Brasil teve um trágico e chocante recorde histórico. Foram mais de 59 mil assassinatos. Em 2018, 51 mil, quase 13% menos.

Os analistas em segurança dizem que existe algo a se comemorar com a redução das mortes, mas com muito trabalho pela frente.

Dr. Júnior distribui cestas básicas e sete toneladas de peixes para Semana Santa das famílias carentes em Peritoró

Na quarta-feira Santa, dia 17 de abril, cerca de três toneladas de alimentos, em forma de cestas básicas, foram distribuídas no município de Peritoró. A distribuição é fruto de uma ação social realizada durante o carnaval, em uma parceria do médico Dr. Junior e a Associação de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais de Peritoró (APNEP). As cestas básicas foram distribuídas para famílias carentes nos bairros 36, Sagrima e Vila Vitória.

“Já é o segundo ano que realizamos com muito sucesso essa ação solidária em parceria com a APNEP. No período do carnaval nós entregamos os abadás do bloco aos brincantes em troca de dois quilos de alimentos não perecíveis. Desta forma conseguimos formar boas cestas básicas para entregarmos as famílias na Semana Santa. E este ano estamos mais felizes ainda. Como a arrecadação foi maior, iremos poder realizar a distribuição para famílias do bairro 36 e ampliar a ação para os bairros Sagrima e Vila Vitória”, explicou Dr. Júnior.

“Ficamos muito felizes, pois é uma ajuda tão grande. Já é o segundo ano que ele faz essa distribuição e ajuda demais as famílias daqui. Nós sabemos do cuidado que ele tem por nós, não só nos atendimentos médicos, mas também nessas datas especiais. Ele vem da casa em casa, visita cada família, fala com todo mundo. Agradeço de coração por essa lembrança, que irá fazer para todos nós uma Semana Santa mais farta e calorosa”, agradeceu uma moradora do bairro 36.

Sete toneladas de peixes

Na quinta-feira, Dr. júnior também realizou mais uma ação social, com a distribuição de sete toneladas de peixes para as famílias carentes de Peritoró. De acordo com o médico, a distribuição será feita na sede do município de Peritoró e em localidades mais afastadas, como no Distrito Livramento, Distrito Independência e Distrito São João das Neves, beneficiando três mil e quinhentas famílias.

Dr. Júnior aproveitou a oportunidade para deixar sua mensagem e desejar uma Semana Santa abençoada a toda população de Peritoró. “Essa distribuição de peixes é uma iniciativa nossa, onde eu conto com a ajuda de parceiros e amigos voluntários. É uma forma que eu tenho de agradecer a Deus por todas as bênçãos recebidas, pela oportunidade de trabalhar com a medicina, atenuando sofrimentos e ajudando vidas. A Semana Santa é um momento de manifestar nosso espírito cristão, de reflexão e também de cuidar do próximo. Sempre gosto de retribuir as glorias e bênçãos pedidas em minhas orações, amando e cuidando do próximo. Que nossa população tenha uma semana Santa abençoada e de muita paz”.

Video:Veja como esta neste momento a Tenda de Bita do Barão onde sera velado seu corpo

A Tenda de Bita do Barão já está sendo preparada para logo mais as 21hs,para receber o corpo de Bita do Barão.

As pessoas já começaram a chegar no local para esperar o momento da chegada,além das pessoa várias equipes de televisão de outras cidades já se encontram por lá.

A equipe da TV filiada ao sistema meio norte informou ao vivo como estava os preparativos com o jornalista Edmilson Abreu.