Codó Notícias - O melhor e mais completo site da Região dos Cocais

Astronauta cresceu 3,81 centímetros após quase 1 ano no espaço

ab65846dacd7fef1fd498e69418ae02bDa: BBC
O astronauta americano Scott Kelly, que retornou do espaço na semana passada depois de passar quase um ano na Estação Espacial Internacional (EEI), diz sentir fortes dores pelo corpo.
Sente tanta dor nos músculos e articulações que mal consegue dizer onde dói.
“Estou surpreendido pela diferença entre como me sinto agora, fisicamente, em comparação com a primeira missão em que estive”, diz em entrevista poucos dias após voltar à Terra.
Kelly passou quase um ano na Estação Espacial Internacional com o cosmonauta russo Mikhail Kornienko. Na outra missão, Kelly ficou no espaço por 159 dias.
O que torna a viagem de Kelly particularmente interessante não são apenas os 340 dias que ele passou na EEI ou as 5.440 voltas que deu ao redor de nosso planeta, mas o fato de seu irmão gêmeo, Mark Kelly, ter ficado na Terra para que fosse estudado o impacto psicológico e fisiológico de uma viagem longa no espaço sobre o corpo humano.
Uma das primeiras mudanças visíveis foi que havia superado seu irmão em altura – tinha 3,81 cm a mais que ele.
Mas poucos dias depois de voltar à Terra – e à força da gravidade -, Scott já tinha voltado ao tamanho normal.
O coração continua bombeando a mesma quantidade de sangue para as extremidades, mas os vasos sanguíneos das pernas não têm que trabalhar tanto para bombear sangue de volta para o coração.
No espaço, os astronautas perdem volume de sangue, razão pela qual Scott recebeu uma transfusão de sangue após o retorno.
Outro problema que os astronautas experimentam é uma inflamação na parte posterior do olho enquanto estão no espaço. Isso causa problemas de visão que podem durar um tempo após o retorno à gravidade.

Arquivos de Bin Laden: Testamento milionário e outras 6 revelações de documentos do extremista

osama2Autoridades dos Estados Unidos divulgaram um segundo lote de documentos encontrados durante a operação que, cinco anos atrás, resultou na morte do líder extremista muçulmano Osama Bin Laden, no Paquistão. Um total de 115 documentos já foi liberado, incluindo o testamento do ex-líder da Al-Qaeda.
Alguns dos documentos mostram que Bin Laden estava preocupado com a possibilidade de ser rastreado eletronicamente.
Eis algumas revelações desses documentos:
1. ‘Obedeçam minha vontade’
Bin Laden deixou uma fortuna de US$ 29 milhões, e seu testamento pedia aos parentes que respeitassem seu desejo de que o dinheiro fosse usado para financiar operações extremistas. Ele deu a entender no testamento que o dinheiro estaria no Sudão, mas não ficou claro se em espécie ou em ativos, como imóveis.
O extremista saudita viveu no Sudão por cinco anos na década de 90, abrigado pelo governo do país africano. No testamento, Bin Laden deixou instruções para que somas em dinheiro fossem deixadas para dois homens e vários parentes. Mas não se sabe se o dinheiro chegou aos herdeiros.
2. Rastreamento ‘dental’
O medo de ser “grampeado” e rastreado é mencionado de forma recorrente nos documentos produzidos por Bin Laden. Em uma carta para uma de suas esposas, que vivia no Irã, Bin Laden – na época o homem mais procurado do mundo – dizia temer que um rastreador pudesse ter sido implantado no dente dela durante uma ida ao dentista. Ele dava instruções para que ela tentasse detectar o dispositivo.
Em outra carta, Bin Laden abordou o tema de transferências seguras de dinheiro: sem poder usar métodos tradicionais, o extremista instruiu seguidores a se livrar de malas e afins para evitar rastreamentos e que o dinheiro só deveria ser transportado em dias nublados, como forma de evitar a vigilância de drones.
3. Briga com antecessores do Estado Islâmico
Diversos documentos mostram um longo desentendimento com a “filial” iraquiana da Al-Qaeda, que posteriormente se transformaria no grupo autodenominado Estado Islâmico. Bin Laden se opunha ao uso de decapitações e outros tipos de brutalidade que o grupo vinha levando a cabo.
“Não devemos deixar que a guerra nos sobrecarregue com sua atmosfera, condições, ódios e vinganças”, disse o extremista, que também se opunha à intenção de declarar um califado, por acreditar que a ideia não tinha apoio popular suficiente.
4. Batalha pelo comando da Al-Qaeda
Os documentos mostram que Bin Laden, vivendo escondido desde os ataques dos EUA ao Afeganistão, no final de 2001, travava uma batalha pelo controle da Al-Qaeda. Uma troca de correspondências revela tentativa de fazer com que a organização tivesse uma estrutura unificada de administração.
Os documentos também incluem pedidos do extremista a militantes baseados no Iêmen para que atacassem aviões de companhias aéreas americanas.
5. Celebração do 11 de Setembro
O ano de 2011 era aguardado ansiosamente por Bin Laden. A Al-Qaeda planejava uma ofensiva de relações públicas para celebrar o décimo aniversário do 11 de Setembro, embora não houvesse planos para um novo ataque.
Bin Laden também queria deixar a casa em que estava se escondendo, na cidade paquistanesa de Abbottabad.
“Só posso permanecer com meus irmãos aqui até o décimo aniversário (dos ataques), no mais tardar até o final de 2011”. Porém, ele foi morto antes disso – em maio de 2011.
6. ‘Universidade da Jihad’
Entre os documentos encontrados no “bunker” de Bin Laden estavam planos para um curso chamado “Estudo Islâmico para Soldados e Integrantes”. Além de um módulo de ensino de leitura e escrita e outro de educação religiosa, o curso incluía uma lista de leitura de jihadistas como o clérigo Abu Musab al-Zarqawi, o então líder da Al-Qaeda no Iraque.
Havia também um briefing sobre o conflito palestino-israelense.
7. Mulheres na linha de frente
Lideranças da Al-Qaeda divergiam quanto às regras sobre a companhia de esposas na linha de frente, um privilégio de militantes ocupando posições mais altas na hierarquia do grupo.
A troca de correspondência incluía uma recomendação para que mulheres na linha de frente fossem enviadas de volta para casa, com a exceção de “uma mulher mais velha em áreas seguras, para evitar distrair os combatentes”.

Homem-árvore passa por operação para retirada de casca

1_arvore-228192O jovem de 26 anos Abul Bajandar, conhecido como “homem-árvore” em Bangladesh, passou pela primeira intervenção cirúrgica no último domingo dia 21, e passa bem, informaram as agências de notícias internacionais.
Ele foi operado no Hospital Universitário de Daca, a principal instituição de saúde pública do pequeno e populoso país. Segundo informações do coordenador Samanta Lal Sen à EFE, o processo demorou três horas e só tratou de sua mão direita.
Bajandar desenvolveu verrugas que mais parecem uma casca de árvore. Restam ainda a outra mão e os dois pés. “A primeira operação foi um sucesso. Agora, temos que fazer testes e análises para continuar operando o resto de suas extremidades dentro de três semanas”, afirmou à agência o médico responsável pelo processo, que também fez questão de adiantar que o paciente está bem “e sorri”.
O rapaz, que vive em uma pequena aldeia na cidade de Khulna, começou a perceber as verrugas há pelo menos dez anos e, com o passar dos anos, precisou deixar de usar as mãos para realizar suas atividades. Em janeiro, ele foi internado.
O fenômeno no corpo de Bajandar é a epidermodisplasia verruciforme, uma doença ainda muito pouco estudada. Rara e sem cura, a deformidade é tratada a fim de proporcionar um alívio ao paciente, melhorar sua condição e tentar conseguir com que suas mãos e pés voltem a ser funcionais.
Ex-motorista, o homem tem uma filha de três anos e é casado, mas precisou abandonar o emprego em função da doença. Atualmente, desempregado, ele pede esmolas na rua

Homem é solto após passar 43 anos em solitária nos EUA

a34hlpdatqmzkdt13qcvu2vcoUm homem que estava na solitária de uma prisão americana por mais de quatro décadas foi libertado, segundo seus advogados. Albert Woodfox, de 69 anos, era o último do grupo conhecido como “Os Três de Angola”, por seu longo período de isolamento.

Originalmente preso por roubo a mão armada, ele estava na solitária desde abril de 1972, depois de ser considerado culpado pela morte de um guarda durante uma revolta na prisão do Estado da Lousiana.

Um homem que estava na solitária de uma prisão americana por mais de quatro décadas foi libertado, segundo seus advogados. Albert Woodfox, de 69 anos, era o último do grupo conhecido como “Os Três de Angola”, por seu longo período de isolamento.

Originalmente preso por roubo a mão armada, ele estava na solitária desde abril de 1972, depois de ser considerado culpado pela morte de um guarda durante uma revolta na prisão do Estado da Lousiana.

Woodfox aguardava por seu terceiro julgamento após ter duas condenações anuladas. Ele nega as acusações. Seus advogados dizem que ele passou mais tempo na solitária do que qualquer prisioneiro na história dos Estados Unidos, e passava 23 horas por dia confinado na cela.

Segurança máxima
Woodfox era um dos três presos mantidos na solitária da prisão de segurança máxima. O nome dado ao grupo, “Os Três de Angola”, se referia uma ex-fazenda escravagista que existia próximo ao local. Os outros dois, Robert King e Herman Wallace, foram libertados em 2001 e 2013, respectivamente.
Woodfox e Wallace tinham envolvimento com os Panteras Negras, um grupo em prol dos direitos civis de negros formado em 1966 para combater a brutalidade policial e o racismo.
Wallace, que também havia sido condenado pela morte do mesmo guarda, morreu pouco depois de sair da prisão e antes de seu novo julgamento. A condenação de King foi anulada.

Melhor que pendrive, novo ‘HD’ guarda arquivos para sempre

dtq-disco-de-vidroDivulgação-Universidade-de-Southampton (1)Pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, anunciaram uma unidade de disco que pode armazenar dados, como documentos e obras de arte, ‘para sempre’. O dispositivo, que consiste em um pequeno vidro nanoestruturado e tem gravação a laser, é capaz de guardar 360 TB por até 13,8 bilhões de anos.
A tecnologia foi batizada de armazenamento digital 5D. O nome surgiu a partir do tamanho e da orientação, além da posição dos dados – que é tridimensional. Por enquanto, cientistas estão em busca de empresas interessadas em tornar o protótipo um produto comercializável.
A enorme durabilidade do dispositivo está relacionada à sua resistência. Os discos de armazenamento de vidro são estáveis a temperaturas de até 1.000º C. O período de 13,8 bilhões de anos é estabelecido tomando como referência uma temperatura ambiente de até 190º C.
Segundo os cientistas, que apelidaram a mídia de “Superman memory crystal”, por conta dos cristais mostrados no filme “Superman”, a descoberta abre uma nova era de arquivamento de dados eterno. Com o armazenamento 5D, documentos, livros históricos importantes, obras de artes e descobertas científicas podem ter uma vida ilimitada, pelo menos virtualmente.
De acordo com o professor Peter Kazansky, um dos responsáveis pelo projeto, o protótipo pode ajudar no futuro: “Esta tecnologia pode garantir a última prova da nossa civilização: tudo o que aprendemos não será esquecido”, afirma.
Ainda não há previsão de quando a mídia chegará ao mercado e o preço do protótipo não foi anunciado pela universidade.

Ataque aéreo deixou ao menos 40 supostos membros do grupo jihadista Estado Islâmico mortos

download (2)Forças de segurança da Líbia informaram que um ataque aéreo deixou ao menos 40 supostos membros do grupo jihadista Estado Islâmico mortos em uma casa.

A residência, na cidade de Sabratha, cerca de 70 quilómetros a oeste de Tripoli, ficou completamente destruída. De acordo com as autoridades, entre as vítimas estão mulheres e crianças que nasceram na Tunísia.

O jornal New York Times informou que o ataque foi feito por aviões norte-americanos e visou um responsável operacional tunisiano do grupo extremista, envolvido nos atentados perpetrados em 2015 no Museu do Bardo e na estância turística de Port el-Kantaoui, perto de Sousse, na Tunísia.
Os serviços de informações dos Estados Unidos tentam agora determinar se entre as vítimas se encontra Nouredine Chouchane, um dos principais dirigentes do grupo extremista Estado Islâmico na região.

Aplicativo Whatsapp aumenta limite de usuários em grupos para 256

1_zap-217218Agora o seu grupo de Whatsapp do trabalho ou da família que não para de falar pode ficar ainda maior: o aplicativo vai aumentar o limite de usuários em grupos de 100 para 256 por conversa. O limite atual é fonte de críticas ao app; concorrentes apresentam vantagem no quesito, como o Telegram, que possibilita até mil usuários em um mesmo grupo.
A atualização, por enquanto, é só para aparelhos com sistema operacional Android, mas não pode ser baixada na Google Play Store, apenas no site oficial do Whatsapp. Ainda não há informações sobre uma versão para iOS.
Grupo Codó Notícias
Hoje o maior e  o mais acessado grupo de notícias do watzap,devido o aplicativo que liberava apenas 100 participante tivemos que fazer dois grupos do Codó Notícias fazendo assim existir o Codó Notícias I e oII com essa nova formulação migramos todos os participantes do II para o I agradeço a todos os participantes do grupo.

Zika: OMS declara emergência internacional em saúde pública

20160127092249101485uA Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou hoje (1º) situação de emergência em saúde pública de interesse internacional em razão do aumento de casos de infecção pelo vírus Zika identificados em diversos países e de uma possível relação da doença com quadros registrados de malformação congênita e síndromes neurológicas.
A decisão foi tomada após reunião de um comitê de emergência em Genebra, convocado pela entidade na última sexta-feira (29) para tratar do assunto.
Durante coletiva de imprensa, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, destacou que ainda é necessário comprovar cientificamente a ligação entre infecções pelo vírus Zika em gestantes e casos de microcefalia em bebês. As evidências, entretanto, são consideradas fortes pelos especialistas do grupo. “É preciso investigar e entender melhor a relação”, disse.
Margaret Chan cobrou ainda uma resposta internacional coordenada por parte dos países-membros para combater casos de infecção pelo vírus Zika no mundo.
Durante coletiva de imprensa, ela avaliou que a ausência de uma vacina contra o Zika e de testes de diagnóstico confiáveis somados à falta de imunidade na população dos países afetados pelo vírus constituem fatores de preocupação.
A diretora-geral da OMS também recomendou que grávidas evitem viagens para locais onde há circulação do vírus Zika.
Fonte:OImparcial

Ciência responde: é melhor correr na esteira ou ao ar livre?

thaeme---cantora-da-dupla-sertaneja-thaeme-e-thiago---esteira-1390245569211_615x300Pessoas que correm costumam ter a mesma opinião sobre correr em esteiras: dizem que é mais fácil do que ao ar livre. O médico e apresentador da BBC Michael Mosley avaliou estas duas opções.
Para aqueles que fizeram uma lista de resoluções para 2016 que inclui fazer mais exercícios, correr parece a opção mais óbvia.
Mas o que é melhor: correr ao ar livre, no vento e na chuva, ou ir para a academia mais próxima e suar em cima de uma esteira enquanto admira seu reflexo em um espelho gigante?
Não é algo que pensei muito a respeito antes. Possivelmente porque não são louco por corrida, mas certamente é um assunto que divide os entusiastas das corridas.
Então, quais são os argumentos contra e a favor?

Energia

Primeiramente, qual destas alternativas vai deixar você mais em forma?
Os adeptos da corrida ao ar livre alegam que ela gasta muito mais energia. A principal razão é a resistência do vento, algo que você não tem muito dentro da academia.
Mas os fãs de academia afirmam que isto não é necessariamente verdade.
Em um estudo feito pela Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, o professor Andrew Jones levou nove corredores para correr em uma rua, medindo o gasto de energia.
Depois ele levou estes voluntários para correr na mesma velocidade em uma esteira, mas com inclinações diferentes. O que ele descobriu é que os corredores podem compensar de forma adequada o esforço extra de correr ao ar livre colocando a esteira a uma inclinação de 1%.

Velocidade

Vale a pena saber que, quando você corre em uma esteira, você tende a superestimar o ritmo que você corre.
Um estudo realizado em Cingapura, que pediu que algumas pessoas corressem ao ar livre e então corressem na mesma velocidade em uma esteira, descobriu que quando as pessoas correram na esteira elas correram significativamente mais devagar, mesmo pensando que estavam na mesma velocidade.
Os cientistas responsáveis por este estudo sugerem que isto acontece provavelmente porque, ao correr dentro de uma academia, você não tem o mesmo visual.
Ou, como os próprios cientistas explicam: “A percepção diferente da velocidade provavelmente se deve à distorção das informações visuais resultantes da discrepância entre o que foi observado e o fluxo ótico esperado”.
Qualquer que seja a causa, parece que quando corremos ao ar livre nós, inconscientemente, nos esforçamos mais.

Segurança

Se correr ao ar livre supera correr na esteira em gasto de energia, qual das duas opções é a mais segura?
Na academia, é claro, é muito improvável ser atingido por galhos que caem das árvores, escorregar em fezes de cachorro ou tropeçar no meio-fio.
Mas quando se fala de lesões existe uma ameaça que é comum entre os usuários de esteiras: lesões causadas pelo uso excessivo e a repetição sem variações.
Quando você está em uma esteira a tendência é se distrair, como um hamster correndo em uma rodinha, fazendo os mesmos movimentos durante um tempo. Repetir os mesmos movimentos aumenta o risco de danos nas juntas ou ligamentos.
Então, se você usa uma esteira, é uma boa ideia misturar um pouco, variando a velocidade e a inclinação.
Se você corre ao ar livre, especialmente se você corre fora de áreas asfaltadas, a variedade será muito maior.
Cada passo será diferente simplesmente porque você está correndo em uma superfície desigual e variada. As pesquisas sugerem que este desafio constante não apenas fortalece os ligamentos e ativa uma variedade maior de músculos, mas também melhora o senso de equilíbrio da pessoa.
Dito isto, é preciso lembrar que a esteira pode ser mais confortável, o que é importante caso você já tenha uma lesão.
Bem-estar
Parece óbvio que correr ao ar livre coloca a pessoa mais perto da natureza e isto só pode ser melhor do que correr em um ambiente fechado.
Mas qual é a prova?
Há alguns anos os cientistas da Universidade de Exeter fizeram um esforço grande para avaliar de forma apropriada as provas a respeito e a conclusão deles foi bem clara.
Pesquisando em resultados já obtidos e registrados, eles descobriram que o exercício em ambientes naturais, particularmente em áreas verdes, “foi associado a sentimentos mais fortes de revitalização e envolvimento positivo, diminuição da tensão, confusão, raiva e depressão e um aumento da energia”.
Eles também descobriram que as pessoas que se exercitam ao ar livre alegaram gostar mais, achar que o exercício é mais satisfatório e que as chances de fazer de novo eram maiores. Mas, se estas pessoas realmente fizeram mais exercícios ou não é outra questão para ser analisada.
Uma outra vantagem de se exercitar ao ar livre é que você tem chances maiores de ser exposto ao sol e, por isso, aumentar sua dose de vitamina D.

Conclusão

Para mim a corrida ao ar livre tem vantagens claras. É muito mais variada e, quando corro numa esteira, ainda tenho que convencer meu cachorro que me assistir é tão divertido como correr pelos campos.
Mas o melhor conselho, especialmente para quem está começando, é escolher o tipo de corrida que você gosta e com o qual você tem mais chances de continuar.
Se isto significa ir para a esteira mais próxima, lembre-se de variar a velocidade e a inclinação.
E um estudo recente relatou que corredores que praticam exercícios extenuantes têm a mesma expectativa de vida que as pessoas que mal fazem qualquer exercício.
Mas o autor precisa admitir que não conseguiu provar esta pesquisa.

Toyota volta ao posto de maior montadora do mundo

Inside The Toyota Megaweb Showroom Ahead Of Company EarningsA Toyota voltou a ser a maior montadora do mundo. Depois de ter perdido o cargo para a Volkswagen, no meio do ano passado, a japonesa retornou ao posto que tinha no início de 2015, com a produção de 150.000 veículos a mais do que a alemã nos últimos 12 meses.
A Toyota produziu globalmente 10,08 milhões de unidades, enquanto a Volkswagen entregou 9.930.600 unidades no mesmo período. A norte-americana GM permaneceu em terceira com 9,8 milhões de veículos.
NÃO PERCA: 14 marcas de luxo que mais venderam carros em 2015
De acordo com a empresa automobilística OICA, Toyota assumiu o primeiro lugar em 2008, ao ultrapassar a GM. No ano seguinte, Martin Winterkorn assumiu como CEO da Volkswagen, então em terceiro lugar, e anunciou a estratégia de crescimento até 2018.
As posições se mantiveram em 2010, mas, em 2011, o terremoto no Japão abalou as estruturas da Toyota, que perdeu o lugar para a GM e só foi retomá-lo no ano seguinte, graças à sua bem-sucedida estratégia de venda.
Tudo parecia encaminhado para a Volkswagen que, em 2014, já havia assumido o segundo lugar. No entanto, seu famoso plano de expansão até 2018 foi por água abaixo quando, no segundo semestre do ano passado, estourou o escândalo de fraudar os testes de combustível para se adequarem às metas ambientais.
Além do escândalo com a emissão de CO2, uma fonte revelou a FORBES que a montadora também vem fraudando os números na China, algo entre 60.000 e 100.000 por ano. “Eles mascaram as vendas no país como UBAR”, explicou a fonte de Wolfsburg. UBAR são veículos que não foram vendidos, mas foram entregues a lojas e clientes.
Após os escândalos globais e uma série de prejuízos, Winterkorn teve de deixar o cargo de CEO no final do ano passado. Matthias Müller assumiu e vem, silenciosamente, esquecendo o plano de crescimento e metas.
A Toyota, por outro lado, vem crescendo de acordo com sue número de vendas e investindo progressivamente em tecnologia e inovação.
Fonte: IG