Sistema Arara Azul – Codó Notícias | O melhor e mais completo site da Região dos Cocais - Blog do Jeferson Abreu, Notícias de Codó e Região.

Prefeito Zito Rolim confirma a entrega das casas dia 13 de Maio

imagesA Prefeitura Municipal de Codó, Secretaria de Assistência Social e Segurança Alimentar, juntamente com Banco do Brasil, têm a honra de Convidar Vossa Senhoria para participar da solenidade de entrega das unidades habitacionais, destinadas às famílias beneficiadas do Programa do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida” no Bairro São Pedro.
 
Dia 13/05/2016
Horário: a partir das 8h:30m
Local: Residencial Zito Rolim II
Bairro: São Pedro
Contamos com sua valiosa presença.

Supremacia catarinense marca Brasileiro de Handebol Junior em Codó

Univali de Santa Catarina Bi-Campeão Brasileiro de Handebol

Univali de Santa Catarina Bi-Campeão Brasileiro de Handebol

Na última semana os entusiastas do handebol e a população codoense em geral teve a oportunidade de testemunha um os maiores eventos esportivos já recebidos pelo município. O nível técnico das equipes, as partidas bem disputadas e a boa organização garantiram ao público codoense uma ótima opção e entretenimento e lazer, além de momentos históricos para o handebol e o esporte codoense.

Itajai de Santa Catarina vice campeão

Itajai de Santa Catarina vice campeão

Na final de sábado, dia 7, ficou patente a supremacia das equipes de Santa Catarina, que duelaram pelo primeiro e segundo lugar. A equipe da Univale, de Balneário Camburiú, venceu o time de Itajaí por 27×23, ficando com o título brasileiro da categoria. Assim como os catarinenses dominaram o primeiro e segundo lugar, as equipes do Maranhão fizeram bonito e garantiram a terceira e a quarta posição. A equipe de Codó venceu o São Luís por 32×25 e ficou com a terceira colocação no certame.10645247_1474829595972839_3235847436579631472_n

Para a comissão organizadora, a experiência codoense de sediar o brasileiro só ratificou a vocação da cidade para o esporte. Para a população, a realização do evento foi vitoriosa em todos os sentidos, e aguardam a realização de outros grandes momentos do esporte no município.13118851_1474829215972877_8563022664126213334_n 13095892_1474832282639237_6942303148970973517_n 13165924_1474828995972899_778758252527015362_n 13151477_1474829852639480_4112370223808538875_n 13139160_1474831065972692_1192280416608611768_n 13138768_1474831222639343_1610141551242770961_n

Ex-ministro Mantega é alvo de condução coercitiva na Zelotes

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi alvo de condução coercitiva (quando a pessoa é levada a depor e depois é liberada) na 7ª fase da Operação Zelotes, deflagrada nesta segunda-feira (9) pela Polícia Federalmatega.
A condução de Mantega foi autorizada pela Justiça Federal. Investigadores da Zelotes querem apurar a ligação de Mantega com empresa que é suspeita de comprar decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda.
Ainda segundo os investigadores, Mantega foi citado por suspeitos investigados na operação como amigo de um dos alvos da fase deflagrada nesta segunda-feira, Victor Sandri, dono da empresa Cimento Penha, suspeita de comprar decisões do Carf.
Inicialmente, o pedido da PF para realizar a condução coercitiva de Mantega havia sido negado pela Justiça. Depois, Ministério Público Federal e a PF reuniram novos elementos para embasar o pedido, que acabou sendo autorizado pela Justiça.
Mantega foi levado à PF em São Paulo, onde prestava depoimento até a última atualização desta reportagem.
Além da condução do ex-ministro, a PF deve cumprir cerca de 30 mandados, de busca e apreensão e de condução coercitiva, na atual fase da Zelotes. Agentes foram às ruas no Distrito Federal e nos estados de Pernambuco e São Paulo.
Nesta 7ª fase da Zelotes também foi alvo de condução coercitiva o ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva. Ele já foi condenado por participação nas fraudes no conselho e deu depoimento no presídio da Papuda, em Brasília.
Em Pernambuco, a PF cumpriu cinco mandados de condução coercitiva. Prestarão esclarecimentos três contadores, um advogado e um auditor da Receita Federal. Além disso, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Recife e um em Olinda. São alvos um escritório de advocacia e de contabilidade.
Histórico
A Zelotes foi deflagrada há um ano, em março de 2015. Inicialmente, o alvo da operação era o esquema de fraudes nos julgamentos do Carf.
Segundo as apurações, conselheiros suspeitos de integrar o esquema criminoso passavam informações privilegiadas de dentro do Carf para escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia.
Esses escritórios, de acordo com os investigadores, procuravam empresas multadas pela Receita Federal e prometiam controlar o resultado dos julgamentos de recursos. O esquema teria movimentado R$ 19 bilhões em irregularmente.
A PF diz que ficou “comprovado” que conselheiros e funcionários do órgão “defendiam interesses privados, em detrimento da União”, “valendo-se de informações privilegiadas”.
Segundo a PF, mesmo depois do início da operação, as investigações encontraram indícios de que os crimes continuaram a ser cometidos.
Num segundo momento, a Zelotes passou a apurar também um suposto esquema de venda de medidas provisórias. A PF descobriu que uma das empresas que atuava no órgão recebeu R$ 57 milhões de uma montadora de veículos entre 2009 e 2015 para aprovar emenda à MP 471 de 2009, que rendeu a essa montadora benefícios fiscais de R$ 879,5 milhões. Junto ao Carf, a montadora deixou de pagar R$ 266 milhões.
Em 4 de dezembro, 16 pessoas suspeitas  se tornaram réus na Zelotes depois que a Justiça Federal aceitou denúncia do Ministério Público.
Fonte: G1

Policia Militar de Codó prende Assaltantes,Recupera Motos roubada e Celular no final de semana

IMG-20160509-WA0010POR PRÁTICA DE ASSALTO À MÃO ARMADA
A polícia Recebeu via 190 denúncia de que 02 indivíduos haviam praticado um assalto à mão armada (arma branca) em uma moto contra a vítima acima. A dupla foi localizada no bairro São Francisco e apresentada na delegacia sem lesões corporais.IMG-20160509-WA0003
 
MAIS UMA ARMA DE FOGO FORA DAS RUAS DE CODÓ
No dia 07, sábado, a equipe da FORÇA TÁTICA ao realizar rondas e abordagens no bairro São Francisco, rua Honorino Silva, avistaram dois elementos em uma bicicleta,
que ao perceberem a viatura tentaram se evadir dispensando uma mochila em um bueiro. Os policiais militares mochila e dentro dela estava uma garrucha. Os dois elementos, um menor de inicial P.H.R.D. 16 anos e Walison David Sousa Rodrigues, 29 anos, foram conduzidos à DP para os devidos procedimentos cabíveis.IMG-20160509-WA0006
PM DE CODÓ RECUPERA CELULAR E PRENDE ASSALTANTES
Por volta das 12:30 hs a polícia recebeu a denúncia da própria vítima que veio até o o quartel informando que havia sido assaltada por dois individuos que entraram em sua residência ameaçando a mesma com uma arma branca e levaram 01 celular evadindo-se do local em uma moto. A guarnição fez buscas no local informado pela vítima e chegou até a casa onde um dos meliantes se encontrava onde tentou empreender fuga mas com o apoio das motos da PM foi capturado. Logo em seguida a guarnição saiu em busca do segundo indivíduo que participou do assalto sendo encontrado já no Povoado Alto São Jose. Os dois assumiram a prática do crime e informaram que havia vendido o celular no valor de R$ 100 para uma senhora, que também foi localizada e o produto de roubo recuperado. Os dois foram apresentados na delegacia sem lesões. A motocicleta que se encontrava com um deles também foi encaminhada à DP.IMG-20160509-WA0012
PM DE CODÓ RECUPERA MOTO ROUBADA
Na noite de sábado, 07, a equipe da FORÇA TÁTICA recebeu denúncia de que um indivíduo escondia uma moto supostamente roubada em uma construção na rua Divino Espírito Santo. No local a equipe constatou que era uma moto FACTOR de cor azul, o indivíduo já havia evadido, mas o veículo foi recuperado, e pertence a Sebastião Murad, residente no bairro Multirão.
O veículo foi removido ao pátio do 17º BPM para que seja feito os devidos procedimentos.IMG-20160509-WA0005IMG-20160509-WA0011 IMG-20160509-WA0009 IMG-20160509-WA0007 IMG-20160509-WA0002 IMG-20160509-WA0003

Para ex-presidente Lula, ‘jogo não acaba’ na quarta, com votação no Senado

lula-277694Depois de conversar com inúmeros senadores e agentes políticos na semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou de Brasília convicto de que “o jogo não acaba” com a possível admissibilidade do processo pelo Senado e o consequente afastamento da presidente Dilma Rousseff, na quarta-feira.
Lula tem dito a interlocutores que, ao contrário das avaliações iniciais, o virtual início do governo Michel Temer (PMDB) não vai significar a volta da estabilidade política, como apregoam os aliados do vice-presidente, e que as turbulências devem continuar até as eleições de 2018. “Ele tem convicção de que não vai parar por aqui. Aquela ideia que tentaram passar de que a votação na Câmara representava uma nova hegemonia estável no Congresso e no País e de que o jogo acabou não existe”, afirmou um interlocutor do ex-presidente.
A avaliação do petista está lastreada nas conversas que teve com senadores ao longo da semana e em pesquisas quantitativas e qualitativas às quais teve acesso. Segundo os levantamentos, houve uma mudança de percepção por parte da população desde a votação na Câmara. Na Região Nordeste, o número de pessoas contrárias ao impeachment hoje é maioria. No Sudeste, ainda predomina a defesa do afastamento de Dilma, mas o volume de eleitores contrários ao processo aumentou.
Lula sabe que isso não será suficiente para mudar os votos dos senadores até quarta-feira e admite que o afastamento de Dilma é inevitável, mas vê, hoje, um quadro menos desfavorável ao PT, com possibilidades de recuperação até 2018, quando deve voltar a ser candidato, e não descarta uma reviravolta na votação do mérito dentro de até 180 dias.
Segundo um aliado do ex-presidente, a situação melhorou, mas não existe um “entusiasmo” por Dilma. “Se a situação econômica fosse melhor, haveria”, disse.
Opinião pública
Nas conversas com Lula senadores confirmam que vão votar a favor do impeachment embasados em pesquisas de opinião, pressão da “opinião pública cristalizada” e de setores do empresariado contrários ao PT, mas teriam se mostrado sensíveis às mudanças de conjuntura.
Lula tem evitado comentar o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A quem pede reuniões para tratar do assunto, Lula diz que aceita, “mas não vai ser hoje”, e se mantém em silêncio. “Tem um aspecto especulativo se Lula começar a opinar sobre este tema”, avaliou um aliado.
No entorno do ex-presidente, a percepção é de que a saída de Cunha tem aspectos positivos para Temer, mas embaralha ainda mais um quadro político considerado “esquisito”.
Embora avalie que houve uma mudança para melhor da situação desde a votação na Câmara, Lula ainda mostra ter muitas dúvidas sobre os próximos passos e a ausência de uma estratégia de ação. “Vamos avaliando as coisas conforme elas acontecem. Tem pelo menos uns dois ou três anos que tudo o que acontece no Brasil ninguém prevê. Desde aquelas manifestações de 2013”, disse um auxiliar do ex-presidente.
Uma das poucas certezas é que depois do “show de horror” protagonizado pelos deputados durante a votação do impeachment, no dia 17 de abril, a rejeição do eleitorado ao PT se espalhou para toda a classe política.
Aliados de Lula, também com base em pesquisas, afirmam que iniciativas como a realização de novas eleições ou de um plebiscito pela reforma política hoje têm ampla maioria na sociedade, mas a falta de apoio entre movimentos sociais e setores do PT é um obstáculo.
O ex-presidente está à procura de uma bandeira. Na sexta-feira, o PT lançou a campanha “Não ao Golpe e Fora Temer”, mas o próprio partido a considera insuficiente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Veja diz que Waldir Maranhão “assessorou” quadrilha de doleiro

02758a102f3c12ef272771d2716a5bd303022016100145-768x503Como  Maranhão, presidente interino da Câmara Federal, ficou no centro do furacão e passou a chamar a atenção da imprensa nacional que, como era esperado, está publicizando as traquinagens do parlamentar maranhense.

Na edição desta semana da Revista VEJA, apresenta áudios e relatos que comprovariam que Waldir Maranhão “assessorou” quadrilha de doleiro. Abaixo a matéria que compromete e muito o presidente interino da Câmara Federal.

waldir

Alçado à cadeira de presidente da Câmara com a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar Eduardo Cunha, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) é um legítimo representante do baixo clero do Congresso Nacional. Aliado de Cunha, a quem já prestou alguns valiosos favores – como assinar despachos destinados a retardar o processo de cassação do peemedebista -, a última vez que Maranhão teve seus minutos de fama foi na votação do impeachment de Dilma Rousseff. Ele era tido, até então, como voto certo pela saída da presidente. Mas, de última hora, cortejado pelo PT e convidado a visitar o bunker montado pelo ex-presidente Lula em um hotel de Brasília, mudou de lado. Com a sessão já em curso, e ladeado por próceres petistas, Maranhão correu para anunciar que votaria contra o impeachment. Ele é conhecido como um político que, digamos, não desperdiça oportunidades. Não por acaso, e a despeito da amizade com Eduardo Cunha, na quinta-feira ele não se fez de rogado quando surgiu a chance de substituí-lo: tão logo saiu a liminar do ministro Teori Zavascki, correu para ocupar o gabinete do amigo.

Veterinário por formação, e no exercício de seu terceiro mandato de deputado federal, Maranhão foi eleito vice-presidente da Câmara em fevereiro do ano passado. Junto com Cunha. E com a bênção de Cunha. Como um parlamentar atento a oportunidades, Maranhão, claro, não deixou o petrolão passar batido – e, por isso, integra o extenso rol de excelências investigadas pela Operação Lava Jato: está entre as dezenas de deputados e senadores que, em troca de apoio ao governo, recebiam do doleiro Alberto Youssef parcelas regulares da propina oriunda dos desvios na Petrobras. Como um parlamentar atento a oportunidades, Waldir Maranhão aparece enredado em outras histórias comprometedoras que também estão sob a lupa das autoridades. Uma delas, repleta de provas robustas, está em poder da Procuradoria-Geral da República há pelo menos dois anos. Diz respeito à parceria entre Waldir Maranhão e um conhecido doleiro de Brasília, Fayed Traboulsi.

Fayed comandava, na capital da República, um esquema de corrupção paralelo à rede de Youssef no petrolão. Por vezes, a dupla de doleiros fazia parcerias pontuais. Como Fayed mantinha suas operações em Brasília, nas emergências o paranaense Youssef utilizava seus serviços – o esquema brasiliense funcionava como uma espécie de sucursal do banco clandestino do operador do petrolão. Em comum, sempre, a ligação estreita entre os doleiros e personagens do mundo da política. Fayed, porém, tinha seus próprios negócios. Um deles, desbaratado pela Operação Miqueias, uma parceria da Polícia Federal com o Ministério Público do Distrito Federal, tinha por objetivo vender títulos podres a fundos de pensão de servidores públicos. O esquema, que desviou mais de 50 milhões de reais, funcionava graças à sempre lucrativa joint-venture como os políticos. Eles abriam caminho para que os negócios saíssem e, em troca, recebiam uma parcela do lucro na forma de propina. É justamente aí que entra o sucessor de Eduardo Cunha na presidência da Câmara.

Como este Blog já disse, Waldir Maranhão, presidente interino da Câmara Federal, ficou no centro do furacão e passou a chamar a atenção da imprensa nacional que, como era esperado, está publicizando as traquinagens do parlamentar maranhense.

Na edição desta semana da Revista VEJA, apresenta áudios e relatos que comprovariam que Waldir Maranhão “assessorou” quadrilha de doleiro. Abaixo a matéria que compromete e muito o presidente interino da Câmara Federal.

waldir

Alçado à cadeira de presidente da Câmara com a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar Eduardo Cunha, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) é um legítimo representante do baixo clero do Congresso Nacional. Aliado de Cunha, a quem já prestou alguns valiosos favores – como assinar despachos destinados a retardar o processo de cassação do peemedebista -, a última vez que Maranhão teve seus minutos de fama foi na votação do impeachment de Dilma Rousseff. Ele era tido, até então, como voto certo pela saída da presidente. Mas, de última hora, cortejado pelo PT e convidado a visitar o bunker montado pelo ex-presidente Lula em um hotel de Brasília, mudou de lado. Com a sessão já em curso, e ladeado por próceres petistas, Maranhão correu para anunciar que votaria contra o impeachment. Ele é conhecido como um político que, digamos, não desperdiça oportunidades. Não por acaso, e a despeito da amizade com Eduardo Cunha, na quinta-feira ele não se fez de rogado quando surgiu a chance de substituí-lo: tão logo saiu a liminar do ministro Teori Zavascki, correu para ocupar o gabinete do amigo.

Veterinário por formação, e no exercício de seu terceiro mandato de deputado federal, Maranhão foi eleito vice-presidente da Câmara em fevereiro do ano passado. Junto com Cunha. E com a bênção de Cunha. Como um parlamentar atento a oportunidades, Maranhão, claro, não deixou o petrolão passar batido – e, por isso, integra o extenso rol de excelências investigadas pela Operação Lava Jato: está entre as dezenas de deputados e senadores que, em troca de apoio ao governo, recebiam do doleiro Alberto Youssef parcelas regulares da propina oriunda dos desvios na Petrobras. Como um parlamentar atento a oportunidades, Waldir Maranhão aparece enredado em outras histórias comprometedoras que também estão sob a lupa das autoridades. Uma delas, repleta de provas robustas, está em poder da Procuradoria-Geral da República há pelo menos dois anos. Diz respeito à parceria entre Waldir Maranhão e um conhecido doleiro de Brasília, Fayed Traboulsi.

Fayed comandava, na capital da República, um esquema de corrupção paralelo à rede de Youssef no petrolão. Por vezes, a dupla de doleiros fazia parcerias pontuais. Como Fayed mantinha suas operações em Brasília, nas emergências o paranaense Youssef utilizava seus serviços – o esquema brasiliense funcionava como uma espécie de sucursal do banco clandestino do operador do petrolão. Em comum, sempre, a ligação estreita entre os doleiros e personagens do mundo da política. Fayed, porém, tinha seus próprios negócios. Um deles, desbaratado pela Operação Miqueias, uma parceria da Polícia Federal com o Ministério Público do Distrito Federal, tinha por objetivo vender títulos podres a fundos de pensão de servidores públicos. O esquema, que desviou mais de 50 milhões de reais, funcionava graças à sempre lucrativa joint-venture como os políticos. Eles abriam caminho para que os negócios saíssem e, em troca, recebiam uma parcela do lucro na forma de propina. É justamente aí que entra o sucessor de Eduardo Cunha na presidência da Câmara.

Fonte:Jorge Aragão

Mensagem do vereador Leonel Filho para as mães codoenses pelo seu dia

IMG_20160508_134913Mãe, você é um exemplo de mulher: conselheira, amiga, companheira, exemplo de amor e persistência. Por isso é mais que merecido que exista um dia para te homenagear.
Quero aproveitar esse segundo domingo de maio para lembrar que eu te amo, e sobretudo, agradecer a Deus por ter me colocado em seu ventre. Obrigada por estar ao meu lado quando preciso chorar e por me fazer sorrir logo em seguida.
Você é a prova de que amor incondicional existe. Desculpe as minhas falhas e aceite as minhas palavras como celebração deste dia. Feliz Dia das Mães!