Neste fim de semana, o prefeito Chiquinho FC (PT) visitou o trecho do Canal da Água Fria, conhecido como “Troca-Troca”, acompanhado por sua equipe de governo, e constatou uma grave situação de erosão. O problema se agravou devido às fortes chuvas dos últimos dias, resultando no desabamento de alguns pontos comerciais e colocando o restante da estrutura em risco iminente de colapso.
Diante da situação alarmante, a Prefeitura de Codó anunciou que decretará estado de calamidade pública ainda esta semana. O objetivo é buscar recursos junto ao Governo Federal para recuperar o canal e viabilizar a realocação dos comerciantes que operam na área afetada.
Como medida emergencial, a prefeitura iniciará a retirada imediata de todos os trabalhadores da região, a fim de evitar tragédias maiores, incluindo possíveis mortes devido a novos desabamentos. A administração municipal reforçou que está comprometida em encontrar soluções eficazes para minimizar os impactos econômicos e sociais para os comerciantes afetados.
Mais uma vez, como já se tornou automático, há um esforço especial na maioria das modalidades da esquerda em apresentar cálculos numéricos sobre o público presente às manifestações de rua contra o governo Lula e o STF – é o mesmo pacote hoje em dia, do tipo “compre um e leve dois”. Insiste-se, em geral, que as contas são fundamentadas em algum tipo de sistema que descrevem como científico. Quando se comparam as cifras divulgadas com as fotografias e os vídeos que registram fisicamente a presença de multidões na rua, esses cálculos parecem funcionar como um redutor de presença.
Não se sabe, até agora, como esse método funcionaria em protestos de rua convocados pelo PT-PSOL-etc. Seria um redutor ou um ampliador? Infelizmente, é uma dúvida para a qual não há esclarecimento disponível, levando-se em conta que a esquerda, muito simplesmente, não consegue levar quase ninguém à rua. Sua última manifestação de massa, para pedir a “prisão de Bolsonaro” em São Paulo, reuniu 1.347 pessoas, tão pouca gente que foi possível contar uma por uma.
『 No Brasil de hoje, o homem que é capaz de juntar multidões na rua não pode se candidatar a nada porque a polícia eleitoral do governo declarou que ele é “inelegível”. 』
O ponto principal de todos esses esforços matemáticos é que eles não servem para nada. Após anos seguidos de manifestações de rua contra o Sistema Lula, os redutores de povo parecem não ter percebido ainda que os seus cálculos não alteram minimamente o mundo das realidades. Basicamente, e por mais científicos que forem, não mudam a única coisa que interessa: o número de pessoas que realmente foi à manifestação.
No último ato contra o STF e pró-Bolsonaro, por exemplo, havia uma multidão na praia de Copacabana, como sempre acontece quando o presidente sai para a praça pública. Era muita gente? Era: não é preciso que nenhuma universidade diga isso, porque dá para ver. Quantos eram? Não tem importância nenhuma. Só teria se houvesse meia dúzia de gatos pingados, como nas manifestações do PT. Como aconteceu o contrário, fica inútil fazer essas contas todas.
O que não muda são os dois fatos essenciais que a presença dessas massas na rua reafirma de maneira indiscutível. O primeiro é que o ex-presidente é o político brasileiro que mais consegue, realmente, reunir o povo ao seu redor hoje em dia. O segundo é que o atual presidente da República vive uma situação dramaticamente oposta: não pode sair na rua nunca, para lugar nenhum, porque tem medo-pânico de ouvir o que grande parte do povo tem a dizer a seu respeito.
Todas as suas aparições em público são em auditórios fechados e dedicados exclusivamente a quem vai bater palmas para ele. Um dia talvez alguém faça outro tipo de conta – e verifique que há em torno de Lula mais seguranças armados do que povo. Resulta disso uma situação realmente prodigiosa. No Brasil de hoje, o homem que é capaz de juntar multidões na rua não pode se candidatar a nada porque a polícia eleitoral do governo declarou que ele é “inelegível”. O homem que está na presidência por causa do STF, como disse em público um dos próprios ministros, vive escondido, nos seus palácios, carros blindados e jatos privativos.
PMRJ FALA EM 400 MIL PESSOAS
A contagem da USP tem o perfil de reduzir a estimativa dos organizações das manifestações e eventos em vias públicas. Para se ter uma ideia, a nota da Polícia Militar do Rio de Janeiro declarou que 400 mil pessoas participaram do ato pela anistia dos presos do 8 de janeiro que aconteceu na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Durante seu discurso na manifestação Anistia Já, na manhã deste domingo (16) em Copacabana, no Rio de Janeiro, o pastor Silas MAlafaia listou seis provas de que não existiu tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023.
– Prova número 1: entre os dias 6 e 8 de janeiro, Lula no poder… a Abin, Agência Brasileira de Inteligência, enviou mais de 30 alertas ao governo dizendo que poderiam haver manifestações violentas. Nenhum alerta fala em golpe – iniciou.
Se houvesse tentativa de golpe, Lula assinava uma GLO e botava as Forças Armadas em Brasilia – continuou.
E prosseguiu com as demais alegações:
– Prova 2: o general, diretor do GSI… Gente, isso é uma piada. O palácio de portas abertas recebendo pseudos golpistas e ele dando água. Que golpe é esse, minha gente?
– Terceira prova, como disse o deputado Pazuello para mim: não existe golpe contra prédios. É dano ao patrimônio público. Golpe é para quem está no poder. Lula estava livre e solto em Araraquara. Ninguém tentou nada contra ele. Qual a arma que foi apreendida? Essas mulheres e homens que foram presos não tinham nem pedra na mão. Golpe sem armas não existe!
Ante de falar a quarta prova, Malafaia diz que “não vou levar nada pra casa, vou deixar tudo aqui”.
– Quarta prova: senhor Flávio Dino. Cadê as imagens das câmeras de Brasília? Ou ele apagou ou escondeu.
– Prova número cinco: como é que Jair Messias Bolsonaro é colocado no inquérito de golpe e ele estava nos Estados Unidos. Pato Donald? Mickey? Tio Patinhas? Bolsonaro estava na América. Eu pergunto à Policia Federal e Alexandre de Moraes: cadê as conexões? Onde estão as provas de que Bolsonaro estava comandando da América essas pessoas?
– Sexta prova, e essa aqui é interessante: o ex-comandante do Exército, Freire Gomes. Oito horas de depoimento na Polícia Federal. O que ele fala: o presidente Bolsonaro apresentou hipótese de GLO, artigo 142 da Constituição, hipótese de estado de sítio e defesa do 136 a 139. Com um detalhe: para estabelecer estado de defesa e de sítio, só com a aprovação do Congresso. Que golpe é esse com a constituição? – questionou.
Segundo Malafaia, “quem inventou a farsa de minuta de golpe, foi uma jornalista inescrupulosa da Globo”.
Neste sábado (15), em entrevista exclusiva concedida à Rádio 93 FM RJ e ao Pleno.News, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) expôs contradições do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a condução de medidas judiciais na Corte. Na conversa, o líder conservador usou como exemplo um caso julgado pelo magistrado contra uma reintegração de posse.
– Tem uma decisão, foi do próprio Alexandre de Moraes, contra a reintegração de posse. Daí você vê essa pessoa falando, espera aí, uma pessoa invade uma fazenda, dez anos depois [tem] trânsito em julgado, [mas] vem uma canetada do ministro do Supremo e diz que não é para fazer reintegração de posse. Ou seja, se entrar lá no prédio do Supremo, [recebe] 17 anos de cadeia, se entrar na fazenda, depreda o patrimônio, mata a criação, usa e abusa da propriedade, isso é legal, recebe mais que um perdão, recebe um sinal para continuar – indagou.
O ex-chefe do Executivo ainda questionou as acusações feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele, como a de crime de dano qualificado sem que ele, sequer, estivesse presente durante os atos de 8 de janeiro de 2023.
– Eu estou sendo acusado de dano qualificado. Ué, o que eu quebrei de patrimônio? Essas pessoas que, porventura, quebraram, tem que responder (…). E o que a gente tem na Justiça? O que a gente espera? É justiça. Errou. Paga. Agora, o que eles querem na verdade? Eles querem me pegar. E não tem como pegar. E ficam então com essas teses absurdas – completou.
Neste domingo (16), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou em suas redes sociais uma foto antiga do presidente Lula (PT). Na imagem, registrada em 1979, Lula aparece vestindo uma camiseta com a palavra “anistia” e foi tirada enquanto ele distribuía panfletos em defesa dos exilados políticos do regime militar.
Michelle relembrou a defesa do petista pela anistia no mesmo dia em que políticos da direita, incluindo seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), participaram de um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, pedindo anistia para os condenados do ato de 8 de janeiro de 20232.
A camiseta usada por Lula na época simbolizava a luta da esquerda pela anistia ampla, geral e irrestrita para presos do período militar, incluindo homens e mulheres que tiveram ligações com crimes e grupos de guerrilhas.
Nomes importantes da esquerda tiveram a anistia concedida a partir de 1979. Entre eles Lula, José Dirceu e Dilma Rousseff que receberam anistia após a promulgação da Lei da Anistia, de 1979, que permitiu o retorno de exilados e a libertação de presos políticos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou neste domingo (16), em Copacabana, no Rio de Janeiro, do ato que pediu anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em seu discurso, ele afirmou que o cenário de inflação elevada do país é fruto de erros do governo federal, que não promove um ajuste fiscal.
– Ninguém aguenta mais inflação porque tem um governo irresponsável que gasta mais do que deve. Ninguém aguenta mais o arroz caro, o feijão caro, a gasolina cara, o ovo caro. Prometeram picanha e não tem nem ovo – disse o governador, alfinetando ainda a promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de picanha barata.
Tarcísio disse que o atual governo tem medo de perder a eleição para Bolsonaro, por isso há interesse em mantê-lo afastado das urnas. Ele defendeu que a oposição vai pautar e aprovar o projeto para anistiar os condenados pelos atos de 8 de janeiro.
– Os caras que assaltaram o Brasil, os caras que assaltaram a Petrobras, voltaram para a cena do crime, voltaram para a política, foram reabilitados. Tá certo isso? Parece haver justiça nisso? Então é correto que a gente garanta a anistia daqueles inocentes que nada fizeram. E nós vamos lutar. Nós vamos garantir isso. Nós vamos garantir que esse projeto seja pautado, seja aprovado – afirmou.
Neste domingo (16), um corpo sem cabeça foi encontrado nas pedras do Caolho, na Praia do Calhau em São Luís. No último sábado (15), uma cabeça humana também foi encontrada na mesma região, e as autoridades acreditam que ambas as partes pertençam à mesma vitima.
O corpo foi encontrado por equipes do Corpo de Bombeiro durante uma ronda na praia. Até o momento a identidade da vítima, aparentemente um homem, ainda não foi confirmada por conta do avançado estado de decomposição, impossibilitando o reconhecimento.
De acordo com o tenente-coronel Alonso, coordenador de praia, não houve registro de afogamento durante o fim de semana na praia. Os restos mortais foram entregues ao Instituto Médico Legal (IML), que deve determinar a identificação da vítima e as circunstâncias da morte.
O codoense José Cardoso Ramos, de 45 anos, foi brutalmente assassinado no último sábado (8) enquanto trabalhava como segurança em uma obra no Setor Aeroporto, em Goiânia (GO). Ele foi morto com nove facadas ao tentar impedir um assalto no local.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o criminoso invade a obra e começa a pegar materiais. José Cardoso percebe a ação e tenta impedir o furto, entrando em luta corporal com o suspeito, que o ataca com uma arma branca. Após o crime, o assaltante fugiu, mas foi capturado oito horas depois na Avenida Leste Oeste, no Setor Central. Durante o depoimento inicial, confessou o crime e revelou que pretendia trocar os objetos roubados por drogas. Ele foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes de Goiânia.
A morte de José Cardoso causou grande comoção entre familiares e amigos em Codó (MA), onde seus pais, Joacir Borges e Raimunda Borges, ainda residem na Rua Rio Grande do Norte, no Bairro São Sebastião.
“Nós ficamos muito chocados, duas noites esperando o corpo, até que chegaram em nossa residência. Só acreditamos depois que o caixão chegou em nossa casa. Ele era um rapaz de bem”,desabafou seu pai, Joacir em entrevista a FCTV.
“Ele foi para Goiás em 2007, queremos justiça”, declarou sua mãe, Raimunda, ao repórter Sena Freitas.
José Cardoso morava há mais de 15 anos em Goiás, onde construiu sua família. Ele deixa esposa e três filhos.
A Comissão de Direito à Saúde da Subseção Codó da OAB/MA foi criada na última sexta-feira, dia 14 de março de 2025, e está sob a presidência do Dr. Matheus Barros, vice presidência Dr. Alexandre Vaz e secretária Dra. Edina Maria, membros Emili Andrade e Lucas Sousa.
A Comissão tem por objetivo subsidiar a Diretoria e o Conselho da Subseção Codó da OAB(MA) em toda a sua jurisdição, no debate público, atender, encaminhar e solucionar demandas no âmbito do Direito à Saúde e de outras áreas afins do tema, bem como apresentar proposições para a Diretoria da Subseção Codó da OAB(MA).