Outubro Rosa: Codó terá ação gratuita com serviços de saúde, beleza e empreendedorismo

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal da Mulher (SEMMU), realizará, nesta quinta-feira (29), o projeto “Mulheres que Brilham: Da Saúde ao Sucesso”, uma ação especial em alusão à campanha Outubro Rosa. O evento acontecerá das 17h às 21h, na Praça São Sebastião, e será aberto à população.

A iniciativa tem como objetivo promover a saúde, o bem-estar e a valorização das mulheres, além de ampliar o acesso à informação, aos serviços públicos e às oportunidades de empreendedorismo. A programação reunirá atividades voltadas à prevenção de doenças, à garantia de direitos, à cidadania e ao fortalecimento da autonomia feminina.

Entre os serviços oferecidos estarão testes rápidos, aferição da pressão arterial, verificação da glicemia e vacinação. A programação também contará com orientações sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, reforçando a importância do Outubro Rosa e da adoção de hábitos de autocuidado.

As participantes terão acesso, ainda, a informações sobre os direitos das mulheres e os serviços disponibilizados pela Secretaria Municipal da Mulher. Também serão oferecidos serviços relacionados ao Cadastro Único, além de orientações sobre a Carteira da Pessoa Idosa.

O evento contará igualmente com atividades voltadas à beleza, ao empreendedorismo e à economia criativa, incentivando o protagonismo feminino e a geração de oportunidades. Para tornar a programação ainda mais dinâmica e participativa, haverá um aulão de dança conduzido pela equipe da PEGADA EJAI.

Com o projeto “Mulheres que Brilham: Da Saúde ao Sucesso”, a Prefeitura de Codó, por meio da SEMMU, reforça o compromisso com a promoção da saúde, a valorização das mulheres e a ampliação do acesso aos serviços públicos, reunindo informação, cuidado, cidadania e incentivo ao desenvolvimento pessoal e profissional.

Serviço
• Evento: Mulheres que Brilham: Da Saúde ao Sucesso — ação especial do Outubro Rosa
• Data: 29 de outubro (quinta-feira)
• Horário: Das 17h às 21h
• Local: Praça São Sebastião

A Prefeitura de Codó e a SEMMU convidam toda a população a participar desse momento especial de cuidado, informação e valorização feminina.

Participe! Sua saúde e seu bem-estar importam!

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Ibovespa cai, e Bolsa suspende negociações após eleição de Lula

A B3 informou, na manhã desta segunda-feira (26), que acionou o circuit breaker após registrar queda de 10% do Ibovespa em relação ao fechamento anterior. Com isso, a negociação de ativos no mercado à vista foi suspensa por 30 minutos. A queda brusca do Ibovespa reflete a decepção do mercado com o resultado do segundo turno deste domingo (25), com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o próximo mandato.

A paralisação atinge ações, BDRs, ETFs, opções referenciadas nesses ativos e também títulos de renda fixa privada. Durante esse período, ordens que não estejam participando de leilão poderão ser canceladas. A bolsa ainda vai comunicar o horário de reabertura.

A B3 também reforçou as regras do mecanismo: se o Ibovespa cair 10%, a negociação é interrompida por 30 minutos. Reaberto o mercado, se a queda chegar a 15%, a interrupção passa a ser de uma hora. Se atingir 20% de baixa, a B3 pode suspender a negociação por um período a ser definido, com comunicação ao mercado.

Há ainda duas condições importantes: o circuit breaker não é acionado nos últimos 30 minutos do pregão; e, se a interrupção ocorrer na última hora, o encerramento do mercado pode ser prorrogado em até 30 minutos para permitir a reabertura e negociação contínua.

A escolha reforça temores, do mercado financeiro, com a política fiscal do país.

HISTÓRICO
Até hoje, o mecanismo foi acionado em 23 ocasiões e a paralisação desta segunda é a 24ª. Em 1997, em meio a crise da Ásia, os negócios foram interrompidos em 7 e 12 de novembro. Um ano depois, 1998, na crise da Rússia, foram cinco interrupções das operações por baixa de 10%, sendo que no dia 10 de setembro o mecanismo foi acionado duas vezes.

Outras três paralisações do pregão foram em 21 de agosto e 4 e 17 de setembro. Depois, novas interrupções ocorreram na crise cambial brasileira, em 1999, quando em 13 e 14 de janeiro o circuit breaker voltou a ser acionado. Nesses dois últimos pregões, o Ibovespa bateu mínimas de 5.277 pontos e 5.050 pontos.

Depois de 1999, o mecanismo voltou a ser acionado em 2008, período marcado pela crise do sistema financeiro que se instalou nos Estados Unidos após o pedido de concordata do banco Lehman Brothers. Naquele ano, o pregão da Bovespa foi interrompido seis vezes, sendo a primeira em 29 de setembro e as outras cinco em outubro, no dia 6 (parou duas vezes), depois nos dias 19, 15 e 22. Em 2017, o circuit breaker foi acionado após a delação premiada da JBS quase derrubar o governo do então presidente Michel Temer.

Já em 2020, o mecanismo foi ativado seis vezes, nos dias 9, 11, 12, 16 e 18 de março, em um momento de forte volatilidade nos mercados globais por conta das incertezas iniciais envolvendo a pandemia do coronavírus e as medidas extraordinárias que foram adotadas pelos governos globais para conter os efeitos econômicos da doença.

Elon Musk sobre vitória de Lula no Brasil: “A conta não fecha”

Dono da rede social X e da empresa automotiva Tesla, o bilionário Elon Musk questionou o resultado das eleições no Brasil, após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em sua avaliação, “a conta não fecha”.

A fala ocorreu em postagem na rede social X, na qual ele compartilha o cálculo de uma página chamada End Wokeness (Acabe com a Ideologia Woke, em tradução livre). A publicação diz o seguinte:

– 1° turno: Bolsonaro: 56,1 milhões de votos, Lula: 53,9 milhões de votos. 2° turno: Lula: 64,1 milhões de votos (+10,2M), Bolsonaro: 59,8 milhões de votos (+3,7M). Para dar uma ideia de quão improvável isso é: todos os candidatos eliminados da rodada 1 somaram 9,33M (sic) de votos combinados – diz o post.

Como mostrou o Pleno.News, no 1° turno, os presidenciáveis que perderam somaram, juntos, 9.316.747 votos, o equivalente a 7,81% dos votos válidos. São eles: Escritor Augusto Cury (Avante) com 3.448.569 (2,89%); Renan Santos (Missão) com 2.675.887 (2,24%); Ronaldo Caiado (PSD) com 2.605.148 (2,18%); Zema (Novo) com 326.488 (0,27%); Samara (UP) com 122.911 (0,10%); Hertz Dias (PSTU) com 43.103 (0,04%); Clariana Barao (DC) com 40.043 (0,03%); Edmilson Costa (PCB) com 22.693 (0,02%); Veterinário Wilson Grassi (Democrata) com 16.881 (0,01%); e Rui Costa Pimenta (PCO) com 15.024 (0,01%).

Lula, por sua vez, obteve uma diferença de 10.376.694 em relação a si mesmo no primeiro turno, no qual obteve 53.879.538 votos (45,16%). No segundo turno, o petista ampliou seu apoio para 64.256.232 votos (51,79%).

O resultado veio após o petista investir em campanhas para reduzir a abstenção, votos nulos e brancos, e em virada de votos. No primeiro turno, a abstenção foi de 33.469.244 (21,08%), enquanto votos nulos e brancos somaram 5.975.047 (4,77%). Neste segundo turno, a abstenção caiu para 30.509.005 (19,22%), enquanto votos nulos e brancos reduziram para 4.153.801 (3,24%).

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Queda da abstenção do primeiro para o segundo turno é a maior da série histórica

Quase 3 milhões de eleitores a mais compareceram às urnas no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, em comparação com o primeiro. No primeiro turno, cerca de 33,4 milhões de brasileiros deixaram de votar. Já no segundo, o número de pessoas que não foram às urnas caiu para aproximadamente 30,5 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

A queda ocorre após uma campanha do PT para reduzir a ausência de eleitores no segundo turno. A mobilização foi uma das prioridades da candidatura vitoriosa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que buscou incentivar o comparecimento de pessoas que não haviam votado na primeira etapa da eleição.

O percentual de abstenção do segundo turno de 2026 é o menor registrado em uma eleição presidencial desde 2006. Ao todo, 128,2 milhões de eleitores compareceram às urnas no segundo turno, contra 125,3 milhões no primeiro.

A diferença equivalente a um crescimento de 2,36% no comparecimento. Isso fez com que a taxa de abstenção caísse de 21,08% para 19,22%. A redução de 1,86 pontos percentuais contraria uma tendência histórica de aumento das ausências no segundo turno.

Em 1998, não houve segundo turno. Já em 2002, a abstenção subiu de 17,74% no primeiro para 20,47% no segundo, uma alta de 2,73 pontos percentuais. Em 2006, passou de 16,75% para 18,99%, aumento de 2,24 pontos.

O movimento se repetiu em 2010, quando a abstenção avançou de 18,12% para 21,50%, a maior diferença entre os turnos na série analisada, de 3,38 pontos percentuais. Em 2014, a taxa passou de 19,39% para 21,10%, enquanto, em 2018, subiu de 20,33% para 21,30%.

A tendência começou a mudar em 2022, quando houve uma pequena redução, de 20,95% no primeiro turno para 20,58% no segundo, diferença de 0,37 ponto percentual. Naquele ano, 570 mil eleitores a mais compareceram às urnas.

Lula terá 4° mandato com dívida de R$ 11 trilhões e 82% do PIB

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições deste domingo (25) e seguirá no Palácio do Planalto por mais quatro anos. Com o quarto mandato confirmado, Lula terá pela frente o desafio de conduzir a economia em meio ao avanço da dívida pública e à redução do espaço disponível no Orçamento.

A dívida brasileira está próxima de R$ 11,1 trilhões, equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB). O montante corresponde a aproximadamente dez meses de tudo o que o país produz em bens e serviços. A trajetória de crescimento do endividamento coloca o equilíbrio das contas públicas entre os principais desafios do novo mandato.

A pressão sobre o Orçamento já aparece nas projeções para 2027. Dos R$ 2,8 trilhões previstos em despesas primárias, cerca de 90% estão comprometidos com aposentadorias, salários, benefícios sociais e outras despesas obrigatórias. Com isso, sobra uma parcela limitada para investimentos e novas iniciativas do governo federal.

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS
Além das contas públicas, Lula terá de lidar com o elevado endividamento dos brasileiros. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), 81,7% das famílias tinham algum tipo de dívida em setembro de 2026. Apesar da leve queda em relação aos 82% registrados em agosto, o indicador acumulou recordes ao longo do ano.

Durante a campanha, Lula anunciou medidas para aliviar as dívidas de famílias e pequenos empreendedores. Entre elas está a inclusão de microempreendedores individuais (MEIs) no programa Desenrola 3.0, que prevê descontos de pelo menos 90% na renegociação de dívidas bancárias. O volume das dívidas abrangidas foi estimado em cerca de R$ 6 bilhões.

O presidente também sancionou uma medida de perdão de débitos de MEIs com a União. Segundo o governo, a iniciativa pode beneficiar aproximadamente 3,6 milhões de empreendedores e envolve R$ 12,6 bilhões em dívidas, incluindo juros, multas e encargos legais.

AMPLIAÇÃO DE PROGRAMAS SOCIAIS
Na campanha, Lula defendeu a ampliação de programas como o Bolsa Família e o Pé-de-Meia, a manutenção da política de valorização do salário mínimo e o aumento dos investimentos públicos. As iniciativas podem sustentar a renda das famílias e financiar serviços e obras, mas também elevam as despesas quando não há receitas suficientes para cobrir os custos.

O peso dos gastos obrigatórios torna esse cenário mais complexo. Despesas com Previdência, saúde, educação, benefícios sociais e salários seguem regras legais e, em muitos casos, não podem ser reduzidas rapidamente. Mudanças mais profundas podem exigir alterações legislativas ou constitucionais.

DÍVIDA E RELAÇÃO COM CONGRESSO
O resultado eleitoral também deixa Lula diante do desafio de negociar com um Congresso Nacional mais alinhado à direita. A capacidade de aprovar medidas fiscais, revisar despesas e viabilizar receitas dependerá, em parte, da articulação política com parlamentares que poderão se opor a propostas do governo.

O debate sobre impostos também deve continuar. Flávio prometeu reduzir tributos e restabelecer o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), encerrado em 2025. Lula, por sua vez, defendeu a manutenção e ampliação de políticas públicas que dependem de financiamento permanente.

Com a dívida próxima de R$ 11,1 trilhões e a maior parte do Orçamento comprometida com despesas obrigatórias, o novo mandato de Lula começará sob pressão para conciliar a continuidade de programas sociais com a necessidade de estabilizar as contas públicas. O desafio será definir como financiar as prioridades do governo sem comprometer ainda mais a trajetória do endividamento brasileiro.

Decisão de Zanin gerou revolta entre ministros do TSE, diz jornal

Neste domingo (25), a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender por duas horas o horário de votação em todo o país provocou críticas entre integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que acompanhavam a apuração dos votos.

A informação é da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Segundo relatos ouvidos pela coluna, ministros demonstraram irritação com a medida, assinada pouco antes do encerramento previsto da votação, e manifestaram preocupação com possíveis disputas judiciais após o resultado.

Todos do TSE estão com muita raiva do Zanin, dizendo que ele não podia ter dado essa decisão com meia hora de votação – disse ao blog um ministro que acompanhava a apuração na sede do TSE.

– A impressão é a de que Zanin nunca viu uma urna ao vivo, que ele não sabe que depois que ela emite o relatório de votação, é mecanicamente impossível reabrir a urna – continuou.

A medida foi tomada após o Partido dos Trabalhadores (PT) recorrer ao STF, diante da falta de uma decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, sobre a possibilidade de ampliar o horário. A votação estava prevista para ocorrer das 8h às 17h, conforme o horário de Brasília.

Ninguém sabe o que vai acontecer. Todos temem que quem perder questione o resultado – afirmou outro ministro, ao relatar o receio de que a disputa eleitoral tenha continuidade nos tribunais.

O cenário também foi marcado pela incerteza sobre o cumprimento da ordem. Quando algumas seções eleitorais receberam a comunicação, as urnas já haviam sido desligadas, o que dificultou a aplicação da decisão em todo o país.

Diante da situação, Zanin publicou um segundo despacho para esclarecer que a votação deveria continuar apenas nos locais em que as urnas ainda não haviam sido desligadas. A medida buscou delimitar o alcance da ordem inicial.

A decisão aumentou a tensão entre integrantes do TSE e do STF, em meio às divergências políticas entre grupos ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ministros temem que questionamentos judiciais sobre o resultado prolonguem o conflito eleitoral.

Flávio não reconhece resultado e vai pedir anulação das eleições

Flávio Bolsonaro (PL) anunciou neste domingo (25) que vai recorrer à Justiça para pedir a anulação das eleições presidenciais, após a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador afirmou que não reconhece o resultado e questionou a decisão do ministro Cristiano Zanin que prorrogou a votação em algumas localidades.

É impossível reconhecer os dados das eleições no contexto como essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições – declarou Flávio.

O candidato alegou que a extensão do horário de votação prejudicou a igualdade entre eleitores de diferentes cidades e estados. Segundo ele, a decisão foi tomada às 17h01, por Zanin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

– Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversas cidades, diferentes estados – afirmou.

Flávio também disse que fiscais do Partido Liberal (PL) foram retirados da sala-cofre após a decisão. Ele não apresentou, no pronunciamento, detalhes que comprovassem a irregularidade apontada.

Então tem muita coisa pra ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora nessas eleições – declarou.

A vitória de Lula foi confirmada às 21h10, quando 98,76% das urnas haviam sido apuradas. Naquele momento, o petista tinha 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio havia obtido 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. Com o resultado deste domingo, Lula permanecerá na Presidência da República por mais quatro anos.

Assista:

SINCODÓ participa da IV Semana de Agronomia do IFMA com cursos profissionalizantes voltados ao fortalecimento do agro

O Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ) participou, pela quarta vez, da Semana de Agronomia do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) – Campus Codó. Durante a IV edição do evento, o sindicato, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), promoveu três cursos profissionalizantes: Pilotagem de Drones, Bovinocultura com foco em Silagem e Hortaliças Folhosas.

O presidente do SINCODÓ, Iedo Barros, esteve presente no evento acompanhado do mobilizador de cursos da FAEMA/SENAR em Codó, Elias Araújo. A participação reforçou o compromisso da entidade com a qualificação profissional, a troca de conhecimentos e o incentivo à inovação no setor agropecuário.

Em sua fala, Iedo Barros destacou a satisfação de participar de mais uma edição da Semana de Agronomia e ressaltou a importância das atividades desenvolvidas durante a programação. “Estamos na nossa quarta participação como presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, junto com o nosso mobilizador. Este ano, tivemos uma roda de conversa com as mulheres do agro, e acredito que um dos temas mais discutidos foi como elas chegaram ao agro e como essas comissões estão ajudando a desenvolver o setor em tantos municípios de nosso Maranhão. Além disso, temos os cursos que estão acontecendo durante o evento”, destacou Iedo Barros.

Forte parceria e mais capacitações

O mobilizador de cursos da FAEMA/SENAR/SINCODÓ, Elias Araújo, também ressaltou a importância da iniciativa para a formação dos estudantes e o interesse crescente pelas capacitações oferecidas. “Pela quarta vez, o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó participa da Semana de Agronomia. Este ano não foi diferente. Por meio do SENAR, o sindicato participou com três cursos profissionalizantes: Pilotagem de Drones, Bovinocultura – Silagem e Hortaliças Folhosas. Com o tema ‘Agronomia do Futuro: Inovação para Transformar o Campo’, os cursos foram muito importantes. Cada vez mais, percebemos o entusiasmo dos alunos em relação a essas capacitações, o que nos deixa bastante felizes”, afirmou Elias Araújo.

A IV Semana de Agronomia do IFMA – Campus Codó proporcionou momentos de aprendizado, integração e troca de experiências entre estudantes, profissionais e representantes de instituições ligadas ao setor agropecuário. Com atividades práticas e espaços de diálogo, o evento contribuiu para ampliar os conhecimentos dos participantes e apresentar novas possibilidades de atuação na Agronomia.

A presença do SINCODÓ reforça a importância da parceria entre instituições de ensino e entidades do setor produtivo, aproximando os estudantes das demandas do campo e incentivando a formação de profissionais preparados para os desafios e as oportunidades do agro.

ACRIVI emite nota preconizando o cumprimento do Decreto Nº 42.646, que proíbe o uso de fogo para limpeza e manejo de áreas

A Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI) destaca a importância do Decreto Nº 42.646, instituído pelo Governo do Estado do Maranhão, que proíbe o uso de fogo para limpeza e manejo de áreas. Essa medida é crucial para a preservação ambiental e a segurança das comunidades locais.

Compromisso com a Sustentabilidade

Os criadores da região estão conscientes dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, que aumentam o risco de incêndios devido à redução das chuvas e baixa umidade. Esse cenário não só ameaça o meio ambiente, mas também a atividade agropecuária.

Iniciativas da Associação

• Apoio ao Decreto: A ACRIVI apoia totalmente a proibição estabelecida entre 1º de setembro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, incentivando práticas sustentáveis como alternativa ao uso de fogo.

• Colaboração com o Governo: A associação está pronta para colaborar com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), facilitando a comunicação e orientando os criadores sobre a obtenção de autorizações excepcionais quando necessário.

Impacto Positivo

A adoção dessas medidas protege o meio ambiente e garante a continuidade e produtividade das práticas agropecuárias, minimizando prejuízos econômicos e sociais. A ACRIVI reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. O decreto é uma ação essencial para proteger o patrimônio ambiental do Maranhão e assegurar um futuro seguro para as próximas gerações.

Essa colaboração entre o governo e a comunidade local é fundamental para enfrentar os desafios ambientais e promover um desenvolvimento sustentável e responsável na região.
Veja o decreto na integra no link abaixo

DECRETO GOVERNO DO ESTADO