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MC Kevin morre aos 23 anos após cair de prédio na Barra da Tijuca

MC Kevin, cantor de funk de 23 anos, morreu depois de cair do 11º andar de um prédio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na noite deste domingo, 16. A informação foi confirmada pela esposa do funkeiro através de post no Instagram. “Você é e sempre será o amor da minha vida. O amor mais lindo que tive. O homem que mais me amou e me admirou. Vai com deus menino, eu sempre vou te amar”, disse Deolane Bezerra na publicação. Mais cedo, o Corpo de Bombeiros confirmou que foi acionado por volta das 18h15 para resgatar o funkeiro de 23 anos, que foi levado para o Hospital Miguel Couto na Gávea, Zona Sul. Segundo a entidade, o estado de saúde do MC Kevin era grave. Depois da confirmação, diversos nomes do funk se manifestaram em homenagem ao colega. Dentre eles, estão os MCs Hariel, GR15, Kevinho e Dennis DJ, que postou uma foto de Kevin e desejou forças à família do MC. A funkeira MC Mirella também foi às redes e disse que “o mundo do funk hoje ganha uma estrela”. Além dos artistas a produtora GR6 Explode, que já foi parceira de Kevin, se manifestou.

 

Mulher é assassinada a facada pelo namorado

A mulher identificada como Rossy Raynonna de Lima Alves, de 30 anos, foi vítima de feminicídio na cidade de Santa Quitéria, na região do Baixo Parnaíba Maranhense, a 348 km de São Luís. O caso ocorreu por volta das 23h30 desse sábado (15/05), na Rua do Caju, no Bairro Jardins.

De acordo com as informações repassadas pela PM, o suspeito do crime é um menor de 17 anos, namorado da vítima.

Após uma discussão na casa de Rossy, o assassino desferiu uma facada à altura do peito, e, em seguida, empreendeu fuga. A vítima foi levada ao hospital, mas já chegou sem vida.

Após receber a informação de que uma pessoa foi esfaqueada, policiais militares da 2ª Companhia do 16º Batalhão realizaram, de imediato, diligências, obtendo êxito na captura do assassino, que se encontrava na residência de seus pais.

Os policiais deram voz de prisão e apresentaram o menor à Delegacia de Polícia Civil de Santa Quitéria.

Com informações do portal CN1

Quadrilha que arrombou apartamento em São Luís MA e furtou cofre com bens avaliados em R$ 200 mil é presa na Bahia

Integrantes de uma organização criminosa de São Paulo, com atuação interestadual e especializada em furtos a prédios de luxo, foram presos na sexta-feira (14/05) na cidade de Jequié, na Bahia.

O grupo criminoso agiu em São Luís no último dia 8 deste mês, quando arrombou um apartamento do Condomínio Palazzo, situado no Bairro Ponta do Farol, e subtraiu um cofre contendo bens avaliados em R$ 200.000,00.

Após o crime na capital maranhense, o mesmo grupo, já no Estado de Pernambuco, atuou em um edifício de luxo, situado na orla de Petrolina/PE, onde causou um prejuízo de cerca de R$ 800.000,00.

A equipe da 214 DP/Petrolina, com apoio da PC/MA, realizou investigação que resultou na prisão de quatro integrantes do grupo, nas proximidades da cidade de Jequié/BA, onde, com apoio da PRF, foi realizada a abordagem.

Com a prisão dos suspeitos, foi possível recuperar cerca de 500 mil reais em bens e valores, os quais serão restituídos às vítimas.

Os criminosos conseguiam entrar nos edifícios se passando por moradores e procuravam por apartamentos vazios para praticarem o furto.

Com apoio da Polícia Civil do Maranhão, conseguiu-se descobrir que um dos membros da organização criminosa utilizava documento de identidade (RG) falso com suposta expedição no Estado no Maranhão. O criminoso paulista tinha em seu desfavor mandado de prisão em aberto e utilizava o documento falso para evitar ser preso em abordagens.

A prisão dos membros da organização criminosa foi possível graças à cooperação entre a Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC) e Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), e as Polícias Civis das cidades de Petrolina/PE e Jequié/BA. A PRF também colaborou para o êxito da operação policial.

Novo golpe do WhatsApp clonado rouba senha da verificação em duas etapas

Um novo golpe do WhatsApp clonado foi descoberto por pesquisadores da Kaspersky nesta quinta-feira (13). Segundo a empresa de cibersegurança, os golpistas utilizam artimanhas de engenharia social para enganar as vítimas e burlar a dupla autenticação do WhatsApp. O sistema tem duas etapas e, na segunda, os criminosos utilizam o suporte do próprio mensageiro para passar mais credibilidade à fraude. A seguir, veja mais detalhes e como se proteger desse novo golpe.

O golpe do WhatsApp clonado vem sendo praticado por criminosos há pouco mais de dois anos. Simulando o contato de lojas ou de sites de anúncios, os golpistas tentam roubar a conta do mensageiro solicitando um “código de verificação” do WhatsApp, que é enviado via SMS para o usuário. Com esses dígitos em mãos, os criminosos ativam a conta em outro telefone e mandam mensagens para familiares e amigos da vítima, solicitando dinheiro ou resgate do WhatsApp roubado. Para proteger o mensageiro, a principal solução é ativar a autenticação de dois fatores no app.

No entanto, esse golpe evoluiu e agora os criminosos conseguem burlar a dupla autenticação do mensageiro. Como identificado pela Kaspersky, o primeiro passo dessa artimanha continua bastante parecido: os criminosos entram em contato com a vítima alegando ser do Ministério da Saúde e perguntam se podem realizar uma pesquisa sobre a Covid-19. Em seguida, eles solicitam que a vítima informe o código de verificação enviado para o celular, dizendo que o passo seria necessário para completar a falsa pesquisa.

A “novidade” no golpe vem nesta segunda parte, que ataca a autenticação em dois fatores. Depois de conseguir o código de verificação, os criminosos finalizam a suposta pesquisa e ligam novamente para a vítima, fingindo ser do suporte do WhatsApp. Eles dizem que identificaram atividades suspeitas na conta e enviam um e-mail para que o usuário cadastre outra senha de dupla verificação.

Ao clicar no link, entretanto, a vítima desabilita a proteção para criar uma nova senha, e é aí que o golpista consegue burlar o sistema e roubar o WhatsApp. Segundo a Kaspersky, o que surpreendeu os pesquisadores da companhia foi o fato de que o e-mail utilizado pelos criminosos é, de fato, autêntico — ou seja, ele é enviado pelo próprio suporte do mensageiro.

O analista sênior da Kaspersky, Fábio Assolini, explica que isso acontece porque o WhatsApp permite o recadastro da senha — como acontece quando perdemos a senha do e-mail, por exemplo. Segundo Assolini, “da mesma forma que podemos solicitar a recuperação de uma senha em uma loja online, podemos pedir a recuperação da dupla autenticação do app de mensagens, caso seja esquecida”.

Nesse sentido, o golpe do WhatsApp clonado evoluiu. Agora, com essas novas artimanhas, os criminosos têm utilizado técnicas mais convincentes de engenharia social, o que foi classificado por Fábio Assolini como “um novo nível”.

Como se proteger?

 

Segundo pesquisadores da Kaspersky, a forma mais efetiva de se proteger é desconfiar do golpe e saber antecipadamente que ele existe. A empresa recomenda que os usuários do app de mensagens continuem utilizando a dupla autenticação para proteger a conta, sem nunca desativar a proteção.

Além disso, a companhia de ciber-segurança também recomenda que os usuários solicitem a exclusão de seus números de listas de ID de aplicativos capazes de identificar chamadas. Isso porque essa pode ser uma das maneiras que criminosos usam para se apossar dos números de telefone das vítimas, utilizando seus nomes.

Ten.Cel.J.Alves, CMT do 17° BPM participou dp lançamento de campanha Maio Amarelo na CIRETRAN de Codó

Na última sexta-feira, o Tenente Coronel J. Alves, comandante do 17º BPM compareceu ao lançamento da “Maio Amarelo”, uma campanha de conscientização sobre a segurança no trânsito.
O evento ocorreu na CIRETRAN de Codó, o objetivo da campanha é discutir o tema segurança no trânsito e diminuir o índice de acidentes e mortes no trânsito.
Sobre a campanha, o comandante do 17º BPM comentou:
“ A campanha Maio Amarelo tem como objetivo falar da responsabilidade nas ações do trânsito e diminuir o número de acidentes e mortes. A Polícia Militar, por meio do 17º BPM apoia esta causa e promoverá ações de apoio dentro de sua responsabilidade “.
Palavras do Comandante do 17º BPM, Tenente Coronel J. Alves.

*17°BPM, SUA SEGURANÇA É NOSSA MISSÃO.*
*⚠️☎️ DISQUE DENÚNCIA: 98857-2397*

17° BPM recebe CTA para reforço na Operação Codó Seguro

Na manhã deste domingo, para dar segmento às ações da Operação Codó Segura, o 17º Batalhão de Polícia Militar, recebeu o Centro Tático Aéreo (CTA).
O Coamndante do 17º BPM, Tenente Coronel J. Alves , os recepcionou e eu seguida passou orientações sobre a operação Codó Segura.
A operação Codó Segura compreende a intensificação do policiamento em toda a cidade, dando atenção aos locais que apresentam maiores índices de cometimentos de delitos. O CTA e outras guarnições atuarão juntos durante toda a Operação.

*17°BPM, SUA SEGURANÇA É NOSSA MISSÃO.*
*⚠️☎️ DISQUE DENÚNCIA: 98857-2397*

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos, vítima de câncer

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo, informou a prefeitura, em nota. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Deixa o filho Tomás, de 15 anos.

Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.

Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.

Familiares e amigos de Covas permaneceram no hospital desde que os médicos informaram que seu quadro de saúde era irreversível.

Na noite de sexta (14), um padre chegou a fazer a unção dos enfermos, um sacramento católico. Durante a noite de sábado (15), representantes de diversas religiões participaram do ato ecumênico na porta do hospital, que durou 30 minutos e terminou com a oração Pai Nosso.

O corpo será levado para o Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura, onde, às 13h, haverá no hall monumental do 3º andar uma cerimônia breve para familiares e amigos próximos. Depois, seguirá em carro aberto em um cortejo até a Praça Oswaldo Cruz. O enterro será em Santos, em cerimônia restrita à família.

Covas teve o câncer diagnosticado em outubro de 2019, após ser internado com uma infeção na pele chamada erisipela. O tumor regrediu, mas, neste ano, novos nódulos foram encontrados no fígado, na coluna e na bacia.

O tucano é o primeiro prefeito da cidade de São Paulo a morrer durante o mandato. Ricardo Nunes (MDB), o vice que hoje é prefeito em exercício, irá assumir definitivamente o cargo.

 

Neto favorito de Mário Covas

 

Nascido em Santos, no litoral paulista, em 7 abril de 1980, Covas era filho de Pedro Lopes, engenheiro da Autoridade Portuária de Santos, e Renata Covas, a única filha mulher de Mário Covas e Lila.

Era o neto favorito de Mário Covas, que foi prefeito da capital na década de 1980 e governador do estado entre 1995 e 2001.

Aos 9 anos, passou a integrar o “Clube dos Tucaninhos”, cuja carteirinha de filiação era guardada por ele como recordação até depois de adulto.

Aos 14 anos, Bruno Covas deixou o litoral e foi morar na cidade de São Paulo com o avô, no Palácio dos Bandeirantes, sede oficial do governo paulista. De acordo com funcionários, Bruno era “bem mais tranquilo para lidar do que o avô”.

Cursou o ensino médio no Colégio Bandeirantes, um dos mais tradicionais da capital, onde conheceu um de seus grandes amigos, Luiz Álvaro Salles Aguiar de Menezes, que se tornou seu secretário municipal de Relações Internacionais décadas mais tarde.

Menezes disse que na escola os colegas se surpreendiam ao descobrir que Bruno era neto do governador. “Acho que eles esperavam uma figura engomadinha, e não aquele cabeludo com camiseta de rock n’roll sem manga que estudava com a gente”, contou, em entrevista ao SP1.

Naquela época, o jovem Bruno Covas não se interessou em participar do grêmio estudantil do colégio.