Associação Pestalozzi de Codó realiza atividades comemorativas ao Dia das Crianças

A Associação Pestalozzi de Codó promoveu uma programação especial em alusão ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, proporcionando momentos de alegria, integração e valorização da infância. A iniciativa reforça a importância de garantir às crianças espaços de acolhimento, convivência, aprendizagem e desenvolvimento, respeitando as individualidades e valorizando as potencialidades de cada uma.

A programação também destaca o compromisso da instituição com a educação inclusiva, o respeito às diferenças e a promoção de oportunidades para crianças com deficiência, fortalecendo os vínculos entre alunos, profissionais e famílias. Na terça-feira, dia 13, mais um dia totalmente dedicado a programação especial, com muitas brincadeiras e diversão, promovida pelos profissionais que atuam na Pestalozzi de Codó.

Mais do que celebrar uma data especial, a Semana Alusiva ao Dia das Crianças representa um momento de carinho, inclusão e reconhecimento da importância de cada criança, reafirmando a missão da Associação P5estalozzi de Codó de contribuir para uma sociedade mais acolhedora, justa e inclusiva.

Campanha para nova sede da Pestalozzi de Codó
Nossa campanha tem por objetivo em conscientizar e mobilizar a famílias e toda nossa sociedade para que se tornem parceiros e contribuam para a construção da nova sede da escola. A proposta da nova sede busca oferecer um espaço mais amplo e adequado para fortalecer o trabalho desenvolvido pela Pestalozzi de Codó, ampliando as condições de atendimento e acolhimento às pessoas assistidas pela instituição e suas famílias. Seja um parceiro e colaborador da Fundação Pestalozzi de Codó e entre conosco na campanha da nova sede.

FIM DA ESCALA 6X1: CONQUISTA DOS TRABALHADORES, DESAFIO PARA AS EMPRESAS E UM NOVO DEBATE SOBRE PRODUTIVIDADE Por Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 ultrapassa os limites das relações trabalhistas. Trata-se de uma discussão que envolve qualidade de vida, saúde, dignidade humana, produtividade, geração de empregos e sustentabilidade econômica das empresas. A questão central é compreender como podemos avançar na proteção dos trabalhadores sem desconsiderar a realidade operacional e financeira dos empregadores.

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 pelo Senado Federal, em dois turnos, no dia 14 de outubro de 2026, recolocou esse tema no centro das discussões nacionais. A proposta prevê a substituição gradual da escala 6×1 por uma organização com dois dias de descanso semanal remunerado e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial. A promulgação foi anunciada para o dia 16 de outubro, com implementação gradual das novas regras. A mudança representa uma transformação importante na organização do trabalho brasileiro e exige uma análise que considere tanto os direitos sociais quanto os desafios econômicos envolvidos.

O trabalhador precisa de tempo para viver, não apenas para trabalhar

A escala 6×1 caracteriza-se, tradicionalmente, por seis dias de trabalho para um dia de descanso. Embora tenha sido utilizada em diversos segmentos da economia, essa organização pode impor limitações significativas à vida pessoal, sobretudo em atividades que exigem esforço físico, atendimento contínuo ao público ou longos deslocamentos. Na prática, o trabalhador pode passar a maior parte da semana entre o trabalho, o transporte, as obrigações domésticas e a recuperação do cansaço. O tempo destinado à convivência familiar, ao lazer, aos estudos e ao desenvolvimento pessoal acaba reduzido.

Sob a perspectiva dos direitos sociais, ampliar o período de descanso significa reconhecer que o trabalho é parte da vida, mas não pode ocupar toda a existência do indivíduo. O descanso adequado contribui para a recuperação física e mental, favorece a convivência familiar e cria oportunidades para que o trabalhador estude, se qualifique e participe mais ativamente da sociedade. Não se trata de defender a redução do compromisso profissional, mas de discutir uma organização do trabalho que permita conciliar produtividade e dignidade humana.

Trabalhar menos horas significa produzir menos?

Essa é uma das principais questões do debate e exige cautela. A produtividade não depende exclusivamente do número de horas trabalhadas. Ela também está relacionada à qualificação profissional, à tecnologia, à organização dos processos, às condições de trabalho, à gestão e ao nível de fadiga dos empregados. Um trabalhador descansado pode apresentar maior concentração, cometer menos erros e executar suas tarefas com mais eficiência. Em determinadas atividades, a redução da fadiga pode contribuir para diminuir acidentes, retrabalho e afastamentos.

Entretanto, é importante evitar generalizações. A redução da jornada não garante, automaticamente, o aumento da produtividade em todos os setores. Uma empresa que consegue reorganizar processos e eliminar desperdícios pode absorver parte da mudança sem comprometer sua produção. Já um estabelecimento que depende da presença física de funcionários durante todo o horário de funcionamento poderá precisar contratar novos trabalhadores ou reorganizar suas equipes.

Portanto, a discussão deve considerar não apenas o tempo trabalhado, mas também a quantidade e a qualidade do resultado produzido. O desafio consiste em construir modelos de trabalho nos quais a eficiência seja alcançada pela melhor organização das atividades, e não simplesmente pela ampliação da permanência do empregado no ambiente profissional.

Por que parte dos empresários demonstra preocupação?

A resistência de alguns empregadores à redução da jornada precisa ser analisada sem generalizações ou julgamentos precipitados. Existem preocupações econômicas legítimas, principalmente entre empresas de pequeno porte, que operam com margens reduzidas, equipes enxutas e limitações de capital de giro. Se uma empresa precisa manter o mesmo horário de atendimento, a mesma produção e a mesma remuneração mensal, mas passa a contar com menos horas de trabalho por empregado, será necessário encontrar uma forma de compensar essa diferença.

Entre as alternativas estão a reorganização das escalas, a contratação de novos profissionais, a automação de determinadas tarefas, o investimento em capacitação e a revisão dos processos produtivos. Essas medidas, porém, apresentam custos e dificuldades diferentes conforme o segmento econômico. Uma atividade que permite flexibilizar horários e executar tarefas remotamente possui características distintas de um restaurante, supermercado, hospital ou serviço de segurança que necessita de cobertura operacional contínua.

Também é preciso considerar que o aumento do custo por hora trabalhada pode pressionar as margens de lucro, especialmente quando a empresa não consegue ampliar sua produtividade ou repassar parte dos custos aos preços. Isso não significa que a redução da jornada seja economicamente inviável. Significa que sua implementação exige planejamento, adaptação e acompanhamento dos resultados.

O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos?

Essa possibilidade merece atenção, mas não deve ser apresentada como resultado garantido. Em determinados setores, a necessidade de cobrir as horas liberadas pela redução da jornada poderá estimular novas contratações. Em outros, a reorganização dos processos e o aumento da produtividade poderão permitir a manutenção das atividades com a equipe existente. Também existem situações em que empresas com menor capacidade financeira podem reduzir contratações, limitar horários de funcionamento ou enfrentar dificuldades para absorver os novos custos.

Os efeitos sobre o emprego dependerão de fatores como demanda, produtividade, estrutura empresarial, qualificação profissional e condições econômicas. Por isso, uma avaliação responsável precisa acompanhar os indicadores de emprego formal, salários, preços, produtividade e desempenho dos diferentes setores.

Não é adequado afirmar que o fim da escala 6×1 provocará necessariamente desemprego em massa. Da mesma forma, não é correto garantir que a mudança produzirá automaticamente mais vagas de trabalho. O resultado dependerá da forma como empresas, trabalhadores e poder público conduzirão o processo de adaptação.

O que muda no Direito do Trabalho?

A Constituição Federal estabelece, no artigo 7º, inciso XIII, o limite geral de oito horas diárias e 44 horas semanais, admitindo compensação de horários e redução da jornada mediante os instrumentos juridicamente previstos. O inciso XV assegura o repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.

A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado Federal em dois turnos e prevê a alteração desse regime constitucional, com redução gradual da jornada e ampliação do descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O cronograma anunciado estabelece duas etapas principais: inicialmente, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passará de 44 para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Após mais 12 meses, o limite semanal será reduzido para 40 horas.

A implementação deverá observar o texto definitivo da Emenda Constitucional, sua publicação oficial e as regras de transição aplicáveis. Do ponto de vista empresarial, a mudança exige atenção à elaboração das escalas, ao controle de jornada, aos contratos de trabalho, à remuneração das horas extraordinárias e às normas coletivas de cada categoria.

A redução da jornada não autoriza o descumprimento das regras sobre intervalos, repouso semanal ou limites legais do trabalho extraordinário. Tampouco permite presumir que as horas reduzidas possam ser simplesmente compensadas por exigências habituais de trabalho além da jornada aplicável. É fundamental que empregadores e profissionais de recursos humanos acompanhem a regulamentação e as orientações oficiais, evitando decisões precipitadas ou alterações contratuais incompatíveis com o novo regime.

O equilíbrio entre direitos sociais e sustentabilidade econômica

O debate sobre a escala 6×1 não deve ser tratado como uma disputa na qual o trabalhador precisa perder para que a empresa sobreviva, ou a empresa precisa suportar qualquer custo para que o trabalhador tenha mais descanso. A relação de emprego envolve interesses distintos, mas também interdependentes.

O trabalhador precisa de remuneração, segurança, descanso e condições dignas. A empresa necessita de produtividade, planejamento, receitas e capacidade de investimento para continuar operando e gerando empregos. A legislação trabalhista tem justamente o papel de estabelecer parâmetros que protejam os direitos fundamentais e organizem essa relação.

Nesse contexto, a redução da jornada pode ser acompanhada de investimentos em tecnologia, qualificação profissional, gestão eficiente, revisão de processos e negociação coletiva. Também é necessário considerar as dificuldades específicas das pequenas empresas, sem transformar essas dificuldades em justificativa para desconsiderar direitos trabalhistas. O diálogo entre empregadores, trabalhadores, sindicatos e poder público será importante para identificar soluções adequadas aos diferentes setores.

Uma mudança que exige responsabilidade e visão de futuro

A discussão sobre o fim da escala 6×1 oferece uma oportunidade para repensar a relação entre tempo, trabalho e qualidade de vida no Brasil. O avanço tecnológico, a melhoria dos processos produtivos e a qualificação profissional permitem discutir formas de organização que valorizem os resultados sem ignorar os limites humanos.

Entretanto, a modernização das relações de trabalho não ocorre apenas pela alteração de uma regra jurídica. Ela depende de planejamento, investimento, fiscalização, negociação e capacidade de adaptação. A sociedade precisa acompanhar os efeitos da mudança com dados concretos, identificando tanto os ganhos sociais quanto eventuais dificuldades econômicas, para que os ajustes necessários sejam feitos sem comprometer a finalidade da proteção trabalhista.

Conclusão

O fim da escala 6×1 coloca em pauta uma questão essencial: qual modelo de trabalho queremos construir para o futuro? O trabalhador não vive apenas para trabalhar. Precisa de tempo para a família, para a saúde, para os estudos e para o desenvolvimento pessoal. Ao mesmo tempo, as empresas precisam de condições para produzir, investir, gerar renda e manter os postos de trabalho.

A redução da jornada pode contribuir para uma relação mais equilibrada entre trabalho e vida pessoal, mas seus resultados dependerão da implementação, das características de cada atividade e da capacidade de reorganização das empresas. O caminho mais responsável é conciliar proteção social, produtividade e sustentabilidade econômica, com respeito à legislação e atenção aos efeitos reais da mudança.

O verdadeiro desafio não é escolher entre o trabalhador e a empresa. É construir um modelo em que o trabalho continue gerando riqueza, mas também permita que as pessoas tenham tempo e condições para viver com dignidade.
Professor / Administrador e Advogado Ferdinando Rocha

Lula diz que facções não são terroristas: “Só querem dinheiro”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista à TV Globo nesta quarta-feira (15), que as facções criminosas brasileiras têm como objetivo obter dinheiro, e não praticar terrorismo. A declaração foi feita durante uma discussão sobre segurança pública e a classificação desses grupos, em meio ao debate sobre o combate ao crime organizado.

Não é o caso das facções e do crime organizado no Brasil, que eles só querem dinheiro – declarou Lula.

O presidente também criticou o entendimento atribuído aos Estados Unidos sobre o conceito de terrorismo. Segundo ele, a definição usada pelo governo norte-americano está ligada a ataques contra instituições e ações para derrubar governos, o que, em sua avaliação, diferencia esses casos da atuação das facções brasileiras.

– Porque quando os Estados Unidos fala em terrorismo, ele fala em terrorismo de Estado. Ele fala em terrorismo como aqueles que atentaram contra as duas torres americanas, contra aqueles que querem dar golpe de Estado – afirmou.

A fala ocorreu no contexto das discussões sobre segurança pública e as estratégias para enfrentar organizações criminosas no Brasil. Lula defendeu que a atuação do Estado leve em conta as características desses grupos e a finalidade financeira de suas atividades.

Comissão das Mulheres do Agro SINCODÓ realiza reunião estratégica para último trimestre do ano

A Comissão das Mulheres do Agro do SINCODÓ se reuniu nesta terça-feira, dia 13/10, para um encontro estratégico de balanço do ano e planejamento para o último trimestre do ano. Dentre os objetivos do encontro constou a análise da atuação da Comissão dentro da 52ª EXPOCODO, avaliando o expressivo desempenho como força para planejar ações futuras.

A reunião focou em três áreas principais: avaliação dos eventos, planejamento da comemoração do título “Mulher Jovem do Agro do Estado do Maranhão” cuja vencedora foi a empresária e pecuarista Micaela Lima, e por fim a definição da agenda futura. O grupo buscou consolidar sua atuação após a participação na ExpoCodó, focando em aprimorar os pontos considerados sensíveis à melhorias.

O encontro visou alinhar a logística de eventos institucionais, visitas técnicas e a realização de uma comemoração para celebrar as conquistas do grupo e homenagear a integrante Micaela pela premiação recebida. A reunião também contou com a participação do Presidente SINCODÓ Iedo Barros juntamente com a equipe que levou esclarecimentos sobre a efetivação das mulheres no sindicato e a importância da participação.

Agenda de Compromissos Futuros
– Roda de Conversa (IFMA): Participação de sete mulheres no dia 22 de outubro de 2026.
– Podcast: Planejamento de gravação sobre a premiação e participação feminina na ExpoCodó junto com Acrivi Jovem e SINCODO.
– Visitas Técnicas: Visita à Frigotil
– Exposição do Piauí: Participação em leilões e atividades em dezembro de 2026.
– Participação no Projeto NATAL SEM FOME

Para a Presidente da Comissão das Mulheres do Acro SINCODÓ, Inalda Béder, a reunião como parte da agenda de atividades do grupo foi de grande importância, onde o grupo pôde discutir não apenas os desafios enfrentados, mas também as conquistas alcançadas.

“Desde nossa formação, nosso grupo evoluiu muito e nos posicionaram como uma força crescente no cenário estadual. A participação da comissão na ExpoCodó trouxe um olhar criterioso para as necessidades de ajustes logísticos, e juntos, estamos traçando estratégias para garantir que nossos eventos futuros sejam ainda mais bem-sucedidos. Vamos dar destaque e celebrar o grande momento de conquista do título estadual “Mulher Jovem do Agro”, conquistado pela Micaela e celebrar nossas vitórias ao longo de 2026. Este será um momento especial para reforçar os laços que nos unem e celebrar o nosso progresso. Nossa agenda futura está repleta de atividades que visam ampliar nossa atuação e impacto”, concluiu a presidente.

Operação contra o tráfico de drogas prende 25 pessoas no Maranhão e em outros estados

Vinte e cinco pessoas foram presas, nessa quarta-feira (14), na Operação Vips, uma ofensiva interestadual de combate ao tráfico de drogas, à associação para o tráfico e à lavagem de dinheiro. A ação mobilizou mais de 250 policiais civis para o cumprimento de 74 mandados judiciais em cinco estados brasileiros.

Coordenada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) de Imperatriz, a operação tem como alvos pessoas investigadas por envolvimento em atividades relacionadas ao tráfico de entorpecentes e à movimentação de recursos financeiros provenientes de atividades criminosas.

Ao todo, foram expedidos 32 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão, cumpridos em municípios do Maranhão e em cidades do Pará, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. No território maranhense, as ações também alcançaram São Luís e municípios da Região Metropolitana.

Justiça mira patrimônio de investigados e determina medidas sobre mais de R$ 6 milhões

Além das medidas de prisão e busca, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens dos investigados, cujos valores ultrapassam R$6 milhões. As medidas patrimoniais buscam atingir os recursos financeiros associados às atividades investigadas e impedir sua utilização pelos grupos envolvidos.

A delegada Jéssica Ingrid, titular da Denarc de Imperatriz, explicou que a operação é resultado de um trabalho investigativo direcionado não apenas à identificação dos envolvidos no comércio ilegal de drogas, mas também ao rastreamento dos recursos financeiros relacionados aos crimes.

“A Operação Vips é resultado de um trabalho investigativo voltado à repressão ao tráfico de drogas e aos crimes associados, como a associação para o tráfico e a lavagem de dinheiro. Além de cumprir as medidas judiciais, buscamos atingir a estrutura financeira dos investigados, com o bloqueio de contas e o sequestro de bens, enfraquecendo a capacidade de atuação desses grupos criminosos”, destacou a delegada.

A operação contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (Feisp), da Guarda Municipal de Imperatriz e do Centro Tático Aéreo (CTA), além da mobilização das equipes policiais responsáveis pelo cumprimento das ordens judiciais nos estados envolvidos.

Flávio defende redução da maioridade penal para 16 anos

Nesta quarta-feira (14), o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) defendeu a redução da maioridade penal por meio de uma emenda apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) na PEC da Segurança Pública. O texto apresentado visa permitir a responsabilização penal a partir dos 16 anos.

A emenda estabelece que adolescentes com menos de 16 anos deixem de ser considerados penalmente inimputáveis. Para crimes como homicídio qualificado, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas, a idade seria reduzida para 14 anos. A mudança alteraria o artigo 228 da Constituição Federal.

Ao defender a medida, Flávio criticou a atuação do governo federal na área de segurança pública e afirmou que a proposta é necessária para mudar as regras atuais.

– Lula nunca fez nada pela segurança pública, agora, faltando poucos dias da eleição, ele tenta emplacar PEC da Segurança Pública. O nome é bonitinho, mas sabe que o conteúdo que vem de lá é nada. Os bandidos sempre ficam felizes quando o Lula fala em segurança pública – criticou Flávio.

E continuou:

– Então, vamos aprimorar essa proposta que está hoje sendo votada no Senado e vamos fazer uma emenda muito importante, finalmente vamos botar uma emenda para a redução da maioridade penal para 16 anos – declarou o senador.

Na justificativa da emenda, Rogério Marinho argumenta que o sistema atual não oferece uma resposta proporcional à gravidade de determinados crimes cometidos por adolescentes. O senador também afirma que organizações criminosas recrutam menores para atividades de risco por causa das regras de responsabilização existentes.

– A ausência de resposta penal proporcional para esse núcleo de crimes graves tem, ainda, um efeito colateral conhecido: o aliciamento de adolescentes por organizações criminosas, que se valem da inimputabilidade para empregá-los na execução de tarefas de maior risco – afirma o texto da justificativa.

O documento também cita uma pesquisa Datafolha de junho de 2026, segundo a qual 79% dos entrevistados apoiavam a redução da maioridade penal. A emenda foi apresentada como parte da discussão da PEC 18/2025 e depende de tramitação e aprovação conforme as regras do processo legislativo.

Vereador Ibrahim Neto solicita retorno da neuropediatria à Policlínica e implantação do Centro Odontológico Sorrir em Codó

Na sessão ordinária desta terça-feira (13), na Câmara Municipal de Codó, o vereador Ibrahim Neto apresentou duas indicações voltadas à ampliação dos serviços de saúde no município, solicitando melhorias ao Governo do Maranhão e à Secretaria de Estado da Saúde.

Por meio da Indicação nº 283/2026, o parlamentar solicitou o retorno da especialidade de neuropediatria à Policlínica de Codó, serviço que, segundo ele, era oferecido anteriormente e foi suspenso. “Anteriormente, nós tínhamos esse atendimento e, vendo essa necessidade, estamos solicitando o retorno da especialidade, que foi suspensa, para ampliar o atendimento às crianças”, destacou Ibrahim Neto.

Em outra indicação, o vereador solicitou a implantação do Centro Odontológico Sorrir em Codó, programa do Governo do Maranhão voltado à oferta de serviços de saúde bucal. “É um programa do Governo do Estado que já existe em alguns municípios e que vem para somar aos atendimentos em saúde bucal. Por isso, estamos fazendo essa solicitação”, explicou.

As duas proposições foram aprovadas por todos os vereadores presentes e seguem para encaminhamento aos órgãos estaduais responsáveis.

Araújo Neto solicita pavimentação da Rua Francisco Sousa Leite, no bairro São Pedro, e recuperação de estrada vicinal

Durante a 29ª Sessão ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta terça-feira (13), o vereador Araújo Neto (PP) apresentou a Indicação Nº 280/2026, solicitando ao Executivo Municipal que inclua a Rua Francisco Sousa Leite, localizada no bairro São Pedro, no cronograma de obras públicas do município.

A proposta encaminhada pelo parlamentar solicita que a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Urbanismo e Serviços Públicos viabilize a pavimentação da via, seja com bloquetes ou massa asfáltica, buscando garantir melhores condições de tráfego, mais segurança e qualidade de vida para os moradores da região.

A iniciativa reforça a importância de investimentos em infraestrutura urbana, especialmente em ruas que necessitam de melhorias para facilitar o deslocamento diário da população. A pavimentação também contribui para a valorização dos imóveis, a redução da poeira e da lama e a melhoria das condições de mobilidade, beneficiando moradores, pedestres e condutores de veículos.

Aditivo aprovado

O vereador ainda apresentou e teve aprovado um termo Aditivo para que seja realizada a recuperação da estrada vicinal que interliga as comunidades: Povoado Sete, Boqueirão dos Vieiras e Povoado Malhada do Cipó

Ao apresentar a Indicação e o Aditivo, Araújo Neto destacou o compromisso de continuar levando as reivindicações das comunidades ao Poder Legislativo e buscando, junto ao Executivo Municipal, soluções para as demandas da população. “Nosso papel como vereador é ouvir a população, conhecer de perto suas necessidades e buscar caminhos para que essas demandas sejam atendidas. A pavimentação da Rua Francisco Sousa Leite é uma reivindicação importante para os moradores do bairro São Pedro. Estamos solicitando que essa via seja incluída no cronograma de obras, seja com bloquetes ou asfalto, para proporcionar melhores condições de acesso, mais segurança e dignidade a quem vive naquela região. O aditivo para que a recuperação chegue a localidade Malhada do Cipó será de grande valia para a comunidade”, ressaltou o vereador.

Flávio confirma que vai ao debate da Band no próximo domingo

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) anunciou na manhã desta quarta-feira (14) que comparecerá ao debate da Band, marcado para acontecer no próximo domingo (18), às 20h. Em um vídeo publicado em suas redes, Flávio afirmou que inicialmente tinha dito que não iria ao embate como parte de uma estratégia para instigar Lula a comparecer.

Lula, como você é previsível. Bastou eu falar que não ia ao debate da Band para você, no minuto seguinte, falar que vai ao debate. É claro que eu vou no debate, só queria que você confirmasse – disse.

O parlamentar também disse que comparecerá ao debate para “esfregar a verdade” no chefe do Executivo e que já gostaria de ter encontrado o petista desde os programas do primeiro turno.

– Eu vou esfregar a verdade na sua cara, eu vou te desmentir ao vivo para milhões de brasileiros. Te espero no debate da Band – completou.

 

Vereador Nunes do Náutico solicita pavimentação de ruas no Codó Novo e recuperação asfáltica na Santa Terezinha

Durante a 29ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta terça-feira (13), o vereador Nunes do Náutico (PP) apresentou duas indicações e termo aditivo voltados à melhoria da infraestrutura urbana, com solicitações de pavimentação e recuperação de vias públicas do município e a manutenção da rede de abastecimento na cidade.

Por meio da Indicação Nº 275/2026, o parlamentar solicitou ao Executivo Municipal a pavimentação com bloquetes das partes elevadas (subidas) do Morro do bairro Codó Novo, especialmente nas ruas da Esperança, Antônio Barbosa e Cristina Archer, além da Travessa da Alegria. A proposta busca melhorar as condições de tráfego, facilitar o acesso dos moradores e oferecer mais segurança, principalmente nos trechos de maior inclinação.

Já a Indicação Nº 276/2026 solicita a recuperação da massa asfáltica da Rua Santa Terezinha e da 3ª Travessa Santa Terezinha, com o objetivo de melhorar a mobilidade e garantir melhores condições de circulação para motoristas, motociclistas e pedestres.

Manutenção da rede de abastecimento de água do Codó Novo

O parlamentar também apresentou e teve aprovado o Termo Aditivo que solicita em caráter de urgência a manutenção de todas as extensões das redes de abastecimento de água e o reparo das bombas dos poços da região do bairro Codó Novo.

O vereador Nunes do Náutico destacou a importância de atender às necessidades das comunidades e buscar melhorias que façam diferença no cotidiano dos moradores. “Estamos apresentando essas indicações porque conhecemos as dificuldades enfrentadas pela população. As subidas do Codó Novo precisam de uma atenção especial, assim como as vias da Santa Terezinha necessitam de recuperação. Nosso objetivo é buscar soluções que garantam mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para os moradores”, ressaltou o vereador.

As indicações foram encaminhadas ao Executivo Municipal, solicitando que as demandas sejam analisadas e atendidas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, Urbanismo e Serviços Públicos.