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CPI dos Combustíveis vai ouvir donos de postos sobre indícios de aumentos abusivos

A CPI dos Combustíveis, da Assembleia Legislativa do Maranhão, vai convocar donos de postos e revendedoras para prestar depoimentos sobre indícios de aumentos abusivos constatados em 64% dos 186 postos analisados na Grande Ilha, além de possível prática de cartel.

O levantamento foi produzido por técnicos do Procon maranhense, com base em notas fiscais cedidas pela SEFAZ (Secretaria de Estado da Fazenda), e apresentado aos integrantes do colegiado nessa segunda-feira (11).

Segundo análise preliminar, o aumento do preço nos combustíveis sem justa causa foi observado entre o período de dezembro de 2020 até final de março de 2021.

Os nomes dos empresários que serão convocados para prestar depoimentos ainda não foi tornado público.

Estratégias para o Maranhão sair da crise são apresentadas em live do senador Roberto Rocha

Para debater sobre as oportunidades que o Brasil tem para sair da crise e gerar empregos, o senador Roberto Rocha recebeu o gerente de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria-CNI, economista Mário Sérgio Telles, para a sua live semanal “Roberto Bem Perto”, que aconteceu nesta terça-feira, 11, em sua página no Facebook e canal do Youtube.

Com o tema: economia, quando o Brasil vai sair da crise?, o convidado e o senador responderam perguntas de internautas sobre temas como Reforma Tributária, lockdown, auxílio emergencial, geração de emprego, desenvolvimento econômico, dentre outros assuntos de interesses de todos os brasileiros.

Durante a conversa, Mário Sérgio enfatizou a importância da Reforma Tributária para ajudar o Brasil se desenvolver. Segundo ele, com a reforma, o Maranhão será especialmente beneficiado, uma vez que ela propõe a integral Tributação no Destino, o que aumentará o potencial de arrecadação dos Estados menos desenvolvidos.
“A Reforma Tributária vai trazer um benefício muito grande para o Maranhão, que é a Tributação do Destino. Com ele, os recursos para o Estado e as Prefeituras vão aumentar muito. Porém, é preciso saber aplicar muito bem esses recursos para potencializar o crescimento econômico do Maranhão, seja por meio de exportações, incentivo ao turismo, ou mesmo pela exploração da Base de Alcântara”, afirmou.

O senador Roberto Rocha reforçou a fala do economista e acrescentou que o Maranhão tem a maior alíquota de ICMS do Brasil- Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

“Com a ampla Reforma Tributária que estamos promovendo no Congresso Nacional, vamos conseguir desonerar o preço do botijão de gás e de muitos outros produtos e serviço”, disse.

Durante a conversa, Roberto Rocha, mais uma vez enfatizou que o Maranhão não é um estado pobre, mas um estado rico e com muitas possibilidades para se desenvolver.
“O Maranhão é um estado rico, porém com muitos pobres, injusto e desigual. Ele não é pobre, ele é empobrecido. E, para mim, a maior pobreza do Maranhão é a pobreza de espírito público. É a mediocridade da política maranhense que ao longo de tantos anos faz a opção pela exploração política da pobreza. E, nós, queremos fazer, e estamos fazendo, a exploração econômica da riqueza”, disse o senador, citando ainda os muitos ativos econômicos que o Maranhão possui, dentre eles, a Base de Alcântara, o Porto do Itaqui e a ZEMA- Zona de Exportação do Maranhão, projeto de sua autoria, apresentado ainda no início do seu mandato, e que pretende transformar e dinamizar a economia do Estado. Entre outros benefícios, ela vai permitir que empresas nacionais e internacionais recebam incentivos econômicos para se instalar na Ilha de São Luís com a perspectiva de geração de empregos para os maranhenses.

Ao ser indagado por internauta sobre o porquê de o auxílio emergencial estar com valor menor nesta etapa atual, o economista Mário Sérgio respondeu que este ano, o Governo Federal está com mais restrições porque está com mais dificuldades. Ele esclareceu que, só em 2020, foram gastos mais de 300 milhões de reais com este auxílio.

“Diferente do que aconteceu no ano passado, o auxílio emergencial veio menor este ano porque, apesar das dificuldades das famílias brasileiras, as restrições também são menores e alguns membros estão conseguindo gerar renda sem o fechamento total da atividade econômica, como tivemos no ano passado”, esclareceu.

Já o senador Roberto Rocha explicou que só o Programa Bolsa Família gasta, por ano, uma média de 33 bilhões de reais, e o auxílio emergencial custa 40 bilhões de reais por mês. Em sua análise, o Governo Federal não tinha condições de fazer além do que foi feito. Porém, ele apresentou uma alternativa que vai beneficiar os brasileiros com baixa renda.

“Estamos na expectativa de votar o único projeto que eu conheço que cria receita em meio à pandemia. É o projeto que atualiza a avaliação patrimonial do imposto de renda. Esse projeto vai nos propiciar o anúncio de, até o fim do ano, obtermos benefícios para a população mais vulnerável como, por exemplo, a ampliação do Bolsa Família. É esse o desejo do presidente. É esse o nosso desejo”, afirmou.

Ao longo da transmissão ao vivo, Roberto Rocha explicou que já apresentou inúmeros projetos no Senado Federal para ajudar a alavancar a economia maranhense. Entre esses projetos, ele citou o que cria o Fundo de Compensação Social para o Maranhão. O objetivo é assistir — por meio de programas de desenvolvimento econômico — as populações das comunidades quilombolas, de quebradeiras de coco babaçu e dos demais grupos típicos do estado. O fundo vai se abastecer de recursos da lei orçamentária anual; de doações públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras; do rendimento decorrente da aplicação do patrimônio e ainda de 3% da arrecadação da administração federal com o uso do Centro de Lançamento de Alcântara.

“De tudo o que for investido lá, nós vamos tirar 3% para investir no patrimônio material e imaterial de Alcântara e do Maranhão. Vamos investir no nosso povo e fazer com que ele seja sócio das suas riquezas”, disse o senador maranhense.

A live Roberto Bem Perto também foi transmitida por 48 veículos de comunicação entre rádios, TVs e Portais.

A íntegra da transmissão pode ser acessada no Facebook e canal de YouTube do senador Roberto Rocha.

Vereador Evimar Barbosa fala sobre sua Indicação e Projeto para a Eficientização da Iluminação Pública de Codó

Em sua participação na 10ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, que aconteceu na terça-feira, dia 11 de maio, o vereador Evimar Barbosa falou sobre sua Indicação aprovada por unanimidade pelo Parlamento . Pela Indicação Nº 144/2021, o edil solicitou que seja feito, em caráter de urgência o empiçarramento e colocação de massa asfáltica nas entradas de acesso ao Residencial da Trizidela.

“O problema do acesso no Residencial da Trizidela precisa ser resolvido, pois todas as suas entradas e saídas estão sem acessibilidade para seus moradores e visitantes. Então fizemos essa Indicação, que foi aprovada por unanimidade, para a recuperação desses acessos. Esperamos que o governo municipal realize a recuperação com a necessária celeridade”, comentou.

Na tribuna, o parlamentar voltou a falar e cobrar sobre a melhora e a transparência nos serviços de iluminação pública em Codó e afirmou que irá apresentará um Projeto para a Eficientização da Iluminação Pública no município.

“A Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, estabelece que seja investido pela concessionária do estado invista um por cento de seu bruto em Eficientização da energia. E este ano este investimento será para iluminação pública. Portanto iremos fazer Indicação e um projeto para que Codó possa ser beneficiada com eficientização da iluminação pública a custo zero para o município”, concluiu.

Ascom

Vereador Pastor Max apresentará Projeto para que o Morro da Televisão se transforme em bairro

Durante a da 10ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, o vereador Pastor Max levou ao Plenário a proposta que poderá transformar o Morro da Televisão em um novo bairro de Codó. A comunidade, que conta com muitos moradores e fica localizada entre os bairros São Francisco e São Pedro, de acordo com o parlamentar, necessita de reestruturação fundiária, urbanização e revitalização.

“Iremos elaborar e apresentar o Projeto para que o Morro da TV seja transformado em um bairro. Foi uma necessidade e um pedido dos moradores, a de buscar uma identidade para a comunidade, a sua legalização fundiária e uma revitalização. Vamos fazer esse projeto, ouvindo a população, colhendo as assinaturas necessárias, lutando para resolver a situação fundiária. Dentro dessa estruturação, que seja feito o usucapião dos moradores que ali habitam, e que se transforme em um dos mais belos bairros de nossa cidade”, explicou.

O vereador também solicitou ao governo municipal que seja feita a colocação de massa asfáltica de um trecho da Rua Santiago e a construção de um canteiro central. “São Propostas muito importantes, para a melhoria dos nossos bairros, valorizando e desenvolvendo essas regiões e melhorando a qualidade de vida e o cotidiano de seus moradores. Continuaremos o nosso trabalho, ouvindo as comunidades e trazendo as demandas e transformando em projetos aqui nesta Casa”, concluiu.

Prefeito Dr Zé Francisco pega carona no feito do ex-prefeito Zito Rolim

A inércia do governo municipal é notória, em todas as áreas. Com falta de obras e ações, a prefeitura busca pegar carona nos feitos de outros gestores. Em recente material divulgado, secretário de governo enaltece a vinda da faculdade de medicina para Codó, atribuindo o feito a atual gestão. Mas todos sabem que essa conquista foi alcançada com muito trabalho e luta pelo ex-prefeito Zito Rolim. A vinda da faculdade de medicina para Codó foi um processo longo, com muitas etapas e que foi conquistada durante a segunda gestão do ex-prefeito Zito.

Falta de medicamentos em postos de Codó vira drama para a população: ‘Temos direito de receber os remédios’

Para um jornalista, uma das pautas mais fáceis de serem realizadas é aquela que aborda a falta de medicamentos em UBSs (Unidades Básicas de Saúde) . É impossível não encontrar um personagem que já tenha sofrido com a falta de medicamentos ou, pelo menos, tenha um parente que passou por tal situação.

Na UBS Vila Camilo, por exemplo, a aposentada Deuzélia, aparece com um ar típico de alguém que recebeu algo, mas saiu frustrado. Dos cinco remédios solicitados na receita, ela deixou o local com apenas dois.

— É terrível sair sem receber o remédio. Os preços dos medicamentos  subiram e até os mais acessíveis, com descontos, estão ficando difíceis de serem adquiridos. É tudo uma ilusão.

As queixas se espalham por todas as UBSs. Neste ano, já foram constatadas faltas de medicamentos em todas as UBSs, como as da Vila Camilo,Silva Santos,Maria das Neves,Borborema. Nesta última, a apostentada Aparecida de Freitas, 68 anos, acumula decepções porque, em muitas ocasiões viu, do balcão, a atendente dizer que algum medicamento não estava disponível.

— É frustrante chegar a um posto à procura de medicação e não encontrar. Temos o direito de receber a medicação. Meu deslocamento é grande,não  moro perto do Posto. Às vezes encontro, mas não é raro voltar sem aquilo que preciso.

— Temos o direito, pagamos e infelizmente o prefeito não está abastecento as UBSs. Nesta semana recebi alguns remédios, mas não todos. Na semana passada não tinha recebido nenhum.

Tragédia! Incêndio mata três crianças

Um incêndio em uma casa resultou na morte de três crianças, na madrugada desta terça-feira, 11/05, no município de Centro Novo do Maranhão (distante 265 km da capital São Luís).

Os irmãos, duas meninas e um menino (entre 3 e 7 anos de idade), dormiam em um dos quartos quando o fogo começou, e não puderam ser salvos. Eles são filhos de um homem identificado como Douglas da Veterinária.

As causas do incêndio e outras circunstâncias estão sendo apuradas pela polícia, que ainda não tem até o momento mais informações, segundo o delegado Saulo Rezende.

Do Jornal Pequeno.

JOVEM DE 23 ANOS, EX-ESTUDANTE DE ESCOLA PÚBLICA DO MARANHÃO, É APROVADA EM DOUTORADO NA UFPE

A trajetória educacional de Taluany Nascimento, ex-estudante do Centro de Ensino Graça Aranha – escola pública da rede estadual do Maranhão -, é digna de honraria. Com apenas 23 anos de idade, é mestre em Biodiversidade, Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) e acaba de ser aprovada no doutorado do Programa de Pós-Graduação em Geociências, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Um currículo invejável conquistado por alguém tão jovem.  Para alcançar esse feito, Taluany percorreu um longo caminho.

“Investir em educação é construir a base para o crescimento social, cultural e econômico de um país. O ensino público está presente em minha vida desde meus primeiros passos no ambiente escolar e, certamente, eu não estaria onde estou se não fosse o acesso ao ensino público”, disse Taluany.

Taluany Nascimento é de origem humilde e nasceu no município de Imperatriz, em outubro de 1997, sendo a primeira de três filhas do casal Teófilo Silva do Nascimento (46 anos) e Valdycleia Araújo Silva (44 anos). Quando completou um ano de idade, foi morar no Assentamento Alvorada II – Lagoa, uma associação na zona rural no município de Amarante do Maranhão. Na cidade, estudou na Escola Municipal Nova Esperança, onde foi alfabetizada e cursou até o 4º ano do ensino fundamental.

Em seguida, Taluany retornou para Imperatriz e foi morar com a sua tia Alzenir. A sua trajetória educacional continuou na Escola Municipal Santa Cruz (5º ano) e no Centro de Ensino Delahê Fiquene, do 6º ano 9º ano.  Durante esse período, foi muito incentivada a estudar e seguir para um curso de graduação, onde conseguiu acompanhar os esforços de seus primos, que já estavam ingressando no ensino superior.

Em 2011, foi morar com a mãe e uma irmã na cidade de Davinópolis, a 12km de Imperatriz, e ingressou no Centro de Ensino Graça Aranha, onde estudou até 2013. Nesse período, fez provas para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e vestibulares tradicionais da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e UFT. No ano de 2014, foi aprovada no vestibular da UFT no Curso de Ciências Biológicas (Licenciatura) e passou a morar na cidade de Porto Nacional, no Tocantins. Formou-se em fevereiro de 2019 e em março ingressou no mestrado na área de Biodiversidade da mesma instituição.

“Durante a graduação e pós-graduação, meus trabalhos foram voltados para a Paleobotânica, área da ciência que estuda as plantas fósseis. Viajei para participar de eventos científicos e trabalhos de campo. Envolvi-me em diversos projetos de pesquisa nas áreas de educação ambiental e paleontologia. Participei de feiras científicas e eventos culturais da cidade, expondo meus trabalhos, e atuei em diversas escolas municipais e estaduais de Porto Nacional, por meio de estágios e projetos de extensão. Com esse contato, pude perceber o papel social da universidade e o quanto a ciência se faz necessária dentro dos espaços comunitários”, destacou Taluany.

A aprovação no curso de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Geociências, da UFPE abre novos caminhos para a Taluany, que reconhece a importância dos estudos em sua vida. “Vou desenvolver a minha tese com base no estudo de folhas fósseis provenientes da Antártica, vinculada ao Projeto Florantar (OPERANTAR 38). A Universidade é um lugar de trocas, onde você vai conviver com pessoas de diferentes localidades, culturas e pensamentos. Esse contato é enriquecedor e promove uma nova forma de ver o mundo, e isso foi o que me motivou a continuar na carreira acadêmica”, expressou.

Durante os estudos acadêmicos, Taluany contou com a orientação de excelentes profissionais e não esquece os ensinamentos que recebeu no período em que esteve ao lado de professores e pesquisadores que a ajudaram na busca de novos conhecimentos, mesmo levando em conta um cenário desfavorável de incentivo à pesquisa enfrentado nos últimos anos. Lembrou ainda do apoio recebido da família até hoje.

“Sempre pude contar com pesquisadores e professores excelentes. Vi a força inspiradora de mulheres, mães e cientistas atuando de forma excepcional nos espaços acadêmicos. Mesmo com as atitudes de desmonte da pesquisa científica no Brasil, esses profissionais se mantêm firmes e levantam novos pesquisadores a cada dia. A minha permanência na graduação e pós-graduação deve-se também ao apoio e suporte familiar”, contou.

Taluany Nascimento foi bolsista na graduação (Capes e bolsa de projetos de extensão da UFT) e durante o mestrado (Bolsa Capes). Ela sabe como é difícil suprir as necessidades de moradia e alimentação apenas com o valor da bolsa. “O bolsista não pode ter vínculo empregatício, precisa dedicar-se integralmente às atividades ligadas à bolsa e comprovar todas essas atividades com relatórios e produção científica satisfatória; caso contrário, o valor recebido deve ser devolvido. Há casos de alunos que precisam e não recebem, pois a quantidade de bolsas disponíveis é desproporcional à demanda. Irei agora ingressar no doutorado sem perspectivas de receber bolsa”, ressaltou.

Em meio às dificuldades para manter os estudos, muitos precisam recorrer a atividades informais para a complementação da renda, passando por situações adversas, principalmente quem pertence à família de baixa renda, como Taluany. A estudante defendeu melhorias nas políticas de incentivo à Educação.

“É necessário que haja reajustes e melhorias nas políticas de acesso a auxílios e ações de assistência estudantil das universidades. O conhecimento científico é válido e necessário, podemos ver as universidades e instituições públicas de nosso país à frente de pesquisas acerca da Covid-19, e mesmo assim, em meio a toda essa situação, há uma onda de negacionismo científico no Brasil. As pesquisas estão sendo desvalorizadas e isso é grave”, exprimiu.

As dificuldades enfrentadas por Taluany Nascimento ao longo de sua vida não tiraram a esperança por dias melhores, e deixou um recado para as pessoas que lutam para a realização de seus sonhos.

“Mesmo com a crescente desvalorização dos programas de acesso ao ensino superior, quero dizer que não desistam. Como filha de uma professora do ensino básico e de um trabalhador rural sem escolaridade, digo também que o filho do porteiro, a filha da empregada doméstica, os jovens de baixa renda vão, sim, ingressar no ensino superior, ser mestres e doutores. Vamos resistir aos constantes ataques a universidades públicas, ter uma boa formação e fazer ciência de qualidade”, finalizou.