O Brasil passou a ter 309,1 mil pessoas a mais com carteira assinada em junho. Foram 1,6 milhão de admissões contra 1,3 milhão de demissões no período. Esse foi o 6º mês seguido de resultado positivo na criação de empregos formais. No acumulado do ano, foram criadas 1,54 milhão de vagas.
Os dados constam no Novo Caged (Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregado), do Ministério da Economia. O sistema coleta, mês a mês, informações sobre contratos formais de emprego. Eis a íntegra da apresentação (1 MB) e do sumário (600 KB), divulgados nesta 5ª feira (29.jul.2021).
O ministro Paulo Guedes (Economia) comemorou os dados. Ele citou que o total de trabalhadores com carteira é de 40,9 milhões, um recorde desde janeiro de 2020, quando começou a nova série do Caged. O número representa um avanço de 0,76% ante maio. SETORES O resultado de junho foi puxado pelo setor de serviços, que abriu 125,7 mil postos. Eis o resultado por segmento:
- serviços: 125.713;
- comércio: 72.877;
- indústria geral: 50.145;
- agropecuária: 38.005;
- construção civil: 22.460.
REGIÕES Houve saldo positivo de contratações em todas 27 unidades da Federação. O melhor resultado foi em São Paulo, o maior Estado, com 105,5 mil novas vagas. Eis os números nas 5 regiões do Brasil, todas com resultado positivo: Sudeste: 160.377;
- Nordeste: 48.994;
- Sul:42.270:
- Centro-Oeste: 35.378;
- Norte: 22.064.
SALÁRIO O valor médio da remuneração do emprego formal chegou a R$ 1.806,29. Houve queda de 0,09% frente a maio. METODOLOGIA Analistas não recomendam a comparação dos dados.