São Bento tem vencedor da Lotofácil: sortudo recebe R$ 1,2 milhão

Uma aposta feita no município de São Bento está entre as sete ganhadoras do concurso 3560 da Lotofácil, sorteado na noite dessa quinta-feira (11). Cada vencedor vai receber R$ 1.259.557,70.

O sorteio, realizado pela Caixa, teve como dezenas premiadas: 01 – 03 – 04 – 06 – 07 – 08 – 10 – 11 – 12 – 13 – 17 – 18 – 19 – 23 – 24. O prêmio estava estimado em R$ 10 milhões e foi dividido entre os sete que cravaram as dezenas.

Premiação da Lotofácil 3560

15 acertos
7 apostas ganhadoras, R$ 1.259.557,70

14 acertos
852 apostas ganhadoras, R$ 1.331,57

13 acertos
21956 apostas ganhadoras, R$ 35,00

12 acertos
247093 apostas ganhadoras, R$ 14,00

11 acertos
1285357 apostas ganhadoras, R$ 7,00

O próximo concurso da Lotofácil será nesta sexta-feira (12) e tem prêmio estimado em R$ 1,8 milhão. A aposta mínima custa R$ 3. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas ou pela internet. É possível faturar prêmios ao acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Petroleiros aprovam greve a partir de segunda-feira

Depois de semanas de assembleias em todo o país, trabalhadores do Sistema Petrobras aprovaram a deflagração de uma greve nacional a partir da zero hora da próxima segunda-feira (15).

A decisão foi tomada após a rejeição da segunda contraproposta apresentada pela estatal para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), considerada insuficiente pelas entidades representativas da categoria.

A nova proposta foi entregue pela Petrobras na última terça-feira (9), mas, segundo os sindicatos, não avança nos três pontos centrais das negociações: a busca por uma solução definitiva para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros, que impactam diretamente a renda de aposentados e pensionistas; melhorias no plano de cargos e salários, com garantias de recomposição sem aplicação de mecanismos de ajuste fiscal; e a chamada pauta pelo Brasil Soberano, que defende a manutenção da Petrobras como empresa pública e um modelo de negócios voltado ao fortalecimento da estatal.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que, além de não apresentar respostas conclusivas sobre os PEDs — tema discutido há quase três anos com o governo e entidades de participantes —, a empresa também não ofereceu soluções consistentes para outras pendências acumuladas ao longo do processo de negociação.

Com a rejeição da contraproposta, os sindicatos dizem que vão notificar oficialmente a Petrobras sobre a paralisação na sexta-feira (12), cumprindo os prazos legais.

*Com informações da Agência Brasil

Prefeita Suane Dias antecipa pagamento do 13º salário dos servidores

A Prefeitura de Gonçalves Dias iniciou na ultima quinta-feira o pagamento do 13º salário dos servidores municipais. A medida reafirma o compromisso da gestão com a valorização dos servidores e busca por aquecer a economia local neste final de ano.

Com o adiantamento, aquece a economia gonçalvino, fortalecendo o comércio e impulsionando o poder de compra dos servidores. Para a prefeita Suane Dias, a iniciativa é motivo de grande satisfação. “É uma alegria poder proporcionar o pagamento do 13º de forma antecipada. Essa medida beneficia diretamente nossos servidores e contribui para alavancar a economia local, especialmente neste período do ano”, destacou.

A ação é fruto de um rigoroso planejamento fiscal adotado desde o início da gestão. “Essa antecipação só foi possível devido à solidez das contas do município, alcançada com muito esforço e organização. Além de valorizar os servidores, conseguimos realizar investimentos importantes em serviços públicos e garantir o equilíbrio financeiro”, ressaltou a prefeita.

Essa política de valorização e responsabilidade financeira reafirma o compromisso da gestão municipal em transformar Gonçalves Dias em uma cidade cada vez mais próspera e organizada.

 

NOVAS REGRAS PARA CRIMES SEXUAIS NO BRASIL – LEI 15.280/2025

A violência sexual cometida contra vulneráveis representa, historicamente, um dos maiores desafios do Estado brasileiro no tocante à proteção integral de crianças, adolescentes e pessoas com deficiência. Trata-se de um fenômeno que atravessa décadas, resistindo a mudanças sociais, políticas criminais e reformas legislativas. Nesse cenário, torna-se indispensável refletir criticamente sobre a recente aprovação da Lei 15.280/2025, que altera de modo profundo a legislação penal, processual e protetiva, modificando penas, mecanismos de investigação e procedimentos de execução penal. Assim, a presente dissertação examina as bases anteriores, a nova legislação, quem são os sujeitos ativo e passivo, os principais avanços, possíveis riscos e desafios estruturais, culminando com uma conclusão fundamentada. É um tema de elevada complexidade jurídica e social, pois envolve segurança pública, defesa das garantias individuais, preservação de direitos fundamentais e, sobretudo, a proteção da dignidade humana.

Para compreender a magnitude da mudança normativa, é fundamental observar inicialmente qual era a legislação anterior. O Código Penal, desde 2009, já previa o crime de estupro de vulnerável (Artigo 217-A), punindo quem tivesse conjunção carnal ou praticasse ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento, experiência sexual ou aparência física. A pena previa reclusão de 8 a 15 anos, podendo chegar a 20 se houvesse lesão corporal grave e a 30 em caso de morte. Ademais, pessoas com enfermidade ou deficiência mental que não tivessem discernimento, ou não pudessem oferecer resistência, também eram protegidas, seguindo a lógica de presunção absoluta da vulnerabilidade. A legislação classificava tais crimes como hediondos, vedando anistia, graça, indulto e tornando obrigatório regime inicial fechado. Complementarmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente tratava de medidas de proteção, responsabilização e prevenção, formando a base do sistema anterior.

Entretanto, a sociedade já percebia lacunas importantes. A reincidência em determinados crimes sexuais era elevada, o que exigia maior controle e instrumentos mais eficientes de investigação. Além disso, o avanço tecnológico ampliou o alcance do abuso sexual, principalmente na internet, tornando urgente repensar mecanismos de responsabilização digital. Havia também problemas práticos na execução penal, incluindo progressões beneficiadas mesmo em casos extremamente graves. Tais aspectos criaram pressão social e política que, finalmente, impulsionaram a aprovação da nova lei.

É nesse contexto que surge a Lei 15.280/2025, fruto do Projeto de Lei 2.810/2025. A nova legislação nasce com o propósito declarado de tornar o combate a crimes sexuais mais rígido, eficiente e adaptado aos novos desafios contemporâneos. Não se trata apenas de aumentar penas, mas de criar um sistema articulado entre investigação, punição e prevenção, fortalecendo a rede de proteção aos vulneráveis.

Principais mudanças introduzidas pela Lei 15.280/2025

Entre as principais mudanças, destacam-se:

Aumento de penas em crimes sexuais contra vulneráveis

  • Estupro de vulnerável: reclusão de 10 a 18 anos (antes 8–15).
  • Estupro com lesão corporal grave: pena de 12 a 24 anos (antes 10–20).
  • Estupro com morte: pena de 20 a 40 anos (antes 12–30).
  • Corrupção de menores: pena elevada para reclusão de 6 a 14 anos (antes 1 a 4 anos).
  • Ter relações sexuais na presença de menor de 14 anos: pena de 5 a 12 anos (antes 2 a 5).
  • Exploração sexual de vulnerável (submeter menor à exploração sexual): pena de 7 a 16 anos (antes 4–10 anos).
  • Oferecer, transmitir ou vender cenas de estupro: reclusão de 4 a 10 anos (antes 1–5).

Esse endurecimento punitivo reflete uma visão de maior rigor estatal. Há quem defenda que penas elevadas fortalecem o caráter intimidatório do Direito Penal; outros, mais prudentes, argumentam que a pena, por si, não reduz criminalidade, dependendo de uma política criminal coerente. De todo modo, o legislador optou por intensificar o grau de reprovação jurídica, buscando sinalizar que crimes sexuais contra vulneráveis serão tratados com máxima severidade.

Medidas investigativas e de controle

Além do aumento de penas, a lei também trouxe alterações importantes em matéria de investigação, execução penal e controle de condenados por crimes sexuais:

  • Coleta obrigatória de DNA de investigados e condenados, com inserção no Banco Nacional de Perfis Genéticos. Esse mecanismo, inspirado em modelos estrangeiros, fortalece a capacidade investigativa, inclusive permitindo solucionar crimes antigos e identificar padrões de reincidência, bem como cruzar dados de diferentes investigações.
  • Uso compulsório de tornozeleira eletrônica para condenados que tiverem saídas temporárias ou progressões de regime. A medida busca conter o risco de reiteração criminosa durante o cumprimento da pena, permitindo monitoramento em tempo real dos deslocamentos do condenado.
  • Exame criminológico obrigatório para progressão de regime e concessão de benefícios. Somente será autorizado avanço no regime prisional se o laudo indicar inexistência de risco de reincidência em crime da mesma natureza, condicionando de forma objetiva a obtenção de benefícios.
  • Criminalização autônoma do descumprimento de medidas protetivas, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa. O objetivo é reforçar a eficácia de ordens judiciais que visam proteger vítimas em situação de vulnerabilidade, evitando que essas ordens sejam vistas como meras recomendações.
  • Impedimento para o agressor trabalhar em locais com circulação de crianças e adolescentes, como escolas, creches, clubes esportivos, igrejas, projetos sociais, transporte escolar e ambientes correlatos. Essa medida tem forte caráter preventivo, embora demande fiscalização rígida por parte dos órgãos competentes.

Outro elemento inovador consiste na determinação de extração de DNA tanto do investigado quanto do condenado por crimes sexuais, com posterior inserção do material no Banco Nacional de Perfis Genéticos. Essa medida fortalece a investigação policial e contribui para a elucidação de crimes antigos, funcionando como importante mecanismo de prevenção de reincidência. De igual modo, a lei estabelece a obrigatoriedade de uso de tornozeleira eletrônica quando o condenado usufruir benefícios que impliquem saída do estabelecimento prisional, de forma a permitir monitoramento contínuo e mais efetivo.

Não obstante, a nova norma cria condicionamento objetivo: o condenado apenas poderá obter progressão de regime ou autorização de saída quando exame criminológico indicar que não há indícios de que voltará a cometer crime da mesma natureza. Além disso, destaca-se a criminalização autônoma do descumprimento de medida protetiva, com pena de 2 a 5 anos e multa, reforçando a proteção jurídica às vítimas. O juiz também poderá determinar que o acusado seja impedido de trabalhar ou atuar em escolas, igrejas, projetos sociais ou qualquer espaço que envolva contato com crianças, prevenindo riscos futuros.

Responsabilidade digital das plataformas

Outro eixo central da nova lei consiste em impor às chamadas big techs e às plataformas digitais obrigações mais claras no combate à exploração sexual no ambiente virtual. A legislação prevê que provedores de conteúdo digital, plataformas de tecnologia e redes sociais:

  • devem remover conteúdos com indícios de abuso sexual, exploração sexual, sequestro ou aliciamento de vulneráveis;
  • devem comunicar imediatamente as autoridades competentes sobre tais conteúdos, ainda que não haja ordem judicial prévia;
  • devem colaborar com a investigação, fornecendo dados técnicos e registros que auxiliem na identificação de autores e partícipes.

Essa inovação reconhece que o ambiente digital se tornou um dos principais focos de práticas abusivas, em especial contra crianças e adolescentes. O legislador, pela primeira vez, responsabiliza diretamente os provedores pela manutenção de ecossistemas mais seguros. É uma mudança de paradigma, aproximando o Brasil de normativas estrangeiras mais modernas, nas quais o combate à exploração sexual infantil passa necessariamente pelo controle e retirada célere de conteúdos ilícitos.

A nova lei, portanto, adapta-se ao contexto digital e busca impedir que a internet continue servindo de ambiente privilegiado para crimes de exploração. Ao exigir que as plataformas atuem de forma proativa, cria-se uma rede de cooperação entre Estado, empresas de tecnologia e sociedade civil, ainda que essa cooperação exija critérios claros para evitar excessos e censuras indevidas.

Ampliação da rede de proteção e atenção às vítimas

Quanto aos instrumentos de proteção social, a legislação promove um avanço na perspectiva de atendimento às vítimas. A atuação estatal deixa de se limitar à punição e passa a abranger:

  • atendimento psicológico especializado às vítimas, com equipes multidisciplinares;
  • acolhimento emergencial e assistencial, incluindo estrutura de saúde e assistência social;
  • orientação jurídica, social e de direitos, de modo a empoderar a vítima e sua família;
  • suporte aos familiares e cuidadores, especialmente em casos de pessoas com deficiência, reconhecendo que a família também é impactada pelo trauma;
  • programas preventivos de educação sexual responsável, campanhas educativas e ações integradas entre escolas, conselhos tutelares, Ministério Público, Judiciário e sociedade civil organizada.

A lei reconhece que o trauma sexual ultrapassa as fronteiras do processo criminal, atingindo dimensões emocionais, psicológicas e sociais profundas. Ao ampliar a política assistencial, nota-se um esforço de humanização do atendimento, que não se limita à identificação do autor e à condenação, mas também à reconstrução da dignidade, autoestima e projeto de vida da vítima.

Sujeitos ativo e passivo do crime

No que se refere ao sujeito ativo, permanece a premissa: qualquer pessoa física pode ser autora do delito — homens, mulheres, cuidadores, desconhecidos, parentes, professores, líderes religiosos, profissionais liberais ou mesmo adolescentes, a depender da hipótese e da legislação aplicável. O sujeito ativo não é definido pela sua posição social ou função, mas pelo abuso de poder, oportunidade ou força, em contexto que viola a dignidade sexual de vulneráveis.

Já o sujeito passivo merece atenção especial. O conceito de vulnerabilidade, antes ligado essencialmente a menores de 14 anos e pessoas com deficiência mental, foi ampliado para incluir incapacidade de consentimento, limitações cognitivas e situações de manipulação emocional. Trata-se de visão mais moderna, que reconhece vulnerabilidades além da idade biológica, abrangendo pessoas com deficiência intelectual, transtornos mentais, dependência física ou emocional e outras situações em que, ainda que maiores de 18 anos, a capacidade de autodeterminação está comprometida.

Ademais, a legislação reforça o atendimento psicológico e social às vítimas e seus familiares, ampliando a rede protetiva para pessoas com deficiência, cuidadores e demais envolvidos. A vítima deixa de ser vista como mero objeto de prova e passa a ocupar posição central na política pública, com reconhecimento de sua condição de sujeito de direitos.

Avanços, benefícios e virtudes da nova lei

Nesse contexto, identificam-se alguns pontos positivos relevantes. Primeiramente, o aumento das penas tende a elevar a percepção de risco pelo agressor, reforçando a função preventiva do Direito Penal, sobretudo quando associado a maior efetividade na investigação e execução da pena. Em segundo lugar, a nova legislação fortalece instrumentos de investigação, como o banco de perfis genéticos, capazes de auxiliar na elucidação de crimes de difícil prova, especialmente em situações de violência sexual ocorrida em locais ermos ou sem testemunhas.

Em terceiro lugar, ao estender políticas de atendimento psicológico, campanhas educativas, articulação estatal e proibição de atividades em ambientes com vulneráveis, a lei amplia a proteção integral e concretiza um atendimento humanizado, reconhecendo os danos sociais do abuso sexual. O Estado deixa de atuar apenas na lógica da punição e passa a combinar repressão com prevenção, educação e suporte psicossocial.

Também é digna de nota a responsabilização das plataformas digitais e big techs, que passam a ser parte ativa no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. Ao estabelecer deveres de retirada de conteúdo e comunicação às autoridades, a legislação contribui para esvaziar o ambiente virtual de conteúdos ilícitos, ainda que a eficácia dessa medida dependa de cooperação técnica e internacional.

Riscos, desafios e críticas necessárias

Todavia, torna-se indispensável reconhecer riscos e desafios que acompanham a nova legislação. O primeiro deles é o perigo de banalização do princípio da proporcionalidade penal, já que elevação generalizada de penas pode desconsiderar diferenças concretas entre condutas diversas. Isso pode comprometer a individualização da pena e desrespeitar princípios clássicos do Direito Penal, como o da intervenção mínima e o da necessidade.

Em segundo lugar, a coleta de DNA, embora positiva para investigação, pode suscitar preocupações quanto à privacidade, tratamento de dados genéticos, ética e potenciais abusos estatais. A existência de um vasto banco de dados de perfis genéticos exige transparência, fiscalização e regras rigorosas de uso, sob pena de se transformar em instrumento de controle excessivo e discriminação.

Em terceiro lugar, ao impor novas atribuições, o sistema judiciário, a polícia e os órgãos psicossociais podem sofrer sobrecarga, com dificuldades de implementação, falta de estrutura e de equipes especializadas, resultando em legislação eficaz apenas no papel. Sem investimento concreto em perícia, psicologia, assistência social, capacitação de servidores e modernização institucional, a lei corre o risco de ser uma promessa distante da realidade.

Como todo penalista tradicional sabe, o Direito Penal deve permanecer como última ratio — a resposta extrema do Estado, acionada apenas quando outros mecanismos de controle social e políticas públicas falharam. A prudência exige vigilância constante para que o entusiasmo punitivista não se traduza em violações de garantias fundamentais, prisões desnecessárias ou condenações injustas.

Conclusão

Em síntese, a Lei 15.280/2025 representa avanço significativo no combate aos crimes sexuais contra vulneráveis, fortalecendo mecanismos repressivos, investigativos e preventivos. Ela demonstra que o Estado reconhece a gravidade desses delitos e busca proteger de modo mais amplo os direitos fundamentais, especialmente daqueles que mais carecem de tutela penal. No entanto, o sucesso dessa legislação dependerá não apenas de seu texto, mas de sua aplicação concreta, da competência dos operadores do Direito, da estrutura institucional e do equilíbrio necessário para preservar as garantias individuais, evitando excessos ou violações processuais.

Diante de tudo isso, conclui-se que a referida lei, embora possua inegáveis méritos, exigirá vigilância permanente, análise crítica e atuação responsável de todos os atores jurídicos envolvidos. Somente assim será capaz de cumprir sua finalidade primordial: assegurar que vulneráveis, sobretudo crianças, adolescentes e pessoas com deficiência, vivam sob a proteção do Estado e longe das graves violações que o crime sexual impõe.

Em casos envolvendo crimes contra dignidade sexual das pessoas em um país onde há liberdade e democracia, é importante ressaltar a imprescindível atuação de um Advogado Criminal Especialista em Crimes Sexuais .

Dr. Sergio Couto Junior é Advogado Criminal Especialista em Crimes Sexuais, ex-Policial Civil por 11 anos e advogado há quase 20 anos. Palestrante e Professor de Direito Criminal, é cidadão atuante por uma sociedade mais justa e próspera, defendendo com firmeza as garantias individuais, a presunção de inocência e o devido processo legal, sem jamais perder de vista a importância da proteção integral às vítimas e da preservação da dignidade humana.

Prefeitura de Gonçalves em parceria com o PROCON entrega às primeiras cédulas de identidade a população

A prefeita Suane Dias, entregou nessa quarta-feira (10), as primeiras cédulas de Identidade a comunidade, graças à parceria com o Fruto , ao Viva Procon, ao esforço da prefeita Suane Dias e ao apoio do Governo do Maranhão. Agora, os documentos oficiais estão sendo emitidos diretamente em Gonçalves Dias, facilitando a vida de todos. Moradores podem emitir 1ª e 2ª vias da Carteira de Identidade no próprio município.

Na oportunidade a prefeita Suane Dias participou do momento e ressaltou a importância do Viva Procon no município. A gestora afirmou ainda, a importância da unidade, para o exercício da cidadania da população.

Para solicitar a emissão do documento de identificação, o cidadão precisa realizar um agendamento, acessando o site: https://seati.segov.ma.gov.br/procon/agendamento/

É a prefeita que tem compromisso e que segue cuidando do nosso povo e da nossa gente. Gestão que trabalha de verdade!

 

Assalto em loja de Timon: dupla armada rouba celulares

Uma loja em Timon foi invadida por dois assaltantes que usavam capacetes na tarde de terça-feira (9) na avenida Teresina, no Parque Piauí. Um deles estava armado com revólver e, sob ameaças, levaram celulares antes de fugir.

As câmeras de segurança registraram toda a ação na loja de peças de motos, mostrando o momento em que os criminosos ameaçam pessoas no local.

Assaltantes são procurados pela polícia

A polícia segue em busca dos assaltantes. A loja fica em uma das avenidas mais movimentadas da cidade.

Estudo global indica que a desigualdade brasileira “permanece entre as mais altas do mundo”.

O World Inequality Report 2026, novo relatório sobre desigualdade global que foi divulgado nesta quarta-feira (10), apontou que a renda concentrada no bolso dos mais ricos aumentou nos últimos anos no Brasil, tornando o país ligeiramente mais desigual entre 2014 e 2024.

O levantamento indicou ainda que a desigualdade brasileira “permanece entre as mais altas do mundo”.

O relatório foi produzido por vários economistas, entre eles o francês Thomas Piketty.

A conclusão dos pesquisadores, no entanto, contraria uma nota técnica divulgada recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apontou que a desigualdade brasileira atingiu o menor nível em 30 anos em 2024. As informações são da BBC Brasil, que também ouviu estudiosos do tema.

Na avaliação dos estudiosos, a metodologia usada pelo Ipea não mede com precisão a renda dos mais ricos e, portanto, não seria ideal para calcular desigualdade.

No dia 3 de dezembro, o presidente Lula (PT) chegou a citar a nota do Ipea.

– Em julho, a FAO [Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura] confirmou que o Brasil saiu mais uma vez do mapa da fome. Na última semana, o IPEA divulgou que atingimos o menor nível de desigualdade da série histórica. E hoje, novos dados do IBGE mostram que mais de 8 milhões de pessoas saíram da pobreza. Resultados que se complementam, e mostram que o Brasil vive uma nova realidade, com mais oportunidades, melhora da renda e redução da desigualdade. E que apontam a direção correta de se governar: do lado do povo brasileiro – escreveu o petista na rede social X.

Vereador Nunes do Náutico destaca obras, ações sociais e união política em discurso na Câmara Municipal de Codó

Durante a Sessão Ordinária realizada nesta terça-feira (09), na Câmara Municipal de Codó, o Vereador Nunes do Náutico fez um amplo discurso destacando ações recentes da gestão municipal, visitas realizadas aos bairros e a importância da união política em prol do desenvolvimento da cidade e do bem estar da população.

Logo no início, o vereador pontuou sobre os eventos e compromissos que acompanhou nos últimos dias. Nunes destacou a inauguração da Praça da Paz, no bairro Codó Novo, onde o prefeito Chiquinho Oliveira foi recebido com carinho pelos moradores. De acordo com o vereador, a praça estava esquecida há muitos anos, por diversas administrações, mas agora foi totalmente reformada, juntamente com as ruas do entorno.

“Um importante espaço público que foi totalmente reformado. Não só a Praça da Paz, mas toda a área: as ruas Vitorino Rego Filho, hoje nomeada como Rua Getúlio Zaidan, agora com bloquetes, e a Rua José Mariano Saad, que recebeu novo recapeamento. Foi feito um trabalho digno, com limpeza das galerias e estrutura em concreto. Isso mostra a responsabilidade e o trabalho sério do nosso prefeito”, destacou.

Investimentos na educação, esporte e inclusão social

O parlamentar também destacou a retomada das obras das creches do São Francisco e do Residencial Santa Rita, consideradas por ele uma iniciativa fundamental para fortalecer a educação infantil e a segurança nos bairros. “As creches são um caminho importante. Não adianta apenas investir na segurança dos bairros, mas investir também a longo prazo, por maio da educação, desde sua base. É preciso trabalho social, educação, cuidado. Colocando creches nos bairros, dando educação digna às crianças, Codó vai crescer.”

O vereador convidou ainda a população para a inauguração do Ginásio Poliesportivo Rosalina Zaidan, no Codó Novo, marcada para o dia 11. “É um espaço que estava destruído e hoje está totalmente recuperado pela gestão do prefeito Chiquinho, a partir de indicação da amiga Leda Torres.”

Junto com as comunidades

O vereador ainda comentou sobre sua visita ao estádio Moisés Reis, onde acompanhou um jogo beneficente organizado por amigos da Família Náutico para ajudar uma jovem mãe de gêmeos e aproveitou a oportunidade para agradecer parceiros que o apoiam em ações beneficentes. “A nossa bandeira é essa: ajudar. Não estou ali por voto, mas por amizade e compromisso social. Quero agradecer também aos parceiros que sempre estão conosco nas iniciativas de ações solidarias. agradecer ao Denis, do Comercial São Pedro, no Montevidéu 2, sempre de portas abertas. E também ao meu amigo Haroldo César, da Padaria Boa Sorte, que sempre ajuda quando precisamos.”

Alinhamento político e união por Codó

Na parte final do pronunciamento, o vereador comentou sobre o alinhamento político que vem sendo construído no município. “O nosso amigo deputado Francisco Nagib está ao lado do governador e do nosso amigo Orleans. Apoio o seu posicionamento, por avaliar em primeiro lugar o que é melhor para o povo de Codó. Quando for para desenvolver Codó, para ajudar o nosso povo, estaremos todos alinhados. Estamos juntos com nosso deputado e com o prefeito Chiquinho em busca de benefícios para Codó.”, concluiu.

Vereadora Leda Torres destaca avanços sociais, educacionais e estruturais em Codó

Na 40ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada nesta terça-feira (09), a vereadora Leda Torres fez um pronunciamento marcado por gratidão, reconhecimento e anúncio de importantes conquistas para a população codoense. Em seu discurso, a parlamentar destacou ações do Projeto Social Leda Torres, celebrou iniciativas na educação, agradeceu pela retomada de obras e comunicou avanços estruturais essenciais para as comunidades.

Projeto Social Leda Torres: mais um ano de solidariedade e transformação

Ao iniciar sua fala, a vereadora expressou alegria pelo encerramento de mais um ano de atividades do seu projeto social, que beneficiou inúmeras famílias em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a melhoria da locomoção, acessibilidade e segurança alimentar de muitas famílias. “Meu coração transborda de gratidão ao olhar para tudo o que o nosso Projeto Social Leda Torres realizou em Codó, ao longo de mais um ano muito abençoado”, declarou.

Leda desejou que a iniciativa de distribuição de cestas básicas e a entrega de cadeiras de rodas possa se multiplicar no município, levando alimento, autonomia e dignidade a cada vez mais pessoas que enfrentam dificuldades no dia a dia e suas famílias. Ela agradeceu a Deus pela força diária e reconheceu o apoio de Marcos Antônio, reforçando o compromisso de continuidade. “Aqui afirmo que em 2026 iremos continuar com esse maravilhoso projeto.”

Inclusão digital: entrega de tablets pelo projeto “Tô Conectado”

A vereadora também relatou sua presença no Clube FC Show, onde acompanhou, ao lado do secretário estadual de Articulação Política, Orleans Brandão, a entrega de mais de 4 mil tablets aos estudantes da rede estadual. A ação integra o programa “Tô Conectado”, do Governo do Maranhão. Leda destacou a importância da inclusão digital como ferramenta de transformação educacional e parabenizou o governador Carlos Brandão, o secretário Orleans Brandão e o prefeito Chiquinho pelo compromisso com a educação. “O objetivo é impulsionar a educação e reduzir desigualdades, preparando os jovens para a era digital.”

Retomada da Creche do Proinfância: esperança e compromisso com as famílias

Outro ponto de destaque foi o agradecimento ao prefeito pela retomada das obras da Creche do Proinfância, no bairro São Francisco. A vereadora enfatizou que a obra representa respeito ao recurso público e sensibilidade às necessidades da população. Ela registrou ainda seu reconhecimento ao secretário de Educação, Dr. Ricardo Torres, ao secretário de Infraestrutura, Márcio Esmero, e ao deputado Francisco Nagib, pelo empenho conjunto. “Esta é uma conquista importante, que demonstra compromisso com a educação, com as famílias e com o futuro das nossas crianças”, ressaltou.

Poço artesiano no bairro Santo Antônio: resposta rápida e conquista da comunidade

Leda Torres também trouxe uma boa notícia aos moradores do bairro Santo Antônio: o início da perfuração de um poço artesiano, solicitado por ela na sessão anterior. A vereadora destacou que água representa vida, saúde e dignidade, e agradeceu ao prefeito Chiquinho FC e ao diretor do SAAE, Carlos Flávio, pelos esforços que já resultaram em mais de 14 poços perfurados em apenas 11 meses de gestão. “Com muita alegria comunico que na sexta-feira (5) começaram os trabalhos para a realização desse sonho da comunidade”, concluiu.