
Está acontecendo em Codó desde ontem, 9, o primeiro turno da chave B, Conferência Nordeste, pela Liga Nacional de Handebol, em clima de festa por causa da escolha da cidade e pelos visitantes.
“Graças à Deus temos equipes de nomes como o Moto Club, o Fortaleza do Ceará, são equipes já tradicionais no esporte”, disse Márcio Esmero, entusiasta da competição e técnico do time codoense
Em quadra toda a admiração pelos visitantes ficou do lado de fora porque o Holanda Codó desconheceu inteiramente qualquer coisa que o Moto Club, de São Luís, tenha treinado para apresentar aqui. O time da casa esteve com uma defesa atenta e usou de contra-ataques rápidos e certeiros, tanto que o primeiro tempo terminou com um placar de 19 à 11 e ainda tinha táticas a acertar na opinião das jogadoras.
“A troca na defesa, na hora da defesa, na troca do pivô a gente tá dando uma pequena vacilada”, disse Sâmira Carvalho, à reportagem do Globo Esporte da TV Mirante.
NO SEGUNDO TEMPO
No intervalo, técnico e jogadoras do Moto bateram um papo sobre o que estaria acontecendo. Foi de onde saíram novas orientações.
“Novas orientações, perder menos bola, fazer gol porque quem não faz gol leva, é isso, errar menos”, disse a experiente Sílvia Pinheiro.

Voltou com mais vontade, mas ela também era menor que o volume de jogo do Holanda que manteve o domínio e o placar final de 30 a 22. Gleiciane Frazão analisou, pelo Moto Club.
‘faltou um pouco de entrosamento, alguns erros, alguns detalhes contribuíram aí pro resultado”, frisou
Até amanhã domingo, as duas equipes terão que enfrentar o Fortaleza, atual campeão do Nordeste. Quem se sair melhor vai para a etapa de São Luís. Kilma Rodrigues, do Holanda, acha que vai dá pra encarar e ainda melhorar o placar.
“Fazer um conjunto maior pra próxima partida que é bem forte, Fortaleza vem bem forte pra uma vitória com um placar melhor pra nós”, afirmou’

Fonte: Blog do Acelio
Nos últimos três anos, a americana de apenas 19 anos ganhou todos os títulos importantes. Ela somou 14 medalhas em campeonatos mundiais nesse período.
A prata ficou com a também americana Alexandra Raisman, que havia levado o ouro por equipe e no solo em Londres-2012, com a nota total de 60.098. Mais de dois pontos atrás da colega Biles, que fez 62.198, uma diferença enorme no mundo da ginástica.
O bronze ficou com a elegante ginasta russa, Aliya Mustafina, que somou 58.665.
A brasileira Rebeca Andrade, 17, depois de ter ficado na terceira colocação nas provas de classificação, no sábado (7), cometeu falhas na trave durante a final. Fez, novamente, uma apresentação segura no solo, ao som de Beyoncé, mas longe da perfeição. Somou 56.965 e terminou na 11ª posição.
A melhor colocação de uma atleta brasileira em uma final olímpica da ginástica continua sendo de Jade Barbosa, 25.
Há quatro anos, nos Jogos de Pequim, ela terminou a final na 10ª colocação geral.
Simone Biles leva ouro no individual geral da ginástica; Rebeca Andrade fica em 11º
Como vai participar de mais três finais, e já ganhou o ouro na final por equipes e na individual, a americana pode voltar aos Estados Unidos com cinco medalhas de ouro.
Nos últimos três anos, a americana de apenas 19 anos ganhou todos os títulos importantes. Ela somou 14 medalhas em campeonatos mundiais nesse período.
A prata ficou com a também americana Alexandra Raisman, que havia levado o ouro por equipe e no solo em Londres-2012, com a nota total de 60.098. Mais de dois pontos atrás da colega Biles, que fez 62.198, uma diferença enorme no mundo da ginástica.
O bronze ficou com a elegante ginasta russa, Aliya Mustafina, que somou 58.665.
A brasileira Rebeca Andrade, 17, depois de ter ficado na terceira colocação nas provas de classificação, no sábado (7), cometeu falhas na trave durante a final. Fez, novamente, uma apresentação segura no solo, ao som de Beyoncé, mas longe da perfeição. Somou 56.965 e terminou na 11ª posição.
A melhor colocação de uma atleta brasileira em uma final olímpica da ginástica continua sendo de Jade Barbosa, 25.
Há quatro anos, nos Jogos de Pequim, ela terminou a final na 10ª colocação geral.
“Saio um pouco triste em comparação com o que eu fiz na classificação. Mas não me apresentei bem e as notas dadas foram certas”, afirmou Rebeca logo após a final.
Os maiores erros da ginasta paulista, de Guarulhos, foram na trave, onde ela teve dois desequilíbrios importantes.
Jade Barbosa, que também participou da final, não completou a competição realizada na Arena Olímpica do Rio. Ela se machucou após uma queda no solo.
No feminino, a Olimpíada agora só continua para Flavia Andrade, 16. A jovem ginasta vai disputar a final por aparelhos na trave, no domingo (14), à tarde. Com algumas chances de brigar pelo bronze.




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