Tribunal de SC suspende lei contra linguagem neutra aprovada em Criciúma

Decisão liminar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu temporiamente a lei que proíbe o ensino da linguagem neutra de gênero em Criciúma.

O projeto, de autoria do vereador Obadias Benones (Avante), foi aprovada em agosto do ano passado e “garantia aos estudantes do município o direito ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com as normas e orientações legais de ensino”. No entanto, a lei vedava a utilização da denominada “linguagem neutra” e impunha sanções em caso de descumprimento.

“O projeto foi democraticamente aprovado em plenário e não pode ser atacado dessa forma. Já estamos trabalhando para reverter a situação”, disse o vereador por meio de seu Instagram, onde também pediu orações nesse sentido.

O projeto proibia o uso da linguagem neutra no material didático de instituições públicas e privadas e em editais de concursos públicos. O relator do processo acolheu os argumentos do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), de que a lei afeta as diretrizes e bases da educação.

O vereador disse que foi surpreendido com a liminar proferida pelo órgão especial do Tribunal de Justiça do estado. Ele reafirmou que o ‘ensino da linguagem neutra de gênero fere a língua culta portuguesa’ e se indignado com a liminar.

Em agosto de 2020, o projeto foi transformado na lei 7942, com 14 votos favoráveis e apenas um contrário. No mesmo mês, foi sancionada pelo prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB).

‘Competência da União’

Na ação ajuizada pelo MPSC, por meio do Centro de Apoio Operacional do Controle da Constitucionalidade, o procurador de Justiça Paulo de Tarso Brandão destacou que “o município usurpou a competência da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional, violando a Constituição do Estado de Santa Catarina e a Constituição da República”.

O MPSC destacou, ainda, que a lei municipal prevê de forma clara e explícita a possibilidade de punições administrativas “contra as instituições de ensino e profissionais da educação que ministrarem os conteúdos nela proibidos”.

Segundo a ação, “o texto constitucional estabelece, como direitos fundamentais, a igualdade de todos perante a lei e a liberdade de expressão da atividade intelectual, científica e de comunicação, a qual deve ser exercida independentemente de censura ou licença”. A liminar obtida pelo Ministério Público suspende a lei até o julgamento do mérito da ação.

Mulher suicida é salva por missionário e família é transformada por Jesus, na Ásia

Uma mulher suicida e sua família, em uma aldeia na Ásia, tiveram a vida transformada por Jesus, após um missionário bater na porta de sua casa e apresentar o Evangelho a eles. De acordo com a Christian Aid Mission (CAM), Anh* estava sofrendo violência doméstica pelo marido alcoólatra.

Ngoc* bebia álcool, fumava ópio e jogava com más companhias. “Toda vez que ele ficava bêbado, ele batia na esposa”, relatou um líder local ao CAM. Certa noite, Anh se refugiou na casa de um amigo. Quando ela voltou para casa na manhã seguinte, Nogco havia queimado suas roupas e seu diploma universitário.

Anh ficou tão desesperada com o abuso do marido, que pensou em tirar a própria vida para acabar com o sofrimento. Ela pegou um frasco de inseticida para beber, mas os filhos viram e tentaram impedir, chorando. Pelo bem das crianças, a mãe não se suicidou naquele dia.

Em vez disso, a mulher começou a planejar em deixar alguém responsável por cuidar de seus filhos, para que então ela pudesse tirar sua vida. Porém, antes de terminar seu plano, um missionário bateu na porta de sua casa e lhe apresentou o Evangelho.

Tocada pelo Espírito Santo, Anh aceitou Jesus como seu Salvador naquele dia. Ela convidou o esposo para também receber o Evangelho, mas ele recusou. “Não, nunca”, disse.

Mas, com o testemunho da nova vida em Cristo de sua esposa, Ngoc finalmente aceitou ir à igreja com ela. O homem foi bem recebido por toda a congregação e acabou se rendendo a Cristo.

“A Bíblia Sagrada é muito boa. Mas não consigo entender. Você pode me ensinar a Bíblia Sagrada?”, disse Ngoc à Anh, naquela noite em casa.

Ele foi discipulado durante quatro meses pelo missionário que pregou à família e logo depois foi batizado nas águas. “Sua vida foi renovada dia a dia. Embriaguez, jogo, fúria, mentira e ópio não existiam mais. Tudo foi transformado”, testemunhou o líder local.

Tempos depois, três amigos de Ngoc ficaram embriagados, brigaram e acabaram no hospital. O recém convertido visitou seus velhos companheiros e disse que Deus podia transformar suas vidas, assim como tinha feito com ele. Ali mesmo no leito, os homens aceitaram Jesus.

“Mais tarde, os membros da igreja foram visitá-los, cuidando deles e orando por eles. Louvado seja o Senhor, os três novos cristãos estavam vivendo novas vidas e suas famílias também receberam a Cristo. Agora há um pequeno grupo na aldeia, graças a Deus”, celebrou o líder local.

*nomes alterados para pseudônimos. 

História dos Apóstolos: André, um homem com coração de discípulo

André era irmão de Simão Pedro. Como seu irmão, ele era um pescador. De acordo com o Evangelho de João, André foi o primeiro discípulo que Jesus chamou, e enquanto Pedro recebe todo o crédito por reconhecer Jesus como o Messias (Mateus 16:13-20), André não apenas trouxe Pedro a Jesus, mas também lhe disse que Jesus era o Messias.

No Evangelho de João, fica bem claro de onde Pedro teve a ideia de que Jesus era o Messias:

“A primeira coisa que André fez foi encontrar seu irmão Simão e dizer-lhe: “Encontramos o Messias” (isto é, o Cristo). E ele o trouxe a Jesus”. — João 1:41–42

Mas essa é a história da vida de André. Sempre que ele e Pedro são mencionados juntos, André é sempre citado em segundo lugar, e ele é referido como irmão de Pedro – mas Pedro nunca é referido como irmão de André, indicando que André era mais jovem ou menos importante.

O nome de André é Andreas em grego, e é mais frequentemente traduzido como “viril”. Vem da palavra raiz aner ou andros, que significa “homem”.

O fato de que seu pai – Jonas (ou Jonas) – ter dado ao seu filho mais velho (Simão) um nome aramaico e seu filho mais novo (André) um nome grego reflete o ambiente misto judaico-gentio da Galileia.

André na Bíblia

Antes de ser chamado por Jesus Cristo, André era na verdade um discípulo do primo de Jesus, João Batista:

“No dia seguinte, João estava lá novamente com dois de seus discípulos. Quando ele viu Jesus passando, ele disse: ‘Olha, o Cordeiro de Deus!’

Quando os dois discípulos o ouviram dizer isso, seguiram Jesus. Voltando-se, Jesus os viu seguindo e perguntou: ‘O que vocês querem?’

Eles disseram, ‘Rabi’ (que significa “Professor”), ‘onde você está hospedado?’

‘Venha’, ele respondeu, ‘e você verá’.

Então eles foram e viram onde ele estava hospedado, e passaram aquele dia com ele. Eram cerca de quatro horas da tarde.

André, irmão de Simão Pedro, foi um dos dois que ouviram o que João havia dito e que seguiram Jesus”. — João 1:35–40

Curiosamente, os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) não nos dão esse relato do chamado de André. Em vez disso, eles sugerem que André foi chamado ao mesmo tempo que Pedro, Tiago e João, quando estavam pescando ou limpando suas redes. (No entanto, Lucas nunca menciona que André estava lá.) Muitos diriam que isso representa uma contradição na Bíblia, mas também é possível que ambos os relatos sejam verdadeiros. (Um só tinha que acontecer primeiro.)

No relato de João sobre a alimentação dos 5.000 (João 6:1-15), André é o discípulo que encontra o menino com cinco pães e dois peixes. Aparentemente, João foi o único escritor do evangelho que se importou o suficiente para narrar o episódio.

Mais tarde, quando um grupo de gregos queria ver Jesus, eles foram até Filipe e, por qualquer motivo, Filipe adiou a decisão a André:

“Ora, havia alguns gregos entre os que subiram para adorar na festa. Eles vieram a Filipe, que era de Betsaida da Galileia, com um pedido. ‘Senhor’, eles disseram, ‘nós gostaríamos de ver Jesus’. Filipe foi contar a André; André e Filipe, por sua vez, contaram a Jesus”. — João 12:20–22

Em Marcos 13, Pedro, Tiago, João e André compartilham um momento privado com Jesus e perguntam a ele sobre a destruição do templo (Marcos 13:3-4). Como Pedro, Tiago e João são claramente os discípulos mais próximos de Jesus, isso sugere que André também era muito importante para Jesus. Isso, mais o fato de que Filipe queria que André decidisse o que fazer com os gregos em João 12, poderia indicar que André ocupava uma posição de liderança entre os discípulos.

Bíblia não nos diz muito mais sobre André. E embora haja muita tradição da igreja para preencher detalhes sobre sua vida e ministério, muito disso está enraizado em lendas e textos apócrifos que foram escritos sobre ele mais tarde. No entanto, Eusébio de Cesareia, o pai da história da igreja nos diz que Orígenes (um estudioso do segundo e terceiro século) afirmou que André foi enviado para a Cítia (uma região antiga na Eurásia central).

Como André morreu?

A tradição afirma que André foi crucificado na cidade grega de Patras por volta de 60 dC. e que, como Pedro, ele não se considerava digno de morrer da mesma maneira que Jesus.

Em vez disso, ele foi amarrado a uma cruz em forma de X, que se tornou um símbolo conhecido como Cruz de Santo André. De acordo com Atos de André (um texto apócrifo), ele ficou pendurado lá por três dias, pregando o tempo todo.

Leitura de hoje será Êxodo 19 e 20

Êxodo 19

1 Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia chegaram ao deserto de Sinai,

2 Porque partiram de Refidim e entraram no deserto de Sinai, onde se acamparam. Israel, pois, ali se acampou em frente ao monte.

3 E subiu Moisés a Deus, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó, e anunciarás aos filhos de Israel:

4 Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;

5 Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.

6 E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

7 E veio Moisés, e chamou os anciãos do povo, e expôs diante deles todas estas palavras, que o Senhor lhe tinha ordenado.

8 Então todo o povo respondeu a uma voz, e disse: Tudo o que o Senhor tem falado, faremos. E relatou Moisés ao Senhor as palavras do povo.

9 E disse o Senhor a Moisés: Eis que eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça, falando eu contigo, e para que também te creiam eternamente. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao Senhor.

10 Disse também o Senhor a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles as suas roupas,

11 E estejam prontos para o terceiro dia; porquanto no terceiro dia o Senhor descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o monte Sinai.

12 E marcarás limites ao povo em redor, dizendo: Guardai-vos, não subais ao monte, nem toqueis o seu termo; todo aquele que tocar o monte, certamente morrerá.

13 Nenhuma mão tocará nele; porque certamente será apedrejado ou asseteado; quer seja animal, quer seja homem, não viverá; soando a buzina longamente, então subirão ao monte.

14 Então Moisés desceu do monte ao povo, e santificou o povo; e lavaram as suas roupas.

15 E disse ao povo: Estai prontos ao terceiro dia; e não vos chegueis a mulher.

16 E aconteceu que, ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial.

17 E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.

18 E todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente.

19 E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia em voz alta.

20 E, descendo o Senhor sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou o Senhor a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.

21 E disse o Senhor a Moisés: Desce, adverte ao povo que não traspasse o termo para ver o Senhor, para que muitos deles não pereçam.

22 E também os sacerdotes, que se chegam ao Senhor, se hão de santificar, para que o Senhor não se lance sobre eles.

23 Então disse Moisés ao Senhor: O povo não poderá subir ao monte Sinai, porque tu nos tens advertido, dizendo: Marca termos ao redor do monte, e santifica-o.

24 E disse-lhe o Senhor: Vai, desce; depois subirás tu, e Arão contigo; os sacerdotes, porém, e o povo não traspassem o termo para subir ao Senhor, para que não se lance sobre eles.

25 Então Moisés desceu ao povo, e disse-lhe isto.

Êxodo 20

1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:

2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

3 Não terás outros deuses diante de mim.

4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.

10 Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.

11 Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

13 Não matarás.

14 Não adulterarás.

15 Não furtarás.

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

18 E todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando; e o povo, vendo isso retirou-se e pôs-se de longe.

19 E disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos: e não fale Deus conosco, para que não morramos.

20 E disse Moisés ao povo: Não temais, Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis.

21 E o povo estava em pé de longe. Moisés, porém, se chegou à escuridão, onde Deus estava.

22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que, dos céus, eu falei convosco.

23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós.

24 Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas, e as tuas vacas; em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei.

25 E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás.

26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que a tua nudez não seja descoberta diante deles.

Leitura de hoje será Êxodo 17 e 18

Êxodo 17

1 Depois toda a congregação dos filhos de Israel partiu do deserto de Sim pelas suas jornadas, segundo o mandamento do Senhor, e acampou em Refidim; não havia ali água para o povo beber.

2 Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao Senhor?

3 Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado?

4 E clamou Moisés ao Senhor, dizendo: Que farei a este povo? Daqui a pouco me apedrejará.

5 Então disse o Senhor a Moisés: Passa diante do povo, e toma contigo alguns dos anciãos de Israel; e toma na tua mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai.

6 Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel.

7 E chamou aquele lugar Massá e Meribá, por causa da contenda dos filhos de Israel, e porque tentaram ao Senhor, dizendo: Está o Senhor no meio de nós, ou não?

8 Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim.

9 Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.

10 E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão, e Hur subiram ao cume do outeiro.

11 E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia.

12 Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs.

13 E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada.

14 Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus.

15 E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA.

16 E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração.

Êxodo 18

1 Ora Jetro, sacerdote de Midiã, sogro de Moisés, ouviu todas as coisas que Deus tinha feito a Moisés e a Israel seu povo, como o SENHOR tinha tirado a Israel do Egito.

2 E Jetro, sogro de Moisés, tomou a Zípora, a mulher de Moisés, depois que ele lha enviara,

3 Com seus dois filhos, dos quais um se chamava Gérson; porque disse: Eu fui peregrino em terra estranha;

4 E o outro se chamava Eliézer; porque disse: O Deus de meu pai foi por minha ajuda, e me livrou da espada de Faraó.

5 Vindo, pois, Jetro, o sogro de Moisés, com seus filhos e com sua mulher, a Moisés no deserto, ao monte de Deus, onde se tinha acampado,

6 Disse a Moisés: Eu, teu sogro Jetro, venho a ti, com tua mulher e seus dois filhos com ela.

7 Então saiu Moisés ao encontro de seu sogro, e inclinou-se, e beijou-o, e perguntaram um ao outro como estavam, e entraram na tenda.

8 E Moisés contou a seu sogro todas as coisas que o Senhor tinha feito a Faraó e aos egípcios por amor de Israel, e todo o trabalho que passaram no caminho, e como o Senhor os livrara.

9 E alegrou-se Jetro de todo o bem que o Senhor tinha feito a Israel, livrando-o da mão dos egípcios.

10 E Jetro disse: Bendito seja o Senhor, que vos livrou das mãos dos egípcios e da mão de Faraó; que livrou a este povo de debaixo da mão dos egípcios.

11 Agora sei que o Senhor é maior que todos os deuses; porque na coisa em que se ensoberbeceram, os sobrepujou.

12 Então Jetro, o sogro de Moisés, tomou holocausto e sacrifícios para Deus; e veio Arão, e todos os anciãos de Israel, para comerem pão com o sogro de Moisés diante de deus.

13 E aconteceu que, no outro dia, Moisés assentou-se para julgar o povo; e o povo estava em pé diante de Moisés desde a manhã até à tarde.

14 Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, disse: Que é isto, que tu fazes ao povo? Por que te assentas só, e todo o povo está em pé diante de ti, desde a manhã até à tarde?

15 Então disse Moisés a seu sogro: É porque este povo vem a mim, para consultar a Deus;

16 Quando tem algum negócio vem a mim, para que eu julgue entre um e outro e lhes declare os estatutos de Deus e as suas leis.

17 O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes.

18 Totalmente desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo; porque este negócio é mui difícil para ti; tu só não o podes fazer.

19 Ouve agora minha voz, eu te aconselharei, e Deus será contigo. Sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus;

20 E declara-lhes os estatutos e as leis, e faze-lhes saber o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer.

21 E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez;

22 Para que julguem este povo em todo o tempo; e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo.

23 Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo em paz irá ao seu lugar.

24 E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto tinha dito;

25 E escolheu Moisés homens capazes, de todo o Israel, e os pôs por cabeças sobre o povo; maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta e maiorais de dez.

26 E eles julgaram o povo em todo o tempo; o negócio árduo trouxeram a Moisés, e todo o negócio pequeno julgaram eles.

27 Então despediu Moisés o seu sogro, o qual se foi à sua terra.

PERSEGUIÇÃO: Nova lei na China torna cultos e reuniões de igrejas online ilegais

A organização Portas Abertas informou que uma nova lei entrou em vigor na China, que torna ilegais reuniões e cultos online de igrejas. A organização afirma que a medida serve para controlar ainda mais os cristãos no país, que está entre os que mais perseguem os evangélicos.

O grupo também analisou que o acesso legal a internet só será concedido aos que os chineses definem como Cinco Religiões Autorizadas. A Igreja Católica Romana e outras três religiões consideradas protestantes estão incluídas na lista. Ainda assim, tais denominações terão seus conteúdos monitorados pelas autoridades para garantir que tudo estará de acordo com o governo chinês.

– Já observamos que em nossa área, as reuniões online com um grande número de participantes desapareceram. Até agora, conseguimos realizar pequenas reuniões online, com alguns membros da igreja participando de cada vez. Continuaremos nossas reuniões online, onde houver espaço. vamos dar um jeito – afirmou uma fonte do Portas Abertas.

As igrejas que descumprirem a lei podem ser punidas com advertências administrativas.

– O Partido há muito vê a religião como uma ameaça em potencial. Quando percebeu que não podia acabar com os cristãos no país, tentou contê-lo. Eles temem que os cristãos sejam leais a outra instituição ou tenham outra devoção que não seja ao Partido Comunista Chinês – afirmou Marco Cruz, secretário-geral da Portas Abertas Brasil.

Militares são batizadas em lago congelado: “Não queria esperar para mostrar o que Deus fez”

O dia 12 de fevereiro se tornou memorável para duas cadetes da Academia Militar dos Estados Unidos (USMA), após serem batizadas nas águas geladas no rio Hudson em temperatura abaixo de zero, em Nova York. Brooke Parker e Zhaoxin Ma não conseguiram esperar o clima mais quente da primavera para testemunhar sua fé em Cristo e sua nova vida por meio dele.

As jovens, que se preparam para serem militares no exército americano, também tinham outra opção: se batizar em um batistério localizado no porão de uma capela do campus. Mas as duas cadetes sentiram que essa não era a escolha certa.

“O porão quase parecia esconder minha fé, pois poucas pessoas poderiam participar e celebrar comigo as coisas boas que Deus fez. Isso eliminaria uma grande oportunidade de compartilhar Cristo com outras pessoas”, explicou Brooke em entrevista ao Baptist Press.

Zhaoxin também estava ansiosa para testemunhar sua nova fé. “Eu não queria esperar mais para mostrar aos outros o que Deus fez por mim e o que Deus pode fazer, e é por isso que escolhi ser batizado nas águas geladas”, disse ela. “Eu não podia esperar mais para proclamar a Deus que sou Dele, o acolho em meu coração e quero segui-lo”.

Assim, no dia 12 de fevereiro, Brooke e Zhaoxin foram batizadas no quase congelado rio Hudson pelo diretor do Baptist Campus Ministry Joshua Austin, na presença de 60 pessoas, dando testemunho público de sua fé em Jesus.

“Elas aproveitaram corajosamente todas as oportunidades para contar aos outros o que o batismo significa e o que Cristo fez em suas vidas”, disse Austin, antes de batizar as estudantes nas “águas dolorosamente geladas”.

Encontrando Jesus na Academia Militar

As duas cadetes conheceram o Evangelho na Academia Militar através da capelania da instituição e do Baptist Campus Ministry, um ministério para estudantes universitários.

Zhaoxin Ma entrou para a Academia Militar buscando sucesso e realização, mas encontrou dificuldades e passou a lutar com sua autoestima, desenvolvendo depressão e ansiedade. Um amigo, preocupado com sua situação, perguntou se ela já havia considerado buscar ajuda em Deus.

“No começo, eu ri e disse a ele o quão estúpido eu achava isso e como a evolução e a ciência faziam muito mais sentido. Mas ele me contou sua história e, embora eu não acreditasse em Deus na época, o pensamento foi plantado na minha cabeça”, contou Ma.

A jovem começou a frequentar os cultos da capela da Academia e os encontros da Baptist Campus Ministry. Logo depois, sua saúde mental piorou e ela precisou ser hospitalizada por 12 dias. Na biblioteca do hospital, Zhaoxin encontrou uma Bíblia e passou a lê-la, e quando recebeu alta, decidiu buscar ajuda espiritual do capelão do campus, o major José Rondon.

“Algo dentro de mim me disse que era hora, e naquele dia, o capelão Rondon me ajudou a abrir meu coração para Jesus, e palavras não podem descrever a quantidade de alívio e alegria que senti naquele dia. Chorei sabendo que consegui, que há esperança de um futuro melhor e uma vida melhor”, testemunhou Ma.

Brooke Parker também teve um encontro com Cristo na Academia Militar. Embora ela tenha crescido num lar cristão, o mau testemunho de sua família e de cristãos ao seu redor fizeram a jovem ter dificuldades em crer em Deus.

Mas, durante seu treinamento militar, Brooke conheceu verdadeiros crentes que lhe mostraram como era seguir Jesus. “Com o tempo, Deus mudou minha atitude para uma atitude de arrependimento e desenvolveu um desejo em mim de estar mais perto dele. À medida que orava mais sobre isso, senti Deus me pedindo para ser batizada e me dizendo que eu não tinha motivos para me envergonhar ou hesitar”, disse Parker.

Brooke e Zhaoxin se conheceram no discipulado do Baptist Campus Ministry e o desejo de ambas em se batizar se encontraram. “Deus usou ainda mais meu batismo para tornar seu nome maior. Na semana seguinte ao evento, recebi muitos parabéns de completos estranhos. Minha esperança é que Deus tenha despertado algo em seus corações”, declarou Brooke.

Leitura de hoje será Êxodo 15 e 16

Êxodo 15

1 Então cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.

2 O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei.

3 O Senhor é homem de guerra; o Senhor é o seu nome.

4 Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho.

5 Os abismos os cobriram; desceram às profundezas como pedra.

6 A tua destra, ó Senhor, se tem glorificado em poder, a tua destra, ó Senhor, tem despedaçado o inimigo;

7 E com a grandeza da tua excelência derrubaste aos que se levantaram contra ti; enviaste o teu furor, que os consumiu como o restolho.

8 E com o sopro de tuas narinas amontoaram-se as águas, as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar.

9 O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; fartar-se-á a minha alma deles, arrancarei a minha espada, a minha mão os destruirá.

10 Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em veementes águas.

11 Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?

12 Estendeste a tua mão direita; a terra os tragou.

13 Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.

14 Os povos o ouviram, eles estremeceram, uma dor apoderou-se dos habitantes da Filístia.

15 Então os príncipes de Edom se pasmaram; dos poderosos dos moabitas apoderou-se um tremor; derreteram-se todos os habitantes de Canaã.

16 Espanto e pavor caiu sobre eles; pela grandeza do teu braço emudeceram como pedra; até que o teu povo houvesse passado, ó Senhor, até que passasse este povo que adquiriste.

17 Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó Senhor, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram.

18 O Senhor reinará eterna e perpetuamente;

19 Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e o Senhor fez tornar as águas do mar sobre eles; mas os filhos de Israel passaram em seco pelo meio do mar.

20 Então Miriã, a profetisa, a irmã de Arão, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças.

21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.

22 Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água.

23 Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara.

24 E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?

25 E ele clamou ao Senhor, e o Senhor mostrou-lhe uma árvore, que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou.

26 E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara.

27 Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto das águas.

Êxodo 16

1 E partindo de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois de sua saída da terra do Egito.

2 E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.

3 E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão.

4 Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.

5 E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia.

6 Então disseram Moisés e Arão a todos os filhos de Israel: À tarde sabereis que o Senhor vos tirou da terra do Egito,

7 E amanhã vereis a glória do Senhor, porquanto ouviu as vossas murmurações contra o Senhor. E quem somos nós, para que murmureis contra nós?

8 Disse mais Moisés: Isso será quando o Senhor à tarde vos der carne para comer, e pela manhã pão a fartar, porquanto o Senhor ouviu as vossas murmurações, com que murmurais contra ele. E quem somos nós? As vossas murmurações não são contra nós, mas sim contra o Senhor.

9 Depois disse Moisés a Arão: Dize a toda a congregação dos filhos de Israel: Chegai-vos à presença do Senhor, porque ouviu as vossas murmurações.

10 E aconteceu que, quando falou Arão a toda a congregação dos filhos de Israel, e eles se viraram para o deserto, eis que a glória do Senhor apareceu na nuvem.

11 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:

12 Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel. Fala-lhes, dizendo: Entre as duas tardes comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão; e sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus.

13 E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã jazia o orvalho ao redor do arraial.

14 E quando o orvalho se levantou, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra.

15 E, vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Disse-lhes pois Moisés: Este é o pão que o Senhor vos deu para comer.

16 Esta é a palavra que o Senhor tem mandado: Colhei dele cada um conforme ao que pode comer, um ômer por cabeça, segundo o número das vossas almas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda.

17 E os filhos de Israel fizeram assim; e colheram, uns mais e outros menos.

18 Porém, medindo-o com o ômer, não sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco; cada um colheu tanto quanto podia comer.

19 E disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para amanhã.

20 Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, antes alguns deles deixaram dele para o dia seguinte; e criou bichos, e cheirava mal; por isso indignou-se Moisés contra eles.

21 Eles, pois, o colhiam cada manhã, cada um conforme ao que podia comer; porque, aquecendo o sol, derretia-se.

22 E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.

23 E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã.

24 E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal nem nele houve algum bicho.

25 Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não o achareis no campo.

26 Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.

27 E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam.

28 Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?

29 Vede, porquanto o Senhor vos deu o sábado, portanto ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.

30 Assim repousou o povo no sétimo dia.

31 E chamou a casa de Israel o seu nome maná; e era como semente de coentro branco, e o seu sabor como bolos de mel.

32 E disse Moisés: Esta é a palavra que o Senhor tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito.

33 Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor, para guardá-lo para as vossas gerações.

34 Como o Senhor tinha ordenado a Moisés, assim Arão o pôs diante do Testemunho, para ser guardado.

35 E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos termos da terra de Canaã.

36 E um ômer é a décima parte do efa.

Como a China atua para “provar” que Deus não existe

Um livro chamado “Os Princípios do Ateísmo Científico”, de Li Shen, está sendo usado e promovido pelo regime comunista da China para promover princípios ateus marxistas.

De acordo com o Bitter Winter, a campanha segue instruções vindas diretamente do ditador Xi Jinping e do Comitê Central do Partido Comunista Chinês.

Li argumenta que Deus não criou criaturas vivas, mas criaturas vivas criaram Deus, mencionando “criaturas vivas” ao invés de falar em humanos porque acredita que os animais também podem acreditar em Deus.

Como exemplo, ele argumenta que os cães domésticos identificam Deus com seus donos, mas não explica como ele tem conhecimento da psicologia canina ou da “teologia” canina.

Ele usa como exemplo Friedrich Engels, co-fundador do socialismo científico ou marxismo, teria se aprofundado mais na “teologia”em que os cães supostamente acreditam.

De acordo com sua teoria falaciosa, os cães não se importam se os seus donos são bons cidadãos ou não, desde que eles sejam alimentados.

Assim, mesmo os maiores criminosos podem ser considerados deuses para seus cães bem alimentados.

Pode parecer que essa observação, mesmo vinda de um grande luminar como Engels, não prova muito se Deus existe ou não, mas essa não é a opinião de Li.

Na verdade, argumenta ele, os humanos mais primitivos funcionam muito como os cães de Engels.

Li afirma que enquanto os cães consideram os humanos como deuses, os humanos antigos afundaram ainda mais porque consideravam os cães e outros animais como deuses.

No entanto, estudiosos apontam que quando certas culturas fizeram imagens dos deuses semelhantes a animais, elas não estavam adorando os animais, nem as estátuas, mas os deuses ou forças dos quais os animais eram os símbolos.

A evolução humana interpretada através das leis do materialismo histórico marxista, continua Li, mostra que os humanos evoluíram do primeiro estágio, adorando animais, para outros quatro estágios subsequentes.

rimeiro, eles adoravam “demônios”, entidades que eles criaram combinando características animais e humanas. Em segundo lugar, eles adoravam humanos, às vezes heróis ou reis falecidos e às vezes personagens fictícios semelhantes a humanos, como as deusas e deuses gregos. Terceiro, eles tentaram imaginar entidades que eram puramente espirituais e os chamaram de deuses.

O estado mais avançado de crença religiosa, e aquele que se manifestou primeiramente na Ásia Oriental, ou assim acredita Li, é aquele em que um suposto fundamento místico invisível e não representável de tudo o que existe é adorado como deus.

O filósofo alemão pré-marxista Ludwig Feuerbach, diz Li, parou nessa resposta, que explica os fundadores das religiões, mas ainda não explica por que as massas acreditam nelas.

Na sua visão, Marx e Engels também responderam a esta última pergunta. Eles alegaram que as massas sofredoras e exploradas têm necessidades que não são satisfeitas pelos ricos, que não se importam, nem pelos burgueses liberais ou reformadores humanitários, que não entendem o cerne do problema.

Somente o marxismo explica as raízes dessas necessidades e oferece aos proletários a resposta revolucionária que resolve seus problemas. Quando esta resposta for dada, a necessidade de Deus desaparecerá.

No entanto, a China mostra o contrário. Milhões de crentes preferem ir para a cadeia em vez de entregar suas crenças. É por isso que a própria China é, apesar dos argumentos do professor Li, a melhor evidência de que Marx e Engels estavam errados.

Leitura de hoje será Êxodo 13 e 14

Êxodo 13

1 Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2 Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é.

3 E Moisés disse ao povo: Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saístes do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte o Senhor vos tirou daqui; portanto não comereis pão levedado.

4 Hoje, no mês de Abibe, vós saís.

5 E acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, e dos heteus, e dos amorreus, e dos heveus, e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais que te daria, terra que mana leite e mel, guardarás este culto neste mês.

6 Sete dias comerás pães ázimos, e ao sétimo dia haverá festa ao Senhor.

7 Sete dias se comerá pães ázimos, e o levedado não se verá contigo, nem ainda fermento será visto em todos os teus termos.

8 E naquele mesmo dia farás saber a teu filho, dizendo: Isto é pelo que o Senhor me tem feito, quando eu saí do Egito.

9 E te será por sinal sobre tua mão e por lembrança entre teus olhos, para que a lei do Senhor esteja em tua boca; porquanto com mão forte o Senhor te tirou do Egito.

10 Portanto tu guardarás este estatuto a seu tempo, de ano em ano.

11 Também acontecerá que, quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, como jurou a ti e a teus pais, quando ta houver dado,

12 Separarás para o Senhor tudo o que abrir a madre e todo o primogênito dos animais que tiveres; os machos serão do Senhor.

13 Porém, todo o primogênito da jumenta resgatarás com um cordeiro; e se o não resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; mas todo o primogênito do homem, entre teus filhos, resgatarás.

14 E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? Dir-lhe-ás: O Senhor nos tirou com mão forte do Egito, da casa da servidão.

15 Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito do homem até o primogênito dos animais; por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos; porém a todo o primogênito de meus filhos eu resgato.

16 E será isso por sinal sobre tua mão, e por frontais entre os teus olhos; porque o Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito.

17 E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, que estava mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito.

18 Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto do Mar Vermelho; e armados, os filhos de Israel subiram da terra do Egito.

19 E Moisés levou consigo os ossos de José, porquanto havia este solenemente ajuramentado os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará; fazei, pois, subir daqui os meus ossos convosco.

20 Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto.

21 E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite.

22 Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite.

Êxodo 14

1 Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2 Fala aos filhos de Israel que voltem, e que se acampem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom; em frente dele assentareis o campo junto ao mar.

3 Então Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra, o deserto os encerrou.

4 E eu endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, e saberão os egípcios que eu sou o Senhor. E eles fizeram assim.

5 Sendo, pois, anunciado ao rei do Egito que o povo fugia, mudou-se o coração de Faraó e dos seus servos contra o povo, e disseram: Por que fizemos isso, havendo deixado ir a Israel, para que não nos sirva?

6 E aprontou o seu carro, e tomou consigo o seu povo;

7 E tomou seiscentos carros escolhidos, e todos os carros do Egito, e os capitães sobre eles todos.

8 Porque o Senhor endureceu o coração de Faraó, rei do Egito, para que perseguisse aos filhos de Israel; porém os filhos de Israel saíram com alta mão.

9 E os egípcios perseguiram-nos, todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros e o seu exército, e alcançaram-nos acampados junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Zefom.

10 E aproximando Faraó, os filhos de Israel levantaram seus olhos, e eis que os egípcios vinham atrás deles, e temeram muito; então os filhos de Israel clamaram ao Senhor.

11 E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito?

12 Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto.

13 Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver.

14 O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.

15 Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.

16 E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.

17 E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros,

18 E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros.

19 E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles.

20 E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.

21 Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.

22 E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.

23 E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar.

24 E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o Senhor, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios.

25 E tirou-lhes as rodas dos seus carros, e dificultosamente os governavam. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor por eles peleja contra os egípcios.

26 E disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.

27 Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar retornou a sua força ao amanhecer, e os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele, e o Senhor derrubou os egípcios no meio do mar,

28 Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou.

29 Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda.

30 Assim o Senhor salvou Israel naquele dia da mão dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.

31 E viu Israel a grande mão que o Senhor mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao Senhor, e creu no Senhor e em Moisés, seu servo.