
O Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Gonçalves Dias, lançou o Programa Maranhão Sem Queimadas, na ultima quarta-feira (04), que busca reforçar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais durante o período de estiagem.
A programação em Gonçalves Dias ocorreu no auditório da Prefeitura, que contou com a presença da vice prefeita Josilda Andrade, do secretário de meio ambiente Samuel,do secretário de comunicação Nyno, onde aconteceu uma capacitação para manejo do fogo, orientações sobre o decreto estadual.
“As queimadas estão acontecendo, e nós estamos aqui buscando conscientizar a população de que as queimadas não são boas para a população. O Estado está entregando alguns equipamentos, mas o mais importante é a conscientização da população, na hora de atear fogo, e a queimada não é boa para a natureza”, afirma Samuel, secretário de Meio Ambiente de Gonçalves Dias.
“Esta ação é importante, mas o mais importante é a sociedade ser vigilante. Muita gente não quer saber, e uma ponta de cigarro gera uma grande agressão para a natureza”, explica um dos participantes do evento.

Conforme o Decreto nº 40.148, de 11 de julho de 2025, fica proibido o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais entre os dias 1º de julho e 15 de novembro. O uso do fogo em áreas destinadas à agricultura e à pecuária sem autorização do órgão competente é considerado crime, sujeito a pena de prisão e pagamento de multa. Para denúncias, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros (193).
O Maranhão Sem Queimadas é desenvolvido de forma integrada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), órgãos municipais, estaduais, federais e sociedade civil, e visa proteger o meio ambiente, a saúde da população e a economia local, contribuindo para a preservação do patrimônio natural do Maranhão.


A Rede Sol Fuel Distribuidora, que possui contratos públicos que somam R$ 424 milhões, está no centro de uma investigação da Operação Carbono Oculto. O empresário Valdemar de Bortoli Júnior, proprietário da empresa, é acusado de estar ligado a fraudes e lavagem de capitais. A operação é conduzida pelo Ministério Público de São Paulo, Polícia Federal e Receita Federal.






