Dupla de de criminosos é presa em Timon após cometerem assalto

Dois homens foram presos em flagrante pela Polícia Civil do Maranhão na manhã da última segunda-feira (30), ambos acusados pelos crimes de roubo e posse ilegal de arma de fogo no município de Timon.

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Timon, policiais civis estavam em uma diligência nas mediações do posto fiscal do bairro Parque Alvorada, quando identificaram um veículo em alta velocidade indo em direção ao centro da cidade.

Durante monitoração do veículo, o carro estacionou no acostamento e dois homens desceram de forma apressada em direção à rua Tiradentes do bairro Cidade Nova I. Ao perceberem que poderiam ser abordados, os acusados empreenderam fuga a pé, no entanto, rapidamente foram capturados pelos oficiais.

Ao averiguar a situação, foi localizado duas armas de fogo com um dos suspeitos, sendo uma pistola calibre .40 e um revólver calibre .22, ambos carregados. Já com o outro criminoso foi encontrado a chave do veículo roubado.

Após o veículo roubado ser apresentado na Central de Flagrantes, a proprietária compareceu à delegacia e informou à autoridade policial que havia sido vítima de roubo na BR226 há poucos minutos, confirmando ser dela o veículo roubado e encontrado na posse dos criminosos. Os assaltantes foram reconhecidos em outros crimes que também estão sendo investigados pela Polícia Civil.

2 irmãos morrem e 4 parentes são internados após comerem peixe

Os irmãos Manoel Leandro da Silva, de 18 anos, e Igno Davi da Silva, de 1 ano e 8 meses, morreram após ingestão de um peixe com arroz, nesta quarta-feira (1°). A comida teria sido consumida por nove pessoas da mesma família, na cidade de Parnaíba, no litoral do Piauí. Todos passaram mal. Quatro vítimas seguem hospitalizadas. A suspeita da Polícia Civil é de que eles teriam comido alimentos supostamente envenenados.

Manoel morreu na ambulância, antes mesmo de chegar à unidade de saúde. Já nesta quinta (2), o Hospital Regional Dirceu Arcoverde (Heda) confirmou a morte de Igno.

Em nota, o Heda informou que outras duas vítimas, internadas em estado gravíssimo, de 3 e 4 anos, serão transferidas para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) com o apoio do SAMU Aéreo. As transferências devem ocorrer na tarde desta sexta (3). Uma terceira criança, de 11 anos, tem quadro estável, e uma adulta segue recebendo cuidados intensivos.

Testemunhas alertaram à polícia que um casal teria doado peixes e cesta básica para a família no dia 31 de dezembro. Porém, os alimentos só foram consumidos no dia seguinte. Logo após a ingestão da comida, todos começaram a ter convulsões.

Ao chegar no hospital, as vítimas apresentaram os mesmos sintomas: frequência cardíaca abaixo do normal e rebaixamento de nível de consciência. A unidade de saúde está em contato com o Instituto Médico-Legal para apurar as substâncias encontradas no organismo das vítimas.

INVESTIGAÇÃO
Equipes da Polícia Científica do Piauí foram à casa da família para coletar amostras de alimentos e investigar a existência de alguma substância tóxica nos peixes e nas comidas encontradas na residência. Amostras de sangue e de urina foram coletadas dos cadáveres e das outras pessoas que ingeriram os alimentos. A polícia também coletou a água da lagoa, onde os peixes teriam sido pescados, para ser analisada.

O delegado que investiga o caso, Abimael Silva, informou que o casal que fez a doação se apresentou de forma espontânea à polícia para dar esclarecimentos. Eles doaram diversas cestas básicas no bairro e cerca de 30 quilos de peixes, da espécie manjuba, que haviam sido fornecidos pela associação de pescadores. Não há relatos de outras pessoas que receberam os alimentos terem passado mal.

Silva ainda diz que o arroz consumido pela família não foi o mesmo doado. O alimento ingerido teria sido requentado, pois havia sido preparado na casa na noite anterior.

HISTÓRICO
Em agosto do ano passado, duas crianças da mesma família também teriam sofrido envenenamento. O bebê de 1 ano e 8 meses que morreu agora é irmão dos meninos Ulisses Gabriel e João Miguel, que faleceram após a ingestão de cajus envenenados.

A suspeita do crime, Lucélia Maria da Conceição Silva, de 52 anos, era vizinha das crianças e foi indiciada por homicídio qualificado. Não se sabe ainda se há relação entre os episódios.

*AE

Baleado na cabeça por pisar no pé de traficante tem morte cerebral

Kauan Galdino Florêncio Pereira, de 18 anos, baleado na cabeça após pisar no pé de um traficante, durante baile funk, teve morte cerebral confirmada na noite desta quinta-feira (2).

A informação foi divulgada pelo Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense (RJ), onde o jovem estava internado.

A família do jogador de futebol amador foi informada do óbito quando chegou ao hospital, na manhã desta sexta-feira (3).

Kauan atuava como goleiro e sonhava em trabalhar na área. Na madrugada da última quarta-feira (1°), ele estava em um evento de Queimados comemorando a chegada do novo ano, quando pisou no pé do gerente do tráfico de drogas da comunidade São Simão, conhecido como De Ferro.

Segundo testemunhas, o suspeito exigiu que Kauan pedisse desculpas. No entanto, o jovem teria ficado nervoso e não fez o que o criminoso ordenou.

Atingido na cabeça por uma arma de fogo, ele foi levado às pressas para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Queimados, mas teve que ser transferido para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, devido à gravidade de seu quadro de saúde.

O caso está sob a investigação da 55ª DP (Queimados).

Prefeito Chiquinho FC encontra saúde de Codó em estado crítico e promete soluções

Em seus primeiros dias de mandato, o prefeito Chiquinho FC tem realizado uma série de visitas às unidades básicas de saúde de Codó, revelando um cenário preocupante para a população. Durante as inspeções no HGM e UBS, o gestor municipal identificou diversos problemas, como falta de equipamentos, infraestrutura precária e sistemas de climatização inoperantes.

HGM

O Hospital Geral Municipal foi um dos pontos mais críticos da visita. Acompanhado da diretora Rossana Araújo e do secretário de saúde Dr. Suelson Sales, o prefeito constatou a necessidade urgente de reparos em diversos setores da unidade. “A saúde de Codó quase que na sua totalidade, está na UTI”, afirmou Chiquinho FC.

 

Plano de ação

Diante da gravidade da situação, o prefeito anunciou a criação de uma equipe técnica para elaborar um plano de ação com o objetivo de solucionar os problemas identificados nas unidades de saúde. Engenheiros e técnicos já estão trabalhando para avaliar a infraestrutura dos locais e definir as medidas necessárias para a recuperação dos serviços.

Prioridade

A saúde da população codoense é uma das principais prioridades da nova gestão. Chiquinho FC ressaltou a importância de oferecer um atendimento de qualidade aos codoenses. “Não vamos medir esforços para melhorar a saúde do nosso município”, disse o prefeito.

Visitas continuam até segunda-feira (6)

As visitas do prefeito às unidades de saúde de Codó devem continuar até a próxima segunda-feira (06). A expectativa é que, ao final das inspeções, seja apresentado um diagnóstico completo da situação e um cronograma detalhado das ações a serem implementadas.

Ascom/PMC

Dólar sobe e passa de R$ 6,20 no primeiro pregão de 2025

Processed with VSCO with f2 preset

O dólar abriu nesta quinta-feira (2), o primeiro pregão de 2025, em alta na comparação com o real, refletindo tanto dados apontando enfraquecimento da atividade industrial da China – um sinal negativo para as exportações brasileiras – quanto a permanência de preocupações sobre o cenário fiscal doméstico.

– Quando se olha os PMIs, os países exportadores de commodities têm menos espaço para ganhar dólar. E olhando para a questão interna, ainda tem muito ruído doméstico, uma dívida que vai continuar crescendo e o juro real acima de 7% – disse Victor Arduin, gerente em gestão de riscos para energia e câmbio na Hedgepoint Global Markets.

Por volta das 9h55, o dólar à vista subia 0,63%, a R$ 6,2189, com máxima intradia de R$ 6,2267.

No mercado futuro, o dólar para fevereiro avançava 0,72%, a R$ 6,2490.

*AE

Número de pessoas em situação de rua cresce em 25% no Brasil

O número de pessoas vivendo em situação de rua em todo o Brasil aumentou aproximadamente 25%. Se em dezembro de 2023 havia 261.653 pessoas nesta situação, esse número chegou a 327.925 no final do ano passado. A informação é do levantamento mais recente divulgado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/POLOS-UFMG). O número apurado em dezembro de 2024 é 14 vezes superior ao registrado onze anos atrás, quando haviam 22.922 pessoas vivendo nas ruas no país.

O levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios.

A Região Sudeste é onde estão concentradas 63% das pessoas em situação de rua do país, com 204.714 pessoas, seguida da Região Nordeste, com 47.419 pessoas (14%).

O levantamento apontou ainda que sete em cada dez pessoas em situação de rua no país não terminaram o ensino fundamental e 11% encontra-se em condição de analfabetismo, dificultando o acesso das pessoas às oportunidades de trabalho geradas nas cidades.

*Com informações Agência Brasil

Fogos de artificio: desafio para pessoas com TEA e para animais

Todo fim de ano, uma operação especial é montada pela família de J. C. Souza, 14 anos. Ela tem espectro autista e tem hipersensibilidade, uma característica comum do TEA (Transtorno do Espectro Autista), em que o sistema nervoso tem dificuldade em processar estímulos sensoriais e ambientais, como luzes e barulhos.

Estudos estimam que entre 56% e 80% das pessoas com TEA apresentam hipersensibilidade. No entanto, a experiência sensorial varia de pessoa para pessoa e pode mudar ao longo do tempo. Algumas pessoas com autismo podem apresentar hipossensibilidade ou não ter sensibilidade em relação a algum aspecto.

Para pessoas no Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, como a de J.C., a chegada das festas de fim de ano pode trazer desafios significativos. Entre eles, os fogos de artifício frequentemente se destacam como uma fonte de desconforto, devido ao impacto sensorial causado pelo barulho intenso e pela luminosidade.

“Nós adequamos um espaço para que ela fique tranquila. Ela tem fones de ouvido, porque qualquer coisa fora do normal do mundinho dela, ela fica agitada, nervosa. Então, esse período é muito delicado para a gente, embora ela faça terapias que a ajudem com isso”, diz a mãe de J.C, que preferiu se identificar apenas como Maria Souza.

Nós adequamos um espaço para que ela fique tranquila. Ela tem fones de ouvido, porque qualquer coisa fora do normal do mundinho dela, ela fica agitada, nervosa. Então, esse período é muito delicado para a gente, embora ela faça terapias que a ajudem com isso

Sensibilidade auditiva e visual é comum

A sensibilidade auditiva e visual é comum em pessoas autistas, fazendo com que os ruídos imprevisíveis e as luzes piscantes dos fogos provoquem crises de ansiedade, pânico ou comportamentos de fuga. Essa situação é ainda mais desafiadora quando combinada com outras características das festas de fim de ano, como aglomerações, mudanças na rotina e exposição a estímulos variados, incluindo novos alimentos e interações sociais.

Para o docente do curso de psicologia da Wyden, Raimundo Fabrício Paixão Albuquerque, durante as festas, empatia e inclusão são palavras-chave para proporcionar uma melhor experiência às pessoas autistas. “O ambiente social e físico deve se adaptar a elas, e não o contrário. Para tornar o período mais tranquilo e inclusivo, algumas estratégias podem ser adotadas. A família pode preparar a pessoa autista para as mudanças na rotina do período, explicando o que acontecerá, utilizando histórias sociais, cronogramas visuais ou ilustrações, o que ajuda a reduzir a ansiedade e pode evitar surpresas desagradáveis”, pontua.

O professor explica que, como as festividades podem ser sensorialmente sobrecarregastes, é importante reservar um local tranquilo onde a pessoa possa descansar quando necessário. Deve-se respeitar as preferências da pessoa autista, adaptando atividades, comidas e decorações para que ela se sinta confortável, mesmo que isso implique modificar algumas tradições familiares.

Segundo ele, se a pessoa participar de festas maiores ou encontros, é recomendável introduzir esses ambientes gradualmente, começando com visitas curtas ou com eventos menores antes de participar de celebrações mais longas.

“Se necessário, converse com os participantes sobre as necessidades específicas da pessoa autista. Leve itens que proporcionem segurança, como fones de ouvido para abafamento de ruídos ou brinquedos favoritos, que ajudam a pessoa a se acalmar em momentos de estresse. Embora as festividades tragam mudanças, deve-se manter a rotina habitual, como horários de refeições e sono, pois a previsibilidade traz estabilidade”, frisa.

De acordo com o professor de psicologia, é fundamental que cuidadores reservem momentos para seu próprio descanso e procurem apoio em grupos especializados, reconhecendo que quem cuida também precisa ser cuidado. Além disso, em relação ao uso de fogos de artifício tradicionais, a sociedade deve exercer maior empatia, especialmente com pessoas autistas, idosos e animais, que sofrem grande desconforto com o barulho intenso.

“Em relação aos fogos tradicionais, a sociedade precisa ter mais empatia com pessoas autistas, idosos e animais, pois esses fogos causam grande desconforto em diversos grupos. Na verdade, o poder público já deveria ter criado mecanismos legais para reduzir o uso desses materiais, que, com seus barulhos, só agradam a sujeitos sem empatia”, afirmou.

Animais também se afligem

Recentemente, a discussão sobre o uso de fogos de artifício silenciosos tem ganhado força. Algumas cidades já adotaram medidas que proíbem os fogos com estampido, considerando não apenas as pessoas autistas, mas também bebês, idosos e animais de estimação, que também são afetados negativamente pelo barulho.

No dia da celebração do Natal, o cachorro Charlie, da cantora Anitta, precisou ser resgatado por uma guarnição do Corpo de Bombeiros, após cavar um buraco e se esconder embaixo da casa, no desespero por medo dos fogos de artifício.

Situação parecida, mas não tão grave, enfrenta a professora Kátia Pereira. Todas as vezes que o cão Mussarela ouve o barulho de fogos ele chora, treme, e se enfia debaixo da cama por horas, até conseguir ser retirado de lá. “A gente fica com muita pena. Ele fica muito nervoso. E se tivesse como fugir de casa eu acho que ele fugiria. Acho que isso de fogos com barulho deve ser repensado”, disse Kátia.

Os cães têm a capacidade auditiva maior que a dos humanos e, para eles, barulhos acima de 60 decibéis, que equivale a uma conversa em tom alto, podem causar estresse físico e psicológico, segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).
Uma pesquisa do Grupo Petlove realizada com mais de 1200 tutores de cães e gatos, apontou que quase 85% dos pets brasileiros têm medo de fogos de artifício ou de barulhos altos.

A maioria dos pets, segundo os tutores participantes, apresenta mais de um sinal de que algo não vai bem quando esses eventos ocorrem, sendo que 72,7% dos afetados tentam se esconder em algum local mais seguro, 58,1% se mostram assustados ou “perdidos” no ambiente e 52,3% apresentam tremores decorrentes desta situação de pânico.

Teonilo do Garra é empossado para seu primeiro mandato em cerimônia oficial

Imagens : Bruno Holanda

Eleito com 1.404 votos 2,26% do total dos votos, o vereador Teonilo do Garra (MOBILIZA) tomou posse para o seu primeiro mandato como vereador, na tarde de quarta-feira, 1º de janeiro, na Camara Municipal de Codó. A cerimônia, presidida pelo vereador Domingos Reis, por ser o vereador mais idoso. Em entrevista ao blog Codo Noticias, agradeceu o apoio da família, e a confiança da população.
“A gente, de fato, vai precisar trabalhar com muita união pelos próximos quatro anos, colocando sempre à frente os anseios da população de Codo, pois é dessa forma que me comprometo a trabalhar. Precisamos colocar a vontade da população à frente das vontades políticas”, destacou.