Em atitude degradante, transição petista toma decisão inusitada e põe em “segredo” os próprios documentos

A equipe de transição do ex-presidiário Lula (PT) ficou semanas debruçada em cada ato do Governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), ao longo desses quatro anos de gestão.

A equipe avaliou decretos, portarias, realizou inúmeras reuniões, coletou documentos, concedeu entrevistas se dizendo ‘chocados’ com o que viram. Porém, na hora de detalhar os trabalhos e o que foi descoberto de tão ‘horripilante’, os petistas impuseram “sigilo à maior parte do material”, segundo o jornal O Globo.

Parece brincadeira, ironia, mas é isso mesmo! Boa parte do material projetado pelos 32 grupos de trabalho não poderá ser divulgado e analisado por especialistas ou pela imprensa porque Aloizio Mercadante, coordenador do programa de transição, determinou.

A desconfiança é tão grande entre os próprios integrantes da imensa equipe de transição petista, que todos foram obrigados a assinar uma espécie de termo de confidencialidade, garantindo não vazar informações para o público.

A nova regra pegou os participantes de surpresa. Alguns não concordaram, mas a cúpula do PT alegou que “os dados são sensíveis” e que o PT tem a obrigação de preservá-los. Por isso, apenas os ministros do terceiro mandato de Lula terão amplo, total e irrestrito conhecimento das informações.

Impor esse sigilo ao relatório “bombástico” cheio de acusações e não demonstrar nada é, no mínimo, chocante e inusitado.

 

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