A política econômica absurda de Lula e o inchaço da máquina pública

Reinaldo Polito – talvez o maior especialista em oratória do país – apelou para consciência dos aliados e assessores de Lula que suas atitudes e palavras irresponsáveis podem (eventualmente) destruir o país.

Reinaldo Polito – talvez o maior especialista em oratória do país – apelou para consciência dos aliados e assessores de Lula que suas atitudes e palavras irresponsáveis podem (eventualmente) destruir o país.

Em 2022, Bolsonaro entrega a Lula a economia brasileira muito estruturada, temos o melhor resultado Dívida/PIB em 22 anos.

E qual a resposta do futuro governo Lula?

Patrocinando a ‘PEC Fura Teto’ abrindo um credito de R$ 170 bilhões de reais para o próximo governo. Prevendo a catástrofe econômica, isentões como Armínio Fraga e Henrique Meirelles, começaram sutilmente se afastar de Lula e tudo isso antes mesmo da posse.

Polito reforça:

‘Desde que venceu as eleições, Lula não tem outro discurso que não seja o de promover a gastança. Os progressistas que não se embriagaram com a ideologia lulista estão assustados. Não acreditavam que as promessas de campanha do presidente eleito pudessem ser levadas a sério’.

O PT não dá refresco e já incha a máquina pública, com mais ministérios, mais cargos, congelando as privatizações, aumentado o peso do paquidérmico estado brasileiro, no lombo do contribuinte.

Só discordo do professor Polito quando ele aponta isso como um erro, um equívoco, ou até mesmo ignorância por parte de Lula e de sua equipe.

Não é. Isso é um método: o inchaço do governo, o aparelhamento com distribuição de cargos, aumento de gastos publicitários para silenciar a imprensa, é a mesma receita dos primeiros governos do PT – à época faltou o controle absoluto do Judiciário e das Forças Armadas. Me parece que Lula volta com determinação para corrigir esse ‘erro’.

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