Argentina tem maior alta de juros desde 2019 com escalada de inflação

BAS102. BUENOS AIRES (ARGENTINA), 30/08/2018.- Transeúntes observan y fotografían los paneles de las casas de cambio hoy, jueves 30 de agosto de 2018, en el centro de Buenos Aires (Argentina). El peso argentino perdía hoy un 4,05 % de su valor ante el dólar estadounidense en el mercado de cambios, a pesar de haber abierto la jornada estable, tras varios días de fuertes caídas y un ‘miércoles negro’ en el que se depreció un 8,15 %. Ayer, los mercados no reaccionaron positivamente al anuncio del presidente Mauricio Macri por la mañana de un acuerdo con el Fondo Monetario Internacional para adelantar un nuevo desembolso de fondos del crédito de 50.000 millones de dólares concedido en junio. EFE/David Fernández

O banco central da Argentina elevou sua taxa básica de juros nesta quinta-feira (16). Foi a maior alta em três anos, na esteira do amplo aumento de juros pelo banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve, e enquanto o país sul-americano combate uma inflação altíssima, em cerca de mais de 60%.

O BC elevou a taxa de referência Leliq em 300 pontos-base, para 52%, o aumento mais acentuado desde 2019, citando a crescente percepção de risco financeiro, a disparada dos preços globais e a necessidade de estimular a economia com o fortemente atingido peso local.

O movimento pela Argentina, que tem um dos mais altos níveis de inflação do mundo, ocorre à medida em que os bancos centrais do Brasil e da Europa também elevaram os juros para combater a alta dos preços.

“A alta nos juros age principalmente incentivando a economia em pesos”, disse o banco central argentino, acrescentando que continuará calibrando a política monetária conforme a inflação.

Fonte: Agencia Brasil

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