Canetas emagrecedoras: Anvisa investiga mortes por pancreatite

O Brasil investiga seis mortes por pancreatite que podem estar associadas ao uso de canetas emagrecedoras, segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os casos ainda são considerados suspeitos e envolvem medicamentos de grande circulação, como Ozempic, Mounjaro e Saxenda.

Um levantamento da autarquia, divulgado pelo site G1, aponta também mais de 200 casos de problemas relacionados ao pâncreas em usuários desses produtos. A apuração ainda está em andamento e a confirmação de eventual relação entre os remédios e as mortes pode levar anos.

A Anvisa alerta que as notificações mencionam os nomes comerciais, mas os casos podem estar relacionados a produtos falsificados, já que há registros de canetas falsificadas sendo vendidas como se fossem produtos oficiais. A pancreatite é uma inflamação do pâncreas que pode evoluir para quadros graves e fatais se não tratada adequadamente.

As farmacêuticas responsáveis pelos produtos oficiais afirmam que o risco de pancreatite já consta nas bulas. A Novo Nordisk, fabricante de Ozempic e Saxenda, destacou que há advertência para efeitos no pâncreas e orientação para interrupção do tratamento diante de suspeita da doença. A Eli Lilly, responsável pelo Mounjaro, também afirmou que a pancreatite é descrita como reação adversa incomum.

Autoridades sanitárias e especialistas ressaltam que, até o momento, não há recomendação para suspender o uso desses medicamentos. O que se reforça é a necessidade de prescrição adequada e acompanhamento médico contínuo. Outro ponto destacado é que ainda não é possível afirmar se os casos foram provocados pelas canetas ou por fatores preexistentes.

Lula deixa 45 mil estudantes deficientes visuais sem livros didáticos

A Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef) denunciou que mais de 45 mil alunos com deficiência visual – total ou parcial – estão iniciando o ano letivo sem os livros didáticos apropriados: em Braille. A responsabilidade é do Ministério da Educação (MEC).

De acordo com o jornal O Globo, se trata da primeira vez em 40 anos que o governo federal não apresenta um cronograma oficial tampouco garante orçamento para o material acessível.

O MEC foi procurado, mas tergiversou, dizendo que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) “possui contratos vigentes que asseguram o atendimento”, sem responder exatamente sobre o problema.

Mauro Conceição, diretor-geral do Instituto Benjamin Constant, órgão federal vinculado ao próprio MEC, disse que 2026 será um ano de “Braille zero”.

– Não haverá recursos para a produção, publicação e distribuição de livros em Braille e em tinta ampliada. O prejuízo nas escolas será enorme. Isso significa tirar a capacidade de aprendizagem em sua plenitude do aluno cego. Ele já tem a limitação da falta da visão: esse estudante aprende ouvindo e com as mãos. Se você não dispõe desse instrumento o aluno terá um déficit cognitivo irrecuperável – destacou.

O custo para atender todos os alunos cegos gira em torno de R$ 40 milhões, cerca de menos de 1% do orçamento total do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). De acordo com especialistas, a falta do recurso essencial pode causar um déficit cognitivo irrecuperável nos estudantes em fase de alfabetização.

– Quando uma criança aprende a ler e escrever, ela vê a letra “A” ou “B” e a associa a um som. O Braille funciona da mesma forma, mas a construção simbólica acontece pelo tato, assim como a Língua Brasileira de Sinais (Libras) funciona para a pessoa surda. Sem ele, você forma um analfabeto funcional. O livro digital é complementar, ninguém ignora outras tecnologias, mas elas não substituem o Braille no aprendizado da leitura e da escrita – disse o presidente da Abridef, Rodrigo Rosso.

A falta dos livros atinge estudantes de turmas regulares e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) em todo o país.

O MEC afirma que o edital para materiais didáticos em Braille voltados para o atendimento aos estudantes da EJA em 2026 está em andamento.

Programa Computadores para Inclusão certifica primeira turma de alunos em Codó

O município de Codó viveu, no domingo (08), um momento histórico para a educação e a inclusão digital com a solenidade de formatura da primeira turma dos cursos de informática básica e de montagem e manutenção de computadores, promovidos por meio do Instituto Gustavo Hessel (IGH).

A cerimônia foi realizada no Colégio Militar 2 de Julho e contou com a presença do prefeito Chiquinho FC (PT), do deputado estadual Francisco Nagib (PSB), do ex-ministro das Comunicações e deputado federal Juscelino Filho (União), do presidente do INAC e representante do IGH, Júlio Hessel, além de autoridades municipais, educadores e familiares dos alunos formandos.

Durante o curso, os participantes adquiriram conhecimentos teóricos e práticos nas áreas de informática básica e manutenção de computadores, com destaque para o processo de recondicionamento de equipamentos. A iniciativa promoveu duas importantes transformações: o reaproveitamento tecnológico e a qualificação profissional, ampliando as oportunidades de inserção dos alunos no mercado de trabalho.

A ação integra o Programa Computadores para Inclusão, do Governo Federal, por meio do Ministério das Comunicações, em parceria com o Instituto Gustavo Hessel e com o apoio da Prefeitura de Codó. O programa reforça o compromisso com a inclusão social, a democratização do acesso à tecnologia, a educação e o desenvolvimento local.

Durante a solenidade, as autoridades também realizaram a entrega de 12 computadores recondicionados, doados pelo Centro de Recondicionamento de Computadores. As entidades contempladas receberam, cada uma, três equipamentos, com o objetivo de ampliar o acesso à tecnologia e fortalecer as atividades desenvolvidas junto às comunidades atendidas.

A certificação dos alunos marcou a conclusão de um importante percurso formativo e simbolizou o reconhecimento da dedicação, do empenho e da perseverança demonstrados pelos formandos ao longo de sua trajetória de aprendizagem, consolidando mais um avanço para a educação e a inclusão digital no município de Codó.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Prefeitura de Codó realiza intervenção para melhorar o trânsito na Avenida João Ribeiro

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, deu início às obras de organização do trânsito na Avenida João Ribeiro, com a implantação de um semáforo e a abertura de um canteiro central. A intervenção tem como objetivo melhorar a trafegabilidade, garantir mais fluidez ao tráfego e proporcionar maior segurança para condutores e pedestres.

O prefeito Chiquinho FC (PT) esteve no local junto ao secretário municipal de Infraestrutura, Márcio Esmero, para acompanhar de perto o andamento das atividades e reforçar o compromisso da gestão municipal com a mobilidade urbana.

De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura, antes do início das obras foi realizado um estudo de trafegabilidade, que apontou um aumento significativo no fluxo de veículos, principalmente de carga, que circulam na região. O crescimento do tráfego é mais intenso no entorno da Trizidela, no sentido da saída da cidade, especialmente na área conhecida como “antigo corredor da folia”.

Com base nos dados levantados, foi elaborado um projeto de sinalização viária para o local, que inclui o redimensionamento do trajeto com o objetivo de evitar o tráfego de veículos na contramão e eliminar transtornos na malha viária. A proposta busca organizar melhor a circulação e reduzir riscos de acidentes.

Além das intervenções na Avenida João Ribeiro, a Prefeitura de Codó também realizará a reestruturação da sinalização em outros pontos da cidade. As ações visam melhorar o fluxo do trânsito de forma geral, garantindo mais segurança, conforto e tranquilidade para motoristas, ciclistas e pedestres, e promovendo avanços na mobilidade urbana do município.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Ruas de Codó são tomadas por alegria e tradição no Cortejo do Carnaval 2026

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, promoveu na sexta-feira (06) o Cortejo Carnavalesco do Carnaval 2026, com o tema “Folia, Cultura e Paixão”. O evento se consolidou como um grande encontro multicultural, celebrando a diversidade, a identidade e a alegria do povo codoense, além de resgatar tradições históricas do Carnaval de rua no município.

O cortejo reuniu famílias, amigos, artistas e brincantes em um momento de confraternização popular, levando o Carnaval para as ruas de Codó de forma espontânea e participativa. A concentração aconteceu na Rua Afonso Pena, de onde os foliões seguiram em desfile até a Praça da Prefeitura, embalados por música, dança e muita animação. O evento também contou com a presença do prefeito Chiquinho FC (PT), da vice-prefeita Cinthya Rolim, do secretário municipal de Cultura, Luís Claudino e do deputado estadual Francisco Nagib (PSB), reforçando o compromisso das autoridades com as pautas culturais do município.

A programação contou com diversas atrações culturais e musicais, entre elas a Banda Euterpe, o cantor Alex Brasil, Radiolas de Reggae, Banho de Axé, Blocos Afro e o tradicional Bloco Fofoliões. O público também pôde prestigiar a Feirinha Gastronômica e de Artesanato, além da participação do grupo Pegada EJAI, que trouxe dança e energia ao percurso do cortejo.

O evento foi realizado com o apoio e a parceria de várias secretarias e instituições municipais, fortalecendo a integração entre cultura, cidadania e inclusão social. O Instituto Histórico participou com ações voltadas ao resgate do Carnaval tradicional de rua; a Secretaria de Agricultura foi responsável pela estrutura da Feirinha Gastronômica e de Artesanato; a Secretaria de Desenvolvimento Social levou os serviços de convivência para idosos e adolescentes; a Secretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial marcou presença com participação ativa; a Secretaria da Mulher contou com a presença de grupos organizados; e a Secretaria de Educação participou por meio do grupo Pegada do EJAI.

Com a realização do Cortejo Carnavalesco do Carnaval 2026, a Prefeitura de Codó reafirma seu compromisso com a valorização da cultura popular, o resgate das tradições e a celebração da diversidade, fortalecendo o Carnaval como um dos maiores símbolos da identidade e da paixão do povo codoense.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Prefeitura de Codó entrega incentivos para blocos carnavalescos e fortalece a cultura local

A Prefeitura de Codó realizou, no último sábado (07), a entrega de incentivos financeiros a blocos carnavalescos do município, reforçando o apoio às manifestações culturais e contribuindo para o fortalecimento da economia local durante o período de Carnaval.

A cerimônia aconteceu no Salão Nobre da Prefeitura e foi conduzida pelo prefeito Chiquinho FC (PT). O evento contou com a presença do secretário municipal de Cultura, Luís Claudino, do deputado estadual Francisco Nagib (PSB), responsável pela destinação de parte dos recursos por meio de emenda parlamentar, além de representantes dos blocos alternativos contemplados.

Ao todo, 124 blocos carnavalescos foram selecionados pela Secretaria Municipal de Cultura para receber o apoio financeiro. Os valores destinados a cada grupo foram definidos de acordo com o histórico, a atuação e o porte de cada bloco, garantindo uma distribuição equilibrada e transparente dos recursos.

Durante o encontro, o prefeito Chiquinho FC destacou a importância de investir na cultura popular e reafirmou o compromisso da gestão municipal com a organização e segurança das festividades carnavalescas.

“O Carnaval é um momento de diversão para todos nós. Estamos colaborando com todos os blocos carnavalescos para que seja uma festa organizada, onde nossos foliões possam brincar tranquilos. Precisamos investir nos nossos blocos, valorizando o nosso povo”, afirmou o prefeito.

A iniciativa da gestão municipal evidencia o compromisso com a valorização da cultura local, reconhecendo o papel dos blocos carnavalescos na preservação das tradições, na geração de renda e na promoção do lazer para a população. O apoio garante melhores condições para a realização das festividades, fortalecendo o Carnaval como uma das principais expressões culturais do município.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Incentivo da Prefeitura assegura realização de retiros religiosos durante o Carnaval em Codó

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, realizou uma reunião com líderes de igrejas evangélicas e católicas para reforçar o apoio institucional aos retiros espirituais realizados durante o período do Carnaval. A iniciativa garantiu a entrega de incentivo financeiro e apoio logístico aos grupos religiosos, fortalecendo ações voltadas ao desenvolvimento espiritual e social da comunidade.

O encontro aconteceu no Salão Nobre da Prefeitura e contou com a presença do prefeito Chiquinho FC (PT), do deputado estadual Francisco Nagib (PSB), responsável pela destinação de parte dos recursos por meio de emenda parlamentar, além de secretários municipais, autoridades locais e lideranças religiosas.

Ao todo, 66 igrejas evangélicas e 12 igrejas católicas foram contempladas com o incentivo. De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o apoio oferecido pela gestão municipal foi integral, assegurando condições adequadas para a realização dos retiros, incluindo alimentação, transporte e outros benefícios necessários para o bom andamento das atividades.

Para o prefeito Chiquinho FC, o suporte da administração pública é essencial para o sucesso dos retiros espirituais, que se consolidam como uma alternativa saudável de lazer e reflexão, especialmente para os jovens, durante o período carnavalesco.

“Temos a responsabilidade de manter essa iniciativa de apoio, que irá ajudar muitos jovens e demais fiéis em suas atividades espirituais no período do Carnaval, onde cada um brinca da sua forma. Os retiros das igrejas mobilizam centenas de pessoas que se planejam para realizar atividades voltadas para o desenvolvimento espiritual, e é importante que a juventude codoense conte com o apoio da gestão”, destacou o prefeito.

A ação da Prefeitura de Codó reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização das manifestações religiosas e o cuidado com as comunidades evangélicas e católicas, reconhecendo a importância dos retiros espirituais como espaços de fé, convivência, aprendizado de valores e promoção de atividades saudáveis durante o Carnaval.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó

Federação dos Sindicatos de Servidores Municipais do Maranhão-FETRACSE-MA realiza 14ª Plenária Estadual em Pedreiras-MA.

Foi realizada no último dia 06 de Fevereiro na cidade de Pedreiras, a 14ª Plenária Estadual  da Federação dos Sindicatos de Servidores Municipais do Maranhão Com o tema “a valorização dos servidores municipais, a defesa da previdência pública e o fortalecimento do movimento sindical”. O Evento ocorreu na Sede do Sindicato dos Servidores Municipais de Pedreiras-MA-SINDSERPE e contou com a  participação de representantes da Confederação dos Servidores Públicos Civis do Brasil(@cspbbrasil) e da Força Sindical(@f_sindical) e sindicatos filiados à FETRACSE-MA.

A 14ª Plenária Estadual foi conduzida pelo presidente da FETRACSE-MA Prof. Gelilson Alves Lima e pelo Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Pedreiras-MA Prof. Marcos Vale e contou com a presença dos representantes da CSPB, da Força Sindical no Maranhão, Presidentes de Sindicatos, dos advogados Codoenses Dr. Francisco Mendes e Dra. Edina Souza do escritório Mendes Associados, além de Diretores da Federação e de dezenas de professores e profissionais da educação de Pedreiras e diversos municípios da Região de Pedreiras e Presidente Dutra.

A 14ª plenária discutiu os seguintes temas:

✔️Melhoria da infra-estrutura dos serviços públicos

✔️Melhores condições de saúde e trabalho para os servidores

✔️Fortalecimento do movimento sindical

✔️Defesa do concurso público em substituição aos contratos precários

✔️Regularização da previdência dos servidores municipais

✔️A organização e as lutas dos sindicatos, a defesa dos direitos dos profissionais da educação e as demandas pelo recebimento dos precatórios do FUNDEF.

“ A 14ª Plenária Estadual da FETRACSE foi um encontro histórico que reuniu representantes da CSPB e da Força Sindical, Presidentes de Sindicatos de diversas regiões do nosso Estado, Advogados e profissionais que sempre se mobilizaram na luta em prol das garantias dos direitos da classe dos profissionais do Serviço Público Municipal no Maranhão. Foi uma oportunidade para debatermos sobre a organização dos sindicatos e a luta pela defesa dos direitos dos servidores  junto ao poder público Municipal”,  declarou o Presidente da Federação Professor Gelilson Alves.

FETRACSE lança campanha estadual contra a Reforma Administrativa

Um dos destaques da plenária foi o lançamento da campanha estadual de luta contra a Reforma Administrativa, que ameaça direitos históricos dos servidores e compromete a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população.

Luta pelos direitos dos Profissionais da Educação aos precatórios do FUNDEF e do FUNDEB Permanente

Durante a  programação da 14 ª Planária Estadual da FETRACSE,  o advogado Dr. Francisco Mendes proferiu a Palestra sobre “ A Defesa dos direitos dos Servidores Municipais da Educação ao rateio das diferenças de repasses dos Precatórios do FUNDEF e do FUNDEB Permanente” e reforçou a importância dos sindicatos se organizarem, constituírem sua assistência jurídica, por meio dos escritórios de advocacia, e continuarem a luta pelos seus direitos.

A Emenda Constitucional n. 114/2021 e a Lei Federal n. 14.325/2022 são as principais normas responsáveis por regulamentar a utilização e o pagamento dos Precatórios do FUNDEF e do FUNDEB Permanente. A Legislação atual determina que a parte dos precatórios que cabe aos Estados, Distrito Federal e Municípios seja destinada ao pagamento de profissionais da educação, incluindo professores, funcionários e outros profissionais da educação básica pública. Lembremos que a Lei 9.424/1997(Lei do FUNDEF) abrange o período de 1997 a 2006 e a Lei 11.494/2007(Lei do FUNDEB) abrange o período de 2007 a 2020 quando a União não complementou adequadamente os recursos do FUNDEF e do FUNDEB. Portanto é fundamental a organização da classe e a cobrança junto ao poder Público Estadual e Municipal para que as Leis sejas cumpridas”, concluiu Dr. Mendes.

A partir de 2026, dois itens se tornarão obrigatórios no carro, sem exceções

A partir de 2026, mudanças importantes vão impactar diretamente a rotina de quem dirige, trazendo novas exigências relacionadas aos itens obrigatórios dentro dos veículos. As atualizações reforçam a preocupação com segurança viária, padronização de equipamentos e redução de riscos em situações de emergência, o que exige atenção redobrada dos motoristas brasileiros.

Por que novas exigências para itens obrigatórios estão sendo implementadas?

A legislação de trânsito vem passando por ajustes frequentes para acompanhar padrões internacionais de segurança e tecnologias mais modernas. Essas alterações buscam garantir que todos os veículos possuam equipamentos capazes de oferecer proteção mínima aos ocupantes e a terceiros.

Além disso, autoridades de trânsito avaliam que muitos equipamentos antigos já não atendem mais às necessidades atuais, tornando essencial a atualização das normas para aumentar a eficiência do atendimento em acidentes e panes.

Quais são os dois itens que se tornarão obrigatórios no carro?

As novas regras determinam a presença obrigatória de dois equipamentos específicos em todos os veículos, sem exceções. Esses itens passam a ser considerados essenciais para situações de risco e emergência.

Confira abaixo quais são os equipamentos exigidos e suas principais funções:

No Brasil, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já define quais itens de segurança são obrigatórios em veículos, como extintor de incêndio em determinados casos, sem falar em dispositivos como cinto de segurança e luzes regulamentares.

A adoção de novos itens obrigatórios como triângulo de sinalização ou kit de primeiros socorros depende de alteração nas normas do Contran ou do próprio CTB, o que é um processo que envolve estudo técnico, consulta pública e decisão de autoridades de trânsito.

Essa possibilidade não pode ser descartada, já que mudanças em regras de segurança veicular no mundo muitas vezes influenciam debates no Brasil. No entanto, até o momento, não existe uma regra oficial anunciada que determine que triângulo ou kit de primeiros socorros serão obrigatórios de forma inédita a partir de 2026 aqui.

Caso haja alguma proposta nesse sentido, ela precisaria ser publicada em legislação específica e amplamente divulgada pelos órgãos responsáveis para que os motoristas fiquem informados e possam se adequar com antecedência.

Como esses itens se relacionam com os códigos de trânsito?

Os códigos de trânsito estabelecem padrões mínimos de segurança que todo veículo deve seguir para circular legalmente. A inclusão desses itens reforça o princípio de prevenção, um dos pilares das normas viárias.

Quando um equipamento passa a ser classificado como obrigatório, sua ausência caracteriza infração, sujeitando o condutor a penalidades administrativas e financeiras.

Quais penalidades podem ser aplicadas ao motorista?

O descumprimento das exigências relacionadas a itens obrigatórios costuma resultar em multa, pontos na carteira e, em alguns casos, retenção do veículo até regularização. Essas medidas têm caráter educativo e punitivo.

Entre as possíveis consequências estão:

  • Multa por infração média ou grave. Dependendo da classificação adotada pela legislação vigente.
  • Pontos na CNH. Que podem contribuir para suspensão do direito de dirigir.
  • Retenção do veículo. Até que o item obrigatório seja apresentado.

Como o motorista pode se preparar desde já?

A melhor estratégia é antecipar-se às mudanças e adquirir os equipamentos com antecedência, garantindo que estejam dentro das especificações exigidas pelas normas.

Também é importante acompanhar atualizações oficiais e verificar periodicamente a validade e o estado de conservação dos itens, evitando surpresas durante fiscalizações. Com atenção às regras e cuidados simples, o condutor mantém o veículo regularizado, contribui para a segurança no trânsito e evita transtornos legais.

 

Por que somos chamados a nos entregar como sacrifício vivo?

Estava meditando em Romanos 12 quando o apóstolo Paulo nos exorta: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1 – grifei).

A expressão “sacrifício vivo” me chamou a atenção. Pensando sobre ela, à primeira vista, me pareceu até contraditória. Como pode um sacrifício – algo que associamos à morte – ser vivo?

Meu pensamento imediatamente se fixa na imagem do altar, do sangue derramado, da vida que se encerra. No entanto, o Espírito Santo me despertou para uma compreensão mais profunda e transformadora.

No Antigo Testamento, o sacrifício era, de fato, apresentado morto. Animais eram colocados sobre o altar como substitutos, apontando profeticamente para algo maior. A morte fazia parte do rito porque o salário do pecado sempre foi a morte (Romanos 6:23).

Já no Novo Testamento, após a obra perfeita de Cristo, o altar muda de lugar. Não é mais um animal que se oferece, mas nós mesmos – e não mortos fisicamente, mas vivos espiritualmente. A cruz de Jesus encerra o sistema antigo, e Sua vida ressurreta inaugura uma nova forma de entrega.

O que parece incoerente é, na verdade, uma grande revelação espiritual!

Um sacrifício vivo significa que estamos mortos para o pecado, mas vivos para Deus.

Paulo explica isso com clareza: “Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Romanos 6:11). Não se trata de perfeição sem falhas, mas de uma nova posição espiritual. Morremos para o domínio do pecado, para a velha natureza, e passamos a viver sob o governo da graça.

O tema central de Romanos é o Evangelho de Deus – mais especificamente, a justiça que vem de Deus. Essa justiça possui duas dimensões inseparáveis:

primeiro, a justiça que o próprio Deus é e manifesta em todas as Suas ações;

segundo, a justiça que Ele concede gratuitamente ao pecador pela graça, mediante a fé.

Como está escrito: “Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, de fé em fé” (Romanos 1:17).

É essa justiça que nos capacita a viver como sacrifício vivo. Não é esforço humano, é fruto da graça recebida e do amor do Pai.

No artigo anterior, refletimos sobre o Sol da Justiça, que nunca deixa de brilhar, mesmo quando atravessamos invernos espirituais. Se você ainda não leu, vale a pena retornar àquela reflexão, pois o que Paulo ensina aqui só é possível à luz desse Sol que nunca se apaga.

Talvez você pense: “Eu jamais serei esse tipo de sacrifício, porque falho demais, caio demais, sou fraco demais.”

Mas Paulo não diz: “sejam perfeitos”, e sim: “apresentem-se”.

O sacrifício vivo é diário, consciente e dependente da graça. Que graça é essa? É Jesus: “Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la” (Filipenses 1:6). Apenas continue. Creia. E viva cada promessa.

O Pai ama você!

Darci Lourenção (@pra_darci_lourencao) é psicóloga, pastora, coach, escritora e conferencista. Foi Deã e Professora de Aconselhamento Cristão. Autora dos livros “Na intimidade há cura”, “A equação do amor”, “Viva sem compulsão” e “Devocional Minha Família no Altar”.