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Jogador mais rico do mundo é contratado pelo Marítimo; fortuna é avaliada em R$ 110 bilhões

Apesar de ser contratado pelo Marítimo da Ilha da Madeira, de Portugal, local de nascimento de Cristiano Ronaldo, o novo meia do clube não tem o mesmo destaque do craque português. No entanto, Faiq Bolkiak supera de longe CR7 em um quesito, sua fortuna.

Aos 22 anos, o meia tem uma fortuna estimada em US$ 20 bilhões, aproximadamente R$ 110,4 bilhões, conforme o site BlogFinanceFR. A quantia supera em 43 vezes o patrimônio de CR7, que arrecadou US$ 117 milhões no último ano, somando salários e ações publicitárias.

Bolkiak, porém, não conquistou essa grana com o seu talento no futebol. Ele pertence a uma das famílias mais poderosas da Ásia. Natural de Los Angeles, nos Estados Unidos, o jogador é membro da família real de Brunei.

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Antes de ser anunciado pelo marítimo, Faiq fez parte das categorias de base no Arsenal e Chelsea. Desde 2016, ele estava no Leicester, mas sem ser aproveitado pela equipe profissional.

Na nova equipe, o meia terá a companhia de alguns brasileiros, como o lateral direito Cláudio Winck (ex- Internacional), o lateral esquerdo Marcelo Hermes (ex-Grêmio e Cruzeiro) e o atacante Rodrigo Pinho, que passou pelo Madureira e é ídolo na ilha de Cristiano Ronaldo.

“Estou muito satisfeito por estar aqui e ter tomado esta decisão. Tenho a certeza que este é o clube certo para mim e para a minha carreira. Os meus objetivos passam por dar sempre o melhor de mim em cada treino e em cada jogo, evoluir e ajudar a equipa naquilo que for preciso”, disse o jovem.

 

Taça Cidade de Codó será disputada no mês de outubro

A bola vai voltar a rolar na cidade de Codó. A partir do mês de outubro, as atenções estarão voltadas para as disputas da Taça Cidade de Codó, competição promovida pela Liga Codoense de Futebol ( LICOF), em parceria com a prefeitura de Codó.

A competição será disputada por Nacional , Fabril, Cruzeiro,Penharol, Sport Junior, Santana, Parma, São Vicente As equipes se enfrentaram no sistema mata-mata, classificando as quatro melhores para a fase semifinal da competição.

As partida serão realizadas no estádio Renê Bayma, com portões fechados, por conta da pandemia do coronavirus.

Este ano, os recursos para os clubes, serão repassados diretamente para a LICOF, que ficará responsável por distribuir o valor de R$ 75 mil, para os clubes participante.

“Estamos com grande expectativa para a realização da Taça Cidade de Codó. Resolvemos fazer uma competição mais curta, por conta da pandemia. Houve interesse da secretaria de Esporte, juntamente com a prefeitura e a Liga, em realizarmos uma competição rapida e que agrade a nossa cidade ”. Declarou o presidente da Liga Codoense de Futebol Einsten Neres.

Premiação

A equipe vencedora da Taça Cidade de Codó, será premiada com R$ 10 mil e a segunda colocada, receberá R$ 5 mil.

Novidade

A secretaria de Esporte e a Liga Codoense de Futebol, trabalham nos bastidores, para a organização do Campeonato Codoense da Série B.

Transmissão

De acordo com o presidente da Liga Einsten Neres, as partidas serão transmitidas através das redes sociais. Os canais serão divulgados nos próximos dias pela direção da LICOF.

Pandemia faz jogador codoense perder contratos e não conseguir voltar à Tailândia

Rodrigo Quintanilha em ação pelo Lampang

Rodrigo Quintanilha era um daqueles jogadores de futebol que fazem o Brasil ser reconhecido como celeiro de atletas em países alternativos. Natural de Codó Maranhão, ele embarcou em 2016 para a Ásia e fez carreira por lá. Seu último clube foi o Lampang FC, da Tailândia. A ideia era fazer um bom campeonato e receber propostas melhores ao final de seu contrato de 6 meses. Só que, aí, a pandemia apareceu.

Em entrevista ao UOL Esporte, o atacante contou que a volta para a Ásia virou um problema. Ele veio ao país assim que o campeonato local foi interrompido. Agora, porém, não tem permissão para viajar para a Tailândia. Rodrigo tem recebido sondagens de clubes, mas eles já avisaram que não farão propostas enquanto ele seguir sem previsão de retorno. Atualmente, o Brasil é o segundo no ranking mundial de novas mortes por covid e muitos países estão restringindo a entrada de brasileiros — a Tailândia adotou, em julho, um relaxamento nas normas de entradas, mas brasileiros seguem vetados a não ser que tenham algum vínculo com o país.

Não é a primeira vez que Rodrigo teve problemas na pandemia. Quando houve a paralisação do futebol, ele tentou retornar ao Brasil imediatamente. Não conseguiu. A Tailândia adotou não apenas restrição de entrada e saída nas fronteiras, mas limitou o fluxo entre as regiões do país. Com isso, teve pouco mais de 3 mil casos de infectados e apenas 58 mortes durante a pandemia, números inferiores em relação ao resto do mundo.

Rodrigo Quintanilha em ação pelo Bucheon

Enquanto o futebol brasileiro, segundo do mundo, voltou há semanas por aqui, por lá o esporte só será retomado em setembro.

Três países, seis clubes

Aos 27 anos, Rodrigo já passou por três países e seis clubes no futebol asiático. Ele jogou por Port FC, Sukhothai, Nongbua Pitchaya e Lampang FC na Tailândia, Zweigen Kanazawa no Japão e Bucheon na Coreia do Sul. O maranhense é ex-jogador do Bragantino, com passagens por Atlético-GO, União Barbarense e São Bernardo. O atacante tem mantido a forma física no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Confira a entrevista:

A diferença da Tailândia em relação ao Brasil no tratamento da pandemia foi muito grande? É questão de governo e cultura?

Tem muito a ver com a cultura. Aqui no Brasil, infelizmente, muitas pessoas não têm consciência e não tem noção das consequências. A pessoa é inconsequente, vai para rua, contrai o vírus. Mas não é ela que vai se dar mal. São os familiares de mais risco. Quando a pandemia na Tailândia cresceu, o país se fechou. O país tem muito estrangeiro, um pais turístico que precisa do turismo para sobreviver, mas quando descobriram os casos de Covid, fecharam a fronteira e também as fronteiras das cidades, de um município para o outro. Tiveram um controle muito bom, não chegou a cinco mil casos no país todo. Aqui no Brasil deveria ter acontecido o mesmo quando ocorreu o primeiro caso no carnaval, mas o Brasil continuou com as fronteiras abertas vindo outras pessoas contaminadas e espalhando o vírus.

Como você vê a volta do futebol aqui no Brasil?

Eu não vejo a volta como negativa desde que haja um respeito e uma consciência do povo brasileiro. A pandemia no Brasil tomou essa proporção por conta da consciência. As coisas acontecendo e as pessoas fazendo tumulto. Conversei com alguns amigos do Japão e o futebol parou por conta de logística e movimentação. Na Tailândia, parou porque os clubes não queriam seguir o futebol sem torcida. E aqui no Brasil parou por questão de segurança mesmo, porque os jogadores e as pessoas estavam sendo contaminadas. Se houvesse um respeito maior, poderia ter voltado até antes.

Agora, acredito que as coisas precisam voltar ao normal. Esse vírus vai ficar no nosso meio durante um tempo e teremos que aprender a viver com essa situação, como já foi com outros vírus que apareceram e soubemos viver.

O que você acha do crescimento do futebol asiático?

O futebol asiático ganhou muito espaço no cenário mundial em 2002, quando a Coreia e o Japão sediaram a Copa do Mundo. Nesse ano, aconteceria a Olimpíada de Tóquio e em 2022, a Copa do Mundo será na Ásia. Você pode perceber que é retrato de um crescimento. Acompanhando as ligas asiáticas, vemos contratações de grandes jogadores. E os jogadores asiáticos também estão migrando para Europa. Eu vejo um crescimento gigantesco, maior no Japão, na China e na Coreia, mas os outros países também estão nesse processo de crescimento.

Qual a diferença no futebol entre os países da Ásia?

Existe uma diferença entre o japonês. Ele desgarrou dos outros, tem uma maturidade, um profissionalismo, uma qualidade do jogador local muito maior do que em outros lugares. A Coreia se aproxima um pouco mais, mas ainda há diferença. Na Tailândia, os jogadores tem uma qualidade muito boa, mas falta falta profissionalização. Acredito que desde a época em que cheguei à Tailândia, já mudou bastante. E tende a melhorar.

Financeiramente, a diferença entre os países da Ásia é grande. A primeira divisão do Japão é melhor do que a primeira divisão da Coreia e da Tailândia. Mas a segunda divisão da Coreia e da Tailândia é melhor do que as outras.

Como foi sua adaptação fora do país pela primeira vez?

Foi muito complicado com o idioma, foi a parte mais difícil. Se o técnico falava algo, eu não entendia. Se passavam alguma informação, não entendia. Tive sorte porque tinham outros brasileiros que estavam acostumados a viver fora do país. Eles falam inglês, alguns espanhol e conseguiam me ajudar muito com a tradução. Fui aprendendo inglês e isso foi melhorando. Não tive dificuldade com cultura e nem com alimentação.

O futebol tailandês é um pouco mais de correria e de entender como eles jogam, como gostam que você jogue, isso é importante. O Brasil é um futebol mais técnico e a força é maior. Desde o princípio tive uma boa adaptação, acontece de ter dificuldade no decorrer da temporada, mas me adaptei bem no começo e consegui cumprir o meu trabalho.

Quais são seus planos para o futuro?

No momento, vou tentar resolver a situação em outro país. Se não der certo de voltar para a Tailândia, vou buscar no Brasil até isso acalmar. Então, retorno à Ásia. Quero continuar jogando no futebol asiático, sem prazo de validade. Quero voltar ao Brasil depois dos 30 anos, para viver perto da minha família.

Fonte:UOL Esporte

Jorge Jesus chega a acordo com o Benfica e irá comunicar saída ao Flamengo

Chegou ao fim a passagem de Jorge Jesus no Flamengo. Depois de semanas de especulações e desencontros de informações, o treinador chegou a um acordo para retornar ao Benfica. Ele ainda irá comunicar a decisão à diretoria rubro-negra, que até o momento afirma que não foi informada de nada pelo treinador. A informação foi divulgada primeiro pelos principais jornais portugueses e confirmada pelo GloboEsporte.com.

O contrato de Jesus com o Benfica será de três anos, e ele receberá cerca de 3 milhões de euros líquidos por temporada – no Flamengo, no novo vínculo, receberia cerca de 4 milhões de euros anuais. Ele volta ao clube português, onde trabalhou entre 2009 e 2015 e faturou o tricampeonato português. O clube rubro-negro terá direito a receber 1 milhão de euros, multa rescisória estipulada no contrato.

Jorge Jesus levará consigo toda a sua comissão técnica, formada por seis compatriotas. E também pretende levar o chefe do departamento médico do Flamengo, Marcio Tannure. Ele fez o convite diretamente ao profissional, que se encontra atualmente em Abu Dhabi, trabalhando para o UFC.

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Apesar de ter renovado o contrato recentemente com o Flamengo, até junho de 2021, Jesus se viu balançado com o convite do Benfica. Pesou muito a questão da pandemia de coronavírus, que trouxe indefinição ao calendário, maior motivação do Mister no Brasil: ele tinha um pacto com os jogadores de tentar ganhar o Mundial de Clubes, mas agora o torneio sequer tem data para acontecer. A distância da família, agravada em tempos de quarentena, foi outro fator.

Jorge Jesus completou no dia 1º do mês passado um ano desde o anúncio do acerto com o Flamengo. Sua estreia, no entanto, só se deu um mês e meio depois, na goleada por 6 a 1 sobre o Goiás no dia 14 de julho de 2019, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.

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Jorge Jesus no Flamengo*:

  • 57 jogos
  • 43 vitórias
  • 10 empates
  • 4 derrotas
  • 129 gols marcados
  • 47 gols sofridos

*não foram considerados os quatro primeiros jogos da Taça Guanabara deste ano, quando o Flamengo foi comandado pela comissão técnica do sub-20, do treinador Maurício Souza.

Nesse tempo, o português conquistou o Campeonato Brasileiro e a Libertadores de 2019, e a Recopa Sul-Americana, a Supercopa do Brasil e o Campeonato Carioca deste ano. Com os cinco títulos, tornou-se ao lado de Flávio Costa o segundo técnico mais vitorioso da história do Flamengo. Está atrás apenas de Carlinhos, que conquistou seis.

Flamengo vence Fluminense e é o campeão carioca de 2020

Flamengo confirmou seu favoritismo e conquistou o título do controverso Campeonato Carioca de 2020 ao vencer o Fluminense por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, 15, no Maracanã, que estava vazio em respeito ao protocolo do coronavírus. Foi o 36º título Estadual do clube rubro-negro e o quarto troféu apenas na temporada 2020, depois das conquistas da Recopa Sul-Americana, Supercopa do Brasil e Taça Guanabara.

O Flamengo jogava pelo empate pois havia vencido o primeiro jogo por 2 a 1. Os dois times contavam com desfalques importantes: o rubro-negro Gabriel Barbosa, expulso na última partida, e o tricolor Fred, lesionado. O primeiro tempo foi truncado, com muitas faltas e poucas chances claras. O clube rubro-negro teve mais posse e desperdiçou boas oportunidades com Bruno Henrique e Pedro. O clube das Laranjeiras respondeu em contra-ataques rápidos com Evanilson.

O segundo tempo seguiu o mesmo roteiro, com o jogo interrompido diversas vezes por infrações. O gol que selou o título só saiu aos 49 minutos do segundo tempo, em chute de Vitinho que desviou na zaga e encobriu o goleiro Muriel. No fim, ainda houve um princípio de confusão entre Hudson e Michael, antes da festa (tímida) dos atletas no gramado.

Em um ano de trabalho, o treinador português Jorge Jesus, campeão brasileiro e da Libertadores no ano passado, chegou a cinco grandes títulos noi clube – perdeu apenas a Copa do Brasil e o Mundial de Clubes. Segundo diversos veículos de imprensa de Portugal, a final do Estadual pode ter marcado a despedida de Jesus do clube carioca. Ele ainda não se manifestou publicamente sobre o interesse do Benfica e recebeu o carinho dos atletas, que o jogaram para o alto e gritaram “olê, olê, olê, mister, mister” após a conquista.

O Fla-Flu marcou o capítulo final do imbróglio envolvendo os direitos de transmissão do campeonato, do qual a Globo rescindiu contrato alegando quebra de exclusividade. O Flamengo, mandante da partida, voltou a fazer uso da Medida Provisória 984/2020 e, além de transmitir o jogo em seu canal próprio, cedeu a partida para o SBT.

Segundo dados prévios do Ibope, a emissora de Silvio Santos chegou a liderar a audiência no Rio de Janeiro durante boa parte do jogo, ficando entre 20 pontos e 30 pontos. Em São Paulo, ficou quase sempre acima dos 10 pontos, número inferior à Globo, bem acima da média do canal paulista.

A primeira final foi transmitida na FluTV, com pico de audiência de 3,2 milhões de pessoas. Antes, na decisão da Taça Rio, o canal tricolor registrou o recorde de uma live no YouTube: de 3,6 milhões de pessoas simultaneamente. Apesar dos números bastante relevantes para a plataforma, os patrocinadores do Flamengo pressionaram a diretoria para que o jogo fosse mostrado em TV aberta, cujo alcance é bem maior – o que foi comprovado nesta quarta.

 

Em clima de luto, Flamengo pronto para dizer adeus a Jorge Jesus

No dia de mais uma decisão na vida do Flamengo, o clima não é de euforia entre os dirigentes, conselheiros, torcedores.

É de angústia.

Como se ninguém quisesse que terminasse a partida de hoje, no Maracanã, contra o tradicional e enfraquecido Fluminense.

Nem a perspectiva de um quinto título em um ano traz um mínimo de alegria.

Depois da Libertadores, do Brasileiro, da Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana, o provinciano Carioca.

O medo está se transformando em certeza.

Tudo leva a crer que o homem que revolucionou o futebol do Flamengo irá embora.

Esquecerá sua promessa de estabelecer a hegemonia no futebol brasileiro e na América do Sul.

Chegou a proposta que não deveria.

O convite para retornar a Portugal, no clube que ama, ao convívio da família, esposa, filhos, netos.

A nove dias de completar 66 anos.

Viver na cidade que controlou o coronavírus, a ponto de sediar os jogos decisivos da Champions League deste assustador 2020.

Bastaria uma frase e toda a especulação de volta para o Benfica, que nasceu há cerca de duas semana, e a vida seguiria normal.

Mas Jorge Jesus não quis pronunciá-la.

“Vou ficar.”

O destino o ajudou a não ser questionado.

Com a pandemia, só o canal oficial do Flamengo tem acesso ao técnico e a pergunta mais óbvia não é feita.

“Você irá para o Benfica?”

Não é feita a pedido da diretoria, que tenta insistentemente convencê-lo a ficar, seguir o planejamento até junho de 2021.

O sempre confiante presidente Rodolfo Landim, se cala.

O falante vice-presidente de futebol, Marcos Braz, está quieto.

Nem uma palavra do beligerante vice de Relações Internacionais, Luiz Eduardo Baptista Pinto da Rocha.

Nestes últimos dias, os jogadores expuseram o quanto desejam que Jorge Jesus fique.

Só que desde a renovação com o Flamengo, ele deixou claro, exigindo multa baixa, de um milhão de euros, cerca de R$ 6 milhões, em caso de querer ir embora. E ela vale apenas para quatro clubes europeus.

Entre eles, que foram mantidos sob sigilo, há apenas duas certeza.

O Barcelona.

E o Benfica.

Jorge Jesus é um homem muito transparente. E, desde que recebeu a proposta do clube português, ele mudou.

Já na final da Taça Rio, contra o Fluminense, há uma semana, foi passivo, tenso, não vibrou com o time. Diante do mesmo adversário, no domingo, se mostrou nervoso, irritado.

Não vibrante, com a alma no jogo.

Ele está sendo cobrado nas redes sociais como se tivesse obrigação de seguir no Flamengo. Mas não tem.

Sua postura é profissional.

Respeitando, inclusive, seu contrato.

Ele foi anunciado como treinador do clube no dia primeiro de junho.

Disputou 56 jogos, com 42 vitórias, 10 empates e teve apenas 4 derrotas.

São incríveis 81% de aproveitamento.

Disputou seis torneios. Perdeu a Copa do Brasil e o Mundial.

Venceu os já citados Brasileiro, Libertadores, Recopa Sul-Americana e Supercopa do Brasil.

Só Carlinhos, seis, e Flávio Costa, cinco, ganharam mais títulos do que ele.

Mas Carlinhos levou 318 partidas. E Costa, 775 jogos.

No Maracanã, Jesus fez história.

Mostrou o quanto conseguiu a comunhão com a torcida.

São 32 partidas.

28 vitórias.

E quatro empates.

Nenhuma derrota.

Na véspera da final de hoje, mais silêncio na Gávea.

Landim, Braz e Jesus calados.

Recolhidos.

O clima é de despedida.

O Flamengo está pronto para assumir, depois da partida contra o Fluminense.

Perdeu Jorge Jesus…

Flu vence Fla nos pênaltis, conquista Taça Rio e adia decisão do Carioca

Mesmo com o favoritismo do Flamengo, o Fluminense surpreendeu, bateu o arquirrival nos pênaltis e conquistou a Taça Rio, adiando a final do Campeonato Carioca. Nos pênaltis, por 3 a 2, o Tricolor ficou com o troféu do segundo turno e forçou a decisão estadual.

Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, com gols de Gilberto para o Flu, e Pedro para o Fla, o segundo turno do Carioca terminou nas penalidades.

Na marca de cal, mais igualdade: Nenê e Gabigol marcaram. Dodi parou em Diego Alves, e Muriel pegou a cobrança de Willian Arão. Na sequência, Léo Pereira bateu para fora e Hudson deixou o dele. O goleiro do Fla ainda defendeu chute de Michel Araújo, que ainda bateu no travessão e na linha, mas não entrou.

No fim, Muriel foi o herói e pegou a cobrança do irritadiço Rafinha, mais preocupado em discutir que em jogar futebol na noite do Maracanã.

Flu começa melhor, Fla iguala no 2º tempo

Diferente do que costumamos ver em jogos do Flamengo, o time de Jorge Jesus não começou em um ritmo acima de seu adversário. Pelo contrário.

Com maior posse de bola e apostando em lançamentos em profundidade nas costas da zaga rubro-negra, o Fluminense teve as melhores chances.

Aos 23, Gilberto veio de trás e obrigou Diego Alves a fazer importante defesa em uma cabeçada. A essa altura, o Tricolor era melhor, e o Fla produzia muito pouco. Aos 35, em contra-ataque, Egídio avançou pela esquerda e colocou na área. Nenê chutou prensado e, na sobra, Yago tirou tinta da trave rubro-negra.

O placar, entretanto, seria alterado dois minutos depois. Aproveitando rebote, Egídio colocou na área, Marcos Paulo raspou e, quando a defesa do Fla marcou Matheus Ferraz, Gilberto se antecipou e cabeceou no cantinho de Diego Alves para abrir o placar.

Na volta para a segunda etapa, o Flamengo, mais ligado, tentou equilibrar as ações. O Flu, com o peruano Fernando Pacheco na vaga de Evanílson, que sentiu desconforto na coxa, tentava os contra-ataques, com Marcos Paulo centralizado.

Aos 19, em boa trama do ataque do Fla, Gerson recebeu cruzamento de Filipe Luís e cabeceou para fora. Mas o Rubro-Negro não engatava bons momentos, muito por um Éverton Ribeiro muito mal no jogo, e também pela marcação bem encaixada do Flu.

Aos 32, entretanto, a superioridade técnica do Fla fez a diferença. Filipe Luís avançou pela esquerda e colocou na cabeça de Pedro, que bem posicionado, deixou o seu no ex-clube, empatando o placar. Dali até o final, o Flamengo teve as melhores chances, mas não conseguiu converter a superioridade física em gols. Aos 49, no último lance, Hudson ganhou na área e cabeceou firme, mas Diego Alves impediu o gol.

Laterais fazem bom jogo e lideram Flu

Se vinham em má fase, a dupla de laterais do Fluminense enfim disse a que veio. Do lado direito, criticado e ainda readquirindo a forma, Gilberto marcou o gol do Tricolor na partida, de cabeça, e ganhou confiança para fazer boa partida.

No lado oposto, Egídio foi a melhor opção de ataque do Flu. Pela esquerda, fez as principais jogadas da equipe, como o próprio gol do camisa 2. No segundo tempo, mais preso à marcação, fez bom jogo tanto sobre Everton Ribeiro como Michael.

Lei do ex funciona no Maracanã e Pedro é o melhor do Fla

Pedro saiu do banco para mudar a história do jogo. O Flamengo se ressentia de maior presença de área com atuações ruins de seus atacantes, encaixados na eficiente marcação do Flu.

Em pouco tempo em campo, mostrou efetividade e aproveitou cruzamento de Filipe Luis, para, de cabeça, balançar a rede contra seu ex-clube e comemorar bastante.

Leo Pereira se atrapalha com velocidade e vai mal

O zagueiro Leo Pereira não esteve em uma das melhores noites. O jogador mostrou certa insegurança em alguns lances de ataque do Fluminense, que optou por colocar velocidade em cima da defesa rubro-negra na primeira etapa.

Com o Flu mais recuado, o defensor melhorou no segundo tempo, participando mais das ações de construção do Fla. Ainda assim, bem abaixo do que costuma mostrar no time de Jorge Jesus.

Lento, Hudson joga abaixo do que pode

O esquema de três volantes fez o Fluminense atuar mais sólido no meio de campo. Muito pela boa atuação de Dodi, que marca e sai com velocidade, o Tricolor foi bem na primeira etapa. Mas logo Hudson, o capitão tricolor, ficou um pouco abaixo do que pode.

Lento, ele pareceu perdido no tripé de meio-campistas montado por Odair, e acabou deixando a marcação um pouco aberta principalmente quando Gabigol caiu pelo seu lado. Ainda cansou no final.

Clima quente

As animosidades que marcaram o dia de Fla-Flu fora de campo se refletiram um pouco dentro das quatro linhas.

Ainda no primeiro tempo, Nenê, Filipe Luís e Leo Pereira tomaram cartão amarelo em entradas duras. A do lateral-esquerdo rubro-negro, inclusive, gerou muitos pedidos de expulsão pelos tricolores. Na segunda etapa, Gilberto, Rafinha

Na área técnica, Odair Hellmann e seus reservas rebatiam provocações de jogadores rubro-negros. Na saída para o intervalo, Rafinha, incomodado com jogadas de Marcos Paulo e Evanílson, pediu para as revelações tricolores “baixarem a bola”, gerando discussão.

FluTV bate recorde de transmissões esportivas

Passados apenas 11 minutos de jogo, a FluTV bateu o recorde mundial de transmissões esportivas por streaming do YouTube no Fla-Flu desta noite. O recorde era do rival Flamengo em partida contra o Boavista.

A live pela final da Taça Rio, o segundo turno do Estadual, ultrapassou a marca de 2,7 milhões de espectadores simultâneos por volta de 22h. Além disso, o canal oficial do Fluminense no YouTube também alcançou mais de 400 mil assinantes ao fim do jogo. Ontem (7), eram 213 mil inscritos.

Maracanã com rivalidade na arquibancada vazia

Mesmo sem torcida, o clássico Fla-Flu manteve a tradição de dividir o Maracanã por dois. Sem público, as faixas das organizadas e movimentos populares dos dois clubes foram estendidos nas arquibancadas do estádio, marcando o “território” dos lados rubro-negro e tricolor no antigo Maior do Mundo.

FICHA TÉCNICA:

FLUMINENSE 1 x 1 FLAMENGO

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 8 de julho de 2020 (quarta-feira), às 21h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha
VAR: Rodrigo Nunes de Sá
Gols: Gilberto, aos 37 do 1º tempo, e Pedro, aos 33 do 2º tempo.

FLUMINENSE: Muriel; Gilberto (Michel Araújo), Nino, Matheus Ferraz e Egídio; Hudson, Dodi e Yago (Yuri); Nenê, Marcos Paulo (Caio Paulista) e Evanilson (Fernando Pacheco). Técnico: Odair Hellmann

FLAMENGO: Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luis; Arão, Gerson (Diego), Arrascaeta (Pedro) e Everton Ribeiro (Michael); Bruno Henrique (Vitinho) e Gabigol. Técnico: Jorge Jesus

CBF define datas para retorno da Copa do Brasil e início do Brasileirão Feminino A-1

Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou as datas para o retorno da Copa do Brasil e o início da Série A-1 do Campeonato Brasileiro Feminino. As competições serão retomadas no dia 26 de agosto.

O presidente da entidade, Rogério Caboclo, já havia confirmado as datas para o começo das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. A segunda divisão terá início no dia 8 de agosto, junto da Série C. Os jogos da elite do futebol nacional, por sua vez, começam no dia seguinte.

“Nosso planejamento vem desde o início da pandemia. Tínhamos planejado semana a semana qual seria o cenário. Discutimos diariamente isso. Decidimos a Série A numa reunião que durou quatro horas. A Série B inicia na véspera, dia 8. Definimos que a Série C também. Foi uma reivindicação feita por eles. A Copa do Brasil fica no dia 26”, disse ao O Globo.

A Copa do Brasil foi paralisada durante a terceira fase. Todos os jogos de ida já aconteceram. O Cruzeiro perdeu por 2 a 0 para o CRB, no Mineirão. Já o América empatou com a Ferroviária-SP, por 0 a 0, na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara.

Atlético, por sua vez, foi eliminado na segunda fase da competição. O Afogados-PE superou o alvinegro por 7 a 6 nas penalidades máximas, após empate por 2 a 2 no tempo normal.

Em relação às séries D e A-2 Feminino, a entidade vai aguardar para a definição do calendário.

Vasco vence com 3 de Cano em volta e ainda sonha com vaga na semifinal

A volta do Vasco ao futebol foi com vitória e hat-trick de Germán Cano. Na tarde de hoje, em São Januário, o time agora sob o comando de Ramon Menezes venceu o Macaé por 3 a 1. Além dos gols do argentino, Jones descontou para os visitantes.

Com portões fechados, a partida pela Taça Rio contou com o modelo que vem sendo adotado na Europa: som da torcida nos alto-falantes. Houve ainda minuto de silêncio às vítimas da covid-19 e jogadores ajoelhados pelo movimento mundial contra o racismo.

A vitória em casa e a derrota do Madureira para o Resende, mais cedo, fazem o Cruz-maltino sonhar com a classificação para o segundo turno do Campeonato Carioca. São cinco pontos aos vascaínos, contra seis do Madureira, segundo colocado do Grupo B. Na próxima quarta-feira (1º), Vasco e Madureira se enfrentam pela última rodada da Taça Rio.

Vale destacar que o Volta Redonda, com quatro pontos na chave B, ainda joga na rodada, contra o Fluminense, e também briga pela classificação.

Três vezes Cano, o melhor

Claro, o nome do jogo só poderia ser um: Germán Cano, com hat-trick. O argentino abriu o placar, de pênalti, e mostrou faro de gol em outros dois lances. Três tentos para o camisa 14, que soma agora cinco na artilharia do Carioca.

A primeira chegada de perigo do time visitante foi aos 34 minutos do primeiro tempo. Alexandro completou cruzamento de peixinho e viu Fernando Miguel espalmar, uma defesa espetacular. No escanteio, a falha. O goleiro vascaíno saiu errado, espalmou fraco e entregou de bandeja. Não deu nem tempo de comemorar o milagre, praticamente.

Sem torcida, Vasco segue modelo europeu

Sem a sua torcida presente, o Vasco adotou o modelo de alguns clubes europeus e usou o som da torcida nos alto-falantes de São Januário. No jogo de hoje contra o Macaé, o estádio foi tomado por cantos da torcida vascaína, algo que não ocorreu nos jogos de Flamengo e Botafogo até o momento. As músicas não foram executadas o tempo todo e o sistema de som colocava as gravações apenas de tempos em tempos. Após o gol de pênalti de Cano, o único som ouvido foi dos jogadores em campo.

Na chegada ao estádio, os jogadores de Vasco e Macaé tiraram a temperatura e passaram álcool gel assim que desceram de seus ônibus. Os atletas só foram liberados após passar por esse procedimento.

Fernando Miguel e Castán ganham no “grito”

Em tempos de pandemia e portões fechados, o goleiro Fernando Miguel e o zagueiro Leandro Castán foram os campeões do “grito” na vitória contra o Macaé. Dois dos líderes do elenco, a dupla não parou de orientar a equipe o tempo todo. Estreante do dia, o técnico Ramon manteve o tom discreto.

Técnicos sem máscara

Ramon Menezes e Charles Almeida abriram mão das máscaras e comandaram suas equipes sem o artefato. No jogo entre Botafogo e Cabofriense, o alvinegro Renê Weber usou, mas Luciano Quadris dispensou o item.

Vasco muda com Ramon

Em sua estreia, o técnico Ramon Menezes mandou a campo um Vasco mais leve e muito mais agressivo. O destaque foi o bom entrosamento da dupla de ataque formada por Vinicius e Cano. O argentino, com três gols, foi o nome do jogo. O time controlou o jogo com tranquilidade e não teve dificuldades para neutralizar o Macaé.

Macaé se defende e marca no erro vascaíno

Sem demonstrar muita força ofensiva, o Macaé incomodou a equipe mandante poucas vezes. O gol, o principal momento do time no jogo, só saiu por conta do erro de Fernando Miguel. Pesou, no entanto, as falhas defensivas do Macaé, que não conseguiu dar conta do ataque cruz-maltino. Na etapa final, inclusive, os visitantes contaram com a sorte para não ser vazado ainda mais.

Cronologia do jogo

Yago Pikachu foi ataque e sofreu falta dentro da área. Na cobrança, aos 13 minutos do primeiro tempo, Cano bateu forte, rasteiro e abriu o placar. Aos 21, depois de boa jogada de Vinicius, Benítez arriscou da intermediária e a bola encontrou o argentino, que completou. Aos 35, aproveitando falha de Fernando Miguel, Jones diminuiu. O terceiro dos vascaínos, também de Cano, saiu aos 43. Dentro da área, o atacante recebeu passe de Fellipe Bastos e venceu o goleiro Jonathan mais uma vez.

FICHA TÉCNICA
VASCO 3 X 1 MACAÉ

Data: 28 de junho de 2020, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro
Árbitro: Grazianni Maciel Rocha
Auxiliares: Daniel do Espírito Santo Parro e Carlos Henrique Alves de Lima
Cartões amarelos: Wagner Carioca e André Ribeiro (Macaé)

Gols: Germán Cano, aos 13′, 21′ e 43′, e Jones, aos 35 minutos do primeiro tempo

VASCO
Fernando Miguel; Yago Pikachu, Ricardo, Leandro Castan, Henrique; Fellipe Bastos (Marcos Júnior), Andrey (Raul), Benítez (Bruno César); Vinicius (Lucas Santos), Talles Magno (Cláudio Winck) e Cano. Técnico: Ramon Menezes.

MACAÉ
Jonathan; Filipe Formiga (Vinícius), André Ribeiro, Vladimir (Anderson), Diogo Maranhão; Wagner Carioca, Júnior Santos, Gedeil (Ronan), Julinho; Jones (Luquinha) e Alexandro (Richard). Técnico: Charles Almeida.

Vadão, ex-técnico da seleção feminina, morre vítima de câncer

Morreu no início da tarde desta segunda-feira Oswaldo Alvarez, o Vadão, ex-técnico da seleção brasileira feminina de futebol e com passagens por São Paulo, Corinthians, Guarani, Ponte Preta, entre outros.

Aos 63 anos, ele lutava contra um câncer no fígado e estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde a semana retrasada. A assessoria de imprensa do hospital confirmou o falecimento à reportagem do GloboEsporte.com.

Vadão lutava contra a doença desde o início de 2020, quando passou por sessões de quimioterapia e chegou a apresentar evolução, mas o quadro se agravou recentemente.

Histórico

Oswaldo Fumeiro Alvarez, o Vadão, tentou a sorte como jogador nos anos 70, atuando pelos times juvenis do Guarani e do Botafogo-SP. No profissional, passou por Paulista, Velo Clube e Capivariano.

Mas foi à beira do campo, como treinador, que ele fez o seu nome, sempre com a história muito ligada ao futebol do interior paulista. A começar pelo primeiro grande trabalho.

Vadão ganhou destaque com o “Carrossel Caipira” no Mogi Mirim, onde ajudou a projetar Rivaldo, Leto e Válber também eram outros símbolos daquele time que se inspirava na Holanda de 1974, com o esquema 3-5-2.

Mister Dérbi

Ele também está entre os principais técnicos do futebol de Campinas. Pelo Guarani, é o terceiro treinador que mais dirigiu o time na história. Foram 204 jogos em cinco passagens (1995, 1997-98, 2009-10, 2012 e 2017), com campanhas marcantes, como o acesso na Série B em 2009 e o vice-paulista de 2012 – quando foi eleito o melhor treinador do torneio.

À frente da Ponte, Vadão teve quatro passagens (2001-2002, 2005, 2006 e 2014). No Brasileirão de 2005, chegou a levar a Macaca à liderança antes de aceitar uma proposta do Verdy Tokyo , do Japão. Foi a sua única experiência internacional.

Também em Campinas é conhecido como “Mister Dérbi” por nunca ter perdido um clássico da cidade, seja por Guarani ou Ponte Preta. A invencibilidade é de nove jogos, com cinco vitórias (quatro pelo Guarani e uma pela Ponte) e quatro empates (três pela Ponte e um pelo Guarani).

Surgimento de Kaká

Ainda em São Paulo, ficou marcado por ter lançado o meia Kaká no profissional do São Paulo, no título do Torneio Rio-São Paulo de 2001. Um ano antes, teve uma rápida passagem pelo Corinthians, de apenas 21 jogos durante a Copa João Havelange.

Foram os dois times do “trio de ferro” que ele comandou. Portuguesa, São Caetano, Araçatuba, XV de Piracicaba e Matonense são as outras equipes paulistas no currículo do treinador.

Já em outros grandes centros, o primeiro grande trabalho de Vadão foi pelo Athletico-PR, em 1999, quando conquistou seus dois primeiros títulos na carreira (Torneio Seletivo para Libertadores em 1999 e Campeonato Paranaense de 2000) e iniciou a montagem do grupo que seria campeão brasileiro no ano seguinte. Trabalhou outras duas vezes no Furacão, em 2003 e entre 2006 e 2007, quando foi semifinalista da Copa Sul-Americana.

Ele também deixou sua marca no Vitória, onde subiu para a Série A em 2007, e Criciúma, onde foi campeão catarinense em 2013. Já por Bahia, Goiás e Sport teve passagens mais curtas e discretas.

Seleção brasileira

A história na seleção brasileira feminina começou em abril de 2014, quando estava na Ponte e recebeu o convite da CBF. Em dois anos e sete meses durante o primeiro comando, colecionou conquistas: Copa América 2014, Torneio Internacional de Futebol Feminino 2014, Campeonato Internacional de Futebol Feminino de 2015, Jogos Pan-Americano de 2015, além do quarto lugar nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Neste ano, ele foi escolhido pela FIFA o sexto melhor treinador do mundo de um time feminino.

Já o segundo trabalho na seleção feminina começou em setembro de 2017. Desta vez, ficou um ano e 11 meses, sendo campeão do Torneio Internacional de Futebol Feminino (China), em 2017, e da Copa América, em 2018.

O último torneio pela seleção foi a Copa do Mundo de 2019, com a eliminação nas oitavas de final para a França. Um mês depois do Mundial, foi demitido pela CBF e estava à espera de uma nova oportunidade para voltar ao mercado.

G1