Leitura de hoje será Números 31 e 32

Números 31

1 E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2 Vinga os filhos de Israel dos midianitas; depois recolhido serás ao teu povo.

3 Falou, pois, Moisés ao povo, dizendo: Armem-se alguns de vós para a guerra, e saiam contra os midianitas, para fazerem a vingança do Senhor contra eles.

4 Mil de cada tribo, entre todas as tribos de Israel, enviareis à guerra.

5 Assim foram dados, dos milhares de Israel, mil de cada tribo; doze mil armados para a peleja.

6 E Moisés os mandou à guerra, mil de cada tribo, e com eles Finéias, filho de Eleazar, o sacerdote, com os vasos do santuário, e com as trombetas do alarido na sua mão.

7 E pelejaram contra os midianitas, como o Senhor ordenara a Moisés; e mataram a todos os homens.

8 Mataram também, além dos que já haviam sido mortos, os reis dos midianitas: a Evi, e a Requém, e a Zur, e a Hur, e a Reba, cinco reis dos midianitas; também a Balaão, filho de Beor, mataram à espada.

9 Porém, os filhos de Israel levaram presas as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais e todo o seu gado, e todos os seus bens.

10 E queimaram a fogo todas as suas cidades com todas as suas habitações e todos os seus acampamentos.

11 E tomaram todo o despojo e toda a presa de homens e de animais.

12 E trouxeram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel, os cativos, e a presa, e o despojo, para o arraial, nas campinas de Moabe, que estão junto ao Jordão, na altura de Jericó.

13 Porém Moisés e Eleazar, o sacerdote, e todos os príncipes da congregação, saíram a recebê-los fora do arraial.

14 E indignou-se Moisés grandemente contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço da guerra.

15 E Moisés disse-lhes: Deixastes viver todas as mulheres?

16 Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o Senhor no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do Senhor.

17 Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele.

18 Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

19 E alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa, e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia, e ao sétimo dia vos purificareis, a vós e a vossos cativos.

20 Também purificareis toda a roupa, e toda a obra de peles, e toda a obra de pêlos de cabras, e todo o utensílio de madeira.

21 E disse Eleazar, o sacerdote, aos homens da guerra, que foram à peleja: Este é o estatuto da lei que o Senhor ordenou a Moisés.

22 Contudo o ouro, e a prata, o cobre, o ferro, o estanho, e o chumbo,

23 Toda a coisa que pode resistir ao fogo, fareis passar pelo fogo, para que fique limpa, todavia se purificará com a água da purificação; mas tudo que não pode resistir ao fogo, fareis passar pela água.

24 Também lavareis as vossas roupas ao sétimo dia, para que fiqueis limpos; e depois entrareis no arraial.

25 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:

26 Faze a soma da presa que foi tomada, de homens e de animais, tu e Eleazar, o sacerdote, e os cabeças das casas dos pais da congregação,

27 E divide a presa em duas metades, entre os que se armaram para a peleja, e saíram à guerra, e toda a congregação.

28 Então para o Senhor tomarás o tributo dos homens de guerra, que saíram a esta peleja, de cada quinhentos uma alma, dos homens, e dos bois, e dos jumentos e das ovelhas.

29 Da sua metade o tomareis, e o dareis ao sacerdote Eleazar, para a oferta alçada do Senhor.

30 Mas, da metade dos filhos de Israel, tomarás um de cada cinqüenta, um dos homens, dos bois, dos jumentos, e das ovelhas, e de todos os animais; e os darás aos levitas que têm cuidado da guarda do tabernáculo do Senhor.

31 E fizeram Moisés e Eleazar, o sacerdote, como o Senhor ordenara a Moisés.

32 Foi a presa, restante do despojo que tomaram os homens de guerra, seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas;

33 E setenta e dois mil bois;

34 E sessenta e um mil jumentos;

35 E, das mulheres que não conheceram homem algum, deitando-se com ele, todas as almas foram trinta e duas mil.

36 E a metade, que era a porção dos que saíram à guerra, foi em número de trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas.

37 E das ovelhas, o tributo para o Senhor foi de seiscentas e setenta e cinco.

38 E foram os bois trinta e seis mil; e o seu tributo para o Senhor setenta e dois.

39 E foram os jumentos trinta mil e quinhentos; e o seu tributo para o Senhor sessenta e um.

40 E houve de pessoas dezesseis mil; e o seu tributo para o Senhor trinta e duas pessoas.

41 E deu Moisés a Eleazar, o sacerdote, o tributo da oferta alçada do Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.

42 E da metade dos filhos de Israel que Moisés separara da dos homens que pelejaram,

43 (A metade para a congregação foi, das ovelhas, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas;

44 E dos bois trinta e seis mil;

45 E dos jumentos trinta mil e quinhentos;

46 E das pessoas, dezesseis mil).

47 Desta metade dos filhos de Israel, Moisés tomou um de cada cinqüenta, de homens e de animais, e os deu aos levitas, que tinham cuidado da guarda do tabernáculo do Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.

48 Então chegaram-se a Moisés os oficiais que estavam sobre os milhares do exército, os chefes de mil e os chefes de cem;

49 E disseram a Moisés: Teus servos tomaram a soma dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens; e não falta nenhum de nós.

50 Por isso trouxemos uma oferta ao Senhor, cada um o que achou, objetos de ouro, cadeias, ou manilhas, anéis, arrecadas, e colares, para fazer expiação pelas nossas almas perante o Senhor.

51 Assim Moisés e Eleazar, o sacerdote, receberam deles o ouro, sendo todos os objetos bem trabalhados.

52 E foi todo o ouro da oferta alçada, que ofereceram ao Senhor, dezesseis mil e setecentos e cinqüenta siclos, dos chefes de mil e dos chefes de cem

53 (Pois cada um dos homens de guerra, tinha tomado presa para si).

54 Receberam, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, o ouro dos chefes de mil e dos chefes de cem, e o levaram à tenda da congregação, por memorial para os filhos de Israel perante o Senhor.

Números 32

1 E os filhos de Rúben e os filhos de Gade tinham gado em grande quantidade; e viram a terra de Jazer, e a terra de Gileade, e eis que o lugar era lugar de gado.

2 Vieram, pois, os filhos de Gade, e os filhos de Rúben e falaram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e aos chefes da congregação, dizendo:

3 Atarote, e Dibom, e Jazer, e Ninra, e Hesbom, e Eleale, e Sebã, e Nebo, e Beom,

4 A terra que o Senhor feriu diante da congregação de Israel, é terra para gado, e os teus servos têm gado.

5 Disseram mais: Se achamos graça aos teus olhos, dê-se esta terra aos teus servos em possessão; e não nos faças passar o Jordão.

6 Porém Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Rúben: Irão vossos irmãos à peleja, e ficareis vós aqui?

7 Por que, pois, desencorajais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o Senhor lhes tem dado?

8 Assim fizeram vossos pais, quando os mandei de Cades-Barnéia, a ver esta terra.

9 Chegando eles até ao vale de Escol, e vendo esta terra, desencorajaram o coração dos filhos de Israel, para que não entrassem na terra que o Senhor lhes tinha dado.

10 Então a ira do Senhor se acendeu naquele mesmo dia, e jurou dizendo:

11 Que os homens, que subiram do Egito, de vinte anos para cima, não verão a terra que jurei a Abraão, a Isaque, e a Jacó! porquanto não perseveraram em seguir-me;

12 Exceto Calebe, filho de Jefoné o quenezeu, e Josué, filho de Num, porquanto perseveraram em seguir ao Senhor.

13 Assim se acendeu a ira do Senhor contra Israel, e fê-los andar errantes pelo deserto quarenta anos até que se consumiu toda aquela geração, que fizera mal aos olhos do Senhor.

14 E eis que vós, uma geração de homens pecadores, vos levantastes em lugar de vossos pais, para ainda mais acrescentar o furor da ira do Senhor contra Israel.

15 Se vós vos virardes de segui-lo, também ele os deixará de novo no deserto, e destruireis a todo este povo.

16 Então chegaram-se a ele, e disseram: Edificaremos currais aqui para o nosso gado, e cidades para as nossas crianças;

17 Porém nós nos armaremos, apressando-nos adiante dos de Israel, até que os levemos ao seu lugar; e ficarão as nossas crianças nas cidades fortes por causa dos moradores da terra.

18 Não voltaremos para nossas casas, até que os filhos de Israel estejam de posse, cada um, da sua herança.

19 Porque não herdaremos com eles além do Jordão, nem mais adiante; porquanto nós já temos a nossa herança aquém do Jordão, ao oriente.

20 Então Moisés lhes disse: Se isto fizerdes assim, se vos armardes à guerra perante o Senhor;

21 E cada um de vós, armado, passar o Jordão perante o Senhor, até que haja lançado fora os seus inimigos de diante dele,

22 E a terra esteja subjugada perante o Senhor; então voltareis e sereis inculpáveis perante o Senhor e perante Israel; e esta terra vos será por possessão perante o Senhor;

23 E se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar.

24 Edificai cidades para as vossas crianças, e currais para as vossas ovelhas; e fazei o que saiu da vossa boca.

25 Então falaram os filhos de Gade, e os filhos de Rúben a Moisés, dizendo: Como ordena meu senhor, assim farão teus servos.

26 As nossas crianças, as nossas mulheres, o nosso gado, e todos os nossos animais estarão aí nas cidades de Gileade.

27 Mas os teus servos passarão, cada um armado para a guerra, a pelejar perante o SENHOR, como tem falado o meu senhor.

28 Então Moisés deu ordem acerca deles a Eleazar, o sacerdote, e a Josué filho de Num, e aos cabeças das casas dos pais das tribos dos filhos de Israel.

29 E disse-lhes Moisés: Se os filhos de Gade e os filhos de Rúben passarem convosco o Jordão, armado cada um para a guerra, perante o Senhor, e a terra estiver subjugada diante de vós, em possessão lhes dareis a terra de Gileade.

30 Porém, se não passarem armados convosco, terão possessões entre vós, na terra de Canaã.

31 E responderam os filhos de Gade e os filhos de Rúben, dizendo: O que o Senhor falou a teus servos, isso faremos.

32 Nós passaremos, armados, perante o Senhor, à terra de Canaã, e teremos a possessão de nossa herança aquém do Jordão.

33 Assim deu-lhes Moisés, aos filhos de Gade, e aos filhos de Rúben, e à meia tribo de Manassés, filho de José, o reino de Siom, rei dos amorreus, e o reino de Ogue, rei de Basã; a terra com as suas cidades nos seus termos, e as cidades ao seu redor.

34 E os filhos de Gade edificaram a Dibom, e Atarote, e Aroer;

35 E Atarote-Sofã, e Jazer, e Jogbeá;

36 E Bete-Nimra, e Bete-Harã, cidades fortes; e currais de ovelhas.

37 E os filhos de Rúben edificaram a Hesbom, e Eleale, e Quiriataim;

38 E Nebo, e Baal-Meom, mudando-lhes o nome, e Sibma; e os nomes das cidades que edificaram chamaram por outros nomes.

39 E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade, e a tomaram; e daquela possessão expulsaram os amorreus que estavam nela.

40 Assim Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela.

41 E foi Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias; e chamou-as Havote-Jair.

42 E foi Nobá, e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-a Nobá, segundo o seu próprio nome.

Por que Jesus disse “não vim trazer paz, mas espada”?

Ao leitor despercebido, as palavras de Jesus Cristo em Mateus 10:34 parecem contraditórias, desconectadas com a Sua missão.

No texto bíblico, Jesus diz: “Não pensem que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada” (Mateus 10:34).

Antes de qualquer coisa, devemos lembrar que essas palavras foram ditas dentro de um contexto específico.

Logo, não podemos tirar o texto de seu contexto.

Sobretudo, Jesus Cristo está enfatizando sua verdadeira missão na terra, alertando aos discípulos para não esperarem uma paz terrena, temporal.

O discurso de Jesus Cristo nesta ocasião, conforme podemos ler, está em um momento em que os discípulos estão sendo preparados e comissionados para saírem pelas cidades proclamando o Reino de Deus.

Assim, o Mestre ensina sore como eles deveriam reagir ao serem mal recebidos.

Sabendo que eles teriam que lidar com pessoas distintas, com pensamentos antagônicos e reações diversas, eles deveriam manter a mensagem genuína.

Foi neste contexto que Jesus diz que não veio trazer paz à terra, mas espada.

Contradição?

Estaria Jesus Cristo se contradizendo ao afirmar isso? Afinal, as escrituras prometiam em diversas passagens um Messias que seria o Portador da Paz (Salmo 72:3-7; Lucas 1:79; 2:14; 7:50; João 16:33; 20:19; Romanos 14:17; Efésios 2:14; Colossenses 1:20).

Inclusive, em Isaías podemos ler que o Messias é identificado como o Príncipe da Paz (Isaías 9:6).

Na ocasião em que ensina sobre as bem-aventuranças, Cristo chega a afirmar que são bem-aventurados os pacificadores (Mateus 5:9).

No entanto, Jesus Cristo estava apenas reforçando o tipo de paz que Ele estava oferecendo.

Os judeus queriam um revolucionário, que livrasse eles do jugo dos romanos, libertando Israel. Eles esperavam por um Messias que lideraria uma revolução política, trazendo paz para Israel.

Agora, Jesus Cristo está alertando que Ele não veio trazer o tipo de paz que eles estavam esperando, mas veio executar o plano de redenção de Deus para a humanidade.

Espada

Jesus Cristo também não está prometendo uma revolução armada ou incentivando o uso de armas ou conflitos. Ele está apenas enfatizando que nem todas as pessoas aceitarão Sua mensagem.

Em outras palavras, Ele não veio incitar a violência, mas que a Sua mensagem causaria divisão e debates. As reações de ódio seriam evidentes, incluindo perseguição, já que a Sua mensagem confrontaria o pecado.

Com isso, Ele nos lembra que ser cristão não é ter uma vida confortável ou ter garantias de prosperidade, sucesso e coisas terrenas. Em alguns aspectos, a mensagem de Jesus Cristo promove o contrário.

Os seguidores de Jesus devem esperar incompreensão e perseguição.

Leitura de hoje será Números 29 e 30

Números 29

1 Semelhantemente, tereis santa convocação no sétimo mês, no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas.

2 Então por holocausto, em cheiro suave ao Senhor, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem defeito.

3 E pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o novilho, e duas décimas para o carneiro,

4 E uma décima para cada um dos sete cordeiros.

5 E um bode para expiação do pecado, para fazer expiação por vós;

6 Além do holocausto do mês, e a sua oferta de alimentos, e o holocausto contínuo, e a sua oferta de alimentos, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em cheiro suave, oferta queimada ao Senhor.

7 E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis.

8 Mas por holocausto, em cheiro suave ao Senhor, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano; eles serão sem defeito.

9 E, pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o novilho, duas décimas para o carneiro,

10 E uma décima para cada um dos sete cordeiros;

11 Um bode para expiação do pecado, além da expiação do pecado pelas propiciações, e do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos com as suas libações.

12 Semelhantemente, aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao Senhor.

13 E, por holocausto em oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor, oferecereis treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano; todos eles sem defeito.

14 E, pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para cada um dos treze novilhos, duas décimas para cada carneiro, entre os dois carneiros;

15 E uma décima para cada um dos catorze cordeiros;

16 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de alimentos e a sua libação;

17 Depois, no segundo dia, doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

18 E a sua oferta de alimentos e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

19 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e das suas libações.

20 E, no terceiro dia, onze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

21 E as suas ofertas de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

22 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

23 E, no quarto dia, dez novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

24 A sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros, e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

25 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

26 E, no quinto dia, nove novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano, sem defeito.

27 E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

28 E um bode para expiação do pecado além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

29 E, no sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

30 E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

31 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

32 E, no sétimo dia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito.

33 E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o seu estatuto,

34 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

35 No oitavo dia tereis dia de solenidade; nenhum trabalho servil fareis;

36 E por holocausto em oferta queimada de cheiro suave ao Senhor oferecereis um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito;

37 A sua oferta de alimentos e as suas libações para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto.

38 E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

39 Estas coisas fareis ao Senhor nas vossas solenidades além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, com os vossos holocaustos, e com as vossas ofertas de alimentos, e com as vossas libações, e com as vossas ofertas pacíficas.

40 E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés.

Números 30

1 E falou Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR tem ordenado.

2 Quando um homem fizer voto ao Senhor, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.

3 Também quando uma mulher, na sua mocidade, estando ainda na casa de seu pai, fizer voto ao Senhor, e com obrigação se ligar,

4 E seu pai ouvir o seu voto e a sua obrigação, com que ligou a sua alma; e seu pai se calar para com ela, todos os seus votos serão válidos; e toda a obrigação com que ligou a sua alma, será válida.

5 Mas se seu pai lhe tolher no dia que tal ouvir, todos os seus votos e as suas obrigações com que tiver ligado a sua alma, não serão válidos; mas o Senhor lhe perdoará, porquanto seu pai lhos tolheu.

6 E se ela for casada, e for obrigada a alguns votos, ou à pronunciação dos seus lábios, com que tiver ligado a sua alma;

7 E seu marido o ouvir, e se calar para com ela no dia em que o ouvir, os seus votos serão válidos; e as suas obrigações com que ligou a sua alma, serão válidas.

8 Mas se seu marido lhe tolher no dia em que o ouvir, e anular o seu voto a que estava obrigada, como também a pronunciação dos seus lábios, com que ligou a sua alma; o Senhor lhe perdoará.

9 No tocante ao voto da viúva, ou da repudiada, tudo com que ligar a sua alma, sobre ela será válido.

10 Porém se fez voto na casa de seu marido, ou ligou a sua alma com obrigação de juramento;

11 E seu marido o ouviu, e se calou para com ela, e não lho tolheu, todos os seus votos serão válidos, e toda a obrigação, com que ligou a sua alma, será válida.

12 Porém se seu marido lhos anulou no dia em que os ouviu; tudo quanto saiu dos seus lábios, quer dos seus votos, quer da obrigação da sua alma, não será válido; seu marido lhos anulou, e o Senhor lhe perdoará.

13 Todo o voto, e todo o juramento de obrigação, para humilhar a alma, seu marido o confirmará, ou anulará.

14 Porém se seu marido, de dia em dia, se calar inteiramente para com ela, então confirma todos os seus votos e todas as suas obrigações, que estiverem sobre ela; confirmado lhos tem, porquanto se calou para com ela no dia em que o ouviu.

15 Porém se de todo lhos anular depois que o ouviu, então ele levará a iniqüidade dela.

16 Estes são os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés entre o marido e sua mulher; entre o pai e sua filha, na sua mocidade, em casa de seu pai.

Membro de gangue se converte e leva toda sua família gângster a Jesus

Gilbert levou toda sua família gângster a Jesus. (Foto: YouTube/700 Club Interactive).

Gilbert Gonzales cresceu em uma família de gângsteres, na Califórnia, Estados Unidos. Vendo seus tios e sua mãe pertencer ao mundo do crime, o adolescente ansiava por entrar na gangue de rua King Kobra, para deixar seus familiares orgulhosos.

“Eu queria ser aceito pelos meus tios e pela minha mãe. Eu queria seguir a tradição de ser um membro de gangue. Queria ser durão e forte como eles”, contou Gilbert, em entrevista ao 700 Club Interactive.

Então, aos 16 anos, ele foi convidado oficialmente por seu tio a ingressar na gangue e logo seus irmãos foram os próximos. Com a atenção e reconhecimento que ganhou na King Kobra, Gilbert passou a amar o obscuro mundo das ruas e firmou sua identidade em ser um gângster.

Se saindo bem em brigas de rua e na luta por território, o jovem pensou em dedicar toda a sua vida à gangue. O uso de drogas, como crack e cocaína, misturado com o álcool, fazia parte de sua rotina no crime.

Gilbert Gonzales abandonou a gangue de rua King Kobra. (Foto: YouTube/700 Club Interactive).

Certa noite, Gonzales foi gravemente esfaqueado durante uma briga na rua e foi levado às pressas para o pronto-socorro. Ao sentir a morte de perto, ele começou a refletir sobre seu estilo de vida.

“Eu pensei: ‘cara, tem que haver uma mudança. Não posso viver assim para sempre porque vou acabar morrendo ou indo para a cadeia’”, lembrou Gilbert.

Mas, o jovem continuou na vida gângster até um dia ser preso por perturbação pública. Sem dinheiro para pagar fiança, ele ligou para Karen, sua namorada, e pediu ajuda. A mãe de Karen pagou e Gilbert foi liberado, com a condição que ele fosse à igreja.

“Eu fui, mas não prestei atenção no sermão porque eu estava com medo da mãe de Karen, que estava cantando no coral”, contou ele.

Porém, Gilbert foi surpreendido com a bondade e o amor da cristã. “Eu pensei que ela ia me dar um tapa no culto. Mas, ela estendeu a mão, me cumprimentando, e isso me chocou”, confessou o jovem.

Encontro ao pé da cruz

Gilbert foi transformado por Jesus e hoje tem uma linda família. (Foto: YouTube/700 Club Interactive).

Gonzales continuou indo à igreja com Karen. A namorada aceitou Jesus durante um culto e mais tarde, Gilbert conversou com o pastor, que lhe apresentou o Evangelho.

Ao entender que Jesus morreu por seus pecados por amor a ele, o gângster começou a sentir o peso de sua vida pecaminosa e se arrependeu.

“Eu lembro de ter me ajoelhado no quarto e chorar por muito tempo. Disse para Deus que queria mudar, que não queria mais viver aquele estilo de vida, porque já estava cansado”, testemunhou.

O jovem pediu perdão por seu passado e abandonou a gangue. Ele foi liberto do vício em drogas e do alcoolismo, e teve a vida transformada por Jesus.

“Sou grato por Deus ter mudado minha vida, porque eu não sei onde eu estaria agora. Estaria morto, na cadeia ou vivendo como sem-teto. Ele me abençoou tanto”, declarou Gilbert.

Logo depois, ele e Karen se casaram e formaram uma linda família. O jovem também levou toda sua família gângster a Cristo, após interceder pela salvação deles. “Eu pensei que eles nunca iriam mudar. Mas, Jesus muda as pessoas, Ele me mudou, Ele transformou a minha família”, testemunhou Gilbert.

E finalizou: “Minha nova identidade está nele, sabendo que eu fui perdoado. Eu não estou mais vivendo para mim mesmo, eu vivo para Cristo agora. Mudou a maneira que eu penso, a maneira que eu vivo”.

Leitura de hoje será Números 27 e 28

Números 27

1 E chegaram as filhas de Zelofeade, filho de Hefer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José; e estes são os nomes delas; Maalá, Noa, Hogla, Milca, e Tirza;

2 E apresentaram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes e de toda a congregação, à porta da tenda da congregação, dizendo:

3 Nosso pai morreu no deserto, e não estava entre os que se congregaram contra o Senhor no grupo de Coré; mas morreu no seu próprio pecado, e não teve filhos.

4 Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.

5 E Moisés levou a causa delas perante o Senhor.

6 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

7 As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai; e a herança de seu pai farás passar a elas.

8 E falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então fareis passar a sua herança à sua filha.

9 E, se não tiver filha, então a sua herança dareis a seus irmãos.

10 Porém, se não tiver irmãos, então dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.

11 Se também seu pai não tiver irmãos, então dareis a sua herança a seu parente, àquele que lhe for o mais chegado da sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será por estatuto de direito, como o Senhor ordenou a Moisés.

12 Depois disse o Senhor a Moisés: Sobe a este monte de Abarim, e vê a terra que tenho dado aos filhos de Israel.

13 E, tendo-a visto, então serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão;

14 Porquanto, no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos (estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim).

15 Então falou Moisés ao Senhor, dizendo:

16 O Senhor, Deus dos espíritos de toda a carne, ponha um homem sobre esta congregação,

17 Que saia diante deles, e que entre diante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar; para que a congregação do Senhor não seja como ovelhas que não têm pastor.

18 Então disse o Senhor a Moisés: Toma a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele.

19 E apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação, e dá-lhe as tuas ordens na presença deles.

20 E põe sobre ele da tua glória, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.

21 E apresentar-se-á perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo de Urim, perante o Senhor; conforme a sua palavra sairão, e conforme a sua palavra entrarão, ele e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.

22 E fez Moisés como o Senhor lhe ordenara; porque tomou a Josué, e apresentou-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;

23 E sobre ele impôs as suas mãos, e lhe deu ordens, como o Senhor falara por intermédio de Moisés.

Números 28

1 Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

2 Dá ordem aos filhos de Israel, e dize-lhes: Da minha oferta, do meu alimento para as minhas ofertas queimadas, do meu cheiro suave, tereis cuidado, para me oferecê-las ao seu tempo determinado.

3 E dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao Senhor: dois cordeiros de um ano, sem defeito, cada dia, em contínuo holocausto;

4 Um cordeiro sacrificarás pela manhã, e o outro cordeiro sacrificarás à tarde;

5 E a décima parte de um efa de flor de farinha em oferta de alimentos, misturada com a quarta parte de um him de azeite batido.

6 Este é o holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, em cheiro suave, oferta queimada ao Senhor.

7 E a sua libação será a quarta parte de um him para um cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao Senhor.

8 E o outro cordeiro sacrificarás à tarde, como a oferta de alimentos da manhã, e como a sua libação o oferecerás em oferta queimada de cheiro suave ao Senhor.

9 Porém, no dia de sábado, oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e duas décimas de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de alimentos, com a sua libação.

10 Holocausto é de cada sábado, além do holocausto contínuo, e a sua libação.

11 E nos princípios dos vossos meses oferecereis, em holocausto ao Senhor, dois novilhos e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito;

12 E três décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de alimentos, para um novilho; e duas décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de alimentos, para um carneiro.

13 E uma décima de flor de farinha misturada com azeite em oferta de alimentos, para um cordeiro; holocausto é de cheiro suave, oferta queimada ao Senhor.

14 E as suas libações serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano.

15 Também um bode para expiação do pecado ao Senhor, além do holocausto contínuo, com a sua libação se oferecerá.

16 Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor.

17 E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães ázimos.

18 No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis;

19 Mas oferecereis oferta queimada em holocausto ao Senhor, dois novilhos e um carneiro, e sete cordeiros de um ano; eles serão sem defeito.

20 E a sua oferta de alimentos será de flor de farinha misturada com azeite; oferecereis três décimas para um novilho, e duas décimas para um carneiro.

21 Para cada um dos sete cordeiros oferecereis uma décima;

22 E um bode para expiação do pecado, para fazer expiação por vós.

23 Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.

24 Segundo este modo, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao Senhor; além do holocausto contínuo se oferecerá isto com a sua libação.

25 E no sétimo dia tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.

26 Semelhantemente, tereis santa convocação no dia das primícias, quando oferecerdes oferta nova de alimentos ao Senhor, segundo as vossas semanas; nenhum trabalho servil fareis.

27 Então oferecereis ao Senhor por holocausto, em cheiro suave, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano;

28 E a sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite: três décimas para um novilho, duas décimas para um carneiro;

29 E uma décima, para cada um dos sete cordeiros;

30 Um bode para fazer expiação por vós.

31 Além do holocausto contínuo, e a sua oferta de alimentos, os oferecereis (ser-vos-ão eles sem defeito) com as suas libações.

Intolerância nossa de cada dia

Uma imagem religiosa fez duas vizinhas pararem na justiça. Brincadeiras à parte, não foi bem a imagem, claro, que causou a picuinha toda. A culpa toda é da natural intolerância, que vive com a gente diariamente, ocupando espaços que deveriam ser da pluralidade, da democracia. A intolerância, uma praga que dever ser combatida, não eliminada. Assim como a pobreza, querer eliminar todas ou algumas misérias humanas, perdão pela sinceridade, é impossível. E quem fala o contrário, perdão novamente, é um charlatão espiritual ou político.

Só nos resta então tolerar, tolerar os intolerantes mesmo que eles não tolerem a Cristo. Buscando em Cristo, seria dar a outra face.

Eis a manchete da notícia: “Mulher terá que indenizar vizinha por imagem cristã no hall do prédio”, publicada no jornal Brasil Sem Medo. Eis o endereço, para quem quiser ler os detalhes: https://brasilsemmedo.com/mulher-e-condenada-a-indenizar-vizinha-por-deixar-imagem-de-nossa-senhora-exposta/.

Vamos ao caso, às picuinhas de intolerantes e mimados que fazem de nosso dia-a-dia um caos de sentimentalismo e ódio uns pelos outros.

Uma condômina não gostou da atitude de outra moradora, que colocou imagem de Nossa Senhora de Fátima no hall do condomínio. Entrou com ação judicial e a juíza condenou a moradora e o condomínio a pagarem indenização no valor de R$ 8 mil. Segundo o que se lê da notícia, o fundamento para a ação judicial foi que a condômina se sentiu “incomodada”. Segundo ainda a sentença, as regras do condomínio não permitem objetos pessoas em área de uso comum. A defesa da moradora condenada a indenizar, diz que a vizinha “incomodada” queria apenas dinheiro e a juíza ignorou um abaixo assinado com 31 assinaturas dos 32 apartamentos.

Não podemos falar muita coisa sobre o caso, pois não sabemos muita coisa sobre ele, por isso apenas especulamos, refletimos sobre ele. E neste momento em que pensamos, o pensamento vai diretamente para quem? Vai para Cristo, o nosso fim-último de todas as coisas, o modelo a quem devemos imitar sempre.

Aquele que, num caso como esse, sem qualquer vaidade pessoal, aconselharia (ele nunca manda) a tolerar, tolerar e tolerar, também diz que devemos imitá-lo em tudo, inclusive evitando julgamentos precipitados.

Muitas vezes existe, dentro ou fora de nós, alguma coisa que nos atrai e em nós influi. Muitos buscam secretamente a si mesmos em suas ações, e não o percebem. Parecem até gozar de boa paz, enquanto as coisas correm à medida de seus desejos; mas, se de outra sorte sucede, logo se inquietam e entristecem. Da discrepância de pareceres e opiniões freqüentemente nascem discórdias entre amigos e vizinhos, entre religiosos e pessoas piedosas. (Tomás de Kempis, em Imitação de Cristo).

Estamos em pleno regime democrático. Democracia significa pluralidade em vários aspectos, desde vida privada até o falatório público da internet. Tolerância também faz parte da democracia. Tolerar quer dizer aceitar, conviver com as diferenças, sejam elas quais forem. E parece que as coisas práticas não são aquilo que a Constituição prega. A vida como ela é, Nelson Rodrigues, nos ensina que não se muda a natureza, a realidade das coisas, nem a longo prazo. Enfim, tolerar é isso, viver com as diferenças, dificuldades, problemas, crenças alheias.

Não podemos ignorar uma realidade oposta. Existem sim intolerantes religiosos, os chamados “fundamentalistas”. E até no meio cristão. Mas isso não justifica que as ações sociais por mais tolerância e igualdade acabem revolucionando a sociedade, fazendo dela um nada para, com os seus escombros, construir tudo de novo começando do zero. É, infelizmente, o que querem os tais defensores da “tolerância” e da pluralidade democrática, que de pluralistas não têm absolutamente nada. São egoístas arrogantes que só pensam em si, não entendem nada de civilização que deve ser preservada e seus valores, entre os quais o legado cristão.

Não confio num mundo melhor. Por mais que essa turba jacobina  (e aqui entra a Agenda 2030) queira transformar a sociedade, isso jamais acontecerá se os próprios “tolerantes” praticarem intolerância. É uma moeda de troca, uma lei natural. Ora, não julgueis para não ser julgado, não sedes intolerantes para não sofreres, na própria carne, com a intolerância alheia.

Por Sergio Renato de Mello, defensor público de Santa Catarina, colunista do Jornal da Cidade Online e Instituto Burke Conservador, autor de obras jurídicas, cristão membro da Igreja Universal do Reino de Deus.

Mais de 50.000 pessoas são evangelizadas na Venezuela

O Conselho Evangélico da Venezuela trouxe um evento evangelístico de três dias ao estádio de beisebol Alfonso “Chico” Carrasquel para que as pessoas ouçam David Ruíz, evangelista associado à Associação Evangelística Billy Graham, na cidade caribenha de Puerto La Cruz.

Segundo Ruíz, há cinco meses, eles queriam ter uma divulgação evangélica em Puerto La Cruz, mas naquela época não conseguiram encontrar um estádio. Mas, ele afirma que este é o tempo que Deus tinha planejado, e que Ele abriu as portas.

“Deus se moveu de uma forma muito poderosa em Puerto La Cruz. Isso é uma prova de que Deus tem um plano, e que Ele está realizando-o na Venezuela”, disse Ruíz.

Além disso, o homem revela que o gerente do estádio não entendeu por que eles queriam usar um estádio, já que ele estava convencido de que não reuniriam mais de 5.000 pessoas.

“Mas quando ele viu o estádio cheio desde o primeiro dia do evento, ele não conseguiu segurar as lágrimas, expressando que era lindo ver o estádio lotado, muito mais do que quando eles têm um jogo de beisebol dos melhores times da cidade”, compartilhou Ruíz.

De acordo com a Associação Evangelística Billy Graham, apesar dos desafios de transporte nesta região, as pessoas vieram. Mais de 57.000 pessoas participaram do evento evangélico, com mais de 14.000 delas decidindo seguir a Cristo.

“Quando o prefeito da cidade soube que o estádio tinha sido lotado três dias seguidos, ele disse: ‘Quero ir pessoalmente conhecer as pessoas que realizaram esse feito.’ E quando ele falou conosco, ele disse: ‘As portas estarão sempre abertas para esse time voltar para realizar esses eventos’”, explicou Ruíz.

Leitura de hoje será Números 25 e 26

Números 25

1 E Israel deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas.

2 Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu, e inclinou-se aos seus deuses.

3 Juntando-se, pois, Israel a Baal-peor, a ira do Senhor se acendeu contra Israel.

4 Disse o Senhor a Moisés: Toma todos os cabeças do povo, e enforca-os ao Senhor diante do sol, e o ardor da ira do Senhor se retirará de Israel.

5 Então Moisés disse aos juízes de Israel: Cada um mate os seus homens que se juntaram a Baal-peor.

6 E eis que veio um homem dos filhos de Israel, e trouxe a seus irmãos uma midianita, à vista de Moisés, e à vista de toda a congregação dos filhos de Israel, chorando eles diante da tenda da congregação.

7 Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, sacerdote, se levantou do meio da congregação, e tomou uma lança na sua mão;

8 E foi após o homem israelita até à tenda, e os atravessou a ambos, ao homem israelita e à mulher, pelo ventre; então a praga cessou de sobre os filhos de Israel.

9 E os que morreram daquela praga foram vinte e quatro mil.

10 Então o Senhor falou a Moisés, dizendo:

11 Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois foi zeloso com o meu zelo no meio deles; de modo que, no meu zelo, não consumi os filhos de Israel.

12 Portanto dize: Eis que lhe dou a minha aliança de paz;

13 E ele, e a sua descendência depois dele, terá a aliança do sacerdócio perpétuo, porquanto teve zelo pelo seu Deus, e fez expiação pelos filhos de Israel.

14 E o nome do israelita, que foi morto com a midianita, era Zimri, filho de Salu, príncipe da casa paterna dos simeonitas.

15 E o nome da mulher midianita morta era Cosbi, filha de Zur, cabeça do povo da casa paterna entre os midianitas.

16 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:

17 Afligireis os midianitas e os ferireis,

18 Porque eles vos afligiram a vós com os seus enganos com que vos enganaram no caso de Peor, e no caso de Cosbi, filha do príncipe dos midianitas, irmã deles, que foi morta no dia da praga no caso de Peor.

Números 26

1 Aconteceu, pois, que, depois daquela praga, falou o SENHOR a Moisés, e a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, dizendo:

2 Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais; todos os que em Israel podem sair à guerra.

3 Falaram-lhes, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na altura de Jericó, dizendo:

4 Conta o povo da idade de vinte anos para cima, como o Senhor ordenara a Moisés e aos filhos de Israel, que saíram do Egito.

5 Rúben, o primogênito de Israel; os filhos de Rúben: de Enoque, a família dos enoquitas; de Palu, a família dos paluítas;

6 De Hezrom, a família dos hezronitas; de Carmi, a família dos carmitas.

7 Estas são as famílias dos rubenitas; e os que foram deles contados foram quarenta e três mil e setecentos e trinta.

8 E os filhos de Palu, Eliabe;

9 E os filhos de Eliabe, Nemuel, e Datã, e Abirão: estes, Datã e Abirão, foram os do conselho da congregação, que contenderam contra Moisés e contra Arão no grupo de Coré, quando rebelaram contra o Senhor;

10 E a terra abriu a sua boca, e os tragou com Coré, quando morreu aquele grupo; quando o fogo consumiu duzentos e cinqüenta homens, os quais serviram de advertência.

11 Mas os filhos de Coré não morreram.

12 Os filhos de Simeão, segundo as suas famílias: de Nemuel, a família dos nemuelitas; de Jamim, a família dos jaminitas; de Jaquim, a família dos jaquinitas;

13 De Zerá, a família dos zeraítas; de Saul, a família dos saulitas.

14 Estas são as famílias dos simeonitas, vinte e dois mil e duzentos.

15 Os filhos de Gade, segundo as suas gerações; de Zefom, a família dos zefonitas; de Hagi, a família dos hagitas; de Suni, a família dos sunitas;

16 De Ozni, a família dos oznitas; de Eri, a família dos eritas;

17 De Arode, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.

18 Estas são as famílias dos filhos de Gade, segundo os que foram deles contados, quarenta mil e quinhentos.

19 Os filhos de Judá, Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.

20 Assim os filhos de Judá foram segundo as suas famílias; de Selá, a família dos selanitas; de Perez, a família dos perezitas; de Zerá, a família dos zeraítas.

21 E os filhos de Perez foram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.

22 Estas são as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos.

23 Os filhos de Issacar, segundo as suas famílias, foram: de Tola, a família dos tolaítas; de Puva, a família dos puvitas;

24 De Jasube, a família dos jasubitas; de Sinrom, a família dos sinronitas.

25 Estas são as famílias de Issacar, segundo os que foram deles contados, sessenta e quatro mil e trezentos.

26 Os filhos de Zebulom, segundo as suas famílias, foram: de Serede, a família dos sereditas; de Elom, a família dos elonitas; de Jaleel, a família dos jaleelitas.

27 Estas são as famílias dos zebulonitas, segundo os que foram deles contados, sessenta mil e quinhentos.

28 Os filhos de José segundo as suas famílias, foram Manassés e Efraim.

29 Os filhos de Manassés foram; de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas.

30 Estes são os filhos de Gileade; de Jezer, a família dos jezeritas; de Heleque, a família dos helequitas;

31 E de Asriel, a família dos asrielitas; e de Siquém, a família dos siquemitas;

32 E de Semida, a família dos semidaítas; e de Hefer, a família dos heferitas.

33 Porém, Zelofeade, filho de Hefer, não tinha filhos, senão filhas; e os nomes das filhas de Zelofeade foram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

34 Estas são as famílias de Manassés; e os que foram deles contados, foram cinqüenta e dois mil e setecentos.

35 Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas.

36 E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas.

37 Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias.

38 Os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias: de Belá, a família dos belaítas; de Asbel, a família dos asbelitas; de Airã, a família dos airamitas;

39 De Sufã, a família dos sufamitas; de Hufã, a família dos hufamitas.

40 E os filhos de Belá foram Arde e Naamã; de Arde, a família dos arditas; de Naamã, a família dos naamanitas.

41 Estes são os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e seiscentos.

42 Estes são os filhos de Dã, segundo as suas famílias; de Suã, a família dos suamitas. Estas são as famílias de Dã, segundo as suas famílias.

43 Todas as famílias dos suamitas, segundo os que foram deles contados, foram sessenta e quatro mil e quatrocentos.

44 Os filhos de Aser, segundo as suas famílias, foram: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriítas.

45 Dos filhos de Berias, foram; de Héber, a família dos heberitas; de Malquiel, a família dos malquielitas.

46 E o nome da filha de Aser foi Sera.

47 Estas são as famílias dos filhos de Aser, segundo os que foram deles contados, cinqüenta e três mil e quatrocentos.

48 Os filhos de Naftali, segundo as suas famílias; de Jazeel, a família dos jazeelitas; de Guni, a família dos gunitas;

49 De Jezer, a família dos jezeritas; de Silém, a família dos silemitas.

50 Estas são as famílias de Naftali, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e quatrocentos.

51 Estes são os que foram contados dos filhos de Israel, seiscentos e um mil e setecentos e trinta.

52 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

53 A estes se repartirá a terra em herança, segundo o número dos nomes.

54 Aos muitos aumentarás a sua herança, e aos poucos diminuirás a sua herança; a cada um se dará a sua herança, segundo os que foram deles contados.

55 Todavia a terra se repartirá por sortes; segundo os nomes das tribos de seus pais a herdarão.

56 Segundo sair a sorte, se repartirá a herança deles entre as tribos de muitos e as de poucos.

57 E estes são os que foram contados dos levitas, segundo as suas famílias: de Gérson, a família dos gersonitas; de Coate, a família dos coatitas; de Merari, a família dos meraritas.

58 Estas são as famílias de Levi: a família dos libnitas, a família dos hebronitas, a família dos malitas, a família dos musitas, a família dos coreítas. E Coate gerou a Anrão.

59 E o nome da mulher de Anrão era Joquebede, filha de Levi, a qual nasceu a Levi no Egito; e de Anrão ela teve Arão, e Moisés, e Miriã, irmã deles.

60 E a Arão nasceram Nadabe, Abiú, Eleazar, e Itamar.

61 Porém Nadabe e Abiú morreram quando trouxeram fogo estranho perante o Senhor.

62 E os que deles foram contados eram vinte e três mil, todo o homem da idade de um mês para cima; porque estes não foram contados entre os filhos de Israel, porquanto não lhes foi dada herança entre os filhos de Israel.

63 Estes são os que foram contados por Moisés e Eleazar, o sacerdote, que contaram os filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na direção de Jericó.

64 E entre estes nenhum houve dos que foram contados por Moisés e Arão, o sacerdote, quando contaram aos filhos de Israel no deserto de Sinai.

65 Porque o Senhor dissera deles que certamente morreriam no deserto; e nenhum deles ficou senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

Marido de Amanda Wanessa fala da saúde da cantora e do single

Nesta quarta-feira (20) acontece o lançamento da canção Me Refazer, de Amanda Wanessa. A cantora está internada desde o dia 4 de janeiro de 2021 após sofrer um grave acidente de carro, em Barreiros, Pernambuco.

A canção inédita Me Refazer foi gravada antes do acidente de Amanda. Seu esposo Dobson Santos escolheu o dia 20 de abril para o lançamento, pois, nesta data, a cantora faz 35 anos. O Pleno.News falou com Dobson sobre o estado de saúde de Amanda e o lançamento da canção.

Como está a Amanda atualmente?
Ela vem fazendo fisioterapia e fonoaudiologia no hospital e estamos aguardando o último procedimento para ela ter alta.

Foi difícil a decisão de escolher lançar a canção?
O vídeo novo e a música estavam prontos desde o ano passado, quando estava agendado o lançamento. Devido ao acidente conversamos com a MK e cancelamos. Depois de 1 ano e 3 meses decidimos fazer o lançamento aproveitando a ocasião do aniversário da Amanda. Em um ato profético, vamos juntos celebrar essa nova canção, Me Refazer, com muita fé. Cremos que o milagre na vida de Amandinha vai chegar e teremos muitos testemunhos para a glória de Deus.

O que você gostaria de dizer aos admiradores do trabalho da Amanda? Aqueles que seguem orando por ela.
Sei que não está sendo fácil pra mim, minha filha e toda a família. O processo é lento e dolorido, mas seguimos confiando no Deus que tudo pode e o controle de tudo está nas suas mãos. Continuaremos orando, jejuando e com fé que Deus agirá em nosso favor. Agradecemos a todos os admiradores que diariamente enviam mensagens de amor e carinho para a Amanda, minha gratidão pelas orações de todos vocês.

LIVE
Nesta quarta-feira às 15h, o Pleno.News fará uma live com Dobson pelo Instagram para falar sobre o lançamento.

Idosa diz que orou enquanto era arrastada por carro em assalto: “Só clamava a Deus”

Depois de ser arrastada por três quarteirões em um carro roubado, Eci Coutinho Bella, de 72 anos, reconhece que está viva por um milagre. “Foi Deus que me salvou”, disse a idosa ao Extra.

Na noite de 9 de abril, um sábado, Eci voltava com sua família de um aniversário em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Por volta das 20h30, o veículo parou em um sinal no bairro da Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro.

A família foi rendida por dois assaltantes que estavam em uma moto. Um dos criminosos apontou uma arma para o motorista, Alex, filho de Eci, e o puxou para fora do carro. A nora e os netos, de 7 e 14 anos, conseguiram sair do veículo, mas a idosa ficou presa no cinto.

Eci, que é evangélica e membro da Igreja Batista, lembra que havia percebido vários sinais de que algo ruim estaria por vir. “Antes de ir, parecia que tinha uma coisa me avisando para eu não ir”, disse ela ao Extra.

“Na volta, por incrível que pareça, a minha netinha falou: ‘Vó, não coloca o cinto, não’. Mas eu falei: ‘Tem que colocar, Kimberly, porque o carro fica apitando’. Parecia que ela estava adivinhando, né?”, a idosa continuou.

“Quando o meu filho parou no sinal para vir para o lado de cá (da Pavuna), pensei: aqui é perigoso parar, tem muito assalto. Quando eu acabei de pensar, o revólver já estava no ouvido dele”, lembra dona Eci.

Eci conta que sua nora tentou ajudá-la a tirar o cinto, mas por causa do nervosismo, a idosa não conseguiu se soltar. “Penso que tirei o cinto, mas depois me enrolei de novo nele. Não sei como foi, não sei contar. Aí, quando eu vi, já estava sendo arrastada”, relata.

Foi então que ela começou a orar: “Enquanto eu era puxada, só pensava em Deus. Só gritava e clamava a Ele. ‘Eu vou morrer, meu Deus! Meu Deus, me socorre. Deus, só o Senhor por mim. Eu sei que eu não mereço nada do Senhor, mas me socorre, meu Pai’. Só clamava, só clamava. De repente, o cinto soltou e eu caí para o lado. Eu poderia ter caído debaixo do pneu, não poderia? Acredito que foi Deus que me salvou.”

Livramento de Deus

Eci foi arrastada por um trajeto de aproximadamente 400 metros e sofreu graves ferimentos por todo corpo, principalmente nas costas. Ela recebeu alta do Hospital Getúlio Vargas na manhã de Sexta-feira Santa e deixou a unidade ao lado dos filhos, grata pelo livramento.

“Acredito muito em Deus. Se eu não acreditar Nele, vou acreditar em quem? Ele é único. No hospital, eu fiquei direto conversando com Ele. Orando. Vivo conversando com Deus. Minha vida toda é assim”, contou a idosa.

Desde o acontecimento, Eci disse que tem recebido orações de sua igreja. “Minha igreja (Igreja Batista) é muito grande, sabe? Então, não dá para fazer muitas amizades. Mas conheço todo mundo, me dou com todo mundo. Tem gente que está orando por mim e nem me conhece. Por aí, você vê que gostam de mim”, afirma.

Depois de se recuperar completamente, Eci pretende viajar mais e continuar alimentando sua fé. “Eu renasci. Com Deus, a gente sempre renasce. Já li a Bíblia quatro vezes, do começo ao fim. Cada vez que a gente lê, aprende mais e mais”, disse ela.

Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado pela 39ª DP (Pavuna). Os dois suspeitos de participarem do assalto foram presos e identificados como Alex Sandro Francisco da Silva Júnior e Júlio Cézar Ramos Bernardo.