Campanha de Zito Rolim cresce e consolida base reforçada com apoio de mais 12 municípios

A campanha do candidato a deputado estadual Zito Rolim continua em franco crescimento.

Na manhã desta segunda-feira (10) Zito Rolim, o candidato a deputado Federal Marcio Jerry e o prefeito de Codó, Francisco Nagib, estiveram reunidos com o ex- Superintendente Articulação Política do Governo do Estado, Mavio Rocha e lideranças políticas de mais doze municípios maranhenses.

De acordo com Mavio Rocha, o encontro teve como objetivo reforçar regionalmente a base de sustentação do grupo político que apóia as candidaturas de Zito Rolim para deputado estadual, Márcio Jerry para deputado federal e a reeleição do governador Flávio Dino.

Estamos hoje, juntamente com mais lideranças de doze municípios, firmando nosso apoio ao projeto das candidaturas de Zito Rolim para estadual e Marcio Jerry para federal, que irão trabalhar em sintonia com o governador Flávio Dino”.

Além dos vereadores da base aliada do prefeito de Codó, Francisco Nagib, estiveram presentes vereadores, vice-prefeitos e lideranças políticas que representavam os municípios de Marajá do Sena, Pedreiras, São Mateus, São Roberto, Bernardo do Mearim, Olho D’água das Cunhãs, São Raimundo Doca Bezerra, Lago Verde, Lagoa Grande, Lima Campos, Peritoró, Alto Alegre.

É um momento muito importante de nosso calendário político, pois marca a consolidação de um diálogo para um projeto que será o melhor para Codó, e para que Maranhão continue andando no rumo certo, com o apoio as candidaturas de Zito para estadual e a nossa para deputado federal. Temos certeza que a nossa caminhada entra numa fase mais forte hoje rumo a vitória deste grupo e a reeleição do governador Flávio Dino no próximo mês”, declarou o candidato a deputado federal Márcio Jerry.

Em seu discurso, Zito Rolim agradeceu ao apoio de Mavio Rocha, as demais lideranças e declarou estar confiante na concretização de um projeto que ajudará o Maranhão a continuar crescendo. “Agradeço mais uma vez ao Márcio Jerry, ao Mavio, que hoje é um dos coordenadores da campanha do governador Flávio Dino, ao Prefeito Nagib e a todos que nos apoiam nesta fase crucial da campanha. Isso nos deixa muito feliz e mais confiante e fortalecido para alcançar nosso objetivo maior, que é a construção de um Maranhão sempre melhor”.

Roberto Rocha quer que os maranhenses sejam sócios das riquezas do estado

Em entrevista à TV Mirante, nesta segunda-feira, 10, o candidato ao governo do Maranhão pelo PSDB, Roberto Rocha, afirmou não conhecer nenhum estado que tenha um potencial, em riquezas naturais, maior do que o Maranhão (Acompanhe pelo link: http://g1.globo.com/ma/maranhao/jmtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/roberto-rocha-e-entrevistado-no-jmtv1/7008290/). E deixou claro que, tanto o Maranhão, quanto os maranhenses, precisam ser preparados para crescer economicamente.
O candidato relacionou, ainda, como o grande desafio dessa preparação, a geração das cadeias produtivas, que, segundo ele, é o que vai possibilitar o crescimento econômico: realizar o conjunto de etapas consecutivas, ao longo das quais os insumos sofrem algum tipo de transformação, tais como beneficiamento do produto, industrialização e comercialização. Roberto Rocha citou como exemplo a soja, que é produzida principalmente em Balsas. “Esse é o desafio: pegar a soja, o milho, o mlheto, e transformar em ração animal por um lado e, por outro lado, em óleo comestível.
Ao ser questionado sobre qual o seu plano para o Maranhão, Rocha respondeu que tem em seu plano de governo dois eixos fundamentais: preparar o Maranhão e também os maranhenses. Referiu-se ao “Caderno de Boas Idéias”, registrado em cartório, como o seu plano de Governo, constituído em mais de 180 propostas dispostas em dois eixos: preparar o Maranhão, com cinco principais temas e preparar os maranhenses, com outros cinco temas.
Roberto Rocha falou ainda de dotar o estado de infraestrutura como boas estradas, retomada da livre iniciativa para a economia maranhense e a compensação da exploração das riquezas e potencialidades do estado. Citou como exemplo a Base de Alcântara, sobre a qual, tem proposição de criação de um fundo financeiro de compensação para beneficiar comunidades existentes no município, como quilombolas, quebradeiras de coco, etc. Como experiência semelhante, Roberto Rocha, por meio de atuação parlamentar, já garantiu a 23 municípios maranhenses cortados pela Estrada de Ferro Carajás, ao longo de 670 km de extensão da ferrovia, de serem beneficiados com royalties no valor de 15%, pelo escoamento da produção de minério de ferro, ou por serem afetados por operações de desembarque e embarque ou, ainda, para cidades onde se localizam pilhas de estéril, barragem de rejeitos ou instalações de beneficiamento. “O Maranhão é um estado rico. Temos que fazer os maranhenses serem sócios dessa riqueza”, afirmou Rocha.

Bolsonaro chega a 30% Subiu de 26 para 30% em nova pesquisa

Em pesquisa registrada pelo BTG, o candidato do PSL Jair Bolsonaro subiu 4%, passando de 26 para 30% das intenções de voto.

Essa foi a primeira pesquisa pós-atentado. Bolsonaro subiu também na intenção de voto espontânea, saindo de 21 para 26%.

Ciro Gomes vem em segundo lugar, com 12%, o mesmo porcentual que tinha no levantamento anterior.

Marina Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin estão empatados com 8%. Na pesquisa anterior, Marina tinha 11%, Alckmin estava com os mesmos 8% e Haddad, 6%.

João Amoêdo, Álvaro Dias e Henrique Meirelles estão com 3%. Do trio, o único com trajetória ascendente é Meirelles. No levantamento anterior, ele teve 2%. Antes, cravava 1%

Amoêdo, na pesquisa anterior, estava com 4%.

A pesquisa foi feita pela FSB entre os dias 8 e 9 de setembro, com 2000 eleitores, e está registrada no TSE com o número 01522/2018. A margem de erro é de 2%, com intervalo de confiança de 95%.

Fonte: revista Veja

Bolsonaro lidera seguido por Haddad, diz pesquisa da XP Investimentos

Há exatamente 1 mês do 1º turno, Jair Bolsonaro lidera a corrida presidencial com 20% das intenções de voto, diz pesquisa realizada pela Ipespe divulgada nesta 6ª feira (7.set.2018).  O levantamento foi encomendado pela XP Investimentos –o 1º da empresa a ser divulgado após o início do horário eleitoral, que começou em 31 de agosto.

Atrás de Bolsonaro aparecem Fernando Haddad (PT), com 14%; Ciro Gomes (PDT), com 10%; e Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin, os 2 com 8%. O cenário considera que Haddad é apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

nenhum/ brancos
20% Jair Bolsonaro (PSL)
14% Haddad apoiado por Lula(PT)
10% Ciro Gomes (PDT)
8% Marina Silva (Rede)
8% Geraldo Alckmin (PSDB)
4% João Amoêdo (Novo)
4% Alvaro Dias (Podemos)
2% Henrique Meirelles (MDB)
1% Cabo Daciolo (Patriota)
0% Guilherme Boulos (Psol)
0% Vera Lúcia (PSTU)
0% João Goulart Filho (PPL)
0% Eymael (DC)
6% não sabe/ não respondeu
22% nenhum/ brancos
fonte: XP/Ipespe | metodologia: a pesquisa foi realizada dos dias 3 a 5 de setembro de 2018, com 2.000 entrevistas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3.2 p.p. e o nível de confiança é 95,45%. O registro no TSE é BR-00339/2018

A pesquisa (íntegra) foi realizada dos dias 3 a 5 de setembro de 2018, com 2.000 entrevistas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 p.p. e o nível de confiança é 95,45%. O registro no TSE é BR-00339/2018.

Fernando Haddad sem Lula

A pesquisa considerou ainda 1 cenário em que Fernando Haddad (PT) aparece como candidato a Presidência, mas não é explicitamente apresentado aos eleitores como candidato apoiado por Lula. Nesta conjuntura, Haddad aparece com 8% das intenções, 6 p.p. abaixo de quando tem o apoio explícito do ex-presidente. Jair Bolsonaro lidera com 23%,  Ciro Gomes e Marina Silva têm 11% e Geraldo Alckmin, 8%.

nenhum/ brancos
23% Jair Bolsonaro (PSL)
11% Ciro Gomes (PDT)
11% Marina Silva (Rede)
9% Geraldo Alckmin (PSDB)
8% Fernando Haddad (PT)
4% João Amoêdo (Novo)
4% Alvaro Dias (Podemos)
1% Henrique Meirelles (MDB)
1% Guilherme Boulos (Psol)
1% Cabo Daciolo (Patriota)
0% Vera Lúcia (PSTU)
0% João Goulart Filho (PPL)
0% Eymael (DC)
6% não sabe/ não respondeu
21% nenhum/ brancos
fonte: XP/Ipespe | metodologia: a pesquisa foi realizada dos dias 3 a 5 de setembro de 2018, com 2.000 entrevistas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3.2 p.p. e o nível de confiança é 95,45%. O registro no TSE é BR-00339/2018

Lula como candidato

O levantamento da XP foi registrado em 31 de agosto, época em que a impugnação da candidatura do ainda não tinha sido aceita pelo TSE. Por este motivo, o ex-presidente ainda aparece em 1 dos cenários como opção na chapa petista.

No quadro em que aparece, Lula lidera com 33% das intenções de voto. Bolsonaro é o 2º colocado, com 22%, distante de Ciro Gomes (8%), Geraldo Alckmin (7%), Marina Silva (6%) e João Amoedo (5%), que estão embolados no páreo.

nenhum/ brancos
33% Lula (PT)
22% Jair Bolsonaro (PSL)
8% Ciro Gomes (PDT)
7% Geraldo Alckmin (PSDB)
6% Marina da Silva (Rede)
5% João Amoêdo (Novo)
3% Alvaro Dias (Podemos)
1% Henrique Meirelles (MDB)
1% Guilherme Boulos (Psol)
1% Cabo Daciolo (Patriota)
0% Eymael (DC)
0% Vera Lúcia (PSTU)
0% João Goulart Filho (PPL)
2% não sabe/ não respondeu
10% nenhum/ brancos
fonte: XP/Ipespe | metodologia: a pesquisa foi realizada dos dias 3 a 5 de setembro de 2018, com 2.000 entrevistas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3.2 p.p. e o nível de confiança é 95,45%. O registro no TSE é BR-00339/2018

Ibope: Bolsonaro tem 22% das intenções de voto; Ciro e Marina, 12%

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (5) nova pesquisa de intenção de votos a candidato a presidente .

De acordo com a pesquisa, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem 22% das intenções de voto. Empatados em segundo lugar aparecem Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) com 12% cada um. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9% e Fernando Haddad (PT) tem 6% das intenções de votos.

Ainda segundo a pesquisa do Ibope, Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) obtiveram 3% das intenções de voto cada um. Henrique Meirelles (PMDB) foi indicado por 2% dos eleitores. Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia Salgado (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) registraram 1% cada um. Cabo Daciolo (Patriota) e José Maria Eymael (DC) não atingiram 1%.

Dos entrevistados, 20% declararam a intenção de anular ou votar em branco; 7% disseram não saber ou preferiram não declarar.

A pesquisa foi contratada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo. O levantamento ouviu 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 1º e 3 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR‐05003/2018.

O questionário aplicado na pesquisa não incluiu o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Não foram divulgados resultados de intenção de voto espontânea, isto é sem apresentação dos nomes dos candidatos em cartela.

Na madrugada do dia 1º, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu o registro da candidatura de Lula. “Diante disso, na manhã de sábado, antes da realização da pesquisa, e para estar de acordo com o julgamento e as determinações do TSE, o Ibope não pesquisou o cenário com Lula”, expôs o instituto em nota.

Pesquisa anterior

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 20 de agosto, Jair Bolsonaro (PSL) tinha 18%. Marina Silva, candidata da Rede, 6% das intenções; Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 5% cada um; Alvaro Dias (Podemos), 3%. Com 1% das intenções dos votos, apareciam Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) e José Maria Eymael (DC). Os candidatos Cabo Daciolo (Patriota), Vera Lúcia (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) não atingiram 1%.

Naquele levantamento, a intenção de votos em branco e nulos era de 29%; e 9% declararam não saber ou não quiseram responder.

Rejeição

A pesquisa, divulgada hoje, também verificou a taxa de rejeição das candidaturas, quando o eleitor aponta em qual candidato não votaria. O resultado é: Bolsonaro com 44%; Marina, 26%; Haddad, 23%; Alckmin, 22%; Ciro, 20%; Meirelles, 14%; Cabo Daciolo, 14%; Eymael, 14%; Alvaro Dias, 13%; Boulos, 13%; Vera, 13%; Amoêdo, 12% e João Goulart Filho, 11%.

2º turno

O Ibope ainda testou quatro cenários de disputa do segundo turno com a presença de Jair Bolsonaro e outro candidato.

Conforme o instituto, em eventual segundo turno, Ciro Gomes obteria 44% dos votos e Bolsonaro, 33% (branco/nulo: 19%; não sabe/não respondeu: 4%).

Se a disputa fosse com Alckmin, o tucano atingiria 41% e Bolsonaro 32% (branco/nulo: 23%; não sabe/não respondeu: 4%).

Se a concorrência fosse com a candidata da Rede, Marina teria 43% e Bolsonaro, 33% (branco/nulo: 20%; não sabe/não respondeu: 3%).

Na simulação com Haddad, a diferença fica dentro da margem de erro, o petista receberia 36% e Bolsonaro, 37% (branco/nulo: 22%; não sabe/não respondeu: 5%).

Roseana contrai virose e suspende agenda na capital e no interior do Estado

A candidata ao Governo do Maranhão, Roseana Sarney, contraiu uma virose e, por recomendações médicas, deve ficar de repouso por 48 horas. Em decorrência disso, Roseana cancelou todos os compromissos de agenda em São Luís e no interior do estado, de hoje (04.09) até quinta-feira (06). COLIGAÇÃO “MARANHÃO QUER MAIS” Assessoria de Imprensa e Divulgação – 04/09/18

Bolsonaro cortará ministérios pela metade se for eleito

O pré-candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, cortará pela metade o número de ministérios e defenderá uma diminuição do Estado se eleito em outubro, afirmou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), um dos coordenadores da campanha do postulante ao Palácio do Planalto à Reuters.

Segundo Onyx, Bolsonaro já tomou a decisão de reduzir dos atuais 29 para 15 os ministérios na Esplanada. O coordenador, entretanto, não quis informar quais pastas seriam cortadas no novo organograma, se o deputado do PSL for eleito.

Esses detalhes vão constar do programa de governo de Bolsonaro que, conforme o coordenador, está sendo elaborado por Onyx, o economista Paulo Guedes e uma equipe grande de acadêmicos e funcionários públicos. O programa de governo vai ser divulgado, segundo ele, na última semana de julho.

Onyx disse que também haverá um corte “muito intenso” nos cargos em comissão do governo federal. “O governo vai ser muito enxuto. O nosso conceito é buscar a eficiência”, disse o coordenador. “O governo vai diminuir para que as pessoas possam avançar”, reforçou.

O coordenador reafirmou a posição de Bolsonaro –apresentada em sabatina na quarta-feira no jornal Correio Braziliense– de não elevar a carga tributária. “Antes de ser presidente, ele disse que não vai aumentar impostos. Vai sim é buscar a redução”, disse.

Base parlamentar

Segundo Onyx, Bolsonaro – líder das pesquisas de intenção de voto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso – conta atualmente com uma base de 63 deputados de várias legendas. O coordenador disse que os apoiadores vão chegar a 100 até o fim de julho.

Ele confirmou que tem organizado encontros e participado de reuniões com parlamentares de outros partidos em apoio ao pré-candidato do PSL.

O senador Magno Malta (PR-ES) é um dos que tem participado desses encontros. Malta afirmou à Reuters que Bolsonaro convidou-o para ser vice na chapa presidencial, mas ele disse que ainda não se decidiu.

“Minha vida está nas mãos de Deus e não digo que dessa água eu não bebo”, disse ele, evangélico que no momento disse que trabalha para se reeleger ao Senado.

Malta avalia que, se virar vice de Bolsonaro, a bancada do PR poderá até dobrar de tamanho na Câmara – atualmente ela conta com 41 deputados.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou esta semana o arquivamento do inquérito contra Onyx sob suspeita de ter cometido crime de caixa 2 nas eleições de 2006 com base na delação do ex-executivo da Odebrecht Alexandrino de Alencar.

A acusação feita pelo delator era que Onyx teria recebido 175 mil reais naquela campanha, operação essa que teria sido registrada no sistema paralelo de contabilidade da Odebrecht.

Fonte: Terra

Roberto Rocha reúne milhares de pessoas em vasta agenda no final de semana

Roberto Rocha, senador e candidato ao Governo do Maranhão pelo PSDB, percorreu, neste final de semana, os municípios de Timon, Codó, Vitória do Mearim e Arari. Por todas as cidades por onde passou, reuniu milhares de pessoas em carreatas, motocadas ou mesmo caminhando pelas ruas.
Na sexta-feira, 31, Roberto Rocha participou do lançamento oficial da campanha do deputado estadual Alexandre Almeida (PSDB), que se destaca por ser o candidato mais jovem do Brasil a concorrer uma vaga no Senado Federal. O evento aconteceu no Salão do Mega Hall Eventos, no bairro Formosa, em Timon – MA.
No sábado, 01, em Codó, Roberto Rocha e a Caravana da Esperança prestigiaram o lançamento da candidatura do ex-vereador de Codó Chiquinho do Saae a deputado federal, em evento histórico na União Artística e Operária Codoense, no centro de Codó, que reuniu centenas de lideranças. O ato contou com a presença do candidato a deputado estadual Zé Gentil, dos candidatos a senadores Sarney Filho e Alexandre Almeida.
Em Vitória do Mearim, no domingo, 02, a Caravana da Esperança foi recebida com uma concentração de milhares de motoqueiros nos povoados Coque e Mangueirão, na entrada da cidade. Durante o percurso, por várias ruas do município, carros e pedestres foram se juntando para acompanhar os candidatos, que seguiram em carro aberto. Acompanhando Roberto Rocha, estavam a candidata a vice, deputada estadual Graça Paz (PSDB), o candidato a deputado estadual Guilherme Paz (PSDB), a prefeita Dídima Coelho e o ex-prefeito Almir Coelho, liderança forte da região, que organizou toda a mobilização local.
Ao final do percurso, a multidão que acompanhava a Caravana da Esperança seguiu toda para a cidade de Arari, em um grande comboio, onde já aguardavam, em concentração, motoqueiros, carros e pedestres, para seguirem pelas ruas da cidade. Em Arari, a recepção foi mobilizada pelo candidato a deputado federal Evando Piancó (PSDB), presidente da Câmara de Vereadores do município.
Fazendo um balanço sobre a programação, Roberto Rocha agradeceu enfatizando a grande receptividade dos municípios percorridos em prol de sua candidatura ao governo do Maranhão: “Isso mostra que o Maranhão quer mudança, que não é mais aceitável que o nosso estado siga sendo o mais pobre da federação, com tantas riquezas naturais e tanto potencial econômico. Quero ser governador visando preparar o Maranhão e os maranhenses para o crescimento econômico”, afirmou Roberto Rocha.