O Brasil que o Lula quer. É o Brasil de Bolsonaro
A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) lançou, nesta quinta-feira (15), um vídeo que refuta a narrativa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que ele foi inocentado pela Justiça. A inserção de 2 minutos e 42 segundos explica os verdadeiros motivos para o petista ter sido solto e descreve sua inocência como a “pior e maior mentira da eleição”.
Ao longo do vídeo, são exibidos diversos trechos de reportagens sobre as condenações do ex-presidente e delações feitas contra ele pelo ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci e pelo empresário Marcelo Odebrecht.
Na sequência, a peça exibe ocasiões em que analistas esclareceram que é “falsa a ideia de que Lula se tornou um político inocente”.
– Não foi inocentado. O processo vai ser recomeçado numa outra jurisdição – esclareceu o colunista Josias de Souza, do portal UOL.
– O Supremo não o inocentou. O Supremo aceitou a nulidade dos processos crime, o que implica o retorno à fase anterior, à fase inicial – completa o ministro aposentado do STF, Marco Aurélio de Mello.
Confira o vídeo completo:
Carol Costa segue uma forte agenda de campanha na capital. A candidata a Deputada Estadual intensificou as visitas às comunidades e a participação nas carreatas junto com Roseana Sarney em São Luís.
“Sabemos que estar com as pessoas é fundamental para ouvir suas demandas e suas necessidades, mas é muito além de uma agenda! Para mim, é a melhor parte do meu trabalho! O nosso povo é trabalhador, sabe da vida, tem muito a ensinar! É por isso que eu quero caminhar lado a lado, lutar por nossa gente e transformar suas vidas!”, reforça Carol.
Nas caminhadas e carreatas por dezenas de bairros de São Luís, a população demonstra uma enorme confiança de que Carol Costa vai trabalhar por comida na mesa, mais emprego, saúde, educação e segurança. As comunidades se sentem motivadas a apoiarem a eleição de Carol Costa por causa da sua história de luta e coragem e, com isso, a campanha cresce a cada dia.
“As manifestações de apoio que tenho recebido renovam minhas forças. Não tem maior aliança, maior parceria do que essa para um candidato: o apoio e a confiança do povo! É por isso que tenho dito que não se faz uma campanha, muito menos se exerce um mandato apenas fazendo promessas! É preciso ter propostas, projetos para transformar, vontade de fazer e isso eu tenho! Quando eleita, vou usar meu mandato para trabalhar incansavelmente com responsabilidade e dedicação. O Maranhão tem pressa!”, reafirma Carol Costa.

Na manhã desta quinta-feira (15) o candidato a deputado federal, delegado Rômulo Vasconcelos, realizou um grande café da manhã com toda sua equipe de campanha e apoiadores, que contou com a presença do candidato a deputado estadual, Pedro Neres. O objetivo do encontrou foi para agradecimentos a todos os colaboradores e o planejamento para arrancada na reta final da campanha.
Chegamos a esse momento tão especial, que é a largada para nossa arrancada da reta final rumo a vitória no próximo mês. E sei que para isso eu posso contar com um grande grupo de amigos que continua bem fortalecido. Um grupo unido, robusto, vigoroso, intenso, aguerrido e coeso.
Vamos todos juntos para o momento decisivo de nossa campanha, visando o sonho de termos um representante de Codó e região na Câmara Federal, que será fundamental para nossa população. Obrigado de coração a todos os amigos. Temos muito trabalho pela frente, muitos desafios a serem enfrentados. Mas, o faremos com muita bravura, otimismo e esperança.
Muito Obrigado a todos e que Deus nos abençoe

Apresentada por seus adversários como proposta eleitoreira, a diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do preço da gasolina é um objetivo antigo de Jair Bolsonaro (PL). Desde janeiro de 2020, cerca de um ano após tomar posse e antes da pandemia, o presidente constantemente publicava a proposta em suas redes sociais entrevistas.
No dia 2 de fevereiro de 2020, o chefe do Executivo anunciou que encaminharia uma proposta ao Congresso e “lutaria pela sua aprovação”. Já naquele tempo Bolsonaro criticava a atitude dos governadores com a política fiscal do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
A tentativa do presidente de baixar o preço da gasolina ainda em 2020 foi recebida de forma enérgica por governadores que assinaram uma carta em defesa do ICMS. Os mandatários de 24 estados assinaram a carta. Apenas os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Mauro Carlesse (Tocantins) e Antonio Denarium (Rondônia) não assinaram a carta.
Apesar da resistência de governadores, o presidente conseguiu sancionar a diminuição do ICMS vinte e seis meses depois de anunciar a ideia. Se tivesse tido apoio de seus opositores, talvez já em 2020 o brasileiro passasse a pagar gasolina mais barata.
O preço da gasolina ficou mais de dois anos em preços elevados pela ação de governadores, deputados e senadores que fazem oposição ao governador.
O ex-presidente e candidato à Presidência da República Lula (PT), afirmou em discurso que não sabe como criar empregos caso seja eleito. A confissão ocorreu durante um evento com lideranças do Movimento Sem-Terra (MST) nesta quarta (14 de setembro) em São Paulo.
“Como não podemos brigar com os avanços tecnológicos, porque, ainda que eles tirem os empregos, são responsáveis por criar inúmeras facilidades, nós temos que discutir como criar trabalho para o povo brasileiro. Como vamos criar novos empregos? Eu não sei como fazer.”, questiona o petista.
A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) calcula ter recebido aproximadamente 300 mil doações individuais nas últimas 24 horas. As doações aconteceram após aliados e simpatizantes pedirem transferências de R$ 1,00 por Pix para ajudar na tentativa de reeleição de Bolsonaro.
Nas redes sociais, apoiadores vincularam a iniciativa a uma contagem paralela de votos contra fraudes na urna. Integrantes da campanha dizem que esse discurso não partiu do comitê, mas começaram a usar a iniciativa para turbinar o pedido de doações.
No início da semana, uma mensagem começou a circular em grupos de WhatsApp e em outras redes sociais sugerindo que os eleitores de Bolsonaro enviassem um Pix para o CNPJ da campanha e assim organizassem um “parâmetro antifraude”. O movimento gerou uma onda de doações com o valor de R$ 1,00 e preocupação com a prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que precisa ser feita de forma individual e enviada após 72 horas.
Pelas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma mensagem pedindo as doações e reforçou que a campanha está precisando de dinheiro.
– Surgiu espontaneamente uma campanha de doação de R$ 1,00 para a campanha do presidente Bolsonaro (assim como há outra de R$ 1.022,00 de produtores rurais). Informo que doação de qualquer valor é bem-vinda, desde que seja do seu coração. E, sim, estamos precisando – escreveu o parlamentar.
CARLA ZAMBELLI
A deputada Carla Zambelli (PL-SP) gravou um vídeo para incentivar os eleitores a transferirem o Pix para a campanha do presidente.
– Tem muita gente falando: doa R$ 1,00 porque a gente vai saber quantas pessoas vão votar no presidente. Na verdade, não é nem por isso que a gente pede a sua doação. A gente pede a doação para ajudar mesmo a campanha do presidente porque é uma campanha cara e a sua contribuição pode fazer a diferença – disse.
O contador responsável pela campanha de Bolsonaro, Guilherme Sturm, disse ao Estadão que aproximadamente 300 mil doações foram feitas nas últimas 24 horas – o número ainda não foi confirmado, o que deve acontecer até quinta-feira (15). Ele estima que a maioria foi de Pix de R$ 1,00.
– Nós vamos processar isso mecanicamente e o processamento é feito com ferramentas digitais. É algo inusitado, mas já passou o primeiro susto – afirmou o contador, dizendo que será possível transmitir todas as informações ao Tribunal Superior Eleitoral em tempo hábil após uma preocupação inicial com o volume de doações.
*AE
O candidato do PSC ao Governo do Estado, Lahesio Bonfim, pretende revolucionar a Segurança Pública no Maranhão depois de eleito. Para o candidato, a segurança pública no estado precisa ser modernizada urgentemente. “Vamos acabar com algumas práticas antigas e outras que vieram com esse governo comunista. Policial militar vai ser promovido por mérito. Vamos acabar com esse negócio de indicação. Chega de viatura alugada e delegacia improvisada também”, disse.
PROMOÇÕES E CONCURSADOS
Uma das principais reclamações dos policiais militares do estado diz respeito à forma como as promoções acontecem. Muitos deles reclamam da interferência política, que piorou na atual gestão, e por vínculos de amizade. Caso seja eleito, Lahesio pretende informatizar as promoções e retirar qualquer interferência humana no processo. “Tudo o que o policial faz é registrado. Então, vamos desenvolver um software que apenas mostre os que fizeram mais. E esses serão os promovidos. Esse negócio de quem indica acaba no nosso governo”, disse.
Lahesio também pretende chamar todos os excedentes do último concurso caso seja eleito. “O Flávio Dino brincou com o sonho dessas pessoas. Todas largaram a vida e foram fazer o curso de formação. Aí terminou e eles não foram nomeados. Vamos reparar essa injustiça e chamar todo mundo que fez o curso de formação”, disse.
DELEGACIAS
Outro problema recorrente na segurança pública estadual são as delegacias. Quase todas são improvisadas e não dispõe de estrutura mínima para o funcionamento. Para Lahesio, é preciso uma reestruturação do zero no setor. “Como um policial vai fazer um bom trabalho em uma casa alugada que não é configurada para ele trabalhar direito? Assim que assumirmos o governo vamos desenvolver uma delegacia modelo. Vai ser a mesma estrutura em todo o estado. Conforto para a população que procurar e condição de trabalho para o policial que lá está”, disse.
Outro ponto abordado por Bonfim são as constates mudanças de endereço nas delegacias. “Hoje em dia o povo não tem mais referência porque muitas delegacias mudam de endereço. Delegacia tem que ter endereço fixo. Essa farra de aluguel no nosso governo não vai acontecer”, prometeu.
TECNOLOGIA CONTRA O CRIME
Lahesio ainda pretende modernizar o aparato de policiais no estado. Segundo ele, o Maranhão é um dos últimos estados no quesito tecnologia e isso dificulta no combate ao crime. “Nossas viaturas não dispõem de tecnologia mínima e nem de variedade de armamento. O policial que é chamado para atender um caso de violência doméstica, ou um assalto a banco, vai ter o mesmo material na viatura. Isso dificulta demais a ação. Tem que ter equipamento não letal para casos simples e tem que ter armamento adequado para as situações difíceis. Colete a prova de bala novo, moderno, e kit de primeiros socorros. E vamos fazer essa modernização conversando com os policiais. Vamos apresentar nossa proposta e ver o que eles acham adequado e o que pode melhorar”, disse.
O candidato também que informatizar as viaturas do estado. “Com a chegada do 5G, nós iremos implantar uma central em cada viatura para que nossos heróis e heroínas da polícia tenham informação. Vão poder consultar tudo em qualquer lugar”, disse.
ACORDO COM O CRIME ORGANIZADO
Em 2016 o governo do Maranhão foi acusado de estabelecer um acordo com o crime organizado. A denúncia foi feita pelo presidente do Conselho Diretor da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) na época, Wagner Cabral. Segundo ele, havia um acordo estabelecido entre governo e crime organizado para manter a paz nos presídios.
Lahesio Bonfim pretende dar fim a este pacto e estabelecer uma guerra contra o crime organizado. “Dias atrás eu vi o jovem cabo Hélio Montelo ser morto porque o bandido o reconheceu como policial e o matou. Isso nunca tinha acontecido no Maranhão. Durante essa gestão o crime organizado se alastrou pelo interior sob o olhar e permissividade desse governo. Na nossa gestão vai ser guerra contra a bandidagem”, disse.
A defesa de policiais também está na pauta de propostas de Lahesio. Já foi encomendado um estudo para a criação de uma defensoria que disponibilize advogados gratuitamente para policiais em serviço ou fora dele. “Não vamos mais deixar o policial que age desamparado. Já estamos estudando uma forma de criar um órgão na Secretaria de Segurança que vai ter advogado concursado defendendo nossos policiais e agentes de segurança. Qualquer que seja a situação, o Estado vai defender o policial. Porque policial que se sente protegido pelo governo, protege melhor a população. E outra: no meu governo bandido vai voltar a ter medo de polícia e polícia vai parar de ter medo de atirar em bandido”, concluiu.
Por Linhares Jr
O candidato a deputado estadual Francisco Nagib (PSB) segue sua agenda de compromissos de campanha pelo Maranhão. Na manhã desta terça-feira,13, Nagib participou, com Márcio Jerry deputado federal e candidato a reeleição pelo PCdoB, de caminhada e corpo a corpo com moradores da Maiobinha e adjacências, em São José de Ribamar. Evento foi organizado pelo vereador Mário Santos e teve a participação de centenas de pessoas. A esposa de Nagib, Agnes Oliveira, também participou do movimento.
Durante a caminhada, Francisco Nagib cumprimentou moradores, ouviu seus pedidos e falou de suas propostas e os benefícios que elas trarão à população. Com os comerciantes da área, Nagib conversou sobre seu o projeto de incentivo ao empreendedorismo que implantou quando foi prefeito de Codó e que, se eleito, levará para todo o estado, além de outras ações bem-sucedidas em outras áreas.
“Estamos rodando o Maranhão, levando a nossa mensagem de esperança em dias melhores para a população e, hoje, estamos aqui em São José de Ribamar, eu e Márcio Jerry, recebendo o apoio dessas pessoas, ao lado do vereador Mário Santos. É muito gratificante saber que podemos mudar para melhor a vida das pessoas por meio das políticas públicas e quero ser deputado estadual para isso, para usar a minha força de trabalho em prol da população. Como é gratificante andar nas ruas e vê-las organizadas, com asfalto e bloquetes, obra do Governo do Estado, por meio da Secid, e que isso traz uma série de benefícios para os moradores, que se sentem olhados, valorizados e felizes”, afirmou Francisco Nagib.

Nesta segunda-feira (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi entrevistado por William Waack, na CNN Brasil. O petista foi confrontado pelo jornalista, que citou dados do IBGE e falou sobre deficit orçamentário.
Vamos ver o que aconteceu nesse período, logo depois que o senhor… o senhor teve dois mandatos, depois veio Dilma. Nós tivemos, como o senhor descreve, uma política voltada para criar superavits primários, ou seja, capacidade de criar o superavit sem considerar o pagamento de dívida, isto foi se deteriorando lá no seu segundo mandato. As propostas foram… são os números, eu não vou brigar com o IBGE. Os números são: o senhor passou de 3,5% de superavit primário para um deficit de 4,5% ao final do governo Dilma – disse o jornalista.
Lula disse que a informação não era verdadeira.
– Não, não é verdade – respondeu.
O jornalista se comprometeu a checar a informação.
– OK. A gente checa – disse.
O petista passou, então, a procurar dados nos papéis que levou.
– Eu tenho aqui para lhe mostrar – respondeu Lula.
William Waack prosseguiu e fez uma pergunta.
– O que eu quero descrever e, a partir daí, lhe perguntar, é o seguinte: a ideia de que o Estado seria um grande indutor do crescimento através de volumosos investimentos e papel dos bancos públicos, essa ideia acabou no maior desastre econômico brasileiro do século. Nenhum país que não esteve em guerra perdeu tanta renda como o Brasil perdeu ali entre 2014, 15 e 16. Ou seja, a fórmula aparentemente não funcionou. O senhor vai insistir nela? – quis saber.
Lula parou de procurar os papéis e respondeu.
– Deixa eu te contar uma coisa. Eu vou investir na fórmula que foi um sucesso extraordinário, eu vou separar, o dado que você falou, vou pegar o meu mandato, tá? Eu vou lhe contar algumas coisas para você saber. Quando eu cheguei na Presidência da República, o nosso fluxo de balança comercial era 108 bilhões de dólares. Nós deixamos com quase 482 bilhões de dólares. O nosso fluxo comercial com a Argentina era 7 bilhões de dólares, quando deixamos a presidência era 39 bilhões de dólares. Quando eu cheguei na Presidência, nós tínhamos 380 bilhões de reais de crédito em todos os bancos privados e bancos públicos. Quando eu deixei, eram 2 trilhões e 700 bilhões. Porque esse país era um país capitalista que não tinha capital, sabe? Uma coisa importante que as pessoas não sabem é que o maior processo de capitalização da história do capitalismo no mundo foi feito aqui, na cidade de São Paulo, na sede da Bovespa, quando eu capitalizei a Petrobras depois da descoberta do pré-sal. Então esse país estava funcionando bem. A Dilma no primeiro ano cresceu 4%, depois cresceu 2.9%. A crise mundial foi se agravando. A Dilma percebeu o que tinha que fazer, nós fizemos desonerações de quase 540 bilhões, o que eu acho que foi um equívoco. Quando a Dilma tentou mudar, ela mandou Medida Provisória tentando mudar, o Congresso Nacional rejeitou – falou o petista.
Confira, no vídeo:
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