
A Fundação Getúlio Vargas apurou um avanço de 0,25 por cento, na segunda medição de dezembro do Índice de Preços ao Consumidor Semanal, o IPC-S.
Destaque negativo para os alimentos, que, depois de uma sequência de quedas, voltaram a ficar mais caros no fim de outubro e mantiveram a tendência de alta, de lá pra cá.
A cebola, com avanço de 15 por cento, foi um dos itens que mais puxaram o custo de vida do brasileiro pra cima.
Assim como a batata, 13 por cento mais cara.
Em ambos os casos, problemas no campo, como as chuvas que prejudicaram a colheita, fizeram a oferta de mercadoria diminuir e o preço subir.
Passagem de avião e conta de água também aparecem na lista dos itens que mais puxaram o custo de vida do brasileiro pra cima.
O aumento só não foi maior por conta de itens como tomate e gasolina, que ficaram mais baratos e têm bastante impacto no indicador.
Destaque ainda para a manga, 13 por cento mais barata.
De oito classes de despesas, cinco registraram aumento de preços, na média: Alimentação, Habitação, Vestuário, Educação e Despesas Diversas.
Nas outras, os valores caíram: Saúde, Transportes e Comunicação.
No acumulado de um ano pra cá, o custo de vida no país cresceu 3,51 por cento