Ex-presidiário quer o PT ‘cuidando’ do cofre da Petrobras e acende o alerta para um novo Petrolão

Um perigo ronda o Brasil com o eventual retorno ao comando da Petrobras da organização criminosa que se chafurdou na lama, dando causa ao maior escândalo de corrupção da história do Brasil: O Petrolão.

Um esquema bilionário, recheado de inúmeras falcatruas que ocorreu durante os governos petistas de Lula e Dilma Rousseff.

A corrupção envolvia cobrança de propina de empreiteiras, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e superfaturamento de obras contratadas para abastecer os cofres de partidos, funcionários da estatal e políticos.

“Nós ainda vamos montar a diretoria da Petrobras”, disse o ex-presidiário na véspera do dia marcado para sua posse.

Isso causa calafrios.

Parece evidente que o objetivo é reviver a pilhagem que fizeram nos cofres da estatal.

E o nome já anunciado, escolhido para presidir a empresa é um indicativo desse objetivo nefasto.

Um político profissional, petista de carteirinha.

Trata-se do senador em fim de mandato, Jean Paul Prates, do Rio Grande do Norte.

O senador já se posicionou contrário à privatização da empresa e questionou a atual política de preços da estatal, que é alinhada às práticas do mercado internacional.

Obviamente, a empresa está em risco.

A volta à cena do crime está efetivamente na iminência de acontecer.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

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