Defesa classifica fala de Barroso sobre ataque às eleições como ‘irresponsável’

O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Oliveira, divulgou uma nota na noite deste domingo, 24, em que classifica as afirmações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, como “irresponsável” e uma “ofensa grave” ao alegar que as Forças Armadas estejam orientadas para atacar e desacreditar o processo eleitoral nacional. “Além disso, afeta a ética, a harmonia e o respeito entre as instituições”, afirma o documento. O chefe da pasta alega que as Forças “atenderam ao convite do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentaram propostas colaborativas, plausíveis e exequíveis, no âmbito da Comissão de Transparência das Eleições (CTE) e calcadas em acurado estudo técnico realizado por uma equipe de especialistas, para aprimorar a segurança e a transparência do sistema eleitoral, o que ora encontra-se em apreciação naquela Comissão”. Paulo Sérgio ressaltou, ainda, que as Forças Armadas contam com a “ampla confiança da sociedade, rotineiramente demonstrada em sucessivas pesquisas e no contato direto e regular com a população.

Ato de Bolsonaro é legítimo, diz Marco Aurélio sobre graça presidencial

O ato do Presidente da República é soberano e não fica sujeito à impugnação do Judiciário.” É o que avalia o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello sobre a graça presidencial concedida pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), na semana passada. Contudo, de acordo com o ex-ministro do STF, ato do chefe do Executivo culmina em um “descompasso nefasto e negativo” e abre uma nova crise entre os Poderes.

“O que começa errado tende a se complicar. Primeiro: a fala do Daniel, para mim, implica quebra de decoro. Segundo: o Supremo julgá-lo em que pese a inviolabilidade quanto a palavras e opiniões. Terceiro: o presidente implementar a graça. Na verdade, o que deveria acontecer era pensar realmente na República, na desigualdade social que temos e tentar corrigi-la e não ficar nesse antagonismo”, apontou.

Daniel Silveira foi condenado pelos ministros do STF, na quarta-feira, a oito anos e nove meses em regime fechado. Ele foi acusado de cometer atos antidemocráticos ao ameaçar os magistrados da Suprema Corte em vídeos e pronunciamentos. No dia seguinte, Bolsonaro concedeu a graça presidencial ao deputado.

Segundo Marco Aurélio, ainda que o parlamentar seja próximo do chefe do Executivo, não implica desvio de finalidade como acusavam partidos políticos. “Ele (Bolsonaro) foi eleito, é o presidente do país. Podia implementar a graça e o fez. Podemos não gostar da atitude dele, mas foi um ato soberano do presidente da República. O que é benefício próprio? O fato de Daniel ser correligionário? A Constituição Federal não limita em si o benefício. Torno a afirmar que o presidente usou o poder que tinha”, afirmou.

Na mesma linha, a advogada constitucionalista e mestre em direito público Vera Chemim explica que o Supremo tem a competência constitucional para processar e julgar parlamentares. Já o presidente da República tem a competência privativa de conceder indultos. Caso não haja nenhuma ilegalidade no decreto de Bolsonaro, a graça permanece a Daniel.

“Assim, o que resta para o debate é a suspensão dos direitos políticos, a perda do mandato e a consequente inelegibilidade, que não são alcançados pelo decreto. Quanto à suspensão dos direitos políticos, a Carta Magna prevê que a perda do mandato será declarada pela Mesa da Câmara dos Deputados (…), assegurada a ampla defesa, no que se depreende que existe uma possibilidade (remota) de manutenção do mandato. Contudo, a Lei da Ficha Limpa dispõe que a inelegibilidade decorre da condenação por um colegiado. Caso se entenda que a punibilidade foi extinta, é possível que se mantenha elegível. Essa seria a questão que remeteria ou não ao xeque-mate”, afirmou.

Moraes como relator

Ao ser questionado sobre a legitimidade de o ministro Alexandre de Moraes relatar o julgamento de Silveira, haja vista que foi alvo direto das ofensas e ataques, bem como da relação conturbada com o presidente Bolsonaro, Marco Aurélio disse que o parlamentar, na verdade, insultou toda a Corte. “Ele ofendeu a própria instituição, ofendeu a todos os ministros. O que incumbia o Supremo oficiar a Câmara e dizendo da quebra do decoro e preconizando por um processo administrativo político para o deputado ser cassado”, comentou.

Ela viveu como “homem” por 9 anos, até encontrar Jesus e mudar de vida

Laura Beth Perry se encontrava presa em um padrão de “acreditar em muitas mentiras”,  uma rotina que ela diz que a levou a identificar e viver como um homem transgênero chamado “Jake” por nove anos antes de encontrar Cristo.

“Com o passar dos anos, as coisas reforçaram essa curiosidade. Cada vez mais, eu estava brincando com os brinquedos do meu irmão. Eu finalmente pensei… “A razão pela qual eu nunca estou feliz é porque eu deveria ser o homem. E eu estava na pornografia há anos, o que alimentou essa fantasia”, disse.

À medida que essas questões de Perry se aprofundaram, o desespero a levou à internet. Em 2007, apesar de nunca ter ouvido a palavra “transgênero”, ela descobriu milhares de outras pessoas que se sentiam como ela e decidiram fazer a transição.

No fundo, mesmo após a remoção de seus seios e sua esterilização, ela disse que sempre “sabia que era falso”. Perry percebeu com horror que mesmo que ela se parecesse e que todos pensassem que ela era um homem, ela nunca seria um, apesar de seus esforços.

“Eu estava constantemente tendo que anular essa verdade. É como em Romanos 1, onde diz: “Eles suprimiram a verdade em franqueza.” Eu sabia a verdade o tempo todo, mas eu estava constantemente tentando substituí-la”, continuou.

De acordo com Faith Wire, de repente Perry se viu trabalhando em um site para o estudo bíblico de sua mãe. Ainda desinteressada pela fé, ela embarcou em um projeto e descobriu que Deus “cortejava” ela pouco a pouco.

“Deus começou a se revelar através disso. Eu entreguei minha vida ao Senhor. Quando o Espírito Santo me alcançou, toda a Bíblia estava me dizendo que eu não podia ser transgênero. É um processo tão confuso. Foi uma jornada tão dolorosa e difícil. Eu não posso nem descrever o que eu passei”, revela.

Desde então, O Senhor redimiu e restaurou sua vida, permitindo que ela tivesse uma felicidade que ela nunca imaginou. Perry agora está noiva de um homem que a ama profundamente, e ela está compartilhando sua história para ajudar outras pessoas que enfrentam situações semelhantes.

Dilma Rousseff critica sanções econômicas contra a Rússia

A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que é contra as sanções econômicas aplicadas pelos diversos países do Ocidente contra a Rússia em meio ao conflito do país contra a Ucrânia. De acordo com Dilma, medidas desse tipo só produziriam “mortes, fome e miséria” e não seriam eficazes.

– Somos, da nossa parte, contrários a qualquer política de intervenção econômica baseada em sanções, até porque tal política só produziu mortes, fome e miséria. Temos dois terríveis exemplos, os 60 anos de sistemáticas sanções aplicadas contra Cuba e as recentes sanções contra a Venezuela durante uma pandemia – afirmou.

A declaração da ex-presidente foi feita neste sábado (23), durante o Brazil Summit Europe, seminário em Berlim realizado por alunos brasileiros da Hertie School. A ex-chefe do Executivo participou remotamente. Também participam do evento os ministros do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia.

Em outro ponto de sua fala, Dilma afirmou ainda que a guerra entre Ucrânia e Rússia, e as sanções decorrentes do conflito, vão “remodelar a economia mundial” e promover uma maior regionalização das cadeias produtivas, como tem sido previsto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

– [A guerra] Tem sem dúvida consequências econômicas e sociais sobre todos os países do mundo globalizado, mesmo que a globalização já viesse se enfraquecendo desde pelo menos a crise de 2008. As sanções fazem parte da guerra, por outros meios. E essas sanções têm o potencial de remodelar a economia mundial – completou.

Eleicões 2022: Guilherme Oliveira desponta como um dos nomes favoritos para ser eleito Deputado Federal pelo Maranhão.

Estamos em ano eleitoral, e com a aproximação do pleito candidatos e partidos começam se organizar para as disputas. Com o termino do prazo para as famosas filiações partidárias é possível fazer um levantamento dos principais nomes que irão concorrer as vagas para Federal pelo Maranhão.

Filiado ao Cidadania, o empresário Codoense Guilherme Oliveira aparece como um dos favoritos a conquistar a vaga, e colocar Codó mais uma vez com representação na Câmara Federal. E as chances aumentam ainda mais se levarmos em consideração que pelo mesmo partido Guilherme concorre apenas com Eliel Gama e Roberto, ex Reitor do Ifma, nome ainda pouco conhecido dentro do estado.

Confira os principais nomes para a disputa de deputado federal por partido no Maranhão:

PSB

Duarte Júnior – Bira do Pindaré – Clayton Noleto – Adriano de Barra do Corda – Higor Almeida Lima (candidato a prefeito de Chapadinha)

Federação – PCdoB – PT – PV

Márcio Jerry – Zé Carlos – Rubens Júnior – Gastão Vieira

Progressistas

André Fufuca – Amanda Gentil – Magno Bacelar (ex-prefeito de Chapadinha)

Podemos

Fábio Macedo – Dr Gonçalo – Expedito Júnior – Sérgio Frota – Genivaldo Alves (ex-vereador de São Luís)

Federação – PSDB – Cidadania

Eliel Gama – Guilherme de Codó – Roberto Brandão (ex-reitor do IEMA)

Patriota

Marreca Filho – Wolmer Araújo (filho do deputado estadual Édson Araújo) – Ribeiro Neto (vereador de São Luís) – Coronel Medeiros (Balsas)

MDB

Roseana Sarney – João Marcelo – Hildo Rocha – Lobão Filho – Victor Mendes

PSD

Edilázio Júnior – Josivaldo JP – Pastor Cavalcante

PSC

Aluísio Mendes – Mariana Carvalho – Flávia Berthier – Arnoldo Frango (candidato a prefeito de Buriticupu) – Jaconias de Timon

União Brasil

Juscelino Filho – Pedro Lucas Fernandes

PL

Detinha – Júnior Lourenço – Pastor Gil – Paulo Marinho Júnior – Roberto Rocha Júnior – Pastor Silvio Antônio

PDT

Márcio Honaiser – Luciana Genésio – Jefferson Portela – Waldir Maranhão – Luana Costa (ex-deputada federal) – Nato Júnior (vereador de São Luís)

Republicanos

Cléber Verde – Gil Cutrim

Leitura de hoje será Números 33 e 34

Números 33

1 Estas são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, sob a direção de Moisés e Arão.

2 E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme ao mandado do Senhor; e estas são as suas jornadas, segundo as suas saídas.

3 Partiram, pois, de Ramessés no primeiro mês, no dia quinze do primeiro mês; no dia seguinte da páscoa saíram os filhos de Israel por alta mão, aos olhos de todos os egípcios,

4 Enquanto os egípcios enterravam os que o Senhor tinha ferido entre eles, a todo o primogênito, e havendo o Senhor executado juízos também contra os seus deuses.

5 Partiram, pois, os filhos de Israel de Ramessés, e acamparam-se em Sucote.

6 E partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, que está no fim do deserto.

7 E partiram de Etã, e voltaram a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefom, e acamparam-se diante de Migdol.

8 E partiram de Pi-Hairote, e passaram pelo meio do mar ao deserto, e andaram caminho de três dias no deserto de Etã, e acamparam-se em Mara.

9 E partiram de Mara, e vieram a Elim, e em Elim havia doze fontes de águas e setenta palmeiras, e acamparam-se ali.

10 E partiram de Elim, e acamparam-se junto ao Mar Vermelho.

11 E partiram do Mar Vermelho, e acamparam-se no deserto de Sim.

12 E partiram do deserto de Sim, e acamparam-se em Dofca.

13 E partiram de Dofca, e acamparam-se em Alus.

14 E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água, para que o povo bebesse.

15 Partiram, pois, de Refidim, e acamparam-se no deserto de Sinai.

16 E partiram do deserto de Sinai, e acamparam-se em Quibrote-Taavá.

17 E partiram de Quibrote-Taavá, e acamparam-se em Hazerote.

18 E partiram de Hazerote, e acamparam-se em Ritmá.

19 E partiram de Ritmá, e acamparam-se em Rimom-Perez.

20 E partiram de Rimom-Perez, e acamparam-se em Libna.

21 E partiram de Libna, e acamparam-se em Rissa.

22 E partiram de Rissa, e acamparam-se em Queelata.

23 E partiram de Queelata, e acamparam-se no monte de Séfer.

24 E partiram do monte de Séfer, e acamparam-se em Harada.

25 E partiram de Harada, e acamparam-se em Maquelote.

26 E partiram de Maquelote, e acamparam-se em Taate.

27 E partiram de Taate, e acamparam-se em Tara.

28 E partiram de Tara, e acamparam-se em Mitca.

29 E partiram de Mitca, e acamparam-se em Hasmona.

30 E partiram de Hasmona, e acamparam-se em Moserote.

31 E partiram de Moserote, e acamparam-se em Bene-Jaacã.

32 E partiram de Bene-Jaacã, e acamparam-se em Hor-Hagidgade.

33 E partiram de Hor-Hagidgade, e acamparam-se em Jotbatá.

34 E partiram de Jotbatá, e acamparam-se em Abrona.

35 E partiram de Abrona, e acamparam-se em Ezion-Geber.

36 E partiram de Ezion-Geber, e acamparam-se no deserto de Zim, que é Cades.

37 E partiram de Cades, e acamparam-se no monte Hor, no fim da terra de Edom.

38 Então Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme ao mandado do Senhor; e morreu ali no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês.

39 E era Arão da idade de cento e vinte e três anos, quando morreu no monte Hor.

40 E ouviu o cananeu, rei de Harade, que habitava o sul na terra de Canaã, que chegavam os filhos de Israel.

41 E partiram do monte Hor, e acamparam-se em Zalmona.

42 E partiram de Zalmona, e acamparam-se em Punom.

43 E partiram de Punom, e acamparam-se em Obote.

44 E partiram de Obote, e acamparam-se em Ije-Abarim, no termo de Moabe.

45 E partiram de Ije-Abarim, e acamparam-se em Dibom-Gade.

46 E partiram de Dibom-Gade, e acamparam-se em Almom-Diblataim.

47 E partiram de Almom-Diblataim, e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo.

48 E partiram dos montes de Abarim, e acamparam-se nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na direção de Jericó.

49 E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas campinas de Moabe.

50 E falou o Senhor a Moisés, nas campinas de Moabe junto ao Jordão na direção de Jericó, dizendo:

51 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã,

52 Lançareis fora todos os moradores da terra de diante de vós, e destruireis todas as suas pinturas; também destruireis todas as suas imagens de fundição, e desfareis todos os seus altos;

53 E tomareis a terra em possessão, e nela habitareis; porquanto vos tenho dado esta terra, para possuí-la.

54 E por sortes herdareis a terra, segundo as vossas famílias; aos muitos multiplicareis a herança, e aos poucos diminuireis a herança; conforme a sorte sair a alguém, ali a possuirá; segundo as tribos de vossos pais recebereis as heranças.

55 Mas se não lançardes fora os moradores da terra de diante de vós, então os que deixardes ficar vos serão por espinhos nos vossos olhos, e por aguilhões nas vossas virilhas, e apertar-vos-ão na terra em que habitardes,

56 E será que farei a vós como pensei fazer-lhes a eles.

Números 34

1 Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

2 Dá ordem aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, esta há de ser a terra que vos cairá em herança; a terra de Canaã, segundo os seus termos.

3 O lado do sul vos será desde o deserto de Zim até aos termos de Edom; e o termo do sul vos será desde a extremidade do Mar Salgado para o lado do oriente.

4 E este limite vos irá rodeando do sul para a subida de Acrabim, e passará até Zim; e as suas saídas serão do sul a Cades-Barnéia; e sairá a Hazar-Adar, e passará a Azmom;

5 Rodeará mais este limite de Azmom até ao rio do Egito; e as suas saídas serão para o lado do mar.

6 Quanto ao limite do ocidente, o Mar Grande vos será por limite; este vos será o limite do ocidente.

7 E este vos será o termo do norte: desde o Mar Grande marcareis até ao monte Hor.

8 Desde o monte Hor marcareis até à entrada de Hamate; e as saídas deste termo serão até Zedade.

9 E este limite seguirá até Zifrom, e as suas saídas serão em Hazar-Enã; este vos será o termo do norte.

10 E por limite do lado do oriente marcareis de Hazar-Enã até Sefã.

11 E este limite descerá desde Sefã até Ribla, para o lado do oriente de Aim; depois descerá este termo, e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para o lado do oriente.

12 Descerá também este limite ao longo do Jordão, e as suas saídas serão no Mar Salgado; esta vos será a terra, segundo os seus limites ao redor.

13 E Moisés deu ordem aos filhos de Israel, dizendo: Esta é a terra que herdareis por sorte, a qual o Senhor mandou dar às nove tribos e à meia tribo.

14 Porque a tribo dos filhos dos rubenitas, segundo a casa de seus pais, e a tribo dos filhos dos gaditas, segundo a casa de seus pais, já receberam; também a meia tribo de Manassés recebeu a sua herança.

15 Já duas tribos e meia tribo receberam a sua herança aquém do Jordão, na direção de Jericó, do lado do oriente, ao nascente.

16 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:

17 Estes são os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num.

18 Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança.

19 E estes são os nomes dos homens: Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;

20 E, da tribo dos filhos de Simeão, Samuel, filho de Amiúde;

21 Da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom;

22 E, da tribo dos filhos de Dã, o príncipe Buqui, filho de Jogli;

23 Dos filhos de José, da tribo dos filhos de Manassés, o príncipe Haniel, filho de Éfode;

24 E, da tribo dos filhos de Efraim, o príncipe Quemuel, filho de Siftã;

25 E, da tribo dos filhos de Zebulom, o príncipe Elizafã, filho de Parnaque;

26 E, da tribo dos filhos de Issacar, o príncipe Paltiel, filho de Azã;

27 E, da tribo dos filhos de Aser, o príncipe Aiúde, filho de Selomi;

28 E, da tribo dos filhos de Naftali, o príncipe Pedael, filho de Amiúde.

29 Estes são aqueles a quem o Senhor ordenou, que repartissem as heranças aos filhos de Israel na terra de Canaã.

Soldado de Cristo: Aprenda a vestir a “couraça da justiça” para proteger seu coração

“Assim, mantenham-se firmes… vestindo a couraça da justiça.” (Efésios 6.14)

Já sabemos que o cinto da verdade nos protege das mentiras que tentam nos derrubar. E a couraça da justiça, para que serve?

A couraça era um traje feito com placas de metal e couro duro, que servia para proteger o tronco dos soldados que eram treinados em Roma. O corpo deles era protegido por essa couraça a partir do pescoço e descia cobrindo o peito e as costas, onde estão os órgãos vitais do ser humano: coração e pulmão.

Numa guerra de espadas e flechas, nos tempos da Idade Média, era a couraça que protegia os soldados de golpes mortais. Através do Antigo Testamento, podemos ver que a armadura dos soldados era uma prioridade antes de saírem para as guerras. Veja:

“Uzias providenciou escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras para todo o exército.” (2 Crônicas 26.14)

Também no livro de Neemias, por ocasião da reconstrução dos muros de Jerusalém, o povo de Judá precisou usar couraças para se proteger de possíveis ataques inimigos. Veja o que ele disse:

“Daquele dia em diante, enquanto a metade dos meus homens fazia o trabalho, a outra metade permanecia armada de lanças, escudos, arcos e couraças” (Neemias 4.16)

O gigante Golias também se vestiu de uma armadura especial antes de provocar as tropas de Israel:

“Ele usava um capacete de bronze e vestia uma couraça de escamas de bronze que pesava sessenta quilos; nas pernas usava caneleiras de bronze e tinha um dardo de bronze pendurado nas costas.” (1 Samuel 17.5-6)

Davi, antes de enfrentar Golias, também estava vestido de uma armadura, mas por ser muito jovem e não estar acostumado com aqueles trajes, não conseguiu andar.

Soldado. (Foto: Pxhere)

“Então Saul vestiu Davi com sua própria túnica. Colocou-lhe uma armadura e um capacete de bronze na cabeça.” (1 Samuel 17.38)

Mas Davi foi para aquele duelo com o guerreiro gigante, sem armadura, e chegou até a ser ridicularizado por Golias. Embora ele não estivesse usando uma armadura física, ficou claro que ele estava revestido da armadura de Deus, que é espiritual. Sabemos disso por causa das palavras dele, que foram registradas na Bíblia:

“E Davi disse ao filisteu: Você vem contra mim com espada, com lança e com dardo, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem você desafiou.” (1 Samuel 17.45)

Como vestir a couraça da justiça?

Quando o apóstolo Paulo usou a metáfora da couraça da justiça, o que exatamente ele estava querendo transmitir? O que significa usar uma couraça no mundo espiritual?

Aprendemos o que é “cingir-se do cinto da verdade”, mas agora a Bíblia se refere à justiça. Vamos ver qual o tipo de justiça que a Palavra destaca nesse contexto.

Primeiro, é importante esclarecer que as virtudes divinas são diferentes das humanas. Verdade e justiça, do ponto de vista de Deus, não são meras qualidades éticas.

verdade citada na Bíblia diz respeito a Jesus Cristo. Ele é a verdade. E a justiça tem a ver com “justificação”. Lembrando que o cinto da verdade serve de apoio para essa justiça que vamos estudar agora.

“Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós.” (Romanos 8.33-34)

Esse texto de Romanos é a chave para o nosso entendimento — “Deus nos justifica”. Perceba que a justiça depende dessa verdade. O cinto da verdade e a couraça da justiça tem uma ligação importante. Um depende do outro.

Justiça e justificação

“Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus.” (2 Coríntios 5.21)

“Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.” (Efésios 4.22-24)

O que é ser justo e ser justificado?

A justiça pode ser definida pela maneira de perceber o certo e o errado de acordo com os preceitos de Deus. De acordo com a Bíblia, sem Deus ninguém consegue ser justo. Veja:

“Como está escrito: Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer.” (Romanos 3.10-12)

“Somos como o impuro — todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniquidades nos levam para longe.” (Isaías 64.6)

O que fazer para se tornar justo?

Novamente, é a Bíblia que nos dará essa resposta:

“Sabemos que tudo o que a lei diz, o diz àqueles que estão debaixo dela, para que toda boca se cale e todo o mundo esteja sob o juízo de Deus. Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei, pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado. Mas agora se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da lei, da qual testemunham a Lei e os Profetas, justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que creem.” (Romanos 3.19-22)

A Palavra diz que “fomos justificados gratuitamente por sua graça” e “por meio da redenção que há em Jesus Cristo” (Romanos 3.24). Isso é justificação. Algo que o ser humano não consegue sozinho. Precisamos de um justificador.

“Pois sustentamos que o homem é justificado pela fé, independente da obediência à lei.” (Romanos 3.28)

Somente pela fé em Cristo alcançamos essa justificação. Então, a couraça da justiça não pode ser adquirida através da justiça humana, mas da justiça de Deus, que é espiritual.

Não pense que “vestir a couraça da justiça” é somente “ser justo” aos olhos humanos ou simplesmente “fazer o que é justo” aos olhos de Deus. A justiça da qual estamos falando vai muito além e tem a ver com a nossa salvação.

Risco de morte

No mundo material, quando um soldado está sem a couraça, ele corre o risco de ter seu coração e pulmões perfurados, o que o levaria à morte. Os rins que ficam um pouco abaixo da caixa torácica e que servem para filtrar as impurezas do sangue, que afetam outros órgãos do corpo, se forem atingidos também levam a óbito.

No mundo espiritual, esses órgãos simbolizam a vida eterna. Portanto, sem a couraça da justiça, o guerreiro pode ser como uma presa indefesa nas garras do inimigo.

Aprenda a separar o mundo físico do mundo espiritual

Embora estejamos neste mundo, não pertencemos a ele. Veja o que Jesus disse sobre isso:

“Não ficarei mais no mundo, mas eles ainda estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, protege-os em teu nome, o nome que me deste, para que sejam um, assim como somos um.” (João 17.11)

“Agora vou para ti, mas digo estas coisas enquanto ainda estou no mundo, para que eles tenham a plenitude da minha alegria. Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, pois eles não são do mundo, como eu também não sou. Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.” (João 17.13-15)

“Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14.17)

Soldados prontos para lutar. (Foto: Piqsels)

Como utilizar a couraça da justiça

Se estamos falando de justiça, vamos pensar num tribunal, pois é lá que acontecem os julgamentos. Há determinados momentos na vida que vivemos nesse contexto, quando chegam as acusações.

Na prática, imagine alguém dizendo frases do tipo: “você não presta”, “olhe para o seu passado” ou ainda “você não tem jeito”.

Esse tipo de acusação pode colocar em dúvida a nossa salvação. Perceba que, mais uma vez, o ataque tem como alvo os nossos pensamentos. É uma guerra intelectual onde os ataques chegam em forma de palavras, ideias ou julgamentos sobre nós.

Sentir-se pecador é algo que nos arranca a esperança da vida eterna, mas sentir-se justificado, ou seja, saber que os nossos pecados foram perdoados é uma vitória em meio a essa guerra.

Esse ataque atinge diretamente o seu coração, porque é dele que brotam os sentimentos. Ouvir alguém dizer que “você não presta” é algo que gera tristeza. A tristeza nos faz sentir angústia e o “nosso respirar espiritual” é atingido também.

Esse é só um exemplo. Se você quiser, pense em algo que pode atingir os seus sentimentos com mais força. Afinal, cada soldado sabe da sua própria luta.

Você já sabe como se defender das acusações?

Chegou a hora de aprender a usar a couraça da justiça na prática. Somente a “convicção da justificação” é que pode servir como mecanismo de defesa.

Quando você se sentir acusado, lembre-se que Deus já lhe deu o perdão e nada mais pode separar você do amor de Cristo. Quem poderá nos acusar ou nos condenar?

“Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro. Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Romanos 8.35-37)

Lembre-se também que esses ataques nem sempre vêm de fora. Os nossos próprios pensamentos podem nos trair. Então, permaneça com a armadura de Deus o tempo todo, pois essa guerra só vai cessar quando, finalmente, não estivermos mais neste mundo. Mas, enquanto estamos, Ele nos protege.

“No abrigo da tua presença os escondes das intrigas dos homens; na tua habitação os proteges das línguas acusadoras.” (Salmos 31.20)

O livro de Apocalipse mostra que, um dia, não haverá mais acusações contra nós. (Foto: Piqsels)

“Então ouvi uma forte voz do céu que dizia: Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite.” (Apocalipse 12.10)

Conclusão

Vestir a couraça da justiça é ter a certeza da justificação, ou seja, saber que os nossos pecados já foram perdoados. É essa verdade que nos protegerá contra as acusações do inimigo.

Lembre-se das metáforas: as armas do inimigo são as “palavras” que ele usa contra você. A sua defesa é a convicção de que essas palavras são falsas e mentirosas. Você tem a verdade que blinda a sua vida nessa guerra espiritual e nada poderá lhe atingir.

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Isaías 41.10)

E esse foi o estudo desta semana. Espero que tenha tirado a sua dúvida e também colaborado para o seu crescimento espiritual. Beijo no coração e até a próxima, se Deus quiser!

Leia o artigo anterior: Soldado de Cristo: Aprenda a usar o “cinto da verdade” e combata as mentiras do inimigo

Por Cris Beloni, jornalista a cristã, pesquisadora e escritora. Lidera o movimento Bíblia Investigada e ajuda as pessoas no entendimento bíblico, na organização de ideias e na ativação de seus dons. Trabalha com missões transculturais, Igreja Perseguida, teorias científicas, escatologia e análise de textos bíblicos.

Aniversariante do dia, Vereador Gracinaldo completa mais um ano de vida neste domingo (24)

Neste domingo, 24 de abril, Gracinaldo Ferreira celebra seu 48° aniversário. Atualmente vereador de Codó, Gracinaldo Ferreira está em seu segundo mandato atuando em defesa do povo codoense no legislativo municipal.

Nascido no dia 24 de abril de 1974, Gracinaldo é obreiro evangélico da Igreja Assembleia de Deus Missão em Codó, com passagens pelas congregações Monte Carmelo, Filadélfia, Betel, Monte Sinai e Templo Central. Foi eleito vereador em Codó pela primeira vez nas eleições de 2012 e atualmente está em seu segundo mandato.

Parabenizamos @vereadorgracinaldo_ e desejamos sucesso e grandes realizações em toda sua vida. Felicidades!