
Precisamos urgentemente, refazer conceitos políticos, planos e projetos, que direcionem recursos a serem aplicados nos Estado e nos municípios.
As chamadas Emendas Parlamentares – Individuais ou Coletivas – são propostas de alterações feitas na Lei de Diretrizes Orçamentárias – LOA, onde cabe aos Deputados Federais e Senadores, indicarem recursos a serem aplicados em seus Estados e Municípios.
Do mesmo modo ocorre no âmbito Estadual; os Deputados Estaduais podem fazer suas indicações na Lei Orçamentária Anual.
É uma prerrogativa do Legislativo que, se bem utilizada, pode trazer benefícios incalculáveis aos Estados e Municípios.
Nessa linha concepitiva, podemos afirmar que, nem sempre são indicadas para a solução das demandas prioritárias da sociedade; ao contrário disso, parte delas se transformam em moeda política!
Seus autores, com as excessões da praxe, quase sempre, as indicam para obras de fachadas que possam causar algum tipo de visibilidade ou impacto político!
Só para ilustrar, vamos simular uma indicação de recursos oriundos de uma certa Emenda Parlamentar Estadual, destinada ao asfallmamemto de 2 km de um determinado lugarejo, onde sequer, tenha saneamento básico…
Você acha que isso está correto?!… não seria mais proveitoso e produtivo fazer tal indicação para a aquisição de kits de irrigação para áreas ribeirinhas ou mesmo viabilizar recursos para a aquisição de máquinas e implementos agrícolas?!…
Assim também, deveriam nossos Deputados e Senadores, das duas esferas, se preocuparem em viabilizar a implantação de campos agrícolas nos inúmeros assentamentos existentes nesse Maranhão rico em recursos hídricos e minerais!
Sim, porque já está mais do que provado, que nosso Estado é viável no setor agrário. E a prova evidente disso, é a enorme migração de Paraguaios, Gaúchos, Paulistas e Paranaenses para nosso Estado. Eles estão mostrando aos Maranhenses e às nossas autoridades, que é possível sim, se produzir comodites agrícolas valiosas em nossas terras.
Nossas bancadas, Estadual e Federal, deveriam unir forças e poder também, para trazer mais indústrias e recursos capazes de gerar mais empregos para nossos jovens; bacharéis e secundaristas, que por falta de empenho e de políticas públicas responsáveis, modernas e inclusivas, são obrigados a procurar outros Estados para poderem sobreviver.
Precisamos conceber novas formas de fazer política e de implementar novos métodos na implantação de políticas públicas.
O Estado e suas autoridades não podem continuar priorizando seus interesses e aumentando impostos, em detrimento da construção de uma sociedade rica e produtiva, que possa abrigar e proteger seus próprios conterrâneos.
E nesse ano de eleições, majoritária e proporcional, é bom que façamos reflexões responsáveis. É importante que você exerça seu papel de eleitor, se incluindo no processo de forma determinada. Deixe-se sentir um desses agentes públicos e exija dele, o exercício da política em sua essência filosófica. Que eles possam ser os sacerdotes da justiça Social.
Sonhar não faz mal a ninguém!…
Paz em Cristo
Pedro Barros
