
O objetivo da comissão é investigar fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. A CMPI é formada por senadores e deputados, num total de 32 titulares e igual número de suplentes.
Parlamentares governistas se aproximam da mesa diretora para protestar após resultado da votação.
Participam:
vice-presidente da CPMI – INSS, deputado Duarte Junior (PSB-MA);
relator da CPMI – INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL);
presidente da CPMI – INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG);
deputado Evair de Melo (PP-ES);
deputado Paulo Pimenta (PT-RS);
deputado Rogério Correia (PT-MG);
senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS aprovou nesta quinta-feira (26), no Congresso Nacional, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). Após a votação, o PT anunciou que pretende recorrer ao presidente do Congresso.
O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que o partido vai procurar Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para pedir a anulação da decisão tomada na comissão.
Nós vamos interpretar como uma ação deliberada do senhor para fraudar o resultado da votação. E, diante deste fato, nós iremos até o presidente do Congresso Nacional para solicitar a imediata anulação da votação que teve aqui.
A declaração foi feita após questionamentos sobre a contagem dos votos na sessão presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG). A base do governo alega que houve erro no resultado proclamado, dizendo que 14 parlamentares se levantaram e o presidente da CPMI contou sete deles.
Viana nega irregularidade e sustenta que a votação seguiu o regimento. Ele manteve a aprovação dos requerimentos, incluindo a quebra de sigilo de Lulinha.
