https://youtu.be/Hz3dFwPKKhU
Raimunda é uma das centenas de catadores do lixão de Codó cujo ganha-pão consiste em coletar garrafas e latas no lixão. “E quando acabar e o leite e fralda dos meus filhos?”, questionou Raimunda de sua casa, cujas paredes são feitas de compensado de madeira. “Para a gente pode faltar tudo, mas para os filhos não pode não.”
A pandemia colocou governo federal e Estados em rota de colisão. O presidente Jair Bolsonaro tem demonstrado contrariedade às medidas de isolamento, minimizando os riscos do Covid-19. Ao mesmo tempo, autoridades estaduais, incluindo o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), impuseram quarentenas alinhadas com as orientações de organizações internacionais. 
Mas as restrições apresentam um custo para a maioria dos trabalhadores mais vulneráveis.
“Nesta semana, o pessoal já não tem mais nada, um valor, um dinheiro, para comprar seus alimentos e manter suas despesas”, disse um dos responsáveis pela arrecadação dos alimentos o fotografo Gilderson Teles
As pessoas que sentir o desejo de ajudar essas pessoas, podem entrar em contato com Gilderson pelo fone ou WhatsApp (99) 98845-6499
