Advogada deixa defesa de empresária presa por agredir doméstica grávida no MA

A advogada Nathaly Moraes anunciou oficialmente que não representa mais a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, de 36 anos, detida sob a suspeita de agredir uma empregada doméstica grávida no Maranhão. Em nota publicada nas redes sociais, a profissional justificou a renúncia relatando ter passado a sofrer perseguições, ataques pessoais e ameaças direcionadas a ela e aos seus familiares desde que assumiu a defesa da investigada.

Moraes repudiou os excessos praticados contra sua integridade e informou que já acionou os meios legais para responsabilizar os autores das ameaças.

Enquanto isso, Carolina Sthela permanece custodiada em uma unidade prisional feminina em São Luís após ter a prisão mantida em audiência de custódia realizada na 2ª Central de Garantias na última quinta-feira.

A investigação sobre as agressões contra a jovem de 19 anos ocorre sob segredo de justiça, conforme informado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, o que restringe o acesso público a detalhes específicos do inquérito.

O caso gerou ampla repercussão no estado e as autoridades continuam com as diligências, incluindo a análise de bens apreendidos que podem estar relacionados ao episódio.

Sete homens são presos por participação em roubo de armas em Balsas

Uma operação conjunta realizada pelas Polícias Civil e Militar do Maranhão culminou na prisão em flagrante de sete homens na última sexta-feira (8). O grupo é suspeito de participar de um roubo de armas em um estabelecimento comercial no centro de Balsas, que fica na região sul do estado.

Investigação aponta envolvimento de ex-funcionário no roubo de armas em Balsas

As investigações, conduzidas pela Delegacia Regional de Balsas, revelaram que o crime foi executado na tarde da última quinta-feira (7). Na ocasião, dois homens entraram no local, renderam uma funcionária e subtraíram sete armas de fogo — seis pistolas e um revólver —, além de uma grande quantidade de munições.

Durante as diligências, os investigadores notaram que os criminosos possuíam informações privilegiadas sobre a estrutura interna da loja. A operação integrada constatou que um dos mentores do crime era um ex-funcionário, demitido há cerca de dois meses, que sabia exatamente onde o armamento estava guardado.

Prisões e materiais recuperados

Com o avanço dos trabalhos policiais ao longo da sexta-feira, as equipes conseguiram identificar e prender todos os sete envolvidos no esquema. Além das prisões, foram apreendidas armas, munições e outros itens de interesse para a investigação, reforçando a prova da participação do grupo na ação.

Os detidos foram levados para a Delegacia Regional, onde foram autuados por roubo, associação criminosa armada e posse irregular de arma de fogo. Após os procedimentos legais, os suspeitos do roubo de armas em Balsas foram encaminhados ao sistema prisional, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

Envolvido em agressão contra doméstica grávida se entrega e é preso pela polícia

O policial militar Michael Bruno Lopes Santos, apontado como suspeito de participar das agressões contra uma empregada doméstica grávida de 19 anos, se apresentou à polícia nesta quinta-feira (7). Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça no curso das investigações sobre o caso registrado em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

Também nesta quinta-feira (7), a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi presa em Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pelo governador Carlos Brandão nas redes sociais, onde ele informou ainda que o policial militar é alvo de procedimento instaurado pela Corregedoria da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).

No dia anterior, quarta-feira (6), policiais civis estiveram na residência da empresária para intimá-la a prestar depoimento. No entanto, ela não foi localizada. Segundo a polícia, apenas uma funcionária estava no imóvel e teria sido chamada às pressas para assumir o serviço.

A investigação é conduzida pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, após a vítima registrar boletim de ocorrência. A jovem relatou que passou a ser agredida depois de ter sido acusada de furtar joias da ex-patroa.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a advogada Nathaly Moraes, responsável pela defesa de Carolina Sthela, afirmou que o mandado de prisão preventiva foi cumprido em Teresina e que a investigada responderá judicialmente pelo caso.

“Ela vai responder nos termos e vai cumprir as medidas judiciais que lhe foram impostas e a defesa segue atuando. Ela foi presa em Teresina e o mandado de prisão está sendo cumprido neste momento”, declarou a advogada.

De acordo com a defesa, Carolina estava no Piauí acompanhada do filho de 6 anos, por não possuir familiares no Maranhão com quem pudesse deixar a criança. A versão apresentada é de que ela teria levado o menino para ficar sob os cuidados de pessoas de confiança. Já a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) informou que a empresária tentava fugir.

Em nota, a SSP-MA afirmou que Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi localizada e presa em Teresina durante uma operação conjunta das Polícias Civis do Maranhão e do Piauí, após trabalho de inteligência e cumprimento de mandado judicial expedido pela Justiça maranhense.

A secretaria também informou que Michael Bruno Lopes Santos foi preso em São Luís e que responde a procedimento instaurado pela Corregedoria da PMMA para apuração de sua conduta e possível participação no caso.

Segundo a SSP-MA, as investigações continuam para esclarecimento completo dos fatos, identificação de todos os envolvidos e adoção das medidas cabíveis.

Doméstica foi ameaçada de morte

A jovem descreveu as agressões que sofreu. Segundo ela, levou puxões de cabelo, socos e murros e foi derrubada no chão. Durante os ataques, tentou proteger a barriga, pois está grávida de cinco meses.

Ainda de acordo com o depoimento, a ex-patroa a acusou de ter roubado uma joia e passou horas procurando o objeto. O anel foi encontrado dentro de um cesto de roupas sujas.

Mesmo após a joia ser localizada, as agressões continuaram, segundo a vítima. Ela afirmou ainda que, em determinado momento, foi ameaçada de morte por Carolina Sthela caso contasse à polícia o que havia acontecido.

“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse a jovem.

No depoimento, a jovem relatou ainda que um homem, não identificado, participou das agressões. Segundo ela, o suspeito foi até a casa para pressioná-la com violência. Ela o descreveu como “alto”, “forte” e “moreno”.

Agressões continuaram mesmo após objeto ser encontrado

De acordo com o depoimento, a ex-patroa passou horas procurando o anel que teria motivado a acusação. O objeto foi encontrado posteriormente dentro de um cesto de roupas sujas na residência.

Mesmo assim, a doméstica grávida afirmou que as agressões continuaram.

Ela relatou ainda que foi ameaçada de morte caso denunciasse o caso às autoridades.

Rotina de trabalho incluía jornada extensa e múltiplas funções

Segundo o relato, o primeiro contato ocorreu no início de abril, por meio de um aplicativo de mensagens, quando foi feita a proposta de um mês de trabalho. Ao chegar à residência, a jovem afirmou que começou a trabalhar sem ter acertado previamente o valor do serviço.

A doméstica grávida disse que cumpria uma jornada de segunda a sábado, das 9h às 19h, com apenas 30 minutos de intervalo.

Entre as atividades desempenhadas estavam:

  • Limpeza da casa
  • Preparação de refeições
  • Lavar e passar roupas
  • Cuidados com uma criança de seis anos

O pagamento, segundo a vítima, foi feito de forma fracionada, por meio de transferências em nome de terceiros, totalizando R$ 750.

Patroa suspeita de agredir doméstica chega algemada a São Luís

A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, presa no Piauí por suspeita de agredir uma empregada doméstica grávida de 19 anos na cidade de Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís, chegou no fim da tarde desta quinta-feira (7) a São Luís. Ela desembarcou de um helicóptero da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA).

No vídeo, é possível ver que Carolina Sthela aparece algemada ao deixar a aeronave acompanhada por dois policiais. A Polícia Civil informou que a empresária Carolina Sthela foi encaminhada à sede da 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, responsável pela investigação do caso, onde deve prestar depoimento.

Após ser ouvida, Carolina Sthela deve passar por exames de corpo de delito. Ainda de acordo com a polícia, ela deve ser encaminhada ainda nesta quinta-feira (7) para a Unidade Prisional Feminina de Pedrinhas, onde ficará presa.

Suspeita de agressão estava em fuga

A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) informou que Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de agredir e torturar uma doméstica grávida de 19 anos, foi presa em Teresina (PI) quando tentava fugir.

“O objetivo dela era fugir, provavelmente pra outro estado. Logo depois do fato ela veio para Teresina para pedir abrigo para esse tio que mora em Teresina. Provavelmente iriam para outro estado na data de hoje”, disse o delegado Matheus Zanatta.

Segundo a defesa, Carolina estava no Piauí porque tem um filho de 6 anos e não tinha familiares no Maranhão com quem pudesse deixar a criança. Por isso, teria levado o menino para ficar sob os cuidados de pessoas de confiança em Teresina. A defesa ainda afirmou que Carolina não tem interesse em se omitir.

Saiba quem é a empresária presa por agredir doméstica

A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de 19 anos, é natural de São Luís e tem 36 anos. Casada e mãe de um menino de 6 anos, ela se define como empresária e cristã. Carolina Sthela foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí. 

Carolina Sthela atua como empresária na área de consultoria de gestão administrativa, financeira e organizacional. Após a repercussão do caso de agressão contra a jovem grávida, ela e o marido excluíram das redes sociais as contas pessoais e da empresa.

Envolvido em agressão contra doméstica grávida se entrega

O policial militar Michael Bruno Lopes Santos, apontado como suspeito de participar das agressões contra uma empregada doméstica grávida de 19 anos, se apresentou à polícia nesta quinta-feira (7). Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça no curso das investigações sobre o caso registrado em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

PMs são afastados após áudio de empresária revelar favorecimento em agressão contra doméstica grávida

Quatro policiais militares que atenderam a ocorrência de agressão envolvendo a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos e uma doméstica grávida foram afastados de suas funções. A decisão, confirmada pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), ocorre após a divulgação de áudios em que a empresária relata ter sido poupada de uma prisão em flagrante por ser amiga de um dos agentes.

Nas gravações, Carolina descreve as agressões contra a vítima e afirma que não foi conduzida à delegacia graças à intervenção de um policial.

“Parou uma viatura aqui de manhã. Mas veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? Aí ele disse que, se não fosse ele, teria que me levar para a delegacia, porque ela estava cheia de hematomas.”

Segundo o relato da própria empresária, o agente — cujo nome não foi revelado — admitiu que, devido à gravidade dos hematomas na vítima, o procedimento correto seria a condução imediata, o que acabou não ocorrendo.

Empresária detalha agressões contra doméstica grávida

Áudios atribuídos à empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos reforçam a investigação sobre a violência praticada contra uma empregada doméstica grávida de cinco meses em Paço do Lumiar, na Grande São Luís. Nas gravações, anexadas ao inquérito, a suspeita relata com detalhes a sequência de agressões contra a jovem de 19 anos, incluindo ameaças com arma de fogo, puxões de cabelo, tapas, murros e pisões nos dedos. Em um dos trechos, Carolina diz que a vítima “não era para ter saído viva”.

Pedido de prisão preventiva contra empresária

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (Secção Maranhão) vai entrar com um pedido de prisão preventiva contra a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos. De acordo com o advogado Erik Emanoel Silva Moraes, foi feito um relatório sobre a situação jurídica dos processos em que a Sra. Carolina Sthela Ferreira dos Anjos figura como ré, e esse documento será entregue na manhã desta quarta-feira (6), na 21ª delegacia de Polícia do Aracagy, que investiga o caso, com um pedido de prisão da acusada.

Doméstica grávida agredida por ex-patroa no MA diz que recebeu R$ 750 e foi ameaçada

A doméstica grávida agredida por ex-patroa no Maranhão relatou à Polícia Civil que recebeu apenas R$ 750 por pouco mais de duas semanas de trabalho e foi ameaçada de morte após sofrer agressões em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

O depoimento da jovem, de 19 anos, foi prestado nesta quarta-feira (6), na 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, que investiga o caso. Ela detalhou a rotina de trabalho, as condições de pagamento e os momentos de violência.

Rotina de trabalho incluía jornada extensa e múltiplas funções

Segundo o relato, o primeiro contato ocorreu no início de abril, por meio de um aplicativo de mensagens, quando foi feita a proposta de um mês de trabalho. Ao chegar à residência, a jovem afirmou que começou a trabalhar sem ter acertado previamente o valor do serviço.

A doméstica grávida disse que cumpria uma jornada de segunda a sábado, das 9h às 19h, com apenas 30 minutos de intervalo.

Entre as atividades desempenhadas estavam:

  • Limpeza da casa
  • Preparação de refeições
  • Lavar e passar roupas
  • Cuidados com uma criança de seis anos

O pagamento, segundo a vítima, foi feito de forma fracionada, por meio de transferências em nome de terceiros, totalizando R$ 750.

Doméstica grávida relata agressões dentro da residência

A doméstica grávida também descreveu as agressões sofridas após ser acusada de roubar uma joia. Mesmo negando a acusação, ela afirmou que foi atacada com puxões de cabelo, socos e murros, além de ter sido derrubada no chão.

Durante o ataque, a jovem relatou que tentou proteger a barriga, já que está com seis meses de gestação.

“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse.

Agressões continuaram mesmo após objeto ser encontrado

De acordo com o depoimento, a ex-patroa passou horas procurando o anel que teria motivado a acusação. O objeto foi encontrado posteriormente dentro de um cesto de roupas sujas na residência.

Mesmo assim, a doméstica grávida afirmou que as agressões continuaram.

Ela relatou ainda que foi ameaçada de morte caso denunciasse o caso às autoridades.

Homem teria ajudado nas agressões

No depoimento, a jovem também afirmou que um homem, ainda não identificado, participou das agressões. Segundo ela, o suspeito foi até a residência para pressioná-la de forma violenta.

A doméstica grávida descreveu o homem como alto, forte e moreno. A participação dele também está sendo investigada pela Polícia Civil.

OAB pede prisão e classifica crime como tortura

Diante da gravidade do caso, a Comissão de Direitos Humanos da OAB no Maranhão pediu a prisão preventiva da investigada.

Segundo a entidade, a doméstica grávida foi vítima de tortura física e psicológica após ser acusada de furtar um anel. O crime foi classificado como tortura agravada, além de envolver lesão corporal, ameaça e calúnia.

Policiais são afastados após suspeita de omissão

O caso também envolve possíveis falhas na atuação policial. Quatro policiais militares que atenderam a ocorrência foram afastados das funções.

Áudios indicam que a patroa que agrediu doméstica teria sido beneficiada por conhecer um dos agentes, o que pode ter impedido sua condução imediata à delegacia.

A Polícia Civil investiga a situação.

Caso segue sob investigação

A Polícia Civil segue investigando o caso, incluindo a identificação do homem citado no depoimento e a análise das provas reunidas.

A jovem continua em recuperação após os episódios de violência, enquanto o caso segue sendo apurado pelas autoridades.

O que diz a empresária sobre agressão contra doméstica

“Diante das publicações e comentários que vêm circulando na imprensa e nas redes sociais a respeito do IPL nº 066/2026 — 21º Distrito Policial do Araçagy/MA, venho me manifestar com serenidade e respeito.

Em primeiro lugar, afirmo que respeito profundamente a atuação das autoridades e que jamais me neguei a colaborar com a apuração dos fatos. Minha defesa já compareceu à delegacia, solicitou acesso aos autos e adotará todas as providências necessárias para que minha versão seja apresentada no momento adequado, de forma responsável e dentro do procedimento legal.

Também registro que repudio qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres, gestantes, trabalhadoras e pessoas em situação de vulnerabilidade. Justamente por reconhecer a gravidade do assunto, entendo que tudo deve ser apurado com seriedade, equilíbrio, provas e respeito ao devido processo legal.

Minha família, incluindo meu marido e meu filho, vem sofrendo ataques e ameaças. Isso não contribui para a verdade, não ajuda a investigação e apenas aumenta o sofrimento de todos os envolvidos.

Requeiro que não haja julgamento antecipado e que o inquérito seja conduzido em observância aos princípios constitucionais. A investigação ainda está em andamento, e a verdade deve ser esclarecida pelas vias legais, jamais por ameaças, ofensas, exposição de familiares ou linchamento virtual.

Seguirei à disposição das autoridades, por meio da minha defesa, confiando que os fatos serão esclarecidos com responsabilidade, respeito, técnica e justiça.

Paço do Lumiar – MA, 05 de maio de 2026.

A prefeita de Gonçalves Dias Suane Dias, anuncia Rui Jorge como seu pré-candidato a deputado estadual

A prefeita de Gonçalves Dias, Suane Dias, anunciou uma importante parceria política e apresentou ao povo o seu pré-candidato a deputado estadual, Rui Jorge. A iniciativa reforça o compromisso da gestão em buscar mais investimentos, desenvolvimento e melhorias para o município.

Com essa união, a prefeita destaca a importância de ter um representante alinhado com os interesses da população, fortalecendo a voz de Gonçalves Dias na Assembleia Legislativa e ampliando as oportunidades para toda a região.

Justiça Eleitoral cassa mandatos de prefeito e vice de Estreito por abuso de poder

A Justiça Eleitoral cassou os mandatos do prefeito Léo Cunha (PL) e da vice-prefeita Irenilde da Silva (PT) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024. A decisão foi proferida pelo juiz Bruno Nayro de Andrade Miranda, da 82ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, e divulgada nesta segunda-feira (4).

Cassação inclui inelegibilidade

Além da perda dos mandatos, a sentença também anulou os registros de candidatura dos dois gestores.

O prefeito foi declarado inelegível por oito anos, enquanto a vice não recebeu a mesma penalidade por ter sido considerada participante passiva nas irregularidades.

Irregularidades apontadas pela Justiça

De acordo com a decisão, houve uma série de práticas que comprometeram a lisura do processo eleitoral. Entre elas:

  • uso da máquina pública para fins eleitorais;
  • distribuição de brindes, como camisetas e pulseiras;
  • realização de comício fora do período permitido;
  • utilização de bens públicos em eventos com caráter eleitoral.

Exemplos citados na decisão

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) detalhou situações consideradas irregulares pela Justiça:

  • Entrega de ambulância: o ato no povoado Brejo da Ilha foi transformado em evento de campanha, com bandeiras e jingles. Após o período eleitoral, o veículo foi retirado da comunidade;
  • Distribuição de brindes: itens teriam sido entregues de forma coordenada para influenciar eleitores;
  • Comício irregular: evento político teria ultrapassado o horário permitido por lei, com tentativa de burlar regras;
  • Reajuste salarial: aumento concedido a servidores dentro do período vedado pela legislação eleitoral.

Segundo o juiz, os atos não foram isolados, mas parte de uma estratégia para desequilibrar a disputa eleitoral.

Situação dos mandatos

Apesar da cassação, o prefeito e a vice ainda podem recorrer da decisão.

A saída dos cargos e a eventual realização de novas eleições dependem do trânsito em julgado ou de decisão em instância superior, como o Tribunal Superior Eleitoral.

Até lá, ambos permanecem no exercício das funções.

Defesa não se manifestou

Até a publicação desta matéria, a defesa de Léo Cunha e de Irenilde da Silva não havia se pronunciado sobre a decisão.

A Justiça Eleitoral destacou que as irregularidades comprometeram a legitimidade do pleito no município.

SENAI-MA abre 175 vagas gratuitas para cursos de qualificação em Imperatriz e Caxias

O SENAI-MA está com inscrições abertas para 175 vagas gratuitas de qualificação profissional, por meio do Programa SENAI de Gratuidade Regimental. As oportunidades, regidas pelos editais nº 04/2026 e 06/2026, são destinadas a pessoas de baixa renda.

Unidade Imperatriz (Edital 04/2026)

São 125 vagas (25 por turma) com inscrições até 7 de maio.

  • Cursos: Operador de Torno Convencional, Marceneiro, Operador de Máquina de Costura, Soldador e Estofador.
  • Turnos: Matutino e Vespertino.
  • Local: Unidade SENAI Imperatriz (Rua Y, Nova Imperatriz).
  • Horário: 08h às 19h.

Unidade Caxias (Edital 06/2026)

São 50 vagas (25 por turma) com inscrições até 26 de maio.

  • Cursos: Operador de Torno Convencional (Vespertino) e Soldador TIG (Noturno).
  • Local: Unidade SENAI Caxias (Rua Gonçalves Dias, Res. Hélio Queiroz).
  • Horário: 14h às 20h.

Documentação necessária: RG, CPF, comprovante de residência, foto 3×4, declaração de escolaridade e autodeclaração de baixa renda (originais e cópias). A matrícula é por ordem de chegada.

Chuva rompe trecho da MA-014 no povoado Bacurizeiro, em Viana-MA

Um trecho da MA-014, no povoado Bacurizeiro, em Viana, rompeu na manhã desta segunda-feira (4) e está interditado.

Segundo moradores, a interdição deixou o povoado isolado. O trecho fica entre os municípios de Viana e Matinha e teria sido cortado após as chuvas registradas na região.

Ainda não há informações sobre previsão de liberação da via ou medidas emergenciais no local.

O Portal Imirante solicitou nota para a Secretaria de Infraestrutura do Maranhão e aguarda retorno.