Homem com arma e grande quantidade de munições é preso na BR-316, em Caxias

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde dessa terça-feira (23), uma pistola, 133 munições e prendeu um homem de 40 anos durante fiscalização na BR-316, em Caxias, interior do Maranhão.

A abordagem ocorreu por volta das 15h, no perímetro urbano do município. Durante os procedimentos, o condutor de um Toyota/Corolla Altis, que se apresentou como CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), não soube informar seu destino nem a origem do trajeto. Questionado se estava indo ou voltando de um estande de tiro, preferiu ficar em silêncio.

Durante a busca no veículo, a equipe PRF encontrou uma pistola Taurus TH9, calibre 9mm, além de 105 munições calibre 9mm (7 não destinadas a treino), 15 munições calibre 38 (6 não destinadas a treino) e 13 munições calibre 12 (10 não destinadas a treino).

Ao receber voz de prisão, o homem ainda tentou “negociar” com os policiais para evitar o flagrante.

Diante dos fatos, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Caxias, junto com a arma e as munições. O caso foi enquadrado, a princípio, nos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e corrupção ativa.

* Fonte: PRF

Câncer de intestino cresce entre jovens e desafia médicos com diagnóstico tardio e estigma

A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, vítima de câncer colorretal, reacendeu o alerta para o avanço dessa doença entre pessoas mais jovens. O câncer de intestino, que já é o terceiro mais comum no Brasil, deixou de ser uma condição restrita à população idosa e passou a preocupar especialistas por sua incidência crescente em adultos abaixo dos 50 anos.

De acordo com a Rede Ebserh, formada por hospitais universitários federais, o caso de Preta Gil trouxe à tona um problema de saúde pública que exige maior atenção: a combinação entre estilo de vida moderno, baixa procura por exames de rastreamento e desconhecimento dos sintomas tem contribuído para diagnósticos tardios e piora nos desfechos clínicos.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a mortalidade precoce por câncer colorretal — antes dos 70 anos — deve aumentar até 2030, tanto entre homens quanto mulheres. Um levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostrou que, entre 2012 e 2021, o número de internações por esse tipo de câncer aumentou 80,3% entre beneficiários de planos de saúde.

Entenda a doença

O coloproctologista David Morano, do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC-UFCG), explica que o câncer colorretal atinge o cólon e o reto, partes do intestino grosso, e geralmente se origina de pólipos — lesões que se formam na mucosa intestinal. “Na maioria dos casos, ele se desenvolve a partir de pequenas lesões chamadas pólipos, que surgem na mucosa intestinal por volta dos 45 anos e podem levar até uma década para se transformar em câncer”, explica.

Morano ressalta que a detecção precoce dos pólipos ou de tumores iniciais pode garantir altas taxas de cura: “A prevenção ocorre quando encontramos os pólipos e os removemos antes que virem câncer. Já o diagnóstico precoce acontece quando o tumor já existe, mas ainda está em fase inicial — e, nesse estágio, as chances de cura ultrapassam os 90%.”

Sinais ignorados atrasam o tratamento

A coloproctologista Angélica Kneipp, do Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap-UFF), alerta para sintomas que costumam ser desvalorizados, especialmente entre os mais jovens. “Sangue nas fezes, alteração persistente no ritmo ou no formato das evacuações, dor abdominal contínua e perda de peso sem explicação merecem investigação médica imediata”, afirma.

Ela também destaca a resistência que ainda existe em torno da colonoscopia:

“Por ser um exame invasivo, com preparo intestinal e sedação, muitos têm medo de realizá-lo. Isso pode, inclusive, levar à omissão de sintomas. Cabe a nós, profissionais da saúde, desmistificar o exame, esclarecer seus benefícios e apresentar também outras formas de rastreio, como o exame proctológico e a pesquisa de sangue oculto nas fezes.”

Jovens fora dos programas de rastreamento

Para a oncologista Jéssica Vasconcellos, do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), o aumento de diagnósticos entre jovens está mudando o perfil da oncologia no país. “Esses pacientes frequentemente chegam com a doença em estágios mais avançados, em parte porque não estão incluídos nas faixas etárias dos programas de rastreamento”, observa.

Ela aponta como fatores de risco o sedentarismo, dieta pobre em fibras, consumo elevado de ultraprocessados, tabagismo, etilismo, doenças inflamatórias intestinais e histórico familiar. “A mudança no estilo de vida das últimas décadas parece ter um papel relevante nesse crescimento”, completa.

Colonoscopia pode prevenir a doença

Lilian Almeida, responsável técnica por colonoscopia no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), reforça que o exame, além de identificar o câncer, pode evitar que ele se desenvolva. “A maioria dos casos de câncer colorretal se desenvolve a partir de pólipos, que podem ser removidos durante a colonoscopia. Ou seja, é um exame terapêutico e não apenas diagnóstico.”

Ela reconhece o desconforto do preparo, mas destaca a importância da informação e do acolhimento:
“O exame é feito com sedação e monitoramento contínuo. A conversa franca, a escuta ativa e o esclarecimento das etapas do procedimento aumentam muito a adesão.”

Rede pública garante cuidado integral

Nos hospitais universitários da Rede Ebserh, o paciente com diagnóstico de câncer recebe atendimento multidisciplinar e apoio humanizado. A coloproctologista Rosilma Barreto, do Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA), destaca que o SUS oferece estrutura de qualidade. “O paciente recebe todo o suporte necessário: profissionais qualificados, exames de estadiamento, definição terapêutica e, quando necessário, encaminhamento para centros oncológicos parceiros para radioterapia ou quimioterapia.”

Ela também ressalta a importância do acolhimento emocional: “O câncer abala não só o paciente, mas toda a família. O médico precisa comunicar com clareza, oferecer segurança e se colocar ao lado da pessoa. Um bom acolhimento faz diferença na confiança e adesão ao tratamento.”

Sobre a Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) administra atualmente 45 hospitais universitários federais, que combinam atendimento pelo SUS com formação profissional e pesquisa científica.

*Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social da Rede Ebserh

Por falta de verba, MEC só comprará livros de Português e Matemática para alunos do fundamental em 2026

O MEC (Ministério da Educação) decidiu adiar a compra de livros didáticos de ciências, geografia e história no PNLD (Programa Nacional do Livro e Material Didático) por falta de orçamento. Segundo a pasta, a compra será feita de forma prioritária apenas dos livros de português e matemática usados no ensino fundamental das escolas públicas. A estimativa é que cerca de 30 milhões de exemplares deixem de ser comprados com essa medida, apenas considerando os ensinos iniciais.

A medida, no entanto, é criticada por entidades dos livros didáticos. Em nota, o MEC explicou que teve que adotar a compra “escalonada” pelo “cenário orçamentário desafiador e a importância inequívoca de manutenção do PNLD para a Educação pública do Brasil”.

“O FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação] adotou a compra escalonada como estratégia para o ensino fundamental, atendendo a uma demanda das redes de ensino e em consonância com a avaliação das equipes pedagógicas do programa, começando pelas áreas de língua portuguesa e matemática, e complementando posteriormente com obras das demais áreas”, pontua.

Segundo o MEC, “as compras para a EJA, cuja licitação está na fase final, estão garantidas”. “As estratégias para o ensino médio serão definidas na sequência”, informou.

O que diz o setor?

Para o mercado editorial, no entanto, a estratégia pode atrasar a entrega dos livros no prazo adequado e prejudicar o ensino dos alunos, principalmente entre as crianças menores, do 1º ao 3º ano, que usam os chamados livros consumíveis — ou seja, respondem questões e atividades no próprio exemplar.

Na avaliação do presidente da Abrelivros (Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais), Ângelo Xavier, o MEC precisa informar ao mercado sobre os livros que pretende adquirir até o fim de agosto, com risco de atraso nas entregas.

“Estamos preocupados de alunos de seis, sete, oito anos, iniciarem o processo de escolarização sem material didático. Pedagogicamente, isso é muito ruim para os estudantes. Esses alunos não vão ter livros e professor e estudantes terão dificuldades”, avaliou.

Xavier explicou que a compra escalonada defendida pela pasta precisa ser concluída ainda no mês de agosto. “A segunda quinzena de agosto é o limite para eventualmente recebermos esses pedidos. Porque o seguinte passo é o processo industrial, de enviar os livros para as gráficas, fabricar os livros, e fazer a preparação logísticas para que eles sejam entregues em todas as escolas”, detalhou.

Após agosto, as gráficas precisam se dedicar à impressão dos novos livros do ensino médio, EJA e livros de literatura. Xavier explicou que até então, nas reuniões com o setor, o MEC não tinha sinalizado nem a possibilidade de compra escalonada dos exemplares. “É muito trágico pedagogicamente [a não impressão desse material]”, reforçou.

O presidente da Abrelivros também comentou sobre as mudanças na compra dos livros do ensino médio.

“A gente teve uma nova mudança na reforma do ensino médio. Antes, os livros eram por áreas de conhecimento: então você tinha ciências da natureza, que reunia química, biologia, física; e ciências humanas, que reunia história, geografia, filosofia e outras disciplinas. Agora, os livros voltam a ser impressos apenas por disciplina”, explicou.

Entenda

Segundo a Abrelivros, o PNLD vem sofrendo nos últimos anos com a perda de recursos. Este ano, por exemplo, há a necessidade de comprar 240 milhões de exemplares para 2026.

Esses volumes “correspondem à reposição dos materiais de ensino fundamental para os anos iniciais e anos finais, além dos livros para o novo programa de ensino médio e para o novo programa de EJA (Educação de Jovens e Adultos), além dos Programas Literários de 2023 e 2024, que deveriam ter sido adquiridos em anos anteriores, cujas compras já se encontram atrasadas”.

“Todos estes livros estão previstos para chegarem à sala de aula em fevereiro de 2026. Cumpre esclarecer que o orçamento federal foi aprovado no valor de R$ 2.04 bi, mas a necessidade de recursos para atender a toda essa demanda é estimada em R$ 3 bi. Desde o início do ano, tivemos diversas reuniões com as equipes do FNDE e do MEC para entender como essa questão seria resolvida. Desde lá, recebemos a devolutiva de que o Ministro da Educação estava em busca da recomposição de recursos para atender a toda essa necessidade”, explica a associação em nota.

Segundo a Abrelivros, os pedidos de compra não atendem às necessidades das redes.

Para os anos iniciais, por exemplo, a Associação diz que eram esperados a compra de 59 milhões de exemplares de livros didáticos, mas apenas 23 milhões de livros foram pedidos. No caso de livros de prática, eram esperados 40 milhões exemplares, mas nenhum foi solicitado.

No caso dos anos finais, com os livros não são obras consumíveis, ou seja, os alunos não respondem atividade na própria página do exemplar, a espera era que o MEC comprasse 12 milhões de exemplares, mas ele deve comprar apenas 3 milhões.

Para o ensino médio, a expectativa é de 84 milhões de exemplares, conforme as mudanças aprovadas pelo próprio MEC. No entanto, a pasta avalia comprar os livros de forma parcial.

“O que o MEC sinalizou para a gente é que poderiam dividir a compra do ensino médio: um pouco este ano e outra parte em 2026. Então a gente tem muita preocupação com isso, com esses exemplares chegarem de forma dividida. Nunca vimos isso dentro do PNLD”, finaliza Xavier.

Caminhão CAIXA chega a Peritoró para atendimento à população

O Caminhão CAIXA está na cidade de Peritoró, no Maranhão, para prestar atendimento aos clientes do banco e beneficiários dos programas sociais do Governo Federal. O atendimento no caminhão ocorre de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h. A ação segue até o dia 5 de agosto, sempre em dias úteis.

No Caminhão CAIXA também estará disponível o atendimento aos beneficiários de programas sociais. Os trabalhadores podem buscar atendimento relacionado ao FGTS, Seguro-Desemprego, Cartão do Cidadão e Abono Salarial (PIS), entre outros. Os clientes que quiserem realizar saques em dinheiro têm à disposição um caixa eletrônico instalado na própria unidade móvel.

“A presença do Caminhão da CAIXA no município reforça nosso compromisso com a inclusão social e com o atendimento de qualidade, aproximando ainda mais a CAIXA da população. Em Peritoró, a iniciativa oferecerá atendimento aos clientes e trabalhadores locais, garantindo o pagamento de programas de transferência de renda e outros serviços essenciais”, afirma o superintendente de rede da CAIXA em São Luís, Nayrton Silva.

Canais de Atendimento CAIXA

Além das unidades físicas da rede de atendimento CAIXA, o banco disponibiliza atendimento por meio de canais remotos e digitais, como o Internet Banking CAIXA, o WhatsApp CAIXA (0800 104 0104) e os aplicativos CAIXA Tem, Cartões CAIXA, Habitação CAIXA e FGTS, por exemplo.

Por telefone, os clientes podem contatar o Alô CAIXA pelos números 4004 0104 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 104 0104 (demais regiões).

Mais informações sobre a rede de atendimento podem ser consultadas no site da CAIXA.

Maranhão acumula vítimas em acidentes de trabalho e exporta mão de obra escravizada

No mês em que se celebra o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (27 de julho), o Maranhão expõe, em números e histórias, o colapso da fiscalização trabalhista no país. Entre 2003 e 2021, o estado registrou 8.636 trabalhadores resgatados de condições análogas à escravidão, o maior número do Brasil.

E a realidade segue inalterada: em 2024, centenas de maranhensesforam libertados em operações em lavouras, carvoarias e canteiros de obras, dentro e fora do estado.

A escassez de auditores, o número reduzido de equipes móveis e a ausência de fiscalização territorializada tornam invisível uma realidade que continua ocorrendo nas zonas rurais e urbanas maranhenses.A crise se aprofunda com a precarização da fiscalização. O Maranhão está entre os estados com menor presença de Auditores-Fiscais do Trabalho, o que resulta em subnotificação de casos, demora nas inspeções e trabalhadores desprotegidos.

O quadro é ainda mais grave quando se considera o crescimento dos acidentes de trabalho: segundo dados oficiais, a taxa no Brasil quase triplicou na última década, de 17 para 58 casos a cada 10 mil vínculos formais entre 2012 e 2024. O setor da construção civil lidera os registros no estado, seguido por atividades agropecuárias e serviços urbanos.

A situação de vulnerabilidade também se estende ao trabalho infantil e doméstico. Em diversas regiões maranhenses, meninas e adolescentes seguem sendo exploradas em residências sem qualquer amparo legal. A ausência de fiscalização favorece a impunidade e perpetua ciclos históricos de desigualdade.

“É como se a vida desses trabalhadores não importasse. A falta de auditores condena milhares de maranhenses à invisibilidade e à exploração. Temos profissionais qualificados, concursados e prontos para atuar imediatamente. Mas o governo federal segue ignorando essa convocação”, afirma Fábio Reis Henriques, representante da Comissão de Aprovados no Maranhão. “Enquanto isso, mais vidas são perdidas ou mutiladas, e o Estado segue sendo exportador de sofrimento.”

O déficit na fiscalização tem impactos que vão além da tragédia humana. Um estudo do IPEA de 2025 aponta que a contratação dos aprovados no último concurso da Auditoria-Fiscal do Trabalho renderia R$ 879 milhões em receitas diretas à União, além de ganhos indiretos com a redução de acidentes, recuperação de direitos e combate à informalidade. Já levantamento da própria Comissão, com base em dados do Ministério do Trabalho e da Previdência, estima que a nomeação dos 1.800 auditores aprovados poderia gerar até R$ 1,15 bilhão em arrecadação, a um custo anual de R$ 549 milhões, ou seja, a carreira se paga e ainda gera superávit ao país.

Além disso, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) recomenda a proporção de 1 Auditor para cada 10 mil trabalhadores. No Brasil, a média atual é de 1 para cada 33 mil. No Maranhão, a defasagem é ainda maior. Com esse cenário, apenas 3% dos estabelecimentos são fiscalizados anualmente, número que revela a falência do sistema de proteção ao trabalhador.

Os aprovados do concurso de 2024 reúnem o perfil técnico e regional necessário para reverter esse quadro: são especialistas em Direito, Engenharia, Economia, Segurança do Trabalho e outras áreas fundamentais para a atuação. Muitos deles são naturais do Maranhão, conhecem a realidade local e estão prontos para atuar de forma eficiente e estratégica nas zonas mais vulneráveis.

A convocação imediata do cadastro reserva não é apenas uma decisão administrativa: é uma resposta urgente a uma crise que ceifa vidas e compromete o futuro do país.

Cruzada Evangelística tem mais de 2 mil pessoas aceitando Jesus

Entre os dias 18 e 19 de julho todas as igrejas da cidade de Lajeado, no Rio Grande do Sul, se uniram para uma cruzada de avivamento que aconteceu no Parque dos Dick. Milhares de pessoas participaram da cruzada, em um espaço preparado para receber cerca de 3 mil pessoas por culto.

Segundo os organizadores, 2 mil vidas decidiram aceitar Jesus durante os dias de pregação, e cada uma delas recebeu uma Bíblia de presente e foi direcionada para as igrejas locais.

Com a realização da organização missionária Aviva, o evento reuniu voluntários de dez estados e levou cinco meses de preparação, envolvendo uma série de atividades de evangelismo, juntamente com as igrejas locais.

Nós tivemos evangelismo nas ruas, nas escolas, nos hospitais, nos bares, nos presídios e em todos os lugares da cidade – explicou o evangelista Lucas Teodoro, responsável pelo projeto Aviva, ao Pleno.News.

Para se prepararem para a cruzada de avivamento, os evangélicos da cidade participaram da Aviva Conference, que aconteceu nos dias 16 e 17 de julho, na Igreja Lagoinha Lajeado, e vivenciaram um tempo de preparo, visando o crescimento para as igrejas da cidade.

Alguns pastores foram importantes para a realização desse evento, como o pastor Isaías Figueiró, da Igreja Encontros de Fé de Porto Alegre (RS), que disponibilizou a tenda onde a conferência aconteceu; e o pastor Clébison Bandeira, diretor do Evangelismo para o Brasil da Assembléia de Deus, que também esteve presente.

– A nossa visão é que isso tudo vai crescer ainda mais, em nome de Jesus, porque nós cremos que o tempo das cruzadas evangelísticas não acabou. Cremos que Deus fará muitas coisas ainda nessa geração – declarou Lucas.

Venezuela ignora acordo e passa a taxar produtos do Brasil em até 70%

Sem aviso prévio, a Venezuela começou a cobrar o imposto de importação sobre os produtos brasileiros que seriam isentos mediante apresentação do certificado de origem. Representantes de setores locais envolvidos na operação ainda apuram por que o País vizinho passou a fazer isso.

Desde 2014, Brasil e Venezuela têm um Acordo de Complementação Econômica que os impedem de cobrar, entre si, o imposto sobre quase todos os itens. Assim, apenas eventuais descumprimentos do termo ou decisões unilaterais retomariam a cobrança. No ano passado, a relação entre os países ficou estremecida após o presidente Lula (PT) não reconhecer a reeleição do ditador Nicolás Maduro.

O País de Maduro é o principal parceiro comercial de Roraima, consecutivamente, desde 2019. Em 2024, o Estado exportou, para a nação vizinha, 144,6 milhões de dólares em produtos (R$  799 milhões na atual cotação), especialmente farinha, cacau, margarina e cana de açúcar, todos com direito à isenção do imposto. Sem o acordo, a Venezuela cobra de 15% a 77% sobre cada item brasileiro.

O presidente da Câmara de Comércio Brasil-Venezuela, Eduardo Ostreicher, desconfia que a cobrança seja uma ordem do governo venezuelano em relação aos países do Mercosul ou um erro no sistema de cobrança. Assim, ele prepara uma carta à embaixada brasileira em Caracas com informações que já conseguiu possui sobre o assunto.

A Federação das Indústrias do Estado de Roraima (Fier) iniciou apurações internas para identificar as dificuldades para a aceitação, pela Venezuela, dos certificados de origem de produtos brasileiros.

Em nota, a entidade também reforçou que está em contato direto com autoridades brasileiras e venezuelanas para cobrar esclarecimentos e soluções rápidas para normalizar o fluxo comercial bilateral.

A Fier ainda destacou que, até o momento, os processos de emissão e reconhecimento dos certificados seguem rigorosamente as normas da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e o Acordo de Complementação Econômica firmado entre os dois países.

Responsável por emitir os certificados de origem, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmou que recebeu um relatório sobre dificuldades enfrentadas por exportadores brasileiros na Venezuela.

Assim, a pasta confirmou que a embaixada brasileira em Caracas já está em contato com autoridades venezuelanas para esclarecer a situação, enquanto o MDIC dialoga com representantes do setor produtivo para reunir informações mais desenvolvidas sobre os casos.

O Ministério das Relações Exteriores não enviou resposta sobre o assunto até a publicação da reportagem.

Vem ai a maior competição entre os bairros de Codó vai começar!

A maior competição entre os bairros de Codó vai começar!

Com 16 equipes na disputa, a Copa de Bairros 2025 promete agitar a cidade com jogos eletrizantes, torcida apaixonada e muito futebol raiz! 🏆🔥

📅 Abertura oficial: 25 de julho
📍 Local: Arena da Pegada

É a paixão que une os bairros de Codó em um só grito: vai começar a Copa de Bairros!

Realização:
Prefeitura de Codó
Secretaria Municipal de Esporte e Lazer

#CopaDeBairros2025 #FutebolCodoense #PrefeituraDeCodó #EsporteÉLazer #CodóUnidoPeloEsporte

NOTA INFORMATIVA A Prefeitura de Codó informa que o mutirão de tratamento de varizes dos membros inferiores, inicialmente previsto para os dias 25, 26 e 27 de julho, foi reagendado para os dias 1, 2 e 3 de agosto de 2025

NOTA INFORMATIVA

A Prefeitura de Codó informa que o mutirão de tratamento de varizes dos membros inferiores, inicialmente previsto para os dias 25, 26 e 27 de julho, foi reagendado.

👉 Novas datas: 1, 2 e 3 de agosto de 2025
📍 Local: HGM – Hospital Geral Municipal

A mudança visa garantir melhor organização e atendimento à população.

Lembramos que o atendimento é voltado ao público geral e é necessário procurar a UBS mais próxima para agendar a consulta.

📑 Documentos necessários:
• Documentos pessoais
• Cartão do SUS
• Indicação médica
• Comprovante de residência

Ascom,
Prefeitura de Codó

Expocodó 2025: CEO da Agropecuária Campo Novo, Adelaide Britto, fará palestra no Encontro das Mulheres do Agro

A 51ª edição da ExpoCodó terá como tema a Força da Mulher no Agro e acontecerá entre os dias 26 de julho e 03 de agosto no Parque de Exposição Walter Zaidan. A feira agropecuária promete ser uma das maiores e mais bem organizadas já realizadas no município. Dentre as novidades da programação estará o Encontro das Mulheres do Agro, que acontecerá no dia 31 de julho, a partir das 19hs.

Palestra com Adelaide Britto às 21hs

Um dos destaques na programação do Encontro das Mulheres do Agro será a palestra com a CEO da Agropecuária Campo Novo, a pecuarista Adelaide Britto, que acontecerá às 21h com tema: O Papel da Mulher no Agronegócio.

A palestrante

Adelaide Britto: Agropecuarista, empresária, advogada e influencer. Ela, que possui mais de 218 mil seguidores nas redes sociais, promove um olhar disruptivo sobre a vida no campo e busca inspirar e empoderar mulheres de todo país, quebrando estereótipos dentro deste setor, majoritariamente masculino.

Nascida no sertão de Pernambuco, Adelaide Britto é uma mulher batalhadora, obstinada e que sempre soube lutar pelos seus sonhos. Ter uma fazenda era um deles e, junto com o marido, conquistou e fez da mesma um negócio, que há cinco anos, é bem sucedido e estruturado, com tecnologia e sustentabilidade. Há dois anos, além de sua carreira como empresária, Adelaide resolveu mostrar sua rotina na internet, justamente por achar que pode inspirar outras mulheres a viver no campo, trabalhando com o que amam, ainda que tenham que quebrar barreiras e preconceitos.

“Todos me falavam que se eu abrisse o meu instagram poderia agregar mais na vida de outras mulheres e mostrar um conteúdo positivo para elas”, conta Adelaide. Seus principais conteúdos refletem sua rotina: falam de empreendedorismo feminino e lifestyle, além de sustentabilidade, agronegócio, projetos sociais dentro do campo, e moda, beleza, que ela adora e também quer desmistificar.

Atualmente, Adelaide reside na Agropecuária Campo Novo. No entanto, em sua rotina de trabalho, divide-se entre a capital São Luís e a fazenda, que possui mais de 6 mil cabeças de gado e uma equipe de mais de 50 funcionários. Casada há mais de 20 anos com o empresário Severiano Britto, ela é mãe de duas meninas, formadas em medicina. Ela ressalta que a maternidade sempre foi seu maior sonho: “Sempre quis ser mãe jovem, eu escolhi ter as minhas filhas cedo e me realizar na maternidade ainda com pouca idade”, conta.
Fotos: Tony Mendes
https://www.instagram.com/adelaide_britto