Dívida Pública sobe 18% em 2025 e supera R$ 8,6 trilhões

O forte volume de juros, somado às emissões de títulos públicos, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em 2025. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF encerrou o ano passado em R$ 8,635 trilhões, alta de 18% em relação aos R$ 7,316 trilhões registrados no fim de 2024.

A maior parte da alta do endividamento federal justifica-se pela incorporação de juros, que somaram R$ 879,9 bilhões no ano passado. O restante da alta vem do fato de que, em 2025, o Tesouro emitiu R$ 439,06 bilhões a mais do que resgatou.

Apenas em dezembro, a DPF subiu 1,82%. Apesar da alta, a dívida encerrou 2025 dentro dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) do ano passado, que estabelecia que o indicador deveria chegar ao fim do ano passado entre R$ 8,5 trilhões e R$ 8,8 trilhões. No entanto, o PAF foi revisado em setembro do ano passado. O documento original estabelecia que a dívida pública poderia encerrar 2025 em até R$ 8,5 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 19,26% no ano passado, saindo de R$ 6,967 trilhões no fim de 2024 para R$ 8,309 trilhões no fim de 2025. Apenas em dezembro, a alta ficou em 1,76%. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 60,82 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis vinculados à Taxa Selic. A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 82,82 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 65,37 bilhões em títulos da DPMFi. Com o baixo volume de vencimentos de títulos prefixados em dezembro, os resgates foram menores e somaram R$ 4,55 bilhões.

Beneficiada pela queda do dólar no ano passado, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) recuou 6,62% em 2025, passando de R$ 349,19 bilhões no fim de 2024 para R$ 326,07 bilhões no fim de 2025. Em dezembro, no entanto, o indicador subiu 3,53%. O principal fator foi a alta de 3,16% do dólar no mês passado, em meio a tensões provocadas pelo governo de Donald Trump, e o aumento nas remessas de divisas para o exterior antes da reforma do Imposto de Renda entrar em vigor.

*Com informações da Agência Brasil

CPMI do INSS convoca Daniel Vorcaro para depor

Data: 02/12/2019
Editoria: Financas
Reporter: Flavia Furlan Nunes
Local: Banco Maxima, Sao Paulo, SP.
Setor: financeiro
Pauta: O Banco Central autorizou a transferencia de controle do Banco Maxima e da sua corretora de cambio para um grupo de empresarios liderado por Daniel Bueno Vorcaro.
Personagem: Daniel Vorcaro, do Banco Máxima.
Tags: financa
Foto: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou nesta quarta-feira (28), na rede social X, a convocação de Daniel Vorcaro para depor na comissão nesta quinta-feira (5)

Segundo Viana, a convocação faz parte das medidas adotadas para avançar nas investigações sobre possíveis irregularidades envolvendo o INSS.

O parlamentar afirmou que a comissão busca garantir que todos os fatos sejam esclarecidos diante da sociedade.

Além do dono do Banco Master, Luiz Félix Cardamone Neto, presidente do Banco BMG, também será ouvido.

– A CPMI seguirá adotando todas as medidas legais cabíveis para assegurar que ninguém se esconda atrás de decisões provisórias e que os fatos sejam plenamente esclarecidos diante do povo brasileiro.

Viana declarou ainda que a CPMI tenta reverter o habeas corpus que libera o empresário Maurício Camisoti de comparecer para depor.

Quando deixamos Deus ser Deus

Em uma sessão de terapia, pude refletir com minha paciente sobre a importância da confiança plena e absoluta em situações nas quais somente Deus pode agir.

Compartilhei com ela – que é cristã e sempre menciona ensinamentos bíblicos – a história de Maria: uma jovem virgem, noiva, simples, que recebeu uma notícia capaz de deixar qualquer pessoa perplexa. Ela ficaria grávida de forma sobrenatural e daria à luz uma criança que seria o Filho de Deus.

Maria só pôde ser a mãe de Jesus porque permitiu que Deus fosse Deus. Antes de qualquer título, honra ou promessa cumprida, havia um coração que não tentou controlar o divino, mas escolheu confiar plenamente.

Ela não negociou termos, não impôs condições e não tentou ajustar o plano eterno à sua lógica humana. Maria se colocou no lugar certo: o de serva – e foi grata por isso (Lucas 1:46-55). Nesse lugar de entrega, Deus pôde agir com liberdade absoluta.

Quando o anjo lhe anuncia algo humanamente impossível, Maria não reage com cinismo nem tenta fugir. Ela faz uma pergunta honesta: “Como acontecerá isso, se sou virgem?’” (Lucas 1:34).

Essa pergunta não nasce da incredulidade, mas da consciência de seus limites. Maria reconhece sua humanidade. Ela sabe que não tem respostas, mas sabe a quem perguntar. Fé madura não é ausência de perguntas; é saber a quem direcioná-las.

A pergunta de Maria revela algo profundo: ela não disse “isso não pode acontecer”, mas “como acontecerá?”.

Há uma enorme diferença entre resistir ao agir de Deus e buscar entendimento enquanto se permanece disponível. Maria não pede garantias, não exige explicações completas, nem solicita um plano detalhado. Ela apenas se abre ao mistério, confiando que Deus sabe o que faz.

A resposta do céu não foi um manual, mas um convite à entrega. O anjo fala do Espírito Santo, do poder que vem do alto e da ação soberana de Deus. Maria não era nenhuma teóloga, mas ela entendeu perfeitamente aquele plano e propósito.

Maria não era teóloga, era uma jovem comum – mas entendeu perfeitamente o plano e o propósito. Ela sequer se declarou incapaz, porque estava convicta de que nada dependia dela, mas do Senhor.

Em outras palavras, a resposta para o “como” não está no controle humano, mas na rendição. O milagre não acontece porque entendemos tudo, mas porque nos entregamos por inteiro.

Somos humanas, e isso significa limites, medo, perguntas e fragilidade. Mas também significa capacidade de confiar.

Precisamos reaprender o poder da entrega. Entregar-se não é passividade; é uma escolha ativa de confiar em Deus mesmo quando não dominamos o processo. É dizer, como Maria: “Eis-me aqui”, mesmo sem compreender todos os desdobramentos (Lucas 1:38).

Hoje, a pergunta permanece aberta para nós: o que você irá perguntar ao Espírito Santo? Talvez não seja “por quê?”, mas “como o Senhor quer agir em mim?”. Talvez não seja “até quando?”, mas “o que o Senhor espera que eu entregue?”.

Assim como Maria, só participamos dos propósitos de Deus quando deixamos Deus ser Deus – e nós, servas dispostas.

O Pai ama você!

Senador pede impeachment de ministros após caso Master

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.
Na pauta, o substitutivo da Câmara ao PL 3.824/2023, que institui a Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica – Mais Professores para o Brasil.
Em discurso, à tribuna, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) defendeu, nas redes sociais, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), nos últimos dias, após o caso do Banco Master passar a envolver integrantes da Corte.

Segundo Vieira, o Supremo optou por proteger colegas diante das acusações que atingem os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O senador afirmou que pretende atuar para levar o tema ao Senado.

Entre a transparência e o espírito de corpo o STF escolheu acobertar as condutas escandalosas de Toffoli e Moraes. O único caminho disponível é levar o Senado a uma inédita ação de controle, via processo de impeachment. Essa será a missão fundamental nos próximos meses – escreveu.

A manifestação ocorreu após o presidente do STF, ministro Edson Fachin, sair em defesa de Toffoli. Sem citar diretamente o caso Master, Fachin disse que situações com impacto no sistema financeiro exigem resposta constitucional e respeito ao devido processo legal.

Ele declarou ainda que a Corte deve atuar com base na Constituição, no contraditório e na ampla defesa, respeitando as atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal.

O caso passou a atingir o STF após informações de que parentes de Dias Toffoli teriam ligação com um fundo relacionado ao Banco Master. O processo tramita sob alto grau de sigilo.

Alexandre de Moraes também foi citado por causa de um contrato entre o banco e o escritório de advocacia de sua esposa.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, após suspeitas de fraudes. O dono da instituição, Daniel Vorcaro, foi preso na Operação Compliance Zero, que apura emissão de títulos falsos, suspeita de lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Caso Orelha: Suspeitos teriam tentado afogar outro cão

Nesta terça-feira (27), durante coletiva de imprensa, o delegado Ulisses Gabriel informou que os quatro adolescentes suspeitos de agredir o cão Orelha também teriam tentado afogar o cão Caramelo, em Florianópolis (SC).

Segundo a Polícia Civil, Caramelo conseguiu escapar. Após a divulgação do caso, o animal foi adotado pelo delegado-geral da instituição.

O delegado afirmou que a polícia tem dado atenção à causa animal e citou a criação de delegacias especializadas no estado. O caso ganhou repercussão nacional depois da morte do cão Orelha, registrada em 15 de janeiro, na Praia Brava. A situação gerou protestos na comunidade.

Na segunda-feira (26), a polícia cumpriu mandados de busca nas casas dos investigados, que respondem por maus-tratos e coação. Até o momento, não houve apreensão dos adolescentes.

De acordo com a investigação, dois suspeitos estão em viagem aos Estados Unidos, com retorno previsto para a próxima semana. A polícia apura se a saída ocorreu após a repercussão do caso.

Durante as buscas, os agentes também procuraram uma arma que teria sido usada por um adulto para intimidar um porteiro e impedir o envio de informações à polícia. O objeto não foi encontrado.

Três adultos, familiares dos adolescentes, foram indiciados por coação. O inquérito segue sob sigilo.

Cachorro Orelha: Familiares são indiciados por coagir testemunha

Nesta terça-feira (27), a Polícia Civil de Santa Catarina disse que indiciou três adultos suspeitos de coagir pelo menos uma testemunha na investigação sobre a morte do cachorro comunitário Orelha, em Florianópolis (SC). A corporação divulgou detalhes durante coletiva, nesta terça-feira (27).

A polícia revelou que os indiciados são os pais e o tio de um dos adolescentes que espancaram o animal. Dois deles são empresários e o outro é advogado.

Orelha foi brutalmente agredido na Praia Brava, área nobre de Florianópolis. Os quatro adolescentes envolvidos na agressão foram identificados e também teriam tentado afogar outro cachorro no mar.

Os nomes das três pessoas indiciadas não foram divulgados. A coação foi praticada contra o vigilante de um condomínio que teria uma foto do ocorrido.

Até o momento, 22 pessoas foram ouvidas pelos investigadores. A Justiça não autorizou a apreensão dos aparelhos eletrônicos dos adultos.

Os nomes dos adolescentes não foram divulgados por causa do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que prevê sigilo para menores de 18 anos. Dois deles estão em Florianópolis e os outros dois viajaram para os Estados Unidos. As informações são do G1.

Potencial de pandemia: o que é o vírus Nipah e por que ele acendeu um alerta

Na segunda-feira (26/1), a Índia confirmou que lida com um surto do vírus Nipah. Até o momento, cinco pessoas estão hospitalizadas e mais de 100 foram encaminhadas para fazer quarentena.

O vírus Nipah está na lista da Organização Mundial de Saúde (OMS) de patógenos que devem ter prioridade em estudos científicos e que podem causar futuras pandemias. O que assusta é, principalmente, a letalidade: a entidade estima que de 40% a 75% dos pacientes com o vírus morre por causa dele.

“Não existe tratamento ou vacina disponível para pessoas ou animais. O principal tratamento para humanos é o suporte clínico”, diz o site da OMS.

Outro fator que causa preocupação é que já foi documentada a transmissão do Nipah entre humanos — por enquanto, a situação só aconteceu entre pessoas que estavam em ambiente hospitalar, com contato próximo às secreções respiratórias de um paciente contaminado.

A infecção pode evoluir rapidamente, atingindo o sistema nervoso e respiratório. Em casos graves, o paciente pode ter inchaço no cérebro, entrar em coma e até morrer.

O vírus Nipah

O vírus é zoonótico, transmitido de animais para humanos.

Foi identificado pela primeira vez no fim dos anos 1990.

Seu principal reservatório é o morcego-das-frutas, que o elimina por meio da saliva, urina e fezes.

A transmissão acontece a partir do contato com as secreções, principalmente por meio de frutas contaminadas ou seiva crua de árvores.

Os principais sintomas são febre, dor de cabeça intensa, dores no corpo, náuseas e vômitos, confusão mental, convulsões, encefalite, insuficiência respiratória e inflamação do cérebro

Risco pandêmico do Nipah

Em 2021, a pesquisadora Sarah Gilbert, uma das desenvolvedoras da vacina de Oxford contra o coronavírus, alertou que se o Nipah aprender a se disseminar com maior eficiência, pode causar uma pandemia muito pior que a do Covid-19, com um número maior de mortes.

Vendaval causa morte de pedreiro e danos em casas em São Bento

Um vendaval seguido de uma forte chuva causou destruição em São Bento, na Baixada Maranhense, nessa segunda-feira (26). Um pedreiro morreu, enquanto trabalhava em uma obra. Ele foi atingido por uma parede derrubana pelos ventos fortes.

A vítima chegou a ser socorrida e levada de ambulância para o hospital de São Bento, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.

Vendaval causa danos em telhados e árvores

Além da morte, o vendaval provocou diversos danos na cidade e em áreas vizinhas. Árvores foram arrancadas pela força do vento e várias casas tiveram os telhados danificados.

Moradores registraram vídeos com celulares que mostram a intensidade da chuva e dos ventos, além dos estragos causados pelo temporal na região.

Caso Master: Novo aciona PGR e PF contra atuação de Dias Toffoli

presidente da Corte, Dias Toffoli, que fará um discurso sobre o reinício dos trabalhos forenses. Participam da solenidade os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Defesa, Fernando Azevedo, e da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves; a procuradora-geral da República, Raquel Dodge

A bancada do Partido Novo protocolou, nesta segunda-feira (26), uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) e uma Comunicação de Fatos à Polícia Federal (PF) contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os parlamentares apontam uma interferência atípica do magistrado na condução de investigações envolvendo o Banco Master.

As representações foram assinadas pelo deputado Marcel van Hattem (RS), líder do partido na Câmara, pela deputada Adriana Ventura (SP) e pelo senador Eduardo Girão (CE). Nos documentos, o grupo pede a apuração de possíveis irregularidades relacionadas à atuação do ministro no caso.

Com as duas representações protocoladas nesta segunda, Toffoli passou a ser alvo de oito representações relacionadas ao caso. Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um pedido para a retirada do ministro da relatoria do caso Master também assinada por parlamentares da bancada do Novo. Procurado, o ministro Dias Toffoli não se manifestou.

Segundo os parlamentares, Toffoli teria adotado medidas que extrapolariam os limites da função jurisdicional. Entre os pontos citados, a bancada menciona a decisão do ministro de colocar o caso sob sigilo, transferir o inquérito para o STF por decisão monocrática e concentrar sob sua relatoria atos que, segundo os autores, deveriam permanecer sob condução da PF e do Ministério Público Federal (MPF).

Na Comunicação de Fatos encaminhada à PF, os parlamentares também citam decisões que, segundo eles, interferiram diretamente na dinâmica da investigação, como a determinação de que materiais apreendidos fossem lacrados e mantidos sob guarda do Supremo, além da escolha de peritos da PF para atuar no caso.

O documento afirma ainda que houve interferência na definição de prazos e na organização de depoimentos de investigados, além da realização de oitivas nas dependências do STF, o que, na avaliação da bancada, teria restringido a autonomia técnica da corporação.

Os parlamentares também mencionam reportagens jornalísticas que apontaram vínculos pessoais e familiares envolvendo o ministro e pessoas relacionadas ao núcleo investigado, além de movimentações patrimoniais ligadas a empreendimentos associados à família de Toffoli. Segundo o documento, esses elementos, analisados em conjunto, justificariam apuração aprofundada pelos órgãos de controle.

Na notícia-crime apresentada à PGR, o Novo sustenta que os fatos podem configurar, em tese, crimes como lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial, além da suposta interferência. A bancada pede que o órgão avalie a abertura de procedimento investigatório e a eventual inclusão do ministro no polo das apurações.

– A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal precisam agir com independência e cumprir seu dever constitucional. A sociedade exige uma resposta clara das instituições de Estado. Este não é um caso que vai ser varrido para debaixo do tapete – afirmou Marcel van Hattem por meio de nota.

Segundo os parlamentares, a iniciativa tem caráter institucional e não político. Eles afirmam que a atuação do Congresso inclui provocar os órgãos de controle sempre que houver indícios de irregularidades envolvendo autoridades da República, inclusive membros do Judiciário.

REPRESENTAÇÕES CONTRA TOFFOLI
A condução do inquérito do Banco Master pelo ministro Dias Toffoli motivou, até o momento, oito representações e iniciativas formais contra o magistrado em diferentes instâncias, como a PGR, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Senado Federal.

Das oito representações contra Toffoli, cinco são pedidos de suspeição. Enquanto um desses pedidos já foi negado pela PGR, outros quatro aguardam um parecer do procurador Paulo Gonet. Além das arguições para afastar o relator do caso Master, Toffoli é alvo de um pedido de impeachment protocolado no Senado.

As medidas incluem pedidos de suspeição, representações administrativas, notícias-crime e pedido de impeachment, que questionam desde possíveis conflitos de interesse até decisões consideradas atípicas do ponto de vista jurídico, além de ligações pessoais e familiares do relator com investigados no caso.

O Novo foi autor de diversas iniciativas relacionadas ao caso. Além disso, o partido informou que vai protocolar um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes na primeira semana após o recesso parlamentar, com apoiamento de mais de 100 congressistas.

*AE

No governo Lula, gastos com viagens a serviço somam R$ 7 bilhões

MEX425. CIUDAD DE MÉXICO (MÉXICO), 29/09/2024.- El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, hace su arribo este domingo a la Ciudad de México (México). El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, llegó este domingo a la capital mexicana para asistir a la investidura de la presidenta electa, Claudia Sheinbaum, ceremonia que se celebrará el martes 1 de octubre. EFE/ Mario Guzmán

O gasto com viagens a serviço somam R$ 7 bilhões, no governo Lula (PT). O valor corresponde aos três primeiros anos do terceiro mandato do petista, conforme dados do Portal da Transparência.

Em 2025, o gasto foi de R$ 2,35 bilhões – uma redução de 1% em comparação ao ano anterior em que as despesas chegaram a R$ 2,37 bilhões.

A média dos gastos no terceiro mandato do petista segue superior aos governos anteriores do governo federal. Entre entre 2015 e 2025 o governo gastou R$ 16,1 bilhões com viagens a serviço.

Em 2020, no auge da pandemia, o governo federal teve o menor volume de gastos: R$ 545 milhões. Na época, o presidente era Jair Bolsonaro (PL).

O levantamento considerou despesas de ministérios e órgãos federais e não incluiu viagens feitas diretamente pelos presidentes. A análise foi feita pelo Metrópoles, de onde são as informações.