O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) pretende anunciar na quinta-feira 9 o apoio à candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) à Presidência da República. O acordo foi firmado nesta quarta-feira, 8. O senador Tasso Jereissati (PSDB) será o vice da chapa.
Nesse importante momento da história do País será encaminhado, nessa quinta-feira, na Executiva Nacional do PSDB a proposta de coligação com o MDB para eleição de Presidente de República com o nome da Senadora Simone Tebet.
— PSDB ?? (@PSDBoficial) June 8, 2022
Com o acerto, três partidos — MDB, PSDB e Cidadania — entram na campanha. Essas siglas querem representar a chamada “terceira via”, que tem o objetivo de quebrar a “polarização” entre as candidaturas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em contrapartida ao apoio a Simone Tebet, a cúpula do PSDB exige que o MDB apoie candidaturas tucanas aos governos de ao menos três Estados: Rio Grande do Sul, Pernambuco e Mato Grosso do Sul.
O principal entrave ocorre na disputa pelo governo gaúcho, em que Eduardo Leite (PSDB) renunciou ao cargo no fim de março para viabilizar sua candidatura à Presidência. Ele recuou depois de ser pressionado por grupos ligados a João Doria (PSDB), ex-governador de São Paulo.
A ideia é que o deputado estadual Gabriel Souza (MDB) seja candidato a vice de Leite. O MDB ainda oficializou o apoio ao ex-governador do Rio Grande do Sul, mas importantes líderes do partido, como o ex-senador José Fogaça e o ex-governador Germano Rigotto, se mostram favoráveis ao acordo.
Apesar de ter conquistado a preferência do PSDB, Simone Tabet não tem apoio unânime do MDB. Uma ala do partido, especialmente no Nordeste, quer apoiar Lula. Outra ala, concentrada no Sul, prefere Bolsonaro.
revista oeste
O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou que o ex-presidente Lula (PT) não tem condições de combater a corrupção no Brasil, problema classificado por ele como “gravíssimo” no país. Porém, o pedetista não parou por aí e acrescentou que o pré-candidato do PT sequer tem competência para falar sobre o assunto.
O suposto Encontro Estadual de Tática Eleitoral do PT, que, na prática, se converteu em um encontro governista para louvar o projeto megalomaníaco de Flávio Dino e sua turma, terminou em confusão, gritos e dedos apontados contra qualquer voz dissonante ao “grande acordo estadual” que ali se selara.
Na última eleição para os cargos de deputados (as) estaduais e federais, o Maranhão teve baixa representatividade na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal nenhuma voz feminina. Após mais de 90 anos do voto feminino, a situação no estado contribui para o cenário no país, que está entre as piores colocações de mulheres em cargos eletivos.
Sem um plano de governo pronto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foge de sabatinas com empresários. O petista tem se esquivado de debates públicos com executivos para evitar desagradar aliados antes de haver consenso sobre as propostas a serem apresentadas na disputa pelo Palácio do Planalto.
Se na quinta-feira (26) a pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha apontou um aumento da diferença do ex-presidente 
