Codó Notícias - O melhor e mais completo site da Região dos Cocais

Bancada de Bolsonaro na Câmara já é maior que a de qualquer partido

Bolsonaro, que aparece na foto durante ato de filiação ao PSL, quer alcançar uma base de apoio com 150 deputados até agosto

No dia 2 de fevereiro de 2017, Jair Bolsonaro recebeu apenas quatro votos ao disputar a presidência da Câmara. O eleito, Rodrigo Maia, teve o apoio de 293 dos 513 deputados federais. Menos de um ano e meio depois, a situação é inteiramente outra. Maia (DEM-RJ) não entusiasma nem o seu partido para seguir adiante com o sonho da candidatura ao Planalto. Já Bolsonaro (PSL-RJ), líder de todas as pesquisas presidenciais nos cenários em que o ex-presidente Lula (PT) fica fora da lista de concorrentes, vive tempos de bonança.

Levantamento do Congresso em Foco apontou que pelo menos 65 deputados admitem – a maior parte deles, com a garantia de preservação dos seus nomes – que estarão com Bolsonaro na disputa presidencial. O número supera os 61 integrantes da maior bancada partidária da Câmara, que é a do PT. O próprio pré-candidato e seus seguidores difundem um cálculo bem superior.

Ontem (quarta, 4), num ato no salão verde da Câmara, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) anunciou que os bolsonaristas já somam 110 deputados. “111 se contar o próprio Jair”, emendou Onyx em entrevista a este site. Ele se recusa a mostrar a lista, que passou às mãos de Bolsonaro em um envelope fechado, sob aplausos de vários parlamentares. “Tenho 24 anos de mandato e jamais divulgaria um número errado, mas não vou expor colegas”, disse.

“Alguns já podem assumir, rasgando a bandeira”, continuou Onyx, que fez dez reuniões em sua casa em busca desses apoios e é o coordenador dessa mega e nascente bancada suprapartidária bolsonarista. “Outros estão negociando alianças regionais ou têm problemas dentro do seu partido para vir a público agora. Claro que, por prudência, muitos não quiseram assumir para vocês. Mas pode ter certeza: chegaremos a 150 deputados em agosto, antes de iniciar a campanha eleitoral. E esses deputados estarão na futura base parlamentar do governo Bolsonaro. Estamos provando que, ao contrário do que se dizia, o nosso candidato tem capacidade de oferecer governabilidade”.

Veja o vídeo:

Só 6% de adesões entre as mulheres 

Um ponto comum entre a contabilidade de Onyx e a lista do Congresso em Foco é a baixa porcentagem de parlamentares mulheres que decidiram cerrar fileiras em torno do deputado capitão.  A pesquisa deste site chegou a apenas três nomes, de um total de 65. Uma quarta deputada admitiu a possibilidade de apoiar Jair Bolsonaro, mas falou que ainda não se decidiu sobre o assunto. Onyx reconhece que há somente  “6 a 7 mulheres” em sua listagem.

Mesmo na sua conta, portanto, o índice fica próximo de 6% do conjunto de apoiadores. Bem menos do que os 10% de participação feminina existente no Congresso Nacional. O percentual nanico confirma as dificuldades de crescimento do assim chamado “mito” entre as mulheres. Um ponto vulnerável, que certamente será muito explorado por adversários, e está relacionado com as inúmeras declarações misóginas já feitas por Bolsonaro. Ele é réu de uma ação penal no Supremo Tribunal Federal, na qual é acusado dos crimes de injúria e incitação ao estupro, por ter dito e reafirmado que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) “não merecia ser estuprada”.

Os integrantes do grupo incluem os oito deputados do PSL, partido de Bolsonaro, e membros de 21 das 26 agremiações partidárias representadas na Câmara. As exceções são cinco legendas de esquerda ou centro-esquerda: PCdoB, PDT, Psol, PT e Rede. Todas elas já anunciaram a intenção de disputar a Presidência da República com candidatos próprios. Ter pré-candidato a presidente indicado pelo partido, porém, não é o suficiente para evitar a diáspora bolsonarista.

“Já estou trabalhando para que todos os candidatos do Avante no meu estado votem em Jair Bolsonaro”, admite sem pedir segredo o deputado Cabo Sabino (Avante-CE), cujo partido anunciou o nome de outro deputado federal, Cabo Daciolo (RJ), como pré-candidato a presidente. Outro apoiador assumido de Bolsonaro é Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), apesar da cúpula emedebista ter lançado o ex-ministro Henrique Meirelles como pré-candidato à sucessão presidencial. Assim como Jhonatan de Jesus (PRB-RR), cuja legenda lançou o empresário Flávio Rocha para presidente. “Me identifico plenamente com o ideário do Jair Bolsonaro, é o meu candidato”, revela-se Arolde de Oliveira (PSD-RJ), indiferente às articulações do PSD rumo a uma provável aliança com Geraldo Alckmin (PSDB). “O ideal seria o Alckmin, mas ele não decolou nem vejo mais como decolar”, pondera um bolsonarista que ainda prefere se manter anônimo dentro das hostes tucanas.

Protegidos pelo off, também abriram o coração para o Congresso em Foco deputados do Podemos do senador Alvaro Dias, do Solidariedade de Aldo Rebelo e de outras legendas que ou botaram na rua pré-candidatos a presidente ou negociam alianças com partidos mais bem posicionados na corrida presidencial. Os três estados mais populosos (São Paulo, Minas e Rio) são também aqueles com mais deputados seguidores de Bolsonaro.

Fincado principalmente nos partidos de direita e centro-direita que constituem o aglomerado parlamentar conhecido como “Centrão”, o bolsonarismo conquistou a quase totalidade da “bancada da bala”, formada por políticos que defendem a flexibilização de regras para a posse de armas e o uso de medidas repressivas para combater a criminalidade. Seduziu a maior parte dos 40 membros da bancada do PR, antes mesmo de a legenda oficializar – como se espera – a coligação com o PSL. E, dia após dia, cresce a passos largos na bancada evangélica.

Direita x esquerda

Ex-líder do seu partido e uma das mais influentes lideranças evangélicas na Câmara, o deputado Lincoln Portela (PR-MG) afirma que a crescente adesão a Jair Bolsonaro é uma reação ao fortalecimento do PT e da esquerda durante o governo Michel Temer. “O Michel, ao fazer o jogo da política velha, esfarelou o centro e ressuscitou o PT, que havia ficado quase morto após a saída da Dilma. Por isso não tem jeito. Teremos uma eleição presidencial de esquerda contra direita, personificada no Bolsonaro. Estou com ele para enfrentar essa realidade brutal de um país que teve mais de 62 mil homicídios em 2017. Para enfrentar esses discursos da esquerda em defesa da liberação de drogas e impedir a destruição da família monogâmica”, declara-se Lincoln Portela.

Deputados evangélicos associam adesão à candidatura Bolsonaro à “defesa da família”

“Temos uma esquerda genial”, prossegue. “Ela se apoderou da educação, da cultura, da causa dos direitos humanos, dos sindicatos, do jornalismo, do jornalismo e depois do Ministério Público e da magistratura. A candidatura Bolsonaro é uma reação contra essa minoria que se empoderou a ponto de comandar todos esses grupos. E isso se confunde com o interesse empresarial. O que dá dinheiro nas redes sociais é pornografia. Tem uma indústria que fatura com a ideologia de gênero. A minha igreja [Igreja Batista Solidária] é frequentada por homossexuais, não temos nada contra os direitos homoafetivos. Temos contra essa apropriação da homoafetividade por uma ideologia que tem por trás bilionários como George Soros e a família Rockefeller”.

Há razões mais pragmáticas e menos ideológicas para a engorda do rebanho bolsonarista. “Todo mundo quer está perto de quem vai dar voto, e o Bolsonaro é o melhor cabo eleitoral que pode ter hoje um político que seja candidato à reeleição”, propaga o deputado Manato (PSL-ES). “Sabe o que um deputado quer? É do candidato que cumpra o orçamento da União. Ninguém quer mais do que isso”, acrescenta Manato, referindo-se à cota de quase R$ 15 milhões em obras para os redutos eleitorais que cada congressista tem direito a incluir no orçamento federal. Embora tais emendas possuam efeito legal impositivo, na prática, as dificuldades de caixa do Tesouro Nacional levam a atrasar o seu cumprimento.

Qualquer insinuação de fisiologismo ou de descuido com a responsabilidade fiscal é, contudo, imediatamente rechaçada pelo coordenador da bancada, Onyx Lorenzoni. “Não há hipótese de nada diferente acontecer com Bolsonaro. Vamos divulgar até o final de julho um plano de governo que vai surpreender positivamente o país. Tem uma equipe muito qualificada trabalhando nisso, sob a liderança desse grande economista que é o Paulo Guedes, e posso garantir. O governo Bolsonaro será constitucional, absolutamente democrático, com um perfil conservador liberal. Um governo enxuto, que vai estimular o desenvolvimento econômico, vai fazer a reforma fiscal e fará uma reforma da Previdência racional, dentro da razoabilidade, e não essa loucura que o Temer propôs”.

(Colaboraram para esta reportagem Isabella Macedo e Thallita Essi, sob a supervisão de Edson Sardinha)

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Roseana Sarney segue perdendo espaços para Maura Jorge

O incômodo de Roseana Sarney (MDB) com a pré-candidatura de Maura Jorge (PSL) se tornou notório nos últimos meses. Com medo de ser ultrapassada pela ex-prefeita de Lago da Pedra e perder o segundo lugar na eleição, a filha de José Sarney já se movimenta para tirar partidos da candidata de Bolsonaro no Maranhão.

Nesta semana, dois ex-vereadores ligados à Roseana declararam apoio ao projeto de Maura Jorge. São eles o ex-candidato a prefeito de São Luís pelo MDB, Fábio Câmara, e Carioca, umbilicalmente ligado à família Sarney, mas que abandonou a barca furada da “princesa da oligarquia” para apostar em Maura Jorge.

Cientes de que Roseana não tem as mínimas condições de sair de onde está devido a sua grande rejeição, aliados dela já começam a abandonar a nau que está afundando. O fracasso das caravanas também tem sido um ponto negativo na pré-campanha da ex-governadora.

Até mesmo os serviçais da mídia sarneyzista estão dando guarida para as investidas de Maura Jorge, uma espécie de Plano B para aqueles que vivem em torno do clã. A situação tem gerado ciúmes em Roseana, que já trabalha para esvaziar a ex-prefeita.

Até as convenções, a ex-governadora promete tirar o PRTB e o Podemos da aliança em apoio a Maura Jorge. No sacrifício em nome da família, o objetivo de Roseana agora é não perder a segunda colocação nas eleições de outubro.

Por Leandro Miranda

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Deputado Waldir Maranhão prestigia pré-candidatura de Belezinha em Chapadinha

No último domingo (8) o deputado federal e pré-candidato ao Senado, Waldir Maranhão, foi ao município de Chapadinha prestigiar o lançamento da pré-candidatura a deputada estadual de Dulcilene Belezinha. De acordo com a organização do evento, mais de 5 mil pessoas compareceram ao lançamento de sua pré-candidatura, que contou com a presença de políticos e lideranças. Mais de vinte municípios de diversas partes do Maranhão, sobretudo do Baixo Parnaíba, enviaram comitivas encabeçadas por lideranças políticas como ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores, suplentes e lideranças comunitárias.

Força de Belezinha no Baixo Parnaíba

Para o pré-candidato ao Senado, Waldir Maranhão, o evento foi um grande acontecimento político na região e mostrou a força da ex-prefeita de chapadinha de Dulcilene Belezinha. “Milhares de pessoas compareceram a sua residência e ao grande evento, mostrando o quanto ela é querida e que merece representar a região do Baixo Parnaíba na Assembleia Legislativa. Que Deus conduza a sua campanha minha amiga, conte com o nosso apoio, tenho certeza que o povo também saberá retribuir os seus serviços prestados nesta cidade querida”, declarou Waldir Maranhão.

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Pré-candidatos do PSDB, visitam região do Médio Mearim

Após recepcionar o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, em Imperatriz, nesta última sexta-feira, 06, o senador Roberto Rocha (PSDB) seguiu com a sua caravana para visitar no sábado e domingo algumas cidades do Médio Mearim, entre elas, Lima Campos, Poção de Pedras, Pedreiras, Trizidela do Vale, Bernardo do Mearim, Igarapé Grande e Lago dos Rodrigues. O objetivo foi conhecer pessoalmente as necessidades de cada município e fortalecer ainda mais a sua pré-candidatura ao governo do estado.

A comitiva do senador foi formada pelos deputados estaduais Alexandre Almeida e Wellington do Curso, o deputado federal Waldir Maranhão, João Câncio (pré-candidato a deputado estadual), o ex-deputado Zé Genésio, entre outros.

No sábado, 07, em Lima Campos, eles participaram de um almoço no restaurante Lagume, na orla da cidade. Estavam presentes jornalistas, empresários, lideranças comunitárias e políticas da cidade, entre elas, o ex-prefeito “Xarim” e o vereador Hebel Cavalcante (PSD).

Em Lima Campos eles ainda visitaram o pe. Luís, que apresentou e solicitou ajuda dos parlamentares para o projeto social que ele desenvolve no município com jovens em situação de vulnerabilidade social. Em seguida, a convite do vice-prefeito de Poção de Pedras, Adenilson Lopes, a comitiva participou de um encontro com moradores do povoado Fortaleza Beira Rio, 4º maior povoado do município de Poção e maior produtor de leite do Médio Mearim.

Durante o encontro, os moradores relataram e entregaram ao senador uma lista com reivindicações da comunidade e de outros povoados adjacentes, entre os quais Jatobá, Lagoa Velha, São Francisco dos Vieiras, Alegria, São Pedro, dentre outros.

O trabalho de Roberto Rocha já é bastante conhecido pelos moradores de Fortaleza Beira Rio, devido a lista de benefícios que ele já conseguiu para a comunidade. Um exemplo é a energia elétrica e o único posto de saúde do povoado, que foram viabilizados por meio de seu mandato, ainda como deputado.

“Hoje é um momento muito importante para todos nós que moramos em Fortaleza Beira Rio. É a primeira vez que estamos tendo a oportunidade de conversar pessoalmente com um senador e com vários deputados que vieram conhecer de perto a nossa realidade e todas as dificuldades que passamos diariamente aqui por falta de muitas coisas na nossa comunidade, como estrada, asfalto, escola… Tenho certeza que a partir de hoje temos alguém que vai olhar pela nossa comunidade”, disse Tânia de Sousa, moradora há 34 anos do povoado Beira Rio.

A agenda do pré-candidato, no sábado, 07, foi concluída nas cidades de Pedreiras e Trizidela do Vale. Em Trizidela, ele visitou o ex-prefeito Paulo Maratá e em seguida esteve em Pedreiras, para um jantar oferecido pelo prefeito da cidade, Antônio França.

“Com muita alegria estamos visitando essa região tão querida por todos nós e que também é o meu berço político. Estamos levando a nossa mensagem a cada maranhense e, tenho certeza, que todos os que tiverem a oportunidade de conhecer os projetos que o PSDB tem para o Brasil e para o Maranhão, não tenho dúvidas que nos apoiarão, pois queremos fazer uma verdadeira transformação social e econômica no estado e, consequentemente, na vida das pessoas”, ressaltou Roberto Rocha.

No domingo, 08, a “Caravana da Esperança” ainda visitou as cidades de Bernardo do Mearim, Igarapé Grande e Lago dos Rodrigues

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Waldir Maranhão participa da Caravana da Esperança no Medio Mearim

Desta vez, a regiao que foi percorrida pela Caravana da Esperança,foi a região do Médio Mearim, com a presença  do Senador Roberto Rocha, o deputado federal e pré-candidato ao Senado, Waldir Maranhão.

“A nossa caravana leva esperança à qualquer lugar; e vamos ao encontro do povo em todos lugares. Nós temos plena confiança nos apoios que estamos recebendo e que o nosso povo saberá Olhar Pra Frente com o nosso pré-candidato ao governo, Roberto Rocha”, afirmou Waldir Maranhão.

Estavam presentes no evento os pré-candidatos do PSDB, senador Roberto Rocha, deputados, Waldir Maranhão, Wellington do Curso e Alexandre Almeida, no Povoado Fortaleza Beira Rio, a convite do vice-prefeito de Poção de Pedras, Adenilson Lopes. Na ocasião, conversaram com os produtores de leite da região, ouviram as reivindicações dos moradores e se comprometeram a ajudar.
 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Video: Deputado Federal Waldir Maranhão percorre Municípios Maranhenses

Caravana pré-campanha

Percorrendo os municípios maranhenses, nos deparamos com manifestações de carinho, apoio e votos de confiança na nossa pré-candidatura ao Senado. Com o nosso pré-candidato ao governo, senador Roberto Rocha, iremos juntos, construir um novo Maranhão.#OlharPraFrente

Posted by Waldir Maranhão on Thursday, July 5, 2018

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Candidatos já estão proibidos de comparecer a inaugurações de obras públicas

A partir de hoje (5), os candidatos a qualquer cargo nas eleições de outubro estão proibidos de comparecer à inauguração de obras públicas. A regra consta da Lei das Eleições (Lei 9.504/87), que normatiza o processo eleitoral. A restrição coincide com o prazo final para que os políticos registrem na Justiça Eleitoral suas candidaturas.

A lei também impede que, a partir deste sábado, agentes públicos façam nomeações, contratações ou demissões de servidores públicos até a posse dos eleitos, no dia 1º de Janeiro de 2015.

No caso dos concursos públicos, os aprovados poderão ser nomeados se o certame tiver sido homologado até 5 de julho.

Integrantes do governo também estão proibidos de autorizar publicidade institucional de programas e obras das administrações federais e estaduais.

Pronunciamento em cadeia de rádio e TV só poderá ser feito em caso de assunto urgente ou calamidade pública, situação que deverá ser avaliada pela Justiça Eleitoral.

O eleitor pode denunciar abusos por meio dos tribunais regionais eleitorais ou do MPE (Ministério Publico Eleitoral). A punição varia de pagamento de multa até cassação do mandato, se o candidato for eleito.

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Para 49% dos investidores, Bolsonaro será o próximo presidente

Jair Bolsonaro lidera em mais uma pesquisa eleitoral. Desta vez, uma pesquisa realizada pela XP Investimentos perguntou a investidores institucionais quem ganhará as eleições em 2018. E 49% dos respondentes disseram que o deputado será o próximo presidente.

Outros 26% disseram que o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) deve ganhar as eleições. Outros 15% disseram que a vencedora será Marina Silva, da Rede, com 15% e 3% apontaram Ciro Gomes como vencedor.

A sondagem foi realizada com 146 investidores institucionais (gestores de recursos, economistas, consultorias, entre outros) entre os dias 02 e 03 de julho.

Segundo turno

Ao serem questionados sobre o segundo turno, novamente Bolsonaro lidera. A pergunta feita foi a seguinte: “quais candidatos chegarão ao 2o turno?”

Para a maioria (87%), Jair Bolsonaro (PSL) estará presente na segunda etapa da disputa eleitoral. Outros 34% dos respondentes afirmaram que será Marina Silva.

Geraldo Alckmin foi apontado por 31% e Fernando Haddad, 23%. Já 16% assinalaram Ciro Gomes (PDT), por fim, outros nomes tiveram 8% das menções.

Em relação a disputa no segundo turno, 32% acreditam que será entre Bolsonaro e Marina Silva. Outros 21% apontaram Bolsonaro e Alckmin e 16% entre Bolsonaro e Fernando Haddad. Já a disputa entre Ciro Gomes e Bolsonaro fica com 14%.

Fonte:Exame

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Elite da indústria aplaude Bolsonaro e vaia Ciro por criticar reforma trabalhista

Em encontro com a elite dos industriais do Brasil em Brasília, dois dos protagonistas desta eleição presidencial se depararam com tratamentos distintos. Enquanto o pré-candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) foi aplaudido ao menos seis vezes ao dizer frases de efeitos – contra a “ideologia de gênero” e contra o “politicamente correto”, que incluía a defesa de fazer piadas contra minorias sociais – e quase não apresentou propostas detalhadas para o setor, Ciro Gomes (PDT) acabou vaiado ao defender uma nova reforma trabalhista para substituir as regras aprovadas sob Michel Temer. A plateia era formada, em sua imensa maioria, por homens, de classe alta, brancos. Quase 2.000 pessoas.

Líder nas pesquisas em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso, como concorrente do PT, Bolsonaro evitou o tempo inteiro em entrar em temas econômicos. Disse ser “humilde” por não entender do assunto e buscar o suporte de quem saiba. Por essa razão, não respondeu diretamente a nenhuma das três perguntas feitas pelos empresários que o assistiam durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Não aprofundou nem qual seria sua reforma da Previdência, que ele diz ser necessária. “Talvez o Paulo Guedes fosse o mais preparado para responder”, disse em dado momento do encontro. O economista Guedes é o consultor econômico do parlamentar e seu eventual ministro da Fazenda.

Ainda assim, Bolsonaro não precisou mais do que superficialidades para ser aplaudido. Uma das vezes foi quando reforçou o seu discurso de que parte de seu primeiro escalão será ocupado por militares. “Vou botar generais nos ministérios, sim. Qual o problema? Os anteriores botavam terroristas e corruptos e ninguém falava nada”. Em outro momento, foi quando defendia não levar ideologia para as negociações com o Congresso. “Não quero botar um busto do Che Guevara no Palácio do Planalto”. Também disse que contará com o apoio dos evangélicos, que são contra a “ideologia de gênero”, e atrairá a bancada ruralista ao qualificar de “terrorista” o MST (Movimento dos Sem Terra). “Hoje estão tirando nossa alegria de viver, não podemos mais contar piadas de afrodescendentes, de cearenses, de goianos”, disse Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal por injúria e incitação ao racismo.

Ciro Gomes e Alckmin

Já o candidato Ciro Gomes teve apupos a ele desferidos. Ocorreram no momento em que o pedetista revelou que tem um acordo com as centrais sindicais que, se eleito presidente, ele apresentará uma nova proposta de reforma trabalhista. O seu projeto seria discutido com representantes dos patrões, empregados e de universidades. “Meu compromisso com as centrais sindicais é trazer essa bola de volta ao meio de campo”. Após ser vaiado, ele disse: “É assim que vai ser. Ponto final”. Mais vaias, que provocaram uma nova reação do pré-candidato. “Se quiserem presidente fraco, escolham um desses que ficam de conversa fiada aqui com vocês”.

O empresariado foi um dos grandes fiadores da reforma trabalhista apresentada pelo Governo Michel Temer e aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. Era natural que fosse contrário a mudar a lei como foi promulgada. Ao ser questionado sobre o que achou das vaias, Ciro disse que as via com maior naturalidade e lembrou que também foi aplaudido. “Quando se é vaiado defendendo os trabalhadores, parece que é um prêmio. E nem quero fazer disso um prêmio”, afirmou aos jornalistas ao final do evento. De fato, em outras quatro ocasiões, Ciro acabou aplaudido – entre elas quando defendeu que o Judiciário e o Ministério Público têm de “voltarem para seus quadrados” e deixarem de influenciarem na política e quando prometeu manter incentivos fiscais permanentes para o setor industrial.

Seja como for, o pré-candidato do PDT foi o único dos seis que passaram pelo palco da CNI que teve a reação negativa do público. O público se manifestou favoravelmente também a Geraldo Alckmin (PSDB), que propôs a criação de um imposto único (unificando IPI, ICMS, ISS e outros) além da redução do imposto de renda para pessoa jurídica (citou a reforma tributária de Donald Trump como exemplo), e para Álvaro Dias (PODE), quando ele citou que pretende intensificar as relações multilaterais do país. Quando os oradores foram Marina Silva (REDE) e Henrique Meirelles (MDB) quase nenhuma reação foi notada.

Algo que os seis pré-candidatos tiveram em comum foi a de não se debruçarem sobre as propostas apresentadas pela CNI. Antes de iniciar o diálogo com os pré-candidatos, a entidade elaborou um documento com 43 propostas para os concorrentes. Tudo citado muito brevemente por todos. Essa foi a segunda maratona de entrevistas das quais os presidenciáveis participaram em Brasília. Ao longo desse mês, todos deverão se dedicar às convenções partidárias, nas quais serão seladas as alianças e coligações para a disputa ao Planalto.

Por Afonso Benites El Pais

 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.

Zito Rolim e Márcio Jerry serão recebidos no Povoado Pau de Estopa para lançamento de pré-candidaturas

Durante a passagem do governador Flávio Dino(PCdoB) por Coroatá no último dia 26 de junho, a vereadora Lourdinha Pereira (PCdoB) recebeu em sua residência o presidente estadual do PCdoB e ex-secretário de Comunicação e Articulação Política Márcio Jerry, e o ex-prefeito de Codó Zito Rolim(PDT) para um almoço que contou com as presenças dos prefeitos Luís Filho (Coroatá) e Francisco Nagib (Codó), do ex-prefeito Luís da Amovelar e outras lideranças políticas da região, entre elas o superintendente de Articulação Política de Codó Ciba Araújo e o superintendente de Reordenamento Agrário Pedro Belo.

Na oportunidade foi definido o dia 07 de julho (sábado) para a apresentação dos nomes de Zito Rolim e Márcio à população coroataense, como os pré-candidatos à Assembléia Legislativa e à Câmara Federal respectivamente que serão representados nas próximas eleições pelo grupo coordenado pelo ex-vereador e presidente do PCdoB em Coroatá, Ciba Araújo, pela única vereadora comunista e por seus aliados mais próximos.

A apresentação dos pré-candidatos ocorrerá durante evento a ser realizado nesta data no Povoado Pau de Estopa, reduto eleitoral e um dos endereços da vereadora Lourdinha Pereira, correligionária de Jerry e do governador Flávio Dino, para o qual serão convidados moradores de localidades vizinhas, membros do diretório municipal do PCdoB e de outras lideranças que apoiarão este projeto político no município de Coroatá.

Para as eleições que aproximam os pré-candidatos Márcio Jerry e Zito Rolim deverão receber apoio de outras lideranças comunistas de municípios vizinhos, como Timbiras, Peritoró e Codó, com o objetivo de fortalecer a região através de representação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, tendo em vista a proximidade destes com o governo e o peso políticos dos nomes apresentados.

PERFIL – Zito Rolim elegeu-se prefeito de Codó por duas vezes, tendo sido considerado um dos mais atuantes daquele município, ainda hoje figura como umas da lideranças políticas mais respeitadas e mais bem avaliadas da região e Márcio Jerry foi um dos principais articuladores do governo Flávio Dino, assim, se apresentam entre os nomes mais fortes que deverão disputar as eleições estaduais para cargos proporcionais na chapa a ser liderada pelo atual governador.

Fonte:Coroata verdade
 
Acompanhe o Codó Notícias também pelo Facebook , YouTube e Instagram.