“O Maranhão tem jeito sim, é com Lahesio Bonfim”, diz deputado Wellington ao destacar reuniões em Viana e Penalva

O deputado estadual Wellington do Curso utilizou suas redes sociais para fazer referência à duas reuniões realizada no último sábado (10), em que esteve presente junto com o pré-candidato à governador Lahesio Bonfim nos municípios de Viana e Penalva.

Na oportunidade, o parlamentar agradeceu ao apoiadores pela recepção e reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Lahesio para governador.

Ao se pronunciar, Wellington ressaltou que é possível mudar a realidade do Maranhão e que a candidatura de Lahesio representa a mudança que os maranhenses tanto esperam.

“No último sábado, participei de reuniões pré-candidato a Governador do Estado pelo partido, Lahesio Bonfim, uma em Viana e outra em Penalva. Na oportunidade, fomos muito bem recebidos pela população da região que sonha com dias melhores. Agradeço a todos os apoiadores, trabalhadores, comerciantes e lojistas de Viana e Penalva, pela acolhida e pelo apoio espontâneo à candidatura de Lahesio Bonfim para o Governo do Estado, único candidato que não faz parte do consórcio de Flávio Dino para as eleições de 2022. Acreditamos que é possível sim reconstruir o Maranhão com a eleição de Lahesio. Juntos, a esperança irá vencer o medo e a perseguição instaurada nos últimos anos do governo de Flávio Dino. Estamos iniciando a Caravana da Esperança e vamos percorrer todo o Maranhão. O Maranhão tem jeito sim, é com Lahesio Bonfim! Juntos, lutaremos por um Maranhão melhor”, disse Wellington.

Com Informações: https://blogdoricardosantos.com.br

LACRAÇÃO EM CRISE: Ato contra Bolsonaro fracassa e tem pouco apoio no Maranhão

Menos de 50 pessoas reuniram-se no Centro de São Luís e seguiram em uma espécie de cortejo fúnebre pela Rua Grande neste sábado (9). Incomodada com a vergonha e olhar de reprovação do povo, manifestantes abandonaram ato que terminou com cerca de 10 pessoas na Praça Deodoro.

Fracasso total, absoluto e indiscutível. Assim pode ser definido o movimento “Bolsonaro Nunca Mais” realizado na manhã deste sábado (9) em São Luís. Marcado para 42 cidades no Maranhão, o ato reuniu menos de 42 pessoas na capital maranhense. Informações iniciais dão conta de que a população também não aderiu ao movimento nas demais cidades do estado.

Participaram do movimento organizações de extrema esquerda como UNE, MST, PT, CTB, Força Sindical, SindEducação, MAM, PCdoB e UJS. Segundo os organizadores, o objetivo do evento era protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis, gás de cozinha, alimentos e desemprego no Brasil.

Ainda na concentração do movimento, que aconteceu às 9h na Praça João Lisboa, já era possível identificar o fracasso do movimento. Apesar de esperarem algumas milhares de manifestantes, menos de 50 pessoas estavam no lugar na hora marcada.

Após a concentração, os manifestantes seguiram em uma espécie de cortejo fúnebre pela Rua Grande até a Praça Deodoro. Envergonhados com o olhar de reprovação e críticas, a maioria decidiu abandonar a manifestação antes do fim.

Na Praça Deodoro pouco mais de 10 pessoas participaram da finalização do movimento. Ao longo dos últimos 4 anos foram inúmeros os protestos contra o presidente que resultaram em baixa adesão e fracasso de público.

Fonte: Blog do Linhares

Ciro Gomes diz que só irá escolher seu vice em julho

O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou que irá escolher seu candidato a vice-presidente na mesma chapa somente em julho. Ele deu declarações neste domingo (10), durante uma sabatina na 8ª Brazil Conference.

– Só vou escolher meu vice em julho. Até lá, preciso incrementar meu poder e será derivado da força que eu tiver na opinião pública. Se tiver força grande na opinião pública, (para) vice preciso transigir menos, (preciso) defender com mais radicalidade o projeto – afirmou.

O evento deste domingo, organizado pela comunidade brasileira de estudantes em Boston (EUA), foi transmitido pelo Estadão.

Ciro não comentou sobre possíveis boatos de que Marina Silva ou José Luís Datena poderiam ser vice na chapa. Ele disse que seria descentralizador em um provável governo.

– Não quero ser o presidente do Brasil se for para ser o mesmo. Só vou se for para mudar o Brasil – falou.

*AE

PSB oficializa indicação do nome de Alckmin como vice de Lula

O ex-governador Geraldo Alckmin foi oficializado, nesta sexta-feira (8), como o nome indicado pelo PSB para a vaga de vice na chapa do ex-presidente Lula (PT) na eleição presidencial deste ano. A indicação do ex-tucano foi selada após uma reunião realizada em São Paulo entre o PSB e lideranças do PT.

A decisão já foi aprovada pela executiva do PSB. O PT, por sua vez, recebe a indicação e agora a levará para a executiva do partido, que precisa votar para aprovar o nome de Alckmin. Apesar das cerimônias, o nome do ex-governador de São Paulo já é dado como certo para ser o vice de Lula desde o ano passado.

Na reunião desta sexta, além de Lula e Alckmin, também participaram o presidente do PSB, Carlos Siqueira, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), além do ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB).

Alckmin se filiou ao PSB no último dia 23 de março, três meses após deixar o PSDB, partido do qual foi um dos fundadores e onde permaneceu por mais de 33 anos. Alckmin já disputou a Presidência da República duas vezes. Em 2006, ele perdeu no segundo turno para o ex-presidente Lula, e em 2018, ficou na quarta colocação, atrás de Bolsonaro, Haddad e Ciro Gomes.

Lahesio Bonfim disputará o Governo do MA pelo PSC

O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, depois de muitas idas e vindas, no “apagar das luzes” anunciou que irá disputar as eleições para o Governo do Maranhão pelo PSC, partido comandado no estado pelo deputado federal Aluísio Mendes.

Somente na última semana, Lahesio deixou o Agir e foi para o PTB, mas depois teve que recuar, já que o PTB ficou com o senador Roberto Rocha, que também pode disputar o Governo do Maranhão.

Depois de muito diálogo, Lahesio decidiu pela filiação no PSC e anunciou sua decisão nas redes sociais.

“Você viu a minha luta nas últimas semanas para manter um partido político, um prefeito de uma cidadezinha distante e tão pequenina, lutando contra gigantes, para manter a esperança viva. Buscávamos um lar, um porto seguro, mas ficamos sujeitos a armações políticas, mas hoje posso te dizer que encontramos um lar seguro, tua esperança não pode morrer. O Lahseio Bonfim, agora é PSC”, afirmou o ex-prefeito, que renunciou ao comando da Prefeitura de São Pedro dos Crentes neste fim de semana.

O presidente do PSC no Maranhão, Aluisio Mendes, também publicizou o acordo que fará com que o partido tenha uma candidatura majoritária na disputa pelo Palácio dos Leões.

“É OFICIAL, Lahesio Bonfim é PSC. Nosso Pré Candidato a Governador está conosco, uma satisfação enorme tê-lo em nosso partido, seja muito bem-vindo, temos uma longa caminhada pela frente, mas tenho certeza que será de muitas vitórias e conquistas. Estamos juntos para fazer um governo melhor para a população do nosso Maranhão”, afirmou Mendes.

Sendo um dos políticos maranhenses mais próximo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), Aluisio Mendes pode fazer com que Lahesio seja o nome de Bolsonaro no Maranhão, já que ainda existe dúvidas sobre a pré-candidatura do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) ao Palácio dos Leões.

Por Jorge Aragão

Centrão cresce em janela partidária e PL se torna maior bancada da Câmara

Na reta final da janela partidária, políticos se apressam para negociar as últimas alianças estaduais de olho nas eleições de 2022. Até o momento, foram registradas ao menos 65 trocas de partido entre deputados federais –o equivalente a quase 13% dos 513 parlamentares.

As legendas que mais cresceram foram as do Centrão, como o PL, do presidente Jair Bolsonaro, que se tornou a maior bancada, com 69 membros. O número é superior ao dos petistas, com 53 congressistas, que têm a segunda maior bancada da Casa.

Parlamentares têm até às 23h59 desta sexta-feira (1º) para migrar para outras siglas. De acordo com o levantamento da CNN baseado nas informações do sistema da Câmara, o segundo partido que mais recebeu filiações foi o Republicanos, com 13, seguido do PP, com 6. Junto com o PL, ambas as legendas compõem a base aliada do governo Bolsonaro.

Os números, contudo, devem mudar. Isso porque os dados da Casa demoram a ser atualizados, pois dependem da documentação enviada pelos próprios deputados à Mesa Diretora.

Comandado pelo ex-ministro Gilberto Kassab, o PSD recebeu seis novos deputados, mas perdeu dois, e registrou um crescimento de quatro integrantes na bancada. Entre as siglas que mais perderam espaço, está o União Brasil, fusão entre o DEM e o PSL, que ensaiou ter a maior bancada da Câmara, com 81 parlamentares, e ampliou o fundo eleitoral e o tempo de televisão. Do total, perdeu 29 deputados – sendo mais de 20 bolsonaristas – e agora reúne 52 parlamentares.

O analista político André Santos, da Contatos Assessoria Política, explica que a ida de Bolsonaro ao PL impactou a janela eleitoral deste ano, em um cenário polarizado. “No jogo político, o principal palanque é o presidencial. Mas terão que disputar com o principal rival, que é o PT, partido do ex-presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva]”, justificou.

Tradicionalmente, os partidos apostam no lançamento de candidatos ao Palácio do Planalto para ampliar a gama de nomes e conquistar o maior número na Câmara. Mas, em algumas situações, a estratégia não se cumpre. Como é o caso do Podemos, sigla escolhida anteriormente pelo ex-juiz Sergio Moro, antes pré-candidato à presidência, que agora anunciou a ida ao União ao Brasil. Ainda de acordo com os dados da Câmara, o Podemos perdeu três deputados e não ganhou nenhum, está com oito parlamentares.

Até o momento, nenhum partido deixou de existir na Casa. Com apenas uma deputada, Joenia Wapichana (RR), a Rede segue sendo o menor partido – o deputado Túlio Gadêlha, que era do PDT de Pernambuco, anunciou que seguiria para a Rede, mas o registro ainda não consta do sistema do Legislativo.

A previsão, segundo André Santos, é que haja menos partidos na Câmara para 2023. Isso ocorre devido às novas regras eleitorais, como o fim da cláusula de barreira e das coligações, que mantém fortes partidos maiores e ameaças os nanicos, como Psol, Rede e Novo.

Os dois primeiros avançam na formalização de uma federação. “Já o Novo enfrenta resistências ideológicas, por não ter tanta proximidade de um projeto político de outras legendas”, justificou o especialista.

Confira as movimentações por partido

(Fonte: Câmara dos Deputados)

PL
Recebeu 33
Perdeu 6
Balanço = + 27

Republicanos
Recebeu 15
Perdeu 2
Balanço = + 13

PP
Recebeu 8
Perdeu 2
Balanço: +6

PSD
Recebeu 6
Perdeu 2
Balanço: + 4

União Brasil
Não recebeu ninguém
Perdeu 29
Balanço: – 29

PTB
Não recebeu ninguém
Perdeu 5
Balanço: -5

PDT
Não recebeu ninguém
Perdeu 3
Balanço: – 3

Podemos
Não recebeu ninguém
Perdeu 3
Balanço: – 3

Patriota
Não recebeu ninguém
Perdeu 2
Balanço: – 2

PV
Não recebeu ninguém
Perdeu 2
Balanço: – 2

Solidariedade
Recebeu 1
perdeu 3
balanço: -2

PSB
Não recebeu ninguém
Perdeu 2
Balanço: – 2

MDB
Não recebeu ninguém
Perdeu 1
Balanço: – 1

Cidadania
Não recebeu ninguém
Perdeu 1
Balanço: – 1

PROS
Não recebeu ninguém
Perdeu 1
Balanço: -1

PSDB
Recebeu 1
Perdeu 1
Balanço = 0

(Um dos deputados que saiu do PDT ainda esta sem partido)

Termina nesta sexta-feira o período da janela partidária

Termina nesta sexta-feira (31) o período da janela partidária, prazo em que deputados federais, estaduais e distritais podem trocar de partido para concorrer às eleições deste ano sem o risco de perder o mandato. As eleições estão marcadas para 2 de outubro, com o segundo turno no dia 30.

O prazo de 30 dias integra o calendário eleitoral deste ano e está previsto na Lei das Eleições, de 1997. A regra específica, relativa à fidelidade partidária, foi redefinida por meio da reforma eleitoral de 2015, mas já existia uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesse sentido.

Assim, caso um deputado ou vereador troque de partido sem justa causa, a legenda poderá pedir que esse parlamentar perca o mandato. O entendimento é que o mandato é do partido, não da pessoa que foi eleita.

A lei considera três possibilidades como justa causa para a desfiliação partidária: “mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e mudança de partido efetuada durante o período de trinta dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição, majoritária ou proporcional, ao término do mandato vigente”. Essa última é a janela partidária.

Movimentações

O ex-juiz Sergio Moro assinou, na tarde de quinta-feira (31), a filiação ao União Brasil e, com isso, deixou o Podemos. Ele ainda não decidiu a qual cargo concorrerá nas eleições deste ano. O ex-juiz filiou-se ao Podemos em novembro do ano passado e foi lançado, na época,  como pré-candidato à Presidência.

No último dia 15, o Partido Liberal filiou 22 pré-candidatos a deputados federais. Os políticos formaram um grupo para tentar fortalecer a campanha de apoiadores de Jair Bolsonaro, abrangendo cada unidade da federação.

Na última segunda-feira (28), os ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Damares Alves (da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) se filiaram ao Republicanos. Antes deles, no dia 16 de março, o partido recebeu em seus quadros o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

Mourão vinha articulando para se filiar ao Republicanos desde janeiro deste ano. O general se encontrou, em meados de fevereiro, com o dirigente estadual da legenda no Rio Grande do Sul, deputado federal Carlos Gomes, para discutir a filiação, que foi administrada pelo diretório gaúcho do partido.

Para entrar no Republicanos, o general da reserva deixou o PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro). O anúncio de que ele não iria integrar a chapa à reeleição de Bolsonaro e, sim, se candidatar ao Senado pelo Rio Grande do Sul foi feito também em fevereiro.

Deputado Wellington declara apoio ao pré-candidato Lahesio Bonfim para o governo do Maranhão

Durante a sessão plenária desta quarta-feira (30), o deputado estadual Wellington do Curso utilizou a tribuna para declarar apoio à pré-candidatura do médico Lahesio Bonfim, atual prefeito do município de São Pedro dos Crentes, para o governo do Estado do Maranhão. Segundo o parlamentar, dentre as opções, o apoio à Lahesio, mantém sua coerência política e, diante do cenário que se projeta para as eleições do ano de 2022, o pré-candidato é o mais qualificado e capaz de transformar o Maranhão de fato.

Durante o pronunciamento Wellington fez um histórico de sua trajetória política, justificando suas alianças e motivações e ressaltou que seu posicionamento não podia ser diferente, tendo em vista o alinhamento de ideias para o Maranhão com o médico Lahesio Bonfim.

“Diante do cenário que se projeta para as eleições para governo do estado no 2022, meu posicionamento não podia ser diferente diante de toda minha trajetória política como deputado estadual. Então, por acreditar que é a melhor opção para fazer as transformações que o nosso estado precisa hoje, declaro oficialmente o meu apoio à pré-candidatura do médico e atual prefeito de São Pedro dos Crentes, doutor Lahesio Bonfim, o único candidato que não faz parte do consórcio de Flávio Dino, para ser o próximo governador do Maranhão. Minha decisão mantém minha coerência política, pois sempre fui oposição ao atual governo que nada melhorou na vida dos maranhenses, sendo assim, em defesa da população maranhense, acredito que Lahesio Bonfim é o mais preparado para transformar o Maranhão, pois compartilhamos dos mesmos projetos para melhoria da qualidade de vida do povo como a geração de emprego e renda, nomeação de aprovados em concursos e realização de novos concursos públicos para a segurança e todas as demais áreas, valorização dos professores, policiais e todas as categorias que foram esquecidas e desrespeitadas na atual gestão e saúde pública de qualidade. Por tudo isso, apoiamos o doutor Lahesio Bonfim para ser o próximo governador do estado, juntos podemos construir um novo Maranhão a partir de 1º de janeiro de 2023”, disse o deputado estadual Wellington do Curso.