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Por 59 a 21, Dilma vira ré no processo. Agora é só aguardar o julgamento final.

dilmaNo início da madrugada desta quarta-feira (10), o plenário do Senado decidiu transformar Dilma Rousseff em ré no processo de impeachment. Foram 59 votos a favor e 21 contra. O resultado bate com as previsões do Planalto e desmascaram completamente as alegações de Roberto Requião e Paulo Henrique Amorim, que haviam previsto cerca de 40 votos a favor de Dilma, em mais uma atitude de blefe.
A maioria dos discursos já apontava para que a votação seria de vitória estrondosa a favor do impeachment.
Inicialmente se pensava que a votação terminaria apenas na tarde de quarta-feira (10), mas como vários senadores republicanos decidiram se abster de usar o plenário, os trabalhos foram antecipados.
Veja como votaram os senadores:
A favor do impeachment: 59 senadores
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Alvaro Dias (PV-PR)
Ana Amélia (PP-RS)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Benedito de Lira (PP-AL)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Dalirio Beber (PSDB-SC)
Dário Berger (PMDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Eduardo Amorim (PSC-SE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Fernando Collor (PTC-AL)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Gladson Cameli (PP-AC)
Hélio José (PMDB-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
João Alberto Souza (PMDB-MA)
José Agripino (DEM-RN)
José Aníbal (PSDB-SP)
José Maranhão (PMDB-PB)
José Medeiros (PSD-MT)
Lasier Martins (PDT-RS)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Marta Suplicy (PMDB-SP)
Omar Aziz (PSD-AM)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Pedro Chaves (PSC-MS)
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Reguffe (sem partido-DF)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Ricardo Franco (DEM-SE)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Romário (PSB-RJ)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Simone Tebet (PMDB-MS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Wilder Morais (PP-GO)
Zeze Perrella (PTB-MG)
Contra o impeachment: 21 senadores
Angela Portela (PT-RR)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Elmano Férrer (PTB-PI)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Jorge Viana (PT-AC)
José Pimentel (PT-CE)
Kátia Abreu (PMDB-TO)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Roberto Muniz (PP-BA)
Telmário Mota (PDT-RR)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Não votou
Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente do Senado

 
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O senador Roberto Rocha (PSB-MA) votou pela continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma

rocha-1O senador Roberto Rocha (PSB-MA) votou pela continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussef, em sessão do Senado, nesta terça-feira (9). “Não estamos ainda julgando o mérito, que só pode ser julgado após a leitura do libelo acusatório e sua respectiva defesa. Meu voto, portanto, cumpre o papel, que não podemos nos furtar, de dar sequência ao processo que precisa chegar a termo, para o bem do país”, afirmou o senador. Segundo ele, os senadores cumpriram mais etapa da ordem processual, que considerou um momento doloroso da história política do país.
Roberto Rocha fez questão de afirmar ainda que em homenagem ao princípio básico da isenção dos juízes, papel exercido pelos senadores nessa sessão, não vincula a decisão desta terça ao voto que dará na sessão final de julgamento, prevista para acontecer possivelmente ainda em agosto.
Em uma fala sucinta em plenário, o senador registrou as boas vinda ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Levandowski, que por determinação constitucional preside, a partir de agora, as sessões do Senado que tratam do impeachment. Roberto Rocha lembrou a excepcionalidade da condição do ministro Levandowski. “Tão excepcional que Vossa excelência, que é Juiz, exerce hoje a função política de presidente de uma sessão senatorial. E nós, que somos políticos, exercemos hoje a função de juízes.”

 

 
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Ex-tesoureiro do PT reclama de abandono e colegas de partido se preocupam com possível de delação

pauloferreiraBomba relógio Na avaliação de dirigentes do PT, dos três ex-tesoureiros presos, Paulo Ferreira é o que tem maior potencial explosivo. Delúbio Soares e João Vaccari seriam mais afinados com o “projeto do partido”.
Eu avisei Não param de chegar os recados de que Ferreira se sente abandonado. Depois de ter feito reclamação semelhante, Vaccari acabou sendo visitado por ao menos um integrante da executiva.
A hora do pesadelo José Eduardo Cardozo está tão bitolado na novela do impeachment de Dilma que, no fim de semana, sonhou que discutia as pedaladas com alguém. Acordou atônito.
Muda mais Nas palestras que tem dado ao setor privado, Eliseu Padilha (Casa Civil) vem citando uma reforma fiscal que quer apresentar até o fim do ano. ICMS e PIS/Cofins estão no centro do projeto.
Lá e cá Delator de Cunha, Júlio Camargo disse em depoimento nesta segunda (8) que está fazendo delação premiada nos EUA e que teve dinheiro bloqueado na Suíça.
Quero saber O depoimento durou cinco horas 30 minutos. A defesa de Cunha inquiriu o empresário por quatro horas; o Ministério Público, por uma hora e 30 minutos. Foram 158 perguntas — todas elaboradas pelo deputado.
Fonte : uol

 
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Discursos de senadores indicam maioria pró-impeachment

16222130Próxima da metade, a fase de discursos no plenário do Senado na tarde desta terça-feira (9) mostra um cenário majoritariamente pró-impeachment. Ao final da sessão, haverá uma decisão por tornar ou não a presidente afastada, Dilma Rousseff, ré no processo que julga seu afastamento da Presidência da República.
Dos 22 senadores que já usaram o direito de discursar na tribuna –cada um teve direito a 10 minutos–, apenas sete defenderam que a petista retorne à Presidência, enquanto os 15 demais se manifestaram contra Dilma.
O Palácio do Planalto, sob comando do presidente interino Michel Temer (PMDB), espera obter cerca de 60 votos nessa fase do processo. Aliados de Dilma acreditam que essa contabilidade é viável e admitem que, caso esse cenário se concretize, será difícil mudar posicionamentos para a última fase, o julgamento de fato.

Para acelerar o ritmo de votação, alguns partidos convenceram integrantes a desistirem de seus discursos ou a falar por menos tempo. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se envolveu diretamente nessas negociações, com a intenção de terminar a votação da chamada pronúncia ainda nesta terça.
Em nome de seis dos 11 senadores do PSDB, o presidente da legenda, Aécio Neves (MG), reiterou o discurso a favor da saída definitiva de Dilma do cargo, ressaltando que o relatório do correligionário Antônio Anastasia (MG) deixou clara a prática dos crimes pelos quais a petista é acusada –as chamadas pedaladas fiscais e a edição de créditos suplementares.
Apesar da tentativa de acelerar a sessão, nem todos os tucanos aceitaram abrir mão de seus apartes, caso de Lúcia Vânia (GO), que também se posicionou a favor do impeachment.
No DEM, a intenção é que somente o presidente, José Agripino (RN), e o líder no Senado, Ronaldo Caiado (GO), falem –já subiram à tribuna e destacaram posicionamento pró-afastamento de Dilma. Outros dois integrantes do partido não se manifestariam.
No PMDB, partido do presidente em exercício, Michel Temer, também há um movimento para menos parlamentares discursarem. Antes de anunciar o segundo intervalo, dessa vez por meia hora, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, anunciou que Eunício Oliveira (CE), desistiu de sua fala. O líder do PMDB, inclusive, afirma que outros oito senadores irão abrir mão de discursar.
Até o senador Fernando Collor (PTC-AL), que não costuma deixar suas opiniões claras nos discursos, insinuou que votará pelo impedimento. “Quando forças se removem, esperanças se concretizam. Mas antes é preciso virar essa página”, afirmou o final de sua fala.
Também se posicionaram a favor do impeachment: José Medeiros (PSD-MT), Gladson Cameli (PP-AC), Wellington Fagundes (PR-MT), Lúcia Vânia (PSB-ES), Cidinho Santos (PR-MT), Hélio José (PMDB-DF), Simone Tebet (PMDB-MS), Cristovam Buarque (PPS-DF), Ana Amélia (PP-ES), Reguffe (sem partido-DF) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Já a favor de Dilma, contra seu afastamento definitivo do cargo, se colocaram Paulo Paim (PT-RS), Fátima Bezerra (PT-RN), João Capiberibe (PSB-AP), Kátia Abreu (PMDB-TO), Paulo Rocha (PT-PA), Telmário Mota (PDT-RR) e Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM).
Segundo Vanessa, última a falar antes do intervalo, o relatório pelo impeachment é “fraudulento”. “Faz mil e um malabarismos, mas não consegue responder o mais simples”. Ela criticou as manobras para acelerar a votação. “Estão abrindo mão de seus pronunciamentos porque não tem o q dizer. Só sabem falar do conjunto da obra”.
Ao retornar desse segundo intervalo, há pelo menos mais 20 senadores inscritos para falar. Após a fase de discursos, acusação e defesa tem, cada um, meia hora para colocar seus pontos de vista. Segue-se ao pronunciamento das partes a fase de encaminhamento, última antes da votação: dois oradores da defesa e dois da acusação poderão usar a palavra por cinco minutos, cada. Só então o painel será aberto a voto.
Fonte : A Folha
 
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Michael Phelps conta como Deus o ajudou a se livrar do suicídio: “Há um poder maior que eu”

Michael Phelps é considerado o maior medalhista olímpico dos últimos tempos e afirmou que estes jogos do Rio de Janeiro serão os últimos de sua carreira. (Foto: IB Times)

Michael Phelps é considerado o maior medalhista olímpico dos últimos tempos e afirmou que estes jogos do Rio de Janeiro serão os últimos de sua carreira. (Foto: IB Times)


Nos dias atuais, o nadador Michael Phelps é citado como o atleta olímpico mais condecorado de todos os tempos, com 22 medalhas conquistadas, sendo 18 delas de ouro, em quatro Olimpíadas. Mas em setembro 2014, ele chegou a pensar em suicídio, segundo revelou a Revista norte-americana ‘ESPN’, em sua edição de 18 de julho.
“Eu era um trem desgovernado”, disse Phelps à ESPN. “Eu era como uma bomba-relógio, esperando para explodir. Eu não tinha auto-estima. Houve momentos em que eu não queria estar aqui. Aquilo não era bom. Eu me sentia perdido”.
Foi nessa mesma época que os jornais e sites publicaram uma foto sua consumindo drogas. Ele também havia sido preso duas vezes em 10 anos por dirigir alcoolizado – a última, em 30 de setembro de 2014, quando sua vida “chegou ao fundo do poço”.
Os dias que se seguiram foram vividos por Phelps, principalmente em seu quarto, em sua casa de Baltimore (EUA), pensando em suicídio.
Naquela época, Phelps disse que estava pensando: “Este é o fim da minha vida … Quantas vezes eu fiz besteiras? Talvez o mundo seria melhor sem mim”.
Phelps disse que se isolou, não comia, e quase não dormiu durante pelo menos uma semana, enquanto ele continuava mantendo a ideia de se matar.
Mas então seu amigo cristão, de longa data, o astro da Liga de Futebol Americano, Ray Lewis o ajudou sair daquela situação depressiva. Lewis chamou seu amigo Phelps e lhe disse: “Este é o momento em que lutamos. É o momento em que nosso verdadeiro caráter se mostra. Não desista. Se você desistir, todos nós perdemos”.
Lewis convenceu Phelps a procurar ajuda no ‘Meadows’, uma clínica de reabilitação comportamental, próximo de Phoenix.
Phelps atendeu o conselho de seu amigo e deu entrada na clínica de reabilitação, carregando um livro que ganhou de Lewis, “Uma Vida com Propósitos”, escrito pelo pastor Rick Warren.
Após sofrer com o sucídio do próprio filho, o pastor e escritor Rick Warren e sua esposa Kay, passaram a alertar a igreja sobre questões, como esquizofrenia e suicídio. (Foto: Saddleback)

Após sofrer com o sucídio do próprio filho, o pastor e escritor Rick Warren e sua esposa Kay, passaram a alertar a igreja sobre questões, como esquizofrenia e suicídio. (Foto: Saddleback)


Depois de ler o livro por alguns dias no Meadows, Phelps chamou Lewis para conversar.
“Cara, este livro é muito louco!”, exclamou o nadador. “A coisa que está acontecendo… oh meu Deus… meu cérebro, eu não posso agradecê-lo o suficiente. Estou ‘pirando’, cara. Você salvou a minha vida”.
Phelps disse à ESPN que o livro o ajudou a acreditar que há um poder maior que ele e que há um propósito para ele neste planeta.
O livro de Warren também convenceu Phelps se reconciliar com seu pai distante, Fred, que se divorciou de sua esposa, quando Phelps tinha apenas 9 anos de idade.
Quando pai e filho se viram pela primeira vez, depois de tantos anos de separação, eles se reconciliaram em um grande abraço.
Depois que ele saiu do Meadows em novembro de 2014, Phelps voltou a treinar para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Três meses depois, ele pediu à sua namorada de longa data, Nicole Johnson, para ser sua esposa. Em 5 de maio do ano passado, Nicole deu à luz Boomer Robert, seu primogênito com Phelps.
A lenda americana mostrou que ele ainda tem o que é preciso para ser um campeão em vários eventos, se mostrando o mais rápido nos 200m, 100m borboleta e 200m borboleta no Campeonato Norte-americano de 2015.
Enquanto ele estava comemorando seu 31º aniversário em 30 de junho, Phelps qualificou-se em três distâncias individuais e também se classificou para a equipe olímpica de natação dos Estados Unidos, nos jogos do Rio de Janeiro.
Phelps disse que os jogos do Rio 2016 serão sua quinta e última Olimpíada.

 
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Trombetas do apocalipse? Sons estranhos são ouvidos no céu do Brasil e de outros países

img2-680x513O mistério dos sons estranhos no céu continua a despertar curiosidade nas pessoas ao redor do mundo, proporcionando relatos de gente que passa noites sem dormir aterrorizada com o que se parece ser uma grande orquestra formada por instrumentos de sopro.
O jornal inglês Daily Mail publicou reportagem dizendo que, em determinados momentos, os sons se “assemelham a uma trombeta”.
Essa também foi a associação feita por muitas pessoas em 2012, quando os primeiros relatos de sons estranhos no céu surgiram no YouTube. “Os sons misteriosos têm sido continuamente ouvidos em diferentes locais e horários por quase uma década”, acrescenta o Daily Mail.
Foi em 2012 também que um vídeo brasileiro gravado em Porto Alegre traz sons estranhos vindos do céu. A gravação já foi vista mais de 270 mil vezes no Youtube, confira abaixo:,

Dentro dessa mesma impressão, várias pessoas recitam o versículo 1 do capítulo 4 do Apocalipse: “Depois dessas coisas olhei, e diante de mim estava uma porta aberta no céu. A voz que eu tinha ouvido no princípio, falando comigo como trombeta, disse: ‘Suba para cá, e lhe mostrarei o que deve acontecer depois dessas coisas’”.
Em junho de 2013, Kimberly Wookey, da cidade de Terrace, em British Columbia, Canadá, gravou o som pela primeira vez, e todas as vezes que voltaram a acontecer até o dia 07 de maio deste ano, segundo o WND.
Em um de seus vídeos, Wookey disse que foi acordada pelos sons: “Eu pulei da cama quando percebi que eram os mesmos sons que ouvira antes e corri em busca de uma câmera para tentar capturá-los. Fui até a sala e encontrei meu filho de sete anos acordado e com medo perguntando o que estava acontecendo. Ele disse que os ruídos o acordaram. Consegui gravar três clipes que mostram quase cinco minutos destes sons estranhos. Depois que ele tinha acabado e eu me sentei no computador para fazer o upload do vídeo. Verificando meu Facebook, notei que vários moradores tinham ouvido os mesmos sons”, relatou.
Wookey acrescenta que não acredita que se trate de qualquer acontecimento espiritual, mas que talvez seja um fenômeno geofísico.
O site brasileiro E-farsas, especializado em investigar e desmentir boatos que surgem na internet, publicou uma matéria sobre esses casos e afirmou que não é possível chegar a uma conclusão definitiva, apenas desvendar alguns dos casos em que os sons foram manipulados por gente que quis fazer uma pegadinha com a situação.
Em um dos casos, um vídeo foi gravado por uma criança, que usou o celular para colocar uma música com cantos parecidos com o do primeiro vídeo, e gravou o céu ao mesmo tempo. O E-farsas também destacou que os sons se parecem com os ruídos emitidos pelos invasores do filme “A Guerra dos Mundos”.
Confira o primeiro som gravado em Kiev, Ucrânia:

 

 
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Rafaela desabafa: “O macaco que tinha que estar na jaula hoje é campeão”

rafaela-silva-comemora-ouro-olimpico-no-judo-1470688761404_v2_750x421A judoca Rafaela Silva conquistou nesta segunda-feira (8) o primeiro ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Chorando muito após a vitória na categoria dos leves (até 57kg), a brasileira desabafou assim que saiu do tatame.

Em 2012, a brasileira viveu um pesadelo após ser eliminada dos Jogos Olímpicos de Londres. Ela aplicou um golpe proibido na húngara Hedvig Karakas e foi eliminada. Saiu chorando muito e admitiu que errou, mas foi perseguida nas redes sociais.
“Que vexame. Não te ensinaram a jogar limpo? Mais uma que foi (a Londres) para fazer o Brasil passar vergonha”, escreveu um crítico. Ela se irritou, rebateu, e a história virou uma grande polêmica. Agora, quatro anos depois de todo o sofrimento, a brasileira volta a comprovar que tem muita fibra. “Depois da minha derrota em Londres, eu ia largar o judô. Comecei a fazer um trabalho com a minha psicóloga, e ela não me deixou abandonar o judô. Meu técnico também me ajudou muito”, lembra Rafaela.rafaela-silva-comemora-a-conquista-da-medalha-de-ouro-1470687520042_v2_750x421
Mais tarde, em entrevista à Rede Globo nesta segunda-feira, Rafaela relembrou as pesadas ofensas racistas das quais foi alvo no Twitter. “Já passou, tem quatro anos. Eu só posso falar: o macaco que tinha que estar na jaula em Londres hoje é campeão olímpico em casa. Hoje eu não sou a vergonha para a minha família”, declarou a brasileira, relembrando a preocupação com o reencontro diante de Karakas – a húngara foi sua rival nas quartas de final em 2016.
“Eu tinha visto a chave. Eu esperava que ela fosse passar na chave e que a gente se cruzaria; eu só pensava que não queria sentir aquela sensação de novo”, disse, relembrando a derrota para a adversária na segunda rodada em 2012.
Carioca da gema, Rafaela saiu da periferia para crescer no esporte até conquistar a primeira medalha dourada do Brasil na Rio-2016. “É muito bom para as crianças que estiverem agora assistindo o judô. Se eu pude ajudá-las com esse resultado. Mostrar que uma criança que começou no judô por brincadeira hoje é campeã mundial e campeã olímpica. É inexplicável. Se elas tiverem um sonho, têm que acreditar, porque ele pode se realizar”, completa.

Crescimento no ciclo olímpico

Entre 2014 e 2015 a brasileira não teve grandes resultados no circuito internacional de judô, mas entrou na Rio-2016 atropelando as adversárias. “Em 2014 fiquei em quinto (no Mundial), estava meio desacreditada, e disseram que eu era uma incógnita porque eu estava perdendo para atletas para as quais eu nunca tinha perdido”, lembra Rafaela.
“Mas agora treinei tudo que podia nesses dois anos, e o resultado veio por meio do meu treinamento”, comemora a campeã olímpica.

Torcida faz a diferença

Rafaela Silva agradece o apoio recebido na Arena Carioca e diz que os torcedores “com certeza” fizeram a diferença para seu triunfo na categoria dos leves. “O ginásio chegava a tremer”, afirma a judoca. “Eu via as adversárias sentirem a pressão e não podia decepcionar todas essas pessoas que vieram até aqui torcer por mim”, completa.

Bruno Doro

Do UOL, no Rio de Janeiro

 

 
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Resposta rápida da Polícia é dada ao criminoso que assassinou um estudante na UFMA em São Luís

PRESOSO Sistema de Segurança Pública  apresentou na tarde desta segunda-feira (08) na SSP, o assassino do estudante Kevin Rodrigues de 22 anos, que cursava Ciência e tecnologia e foi encontrado morto na noite da última sexta-feira (05) em um banheiro da Universidade Federal do Maranhão.

Foram apresentados MAITON IRAPUÃ CARDOSO de 23 anos, (o assassino), e IVANILDO DE JESUS SÃO DOMINGOS de 55 anos. Os dois foram presos no Sítio São Jardim, na Vila Maranhão.  Ainda segundo a polícia, IVANILDO DE JESUS ajudou o assassino se esconder.CUPULA DA SSP

O secretário da pasta Jefferson Portela

Ponderou que “ações integradas de segurança serão intensificadas, e que rondas ostensivas aconteceram nos Campos da UFMA.”.

O delegado geral da Polícia Civil, Lawrence Melo, destacou que “as forças do sistema de segurança estão trabalhando de forma  integrada. O plantão da SHPP entrou prontamente em ação, no perímetro do crime. As forças policiais empenharam uma ação que resultou de forma rápida, a identificação e prisão desses criminosos. Toda pessoa que insistir e ter a mesma conduta desses criminosos terá resposta à altura.”.

O comandante geral da PMMA, Cel. Pereira, revelou que no Sistema de Segurança uma polícia completa a outra. Esse é o segredo pelo qual estamos conseguindo êxito. Integração, essa é a receita. Estamos fazendo nossos deveres. Temos polícias engajados e a sociedade precisa apoiar o trabalho policial. Pela sociedade que nós nos empenhamos e colocamos nosso trabalho à disposição. Todo marginal que atentar contra um policial, nós vamos buscá-lo onde ele estiver.” Finalizou.

Participaram da coletiva o Secretário do Sistema de Segurança Pública – Jefferson Portela, o Delegado geral da Polícia Civil do Maranhão – Lawrence Melo, o Comandante da PMMA – Cel. Pereira, o subcomandante da PMMA – Cel. Luongo, o Superintende da Polícia Civil da Capital – Armando Pacheco, o delegado dos 5• DP – Walter Wanderley e o Tenente Cel. – Edival do 1• BPM.

ISADORA FONSECA
 
 
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Pokémon Go já faz vítimas e estudante é assaltado no Espírito Santo;Entenda a Polêmica do Pokémon Go

b9jxby0j20pvq14eaxexoyihlEspírito Santo – Os transtornos que ocorreram no estrangeiro desde o lançamento de Pokémon Go, se repetiram em terras tupiniquins em menos de 24 horas da estreia do game no Brasil. Nem mesmo os alertas da polícia norte-americana precaveram os brasileiros, que já foram vítimas de assaltos nas ruas.

O caso mais recente registrado é de um estudante que teve seu smartphone roubado no Centro de Vila Velha, nos Espírito Santo. Ele buscava por pokémons quando foi surpreendido.

De acordo com o pai do jovem, o garoto saiu para caçar os monstrinhos após ter capturado seu primeiro pokémon. Na aventura pelo bairro, ele estava acompanhado de um amigo quando o roubo ocorreu por volta das 20h30 desta quarta-feira.

Um homem o abordou e mostrou-lhe a arma. Sem opção, o estudante teve que entregar o celular. Já o amigo se assustou e correu.
Pokémon Go já é o app mais baixado em iPhones no país
Assim como ocorreu nos outros países, Pokémon Go já é o aplicativo mais baixados para iPhones no Brasil. Já na plataforma Android, o ritmo está bem mais lento e não entrou nem no Top 100 dos downloads.cwgubw3toydeprc9high66yh8
Entenda a Polêmica do Pokémon Go
No contrato, a empresa afirma que coopera com agências governamentais e com companhias privadas, e que as informações coletadas no jogo podem ser fornecidas. “Os pais de crianças com menos de 13 anos entendem e concordam que podemos prover informações coletadas pelos serviços”, diz o regulamento.
Contudo, isso não é novidade. Aplicativos, apesar de serem oferecidos gratuitamente aos usuários, têm custos com os quais precisam arcar. “Eles vivem de anúncios ou da venda de dados para agências e empresas”, explica o especialista em segurança da informação Reinaldo de Medeiros, da Contacta.

A diferença, no caso do Pokémon GO, envolve dois lados da mesma moeda — o acesso à câmera do celular dentro do apartamento do usuário. O fundador do jogo, John Hanke, também criou a Keyhole, comprada pelo Google e responsável pelo mapeamento de superfícies que deu origem a Google Maps, Google Earth e Street View. E a Keyhole foi patrocinada por empresa criada pela CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos. Nos últimos dias, a suposta teoria da conspiração envolvendo o fornecimento de dados gerou milhares de compartilhamentos.

Tudo está acessível
Isso porque, ao permitir a instalação do jogo, a pessoa libera o acesso do app à localização via GPS, à câmera, ao microfone e até o USB do aparelho, e, quando a diversão começa, os três primeiros bichinhos aparecem logo de cara em locais próximos. Com isso, o jogador aponta a câmera na própria casa — informação que, cruzada com o GPS e outros dados, levaria as empresas do “topo da conspiração” a ter um mapeamento não só de ruas, como também de dentro de residências.
O jogo usa os conceitos de realidade aumentada para fazer com que o usuário saia por aí atrás de pokémons. A Niantic estabelece pontos, ou ‘spots’ — uma banca de jornal, uma estátua, um grafite num muro — onde há monstrinhos ou acessórios, como as pokébolas necessárias para capturá-los. A brincadeira não se resume à caça. O ‘treinador’ é obrigado a aderir a um dos três times disponíveis e, em ‘ginásios’ (também spots’) travam batalhas para pegar o pokémon alheio.
Jogador tem de avaliar os riscos
Advogado especialista em Direito Digital, Márcio Mello Chaves, do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, comenta que, em 1995, a União Europeia já estava discutindo a importância da liberdade na rede e da privacidade de dados. Ele vê o Pokémon GO e a exposição de práticas aplicadas por outros apps como um avanço no debate. “As pessoas têm que se preocupar porque seus dados são expostos e vendidos”, aponta Chaves, que defende melhora no texto dos termos contratuais. “Precisam deixar mais claros os termos. Cabe ao usuário avaliar condições e saber riscos.”
A única possibilidade de o Pokémon GO sofrer restrições no país, explica Chaves, seria caso não houvesse exposição explícita do contrato. Se a Justiça brasileira solicitar informação e a empresa se recusar a fornecê-la, o jogo pode ser bloqueado, como foi com o WhatsApp.
Projeto de lei está parado no Congresso Nacional
No Brasil, o debate acerca do tratamento de dados pessoais ainda é escasso, opinam especialistas. O Marco Civil da Internet, defendem, é grande avanço em relação à proteção da privacidade, mas não há lei que trate especificamente do uso que as empresas podem fazer dos dados.
No Congresso, existe projeto de lei de autoria do poder executivo quando Dilma ainda exercia seu mandato, que “possui artigos muito mais específicos e abrangentes no que se diz da proteção dos dados pessoais em geral”, comenta a pesquisadora Bruna Castanheira, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV. O texto, que estava em estado de urgência e deveria ser votado até o fim deste mês, não está mais — e não tem previsão de votação.
Reportagem de Eduardo Pierre e do estagiário Caio Sartori

 
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Polícia de SP descarta que assessor de Feliciano manteve jornalista refém

talma-bauerO delegado Luiz Roberto Hellmeister, que investiga o caso envolvendo a jornalista Patrícia Lelis, de 22 anos, e Talma Bauer, chefe de gabinete do deputado federal Marco Feliciano, descartou a hipótese de sequestro e cárcere privado que o assessor pudesse ter praticado sobre a jovem.
Imagens entregues à Polícia pelo hotel San Rafael, no Largo do Aroche, região Central de São Paulo, mostram Bauer, abraçando a jornalista Patrícia Lelis no saguão do estabelecimento.
O delegado Luiz Roberto Hellmeister, que investiga o caso, disse que vai analisar as imagens e pedir perícia do material apreendido no hotel. Para o delegado, as imagens podem desconfigurar a situação de sequestro descrita pela jornalista, já que ela recebeu o namorado no hotel e aparentemente trata Bauer como amigo nas imagens.
“Com as imagens que temos aqui está descartada a hipótese de sequestro e cárcere privado. A ameaça ainda estamos avaliando”, afirmou Hellmeister.
Bauer é suspeito de ter ameaçado a jovem e a mantido em cárcere privado no quarto do hotel para esconder uma denúncia de estupro contra o deputado, ocorrida em Brasília no dia 15 de junho.
Na sexta (5), Patrícia procurou a polícia civil para registrar as ameaças que diz ter sofrido no hotel. Bauer chegou a ser preso, mas foi liberado na manhã de sábado (6). O gerente do hotel onde ela ficou hospedada prestou depoimento na tarde desta segunda-feira (8).
Depoimento
Segundo o gerente, Patrícia se hospedou no hotel dia 30 e pediu para não ser identificada. Ele ainda afirmou que na quinta-feira, o assessor chegou ao local para pagar a hospedagem da jovem. Os funcionários estranharam e acionaram a jovem. Ela então teria confirmado que ele pagaria a conta.
Em uma das imagens, Bauer e Patrícia aparecem no saguão do hotel em clima descontraído se abraçando e conversando. Bauer, que é investigador aposentado da Polícia Civil de São Paulo, chegou inclusive a entregar seu cartão na recepção.
Um amigo de Patrícia que a acompanhou vindo de Brasília para São Paulo, e também estava hospedado no Hotel, entregou à Polícia Civil R$ 20 mil que estava no hotel com eles. O dinheiro teria sido entregue por Bauer a Patrícia para manter o silêncio. Tanto Bauer quanto Patrícia negam o dinheiro.
Liberado
Ao sair da delegacia, em entrevista à TV Globo, o assessor disse que tinha ido prestar esclarecimentos “sobre uma menina que veio fazer uma falsa comunicação de fatos”. “Isso me parece que é uma perseguição política. As esquerdas estão aí, querendo derrubar todo mundo, mas nós estamos firmes, com Jesus venceremos”, disse Bauer.
Em depoimento à Polícia Civil, Patrícia disse que, com uma arma na cintura, Talma Bauer teria dito que se ela não voltasse atrás nas denúncias sobre o deputado Feliciano, poderia ocorrer um “mal maior” com ela.
Após isso, o delegado Luiz Roberto Hellmeister chegou a dizer que iria pedir a prisão de Talma por sequestro, coação e ameaça (assista abaixo ao vídeo com entrevista do delegado).
Por volta das 23h30 da sexta, um investigador da polícia encontrou o amigo de Patrícia, que estava no hotel onde teria acontecido a ameaça.
O rapaz foi levado para a delegacia e contou outra história para o delegado: Patrícia, segundo ele, recebeu R$ 20 mil para gravar um vídeo na internet desementindo que Feliciano teria tentado estuprá-la.
Hellmeister apreendeu um tablet dessa nova testemunha, com um vídeo que o amigo fez das negociações para a gravação do vídeo.
Diante dessa testemunha e do vídeo, o delegado achou que a ameaça de morte não estava configurada e liberou Bauer. “Eu fiquei espontaneamente até agora para poder ser ouvido sem pressa. Não estive preso, não tem crime nenhum”, disse o assessor.
No mesmo boletim, Patrícia registrou que Feliciano tentou estuprá-la no apartamento funcional dele em Brasília, em junho, e que foi agredida com um soco na boca e um chute na perna.
O delegado disse que vai continuar a investigar as supostas ameaça e pagamento dos R$ 20 mil, que podem configurar crimes de coação e corrupção. Já a denúncia de estupro contra Feliciano será investigada em Brasília (ele tem foro privilegiado por ser deputado).
Neste sábado, Feliciano publicou na internet um vídeo em que diz que a militante do PSC fez falsa comunicação sobre o assédio. Ele acrescentou que perdoa Patrícia Lélis.talma_b_foto
Denúncias contra Feliciano
As denúncias da jovem vieram à tona na terça-feira (2) após serem publicadas pela coluna Esplanada, do UOL. Nesta quarta-feira (3), circularam na internet áudios em que a jovem, identificada como Patrícia Lélis, de 22 anos, diz que foi abusada sexualmente pelo deputado Marco Feliciano.
No áudio que teria sido gravado pela jovem, que é estudante de direito em Brasíliax, tem 22 anos e milita no PSC, ela conversa com um homem que seria o chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, e relata o assédio sexual que teria sofrido nas mãos do parlamentar.
Na gravação, Patrícia diz ser vítima de violência cometida pelo deputado: “Com todas as letras, ele deu em cima de mim mesmo de uma forma assim descarada. Me levou a fazer coisas à força, que eu tenho prova disso. Dentro da casa dele, falou que ‘tava tendo reunião na UNE. Pra eu ir pra lá. Cheguei lá, e não tava tendo. Ele não me deixou sair, fez coisas à força. Eu tenho a mensagem para ele: ‘Feliciano, a minha boca ficou roxa’. Ele ri e diz: ‘Passa um batom por cima’. Eu tenho todas essas provas.” O suposto chefe de gabinete sugere “botar uma pedra em cima” das denúncias contra Feliciano.
Depois, a jovem gravou dois vídeos, publicados na internet, em que desmente ter feito qualquer tipo de acusação contra Feliciano. “A todos esses jornalistas que me ameaçaram dizendo que eu tinha que contar a verdade, tô aqui falando a verdade. A verdade é que vocês estão mentindo, tá em época de eleição… O pastor Marco Feliciano é uma pessoa íntegra com a qual eu tenho um contato muito bom, sempre muito bom respeitoso, muito amigável. Então, não propaguem mentiras”, diz Patrícia Lélis em um dos vídeos publicados.
O G1 entrou em contato por telefone com Patrícia Lelis. Ela não quis dar entrevista. Apenas afirmou que, no depoimento à polícia, declarou ter sofrido sofreu assédio sexual de Marco Feliciano.
O G1 tentou falar com Feliciano, mas não havia obtido contato até a última atualização desta reportagem.gustavo_lima__G8MsU42
MP
Nesta semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que é procuradora especial da Mulher no Senado, protocolou ofício junto ao Ministério Público do Distrito Federal solicitando que o deputado fosse investigado pela suposta tentativa de estupro.
“A denúncia é mais um caso de assédio sexual, praticado por figura tida como zelador de direitos e garantias individuais, e mais uma demonstração do cenário machista que compõe nosso parlamento e sociedade. O grave relato da estudante que foi pressionada a sair de Brasília evitando um escândalo precisa ser investigado e a culpa atribuída ao autor do fato”, escreveu a senadora no ofício.
Comissão interna
A cúpula do Partido Social Cristão determinou a criação de uma comissão interna para apurar a suposta acusação de assédio sexual e agressão feita por uma jovem ativista da sigla contra o deputado federal Pastor Marco Feliciano, segundo informou a assessoria de imprensa da legenda na quinta.
A decisão partiu do presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC), pastor Everaldo Dias Pereira.
A comissão será formada pelo 1º-vice-presidente do PSC, Marcondes Gadelha, pela presidente do PSC Mulher, Denise Assumpção, e um integrante do PSC Jovem e ainda não tem prazo definido para apresentar o resultado da sindicância.

 
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