Benfeitorias nos bairros São Sebastião e São José estão entre as Indicações do vereador Delegado Rômulo

Durante a 15ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, o vereador Delegado Rômulo apresentou e teve aprovação para suas três Indicações para melhorias em bairros de Codó e da região da Trizidela.

Com as Indicações de Nº 87/2020 e a de Nº 88/2020, o edil solicita ao Executivo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural, que seja feita a recuperação da massa asfáltica da Rua Belém e da Rua Brasília, respectivamente, no Bairro São Sebastião.

Por meio da Indicação de Nº 89/2020, o parlamentar pede pela recuperação da massa asfáltica da Rua Maria Quitéria, no Bairro São José, na Trizidela. “O último período de chuvas foi muito abundante e danificou muito o pavimento de muitas ruas na cidade. Portanto é necessário que façamos um mapeamento e consigamos levar a recuperação para todos os bairros”, justificou o vereador.

Vereador Ivan do Naby faz Indicações por recuperação de ruas, estradas vicinais e pontes em Codó

O vereador Ivan do Naby teve como aprovadas as suas três Indicações durante a 15ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó. Pela Indicação de Nº 93/2020, o legislador solicitou ao governo municipal que seja feita a recuperação asfáltica das Ruas: Osmarino Medeiros e 1º de Março, no Bairro Nova Jerusalém, e Travessa Mandacaru, localizada no Bairro São Pedro.

Na Indicação de Nº 94/2020, o vereador pediu pela recuperação de estrada vicinal do PA da Cit, região da Colônia, e com a Indicação Nº 95/2020 solicita a recuperação de 04 pontes na zona rural de Codó, localizadas no Olho D’água, Fundão, Alto Bonito e Boa Esperança da Cit.

Pesquisa Datafolha mostra que as redes públicas continuam atuando para aumentar a oferta de atividade não presencial aos estudantes na pandemia e a maioria dos responsáveis apoia modelo híbrido no retorno às aulas

Apesar dos muitos desafios impostos pela crise do novo coronavírus à educação brasileira, a rede pública de ensino do país tem se mobilizado para ampliar a oferta de atividades não presenciais aos estudantes. É isso o que mostra a segunda pesquisa Datafolha, encomendada pela Fundação Lemann, Itaú Social e Imaginable Futures, realizada com o intuito de fornecer informações aos gestores públicos sobre a educação na pandemia e apoiá-los na tomada de decisões. A pesquisa EDUCAÇÃO NÃO PRESENCIAL NA PERSPECTIVA DOS ESTUDANTES E SUAS FAMÍLIAS foi realizada de 11 a 20 de junho de 2020 com 1.018 pais ou responsáveis por 1.518 estudantes de escolas públicas municipais e estaduais brasileiras, com idade entre 6 e 18 anos, dos anos iniciais, finais (1º ao 9º  ano) e Ensino Médio. As entrevistas foram por telefone. A primeira pesquisa Datafolha sobre o tema foi feita de 18 a 29 de maio de 2020.

“Temos que combater esse sentimento de que o ano está perdido. As atividades de ensino não presencial não substituem a sala de aula, mas podem minimizar os prejuízos do fechamento das escolas até que um retorno gradual e seguro seja possível. Os números mostram que as redes públicas estão fazendo um grande esforço para se adaptar a esse momento”, diz Daniel de Bonis, diretor de políticas educacionais da Fundação Lemann.

Passou de 74% para 79% o percentual de alunos das redes públicas que recebem algum tipo de atividade pedagógica não presencial durante a pandemia. A constatação compara os resultados da primeira e da segunda onda de pesquisa Datafolha, realizadas em um intervalo de cerca de um mês.

O percentual cresceu mais nas regiões Norte e Nordeste – as duas na primeira etapa da pesquisa, haviam apresentado os resultados mais baixos do país. A faixa de ensino que demonstrou mais crescimento foram os anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). Enquanto houve variação em torno de 2 pontos percentuais nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, no Nordeste foi de 9 pontos e no Norte, de 8 pontos.

Nos anos iniciais, aumentou de 70% para 79% a oferta de atividades, enquanto os anos finais (6º ao 9º ano) passou de 73% para 76%. No Ensino Médio, a variação foi de 86% para 84%.

 

Os resultados da pesquisa reforçam a necessidade de estarmos atentos às desigualdades sociais, pois as populações mais vulneráveis são justamente aquelas com menor acesso à educação não presencial. Nota-se o esforço das redes de ensino em ampliar a oferta dessas atividades de maneira abrangente, mas ressaltamos a importância de um olhar com equidade e integrado com as famílias, que estão se desdobrando para acompanhar os estudantes”, diz Patricia Mota Guedes, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social

 Evasão Escolar

A percepção de risco de evasão escolar pelos pais e responsáveis continua igual ao primeiro levantamento, em 31%. Porém entre os que têm três ou mais estudantes em casa, esse índice chega a 38%. O receio da evasão é agravado por novos dados colhidos pela pesquisa: o aumento da falta de motivação dos estudantes para as atividades em casa, que passou de 46% para 53%; e o índice dos que percebem dificuldade na rotina das atividades em casa, que subiu de 58% para 61%. Nas famílias com três ou mais estudantes em casa, esse índice chega a 67%.

Como contraponto ao medo de evasão, a pesquisa aponta que a proximidade com o professor pode estimular os estudantes nos estudos. De maneira geral, 82% dos alunos se dedicam mais de uma hora por dia aos estudos e 29% mais de três horas. Entre os que têm contato frequente com o professor, percebe-se uma tendência de maior dedicação, sendo 31% para aqueles com mais de três horas, contrastando com 26% entre os que não têm esse contato nessa mesma carga horária.

Além disso, metade dos responsáveis considera que os estudantes estão evoluindo no aprendizado com as atividades escolares em casa. O índice é mais alto entre os estudantes dos anos iniciais.

“Uma evasão dessa proporção seria dramática para o país, por isso é muito importante que as redes de ensino reforcem os laços dos estudantes com a escola, mesmo à distância. O papel do professor na manutenção desse vínculo é muito importante, e vai ser preciso uma atenção especial à saúde mental e física desses profissionais, no meio de tantos desafios”, diz Daniel de Bonis, da Fundação Lemann. 

Aspecto psicológico dos estudantes

Nesta edição da pesquisa Datafolha, foi investigado o aspecto psicológico dos estudantes na pandemia. Além do sentimento de ansiedade e irritação, muitos temem a volta às aulas por medo da contaminação ou por não conseguir acompanhar as atividades.

Para 64% dos pais ou responsáveis, os estudantes estão ansiosos, 45% estão irritados, 37% tristes e 23% com medo do retorno à escola. Quanto maior é o número de estudantes em uma só casa, maior é essa percepção. Nas residências com três ou mais alunos, 72% estão ansiosos, 63% irritados, 50% tristes e 34% com medo de voltar à escola.

O medo da contaminação pelo novo coronavírus no retorno às aulas é uma preocupação para 87%, enquanto 49% temem não conseguir acompanhar o volume das atividades e 43% não conseguir acompanhar as aulas. Entre os mais pobres, é maior o medo de não conseguir acompanhar o volume das atividades (60%) e o ritmo das aulas (53%).

Pais defendem volta às aulas no modelo híbrido

Para 89% dos responsáveis pelos estudantes, o retorno às escolas deve seguir um modelo de aulas presenciais conciliadas com as atividades em casa. O maior apoio a esse formato é na região Sul (94%).

Os responsáveis também responderam sobre o que valeria a pena fazer para que o estudante não perca o ano escolar de 2020:

  • 73% defendem ter aulas aos sábados – o menor apoio a esse modelo está na região Norte (62%);
  • 72% citam a prorrogação do ano letivo de 2020 para 2021 – o maior apoio à ideia está na região Centro-Oeste (80%);
  • 68% defendem ter mais horas de aula por dia – maior apoio na região Nordeste (75%);
  • 63% citam ter aulas em dias alternados – com menor apoio ao modelo nas regiões Norte e Centro-Oeste (42%).

 

PERFIL – PESQUISA

Perfil dos estudantes Perfil dos Responsáveis
  • Gênero

47% feminino

53% masculino

 

  • Por Idade

39% 6 a 10 anos

34% 11 a 14 anos

27% 15 a 18 anos

 

  • 5% tem algum tipo de deficiência

 

  • Cor declarada

45% pardos

37% brancos

9% pretos

2% amarelos

1% indígenas

6% outros.

 

  • Gênero

30% masculino

70% feminino

 

  • Idade

4% de 18 a 24 anos

28% de 25 a 34 anos

43% de 35 a 44 anos

23% de 45 a 59 anos

2% mais de 60 anos

 

  • Parentesco

63% mãe

24% pai

6% avô/avó

4% tia/tio

3% irmão/irmã

4% padrasto/madrasta

 

  • Cor declarada

46% parda

31% branca

14% preta

2% amarela

1% indígena

5% outros.

 Estudantes na casa

59% 1 estudante

30% 2 estudantes

11% 3 ou mais estudantes

 

Renda das famílias

73% até dois salários mínimos

13% de 2 a 3sm

7% de 3 a 5 sm

4% de 5 a 10 sm

1% mais de 10 sm

2% recusa/não sabe

 

Renda na pandemia

50% teve a renda reduzida

36% ficou igual

14% a renda aumentou

 

Residência

36% vivem em capital

ou região metropolitana

64% no interior

Monitor de Secas aponta aumento da área com seca no Maranhão em junho

A última atualização do Monitor de Secas aponta que, em junho, o Maranhão teve o aumento da área com seca fraca de 20,37% para 29,2% em comparação a maio. No estado, as precipitações ficaram abaixo de 60mm quase todo o território maranhense, exceto na região norte, onde os acumulados oscilaram entre 60mm e valores acima de 250mm.

Devido ao déficit de chuvas observado no setor central do Maranhão ao longo dos últimos meses, manteve-se a condição da seca fraca e com um leve aumento de sua área. No extremo sul, não houve alterações quanto à condição de seca fraca, enquanto o restante do estado não registra o fenômeno. Os impactos ainda são resquícios de períodos anteriores e, portanto, permanecem de longo prazo.

Com as chuvas de junho, o Monitor de Secas registrou uma redução das áreas com o fenômeno em sete estados: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Por outro lado, houve o aumento das áreas com o fenômeno em cinco estados: Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em Tocantins a área se manteve estável. No caso do Rio de Janeiro, que entrou no Mapa do Monitor em junho, foi registrada seca pela primeira vez no estado. Assim como aconteceu em maio, no mês passado todas as 15 unidades da Federação apresentaram partes de seus territórios sem registros de seca.

Em cinco estados houve a redução da gravidade das secas: Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Sergipe. Em Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Rio Grande do Norte continuam existindo somente áreas com seca fraca. Em Tocantins, a severidade do fenômeno permanece variando de fraca a grave em mudanças em relação a maio. Já no Piauí aconteceu um leve aumento da área com seca moderada, enquanto no Rio de Janeiro foi identificada uma porção com seca fraca. Como é a primeira vez que DF e Goiás constam do acompanhamento, ainda não é possível comparar a situação de ambos em relação a meses anteriores.

O mês de junho faz parte do período chuvoso no leste do Nordeste. Também integra o período seco em grande parte do centro-norte e oeste nordestino, assim como na região Centro-Oeste. De acordo com a climatologia do último mês, os maiores volumes de precipitação, com valores acima de 150mm, ocorrem no noroeste do Maranhão e no litoral leste do Nordeste. Volumes inferiores a 20mm são esperados tanto para o interior da região Nordeste quanto para maior parte de Minas Gerais, Goiás e Tocantins, além do Distrito Federal.

Em junho de 2020, precipitações com acumulados superiores a 150mm ocorreram no noroeste do Maranhão e em grande parte do litoral leste nordestino. Já as menores precipitações aconteceram no interior do Nordeste, bem como nos estados da parte central do Brasil, o que resultou na caraterização do período seco nessas áreas.

Quando analisados os últimos meses, há um predomínio de chuvas acima da média no Nordeste, o que vem contribuindo para uma contínua redução da severidade e das áreas de seca na maior parte desta região, onde agora predominam condições que variam desde sem seca relativa até seca fraca. Porém, devido à grande variabilidade das chuvas, ainda há pequenas áreas de seca com intensidade variando de moderada a grave. Toda a seca na região possui impactos somente de longo prazo.

O Monitor de Secas tem uma presença cada vez mais nacional, abrangendo quatro das cinco regiões do Brasil, o que inclui os nove estados do Nordeste mais Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins, Goiás e Distrito Federal – estes dois incluídos neste mês no Mapa do Monitor. Tanto Mato Grosso do Sul quanto os três estados da região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) já receberam treinamento e iniciaram a etapa de testes para entrar no Monitor, o que já pode acontecer nos próximos meses.

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores de seca e nos impactos causados pelo fenômeno em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo.

Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS. Clique aqui para verificar a situação de junho de 2020 em todos os estados com o Monitor de Secas.

O Monitor de Secas

 O Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos, que atuam na autoria e validação dos mapas. No Maranhão o Laboratório de Meteorologia do Núcleo Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão (LABMET-UEMA) é o órgão que atua no Monitor de Secas. Por meio da ferramenta é possível comparar a evolução das secas nos 14 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido.

O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração.

Em operação desde 2014, o Monitor de Secas iniciou suas atividades pelo Nordeste, historicamente a região mais afetada por esse tipo de fenômeno climático. No fim de 2018, com a metodologia já consolidada e entendendo que todas as regiões do País são afetadas em maior ou menor grau por secas, foi iniciada a expansão da ferramenta para incluir outras regiões. Em novembro de 2018, junho de 2019, janeiro de 2020, junho de 2020 e julho de 2020 aconteceram respectivamente as entradas de Minas Gerais, Espírito Santo, Tocantins, Rio de Janeiro, Goiás e DF (estes no mesmo mês) no Mapa do Monitor.

O Monitor de Secas foi concebido com base o no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica uma seca relativa – as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região – ou a ausência do fenômeno.

 

Assessoria de Comunicação Social (ASCOM)

Autoridades alinham últimos detalhes para abertura do Centro de Hemodiálise em Pinheiro.

Representantes dos poderes legislativo e executivo estadual e municipal estiveram reunidos nesta terça-feira (21) para alinhar a abertura do Centro de Hemodiálise de Pinheiro, na região da Baixada Maranhense. A unidade é esperada por anos pelos pacientes que vêm sofrendo com a peregrinação em busca do procedimento na capital.

O prefeito Luciano agradeceu ao Governador Flávio Dino, ao presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, e a deputada Dra. Thaiza pelo empenho para que essa obra se concretizasse e anunciou a abertura também do Centro de Diagnóstico de Pinheiro, obra realizada com recursos próprios da Prefeitura.

“Além dessa importante obra do Governo do Estado para a baixada, que é o Centro de Hemodiálise, a prefeitura de Pinheiro estará abrindo em agosto o seu novo Centro de Diagnóstico que foi construído com recursos próprios do município, será mais um grande avanço para a saúde da nossa região”, disse o prefeito Luciano.

“É um sonho da região. Agora vão acabar aquelas vindas diárias para São Luís. Por isso merece o nosso reconhecimento ao secretário de saúde Carlos Lula, assim como governador Flávio Dino, por essa grande conquista”, destacou o deputado Othelino Neto.

O secretário de estado da saúde, Carlos Lula, ressaltou o momento histórico para a saúde pública na região e que o Centro vem para ampliar fortemente o serviço oferecido no Hospital Macrorregional.

“No comecinho de agosto a gente vai realizar um grande sonho da Baixada Maranhense, vamos inaugurar o Centro de Hemodiálise de Pinheiro, com 40 cadeiras, terminando de uma vez por todas o sofrimento de décadas de pessoas que precisam fazer hemodiálise. Nós já tínhamos hemodiálise no macrorregional, agora vamos suprir essa demanda em 4 vezes da sua capacidade”, destacou o secretário.

Últimas semanas para quitar débitos de contas de energia do período da pandemia sem juros, multas e correções

A Equatorial Energia Maranhão iniciou o “Mês da negociação Equatorial”, uma campanha que está acontecendo até o dia 31 de julho com condições especiais para os consumidores que estão com dificuldades para manter as contas de energia, e com débitos acumulados de março a junho em até 6 vezes, sem juros, multas, correção monetária, entre outras facilidades. Para quem tem dívidas anteriores ao mês de março, a Equatorial também oferece outras condições, que variam de acordo com o perfil de cada cliente e sua capacidade de pagamento.

Para solicitar a negociação, o cliente pode ligar para um telefone exclusivo: o 0800 098 2997. O cliente pode ligar gratuitamente de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados das 8h às 14h. Após negociação por telefone, os agentes negociadores irão até o cliente para que o pagamento seja realizado, com todas as normas de segurança em prevenção ao coronavírus.

Com essa facilidade o cliente pode voltar a ficar em dia com sua conta de luz, evitar negativações e ainda participar da Promoção Energia em Dia, que realiza sorteios mensais de para os clientes adimplentes. Para se cadastrar acesse o site https://energiaemdia.equatorialenergia.com.br/.

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Esquadrão Águia do 19°BPM apreende adolescente suspeito de vender drogas no Mercado Central de Pedreiras MA

Durante rondas ostensivas na noite da última segunda-feira (20/07), o Esquadrão Águia do 19° Batalhão de Polícia Militar, apreendeu um adolescente na rua Frei Germano (Feira do Peixe), Mercado Central de Pedreiras – MA.

Segundo informações, por volta das 21h51mim, os policiais militares receberam uma denuncia anônima que na feira do peixe (local conhecido pela venda de drogas), havia um indivíduo em atitude suspeita, o Esquadrão Águia se deslocou até o local e identificaram o indivíduo pelas características, após abordagens durante revista os PMs encontraram no bolso do indivíduo R$ 253,00 (Duzentos e cinquenta e três reais), 01 (uma) porção de substância semelhante a maconha, 03 (três) porções de substância semelhante ao crack e 01 (um) canivete.

Com o apoio da guarnição de Trizidela do Vale, o Esquadrão Águia conduziu o adolescente para a 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Pedreiras.

Vereador Pastor Max denuncia aumento abusivo de materiais de construção e Câmara recorre ao MP

Em uma luta encampada e denúncia formalizada pelo vereador Pastor Max na Câmara Municipal, a prática de preços abusivos em Codó ganhará novo capítulo esta semana. Unidos, os vereadores irão encaminhar a denúncia ao Ministério Público.

De acordou com o vereador Pastor Max, os preços de material de construção subiram vertiginosamente desde o início da pandemia do Novo Coronavírus. “É uma situação vergonhosa que temos visto nesses tempos de pandemia, esse aumento imoral de materiais de construção como tijolo e cimento. Nada justifica para mim que um milheiro de tijolo que alguns meses atrás era vendido por 300 reais agora seja vendido por 550, podendo chegar até a 700 reais”.

Indignado com o abuso dos preços, o vereador agradeceu ao apoio dos parlamentares na causa. “Isso é um verdadeiro absurdo, um roubo no bolso dos consumidores. Uma demonstração clara de ganância desenfreada num período tão crítico. Muitos aproveitando o benefício do governo federal procuraram melhorar suas estruturas, mas como a procura aumentou logo esses gananciosos também encontraram uma forma de aumentar os preços. Agradeço ao apoio dos colegas vereadores. Temos que denunciar essa situação e proteger os consumidores do nosso município. Fica aqui o registro da nossa indignação”.

Indicações

O vereador Pastor Max apresentou Indicações verbais na 15º Sessão Ordinária da Câmara, como a que solicita pela recuperação da Avenida Primeiro de Maio, trecho que divide os bairros São Francisco e São Benedito, a recuperação da passagem de água da Rua Desembargador Vasconcelos Torres com Rua Cesar Brandão e operação tapa buracos e recapeamento das Ruas José Merval Cruz e Distrito Federal.

Vereador Iltamar da Saude apresenta importantes Indicações na 15ª Sessão Ordinária da Câmara

Em sua participação na 15ª Sessão Ordinária da Câmara de Codó, o vereador Iltamar da Saúde apresentou e teve aprovadas três importantes indicações em benefício da população.

Com a Indicação de Nº 102/2020, o vereador solicita ao comando do 17º Batalhão da Polícia Militar que seja feita ronda com ais freqüência no residencial Santa Rita. Com a Indicação de Nº 103/2020, pede pela pavimentação da 1ª Travessa João Lisboa e das demais ruas aos derredores da Igreja São Pedro e da Creche Menino Jesus.

E pela Indicação de Nº 104/2020, o parlamentar pede a direção do SAAE pela extensão da rede de abastecimento para o povoado Tiririca, na Zona Rural.