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Menina de 15 anos procura pelo seu Pai que reside em Codo por nome de Edvan que morou em Araguatins-TO entre 2005 e 2006

Amanda de Preto ao lado da sua Mãe

Jeferson Boa noite! Como exposto anteriormente sou de Araguatins-TO, me chamo DalvanSOS, sou Zootecnista, Biologo e servidor publico do Tocantins.

Sou Tio de Amanda da Silva Brandão, nascida no dia 04 de abril de 2006, fruto de um relacionamento de Jucilene da Silva Brandão (Conhecida como Leninha) com Edivan (sem sobre nomes conhecido)…Essa menina (Amanda) tem 15 anos e não conheci o pai, somente agora a mae (leninha) revelou o nome do Pai.

Edivan morou em Araguatins entre os anos de 2005 a 2006 trabalhou em cavoarias, e labor Rural com diarista na Fazenda do Senhor Joaquim Mendes (Joaquim do FUNRURAL). Edivan pai de Amanda é irmao de Mauro (conhecido como Gato) e de Neto, sendo esse ultimo (neto) com Domicilio em Redenção no Pará (ultima vez sabido pela mãe)… Edivan foi apresentado a leninha por Magnolia vizinha de ambos. Andréia é casada com MAURO gato irmao de Edivan. Provavelmente Luciene é o nome da irmão de Edivan, Mauro e Neto

Edivan é Pardo com altura entre 1,60 a 1,67 cabelo castanho encaracolado, olhos castanhos, Morava na Rua 05 setor cascalheira em Araguatins-TO, abaixo de casa de uma mulher chamada salomé
Sua importancia e participação nesse evento Jeferson e que Amanda sonha ao menos conhecer o pai, não que nome nem valores alimenticios e esse rapaz reside em CODO-MA pelo menos esse é o paradeiro da familia dele segundo a mae de Amanda… Por favor nos ajude a localizar esse rapaz que talvez nem saiba da existencia da menina.

Qualquer informação entrar em contato pelo Watzap 981677183 ou com a FCFM 98815-2129

Programas de aquisição de alimentos beneficiam centenas de famílias de distritos e localidades rurais em Peritoró

No dia 04 de novembro, a Prefeitura Municipal de Peritoró, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, do Programa de Compras da Agricultura Familiar (PROCAF) e Associação Sítio Serraria, realizou a entrega de cestas verdes para cem famílias que são acompanhadas pelo Programa Primeira Infância no SUAS e Criança Feliz. A distribuição ocorreu na sede do Centro de Referência de Assistência Social/CRAS.

No mesmo dia, a Secretaria de Assistência Social e Secretaria de Agricultura de Peritoró, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) realizaram a entrega de cestas verdes para cem famílias assistidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Distrito de Independência. Também pelo Programa de Aquisição de Alimentos (Modalidade Leite), foram entregue 360 litros de leites para 100 famílias nos povoados Fagundes e Santa Rosa.

Nota: Asscom – PMP

Marília Mendonça iniciou sua carreira cantando na Igreja Assembleia de Deus

A cantora sertaneja Marília Mendonça teve a sua vida encerrada precocemente nesta sexta-feira, dia 5 de novembro de 2021, aos 26 anos, após a queda de um avião de pequeno porte que levava a artista e alguns integrantes de sua equipe para Minas Gerais.

A famosa que popularizou a voz feminina em um estilo que antes era dominado apenas pelos homens, nasceu em Cristianópolis e viveu em Aparecida de Goiânia.

Apesar de atualmente ser uma das principais cantoras sertanejas do Brasil, a música gospel foi o primeiro degrau que estruturou a carreira de sucesso de Marília Mendonça.

Durante a sua adolescência, a cantora quase sempre andava acompanhada por um violão. Sentada em uma simples cadeira de fio, ela apoiava o violão e cantava na porta de sua casa, na região do Jardim Nova Era, em Aparecida de Goiânia, no ano de 2010, quando tinha 15 anos.

Nessa época, Marília participava ativamente de cultos evangélicos em uma pequena igreja da Vila Mariana, também em Aparecida. Em um vídeo raríssimo, ela relata que cantava na Igreja Assembleia de Deus, quando adolescente, as canções da cantoras gospel Cassiane e Aline Barros.

No entanto, essa vida serena, de uma jovem estudante comum, deixou de existir após o sucesso da música Infiel, no ano de 2015.

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Vereador Delegado Rômulo entrega cestas básicas em localidades distantes da zona rural de Codó

Na manhã deste sábado (6) o vereador Delegado Rômulo esteve em duas das localidades mais afastadas da sede do município de Codó. O parlamentar esteve reunido com famílias das comunidades da Fazenda Nova e Canto do Coxo, para entrega de cestas básicas, ação fruto do Programa Comida na Mesa, uma parceria do Governo do Estado, Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) e Governo Municipal.

“Gostaria de agradecer ao Governo do Estado do Maranhão, na pessoa do secretário da Agricultura Familiar, Rodrigo Lago, que por meio do Programa Comida na Mesa, está beneficiando milhares de famílias no Maranhão e aqui em Codó também. Gostaria de agradecer também ao Prefeito Dr. Zé Francisco, e a primeira-dama, Irene Neres, que disponibilizaram as cestas básicas que eu estou levando, principalmente para as comunidades mais distantes de Codó, como a Fazenda Nova e Canto do Coxo”, agradeceu o vereador.

Idosos, quilombolas e indígenas são públicos de novos programas acadêmicos da UEMA e do Governo Estadual

Na manhã de quinta (4), o Governo do Estado e a Universidade Estadual do Maranhão lançaram o Programa de Formação Docente para atender a Diversidade Étnica do Maranhão (PROETNOS) e o Programa de Política Afirmativa para a Pessoa Idosa no Ensino Superior, Programa UEMA 60+.

O evento aconteceu no Palácio dos Leões, em São Luís, com a presença do governador Flávio Dino e do reitor e vice-reitor da UEMA, Gustavo Pereira da Costa e Walter Canalles Sant’anna, respectivamente. Representantes de povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, pró-reitores e autoridades locais prestigiaram o lançamento.

O governador Flávio Dino sublinhou que as populações atendidas pelos programas foram, são e serão decisivas para o progresso cultural, social e ambiental, por isso devem ser respeitadas e representadas. “A UEMA abre, mais uma vez, um caminho novo com esses programas que possuem total sintonia com os movimentos sociais, culturais e ambientais. Desejo sucesso ao Programa 60+ e PROETNOS. Nosso governo tem muita determinação em apoiar essas lutas”, concluiu.

Para o reitor da UEMA, esses dois programas não poderiam acontecer em momento melhor. “Estamos em um momento em que nosso país clama pelo respeito às dignidades, as instituições e à história de formação do povo brasileiro, que passa necessariamente pela história indígena e quilombola. Essa iniciativa que é do estado do Maranhão, por meio da UEMA, vem promover inclusão a partir desses dois pressupostos: respeito e dignidade”, destacou.

Programa UEMA 60+

A UEMA, por meio do Conselho Universitário (Consun) e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), criou e aprovou o programa de política afirmativa para a Pessoa Idosa no Ensino Superior, o Programa UEMA 60+, por meio da Resolução nº 1.475/2021 – CEPE/UEMA, considerando a Política Nacional do Idoso (instituída pela Lei Federal nº 8.842/1994) e o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741), que estabelece que o Poder Público deve criar oportunidades de acesso da pessoa idosa à educação, assim como as Instituições de Ensino Superior devem propor, no âmbito de sua autonomia e missão, políticas de ação afirmativa que atendam às demandas socioeducativas desse segmento da população.

O reitor, Gustavo Costa, pontuou que o Programa foi fruto de um estudo, coordenado pela pró-reitora adjunta de graduação, Fabíola Santanna, que identificou que o ideal não era optar por um sistema de cotas, porque temos que perseguir as condições iguais de oportunidade de acesso à graduação para as pessoas idosas, visando a redução das desigualdades, uma educação inclusiva e o acesso à Educação Superior por meio da UEMA.

“Esse programa é uma ação substancial de natureza afirmativa que visa dar exequibilidade ao estatuto do idoso e em maior grau, à constituição federal. As nossas instituições devem criar oportunidades para o ingresso em cursos de extensão e de graduação, na vida universitária como um todo, para as pessoa idosas. E assim fizemos, destinando 5% das vagas remanescentes do vestibular (PAES/UEMA) para as pessoas com 60 anos ou mais”, afirmou o reitor, que frisou ainda que a grande inspiração para o desenvolvimento desse projeto foi o Programa de Formação Continuada Universidade Aberta Intergeracional UNABI da UEMA, criado em 2016.

Para o ingresso nos cursos, será realizado seletivo com edital específico a ser elaborado pela pró-reitoria de Graduação (PROG/UEMA) juntamente com a Superintendência de Concursos e Seletivos (Sucons/UEMA) no qual constarão os critérios e os procedimentos de seleção, conteúdos e locais das provas, bem como o quantitativo de vagas por curso e campus. A previsão é de que o edital seja divulgado em dezembro.

PROETNOS

Já o Programa de Formação Docente para atender a Diversidade Étnica do Maranhão (PROETNOS) da UEMA tem como objetivo formar e qualificar professores para assumir os processos de escolarização nos territórios dos povos e comunidades tradicionais no Estado do Maranhão garantindo assim a autonomia desses territórios, uma vez que os professores a serem formados devem ser exclusivamente oriundos das suas comunidades e povos.

Esse Programa é mais uma conquista ao direito a uma educação específica, diferenciada e de qualidade que se constituirá em uma estratégia própria para o bem viver dos povos e comunidades tradicionais do Estado do Maranhão.

O PROETNOS deverá ser implementado em 2022, em três Licenciaturas Interculturais Indígenas nos campi da UEMA de Grajaú, Barra do Corda e Santa Inês e a primeira Licenciatura em Educação Quilombola no campus da UEMA de São Bento. Serão ofertadas 90 vagas para Licenciatura Intercultural Indígena.

A criação de uma Licenciatura em Educação Quilombola (LIEQ) visa reverter o quadro deficitário de docentes para atuar nas escolas das comunidades quilombolas. De uma formal geral, essas escolas são assumidas por docentes que possuem apenas o magistério ou o Ensino Médio regular, e, na maioria dos casos, não são quilombolas, o que tem acentuado o racismo estrutural.

De acordo com o reitor, tal realidade torna urgente a oferta deste Curso, como preconizam as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola e as Diretrizes Curriculares Estaduais para a Educação Escolar Quilombola.

Para Raquel Aguiar Santos Tremenbé, representante da população indígena a jornada de saída da aldeia para estudar é muito árdua, e oportunidades como essas são valiosas para seu povo. “Estou aqui como representante dos povos indígenas do Maranhão. Aqui no Maranhão somos mais de treze povos indígenas e é uma grande honra estar aqui representando a todos. É muito difícil sair das nossas aldeias para estudar. E se hoje estou aqui é por essas oportunidades também”, afirmou.

Segundo Karina Muniz, que representou o povo quilombola, ter um quilombola ou indígena como professor, dentro desse espaço acadêmico, é representativo. “Sou quilombola urbanística. Nós nos tornamos quilombolas a partir do sentimento de pertencimento (…) Que a gente busque uma identidade, que a gente busque a nossa identidade e não a identidade eurocêntrica. Pensar identidade é pensar a representatividade. E, assim, a gente vai começar a recontar a nossa história”, finalizou.

Serão ofertadas 30 vagas para o Curso de Licenciatura em Educação Quilombola no campus de São Bento e podem se inscrever quilombolas egressos(as) do Ensino Médio que atestem vínculo de pertença a uma comunidade quilombola.

Tristes e enganados: imprensa e fãs são traídos pela equipe de Marília

Não se brinca com a verdade. Principalmente quando se trata da vida de um ídolo. Pois a assessoria de imprensa de Marília Mendonça não só enganou os repórteres como mentiu aos milhões de fãs da cantora.

O avião com a equipe da cantora Marília Mendonça caiu, nesta sexta-feira (5), em uma cachoeira da serra Piedade de Carantiga, no Vale do Rio Doce. A artista se apresentaria na cidade nesta noite.

Marília estava entre as vítimas. A cantora tinha 26 anos. Sim, Marília morreu. Não foi socorrida nem estava no hospital, como a assessoria confirmou para todos os veículos de imprensa preocupados com a queda da aeronave da cantora.

Nas informações oficiais, disseram ainda aos veículos de comunicação que “todos” estavam “bem”. Não. Ninguém está bem! Para falar a verdade (coisa que não fizeram com a gente), uma nação inteira agora está muito mal. Mal pela tragédia. Mal por termos sido ludibriados.

Fãs já haviam iniciado correntes de oração nas redes sociais pela pronta recuperação da cantora.

Eu cheguei a discutir com colegas de profissão por se apressarem em dizer que Marília poderia estar ferida, ou morta. Pedi que confiassem nas informações oficiais. Que a assessoria não mentiria, pois não existe “furo” de morte. É uma tragédia, ninguém sai na frente, ninguém ganha nada com isso, só perde.

Mas me enganei duas vezes.

Assim como os fãs, acreditava que a rainha da sofrência estava viva (pois assim haviam me garantido), que estava “bem”, que logo teriam notícias dela. Isso não se faz. Cheguei a esperar Marília em um stories explicando o perrengue que havia passado.

Se foi para proteger, ou dar tempo de informar a família, eu não sei. O que sei é que mentira só atrapalha e alimenta a indústria das fake news. Aprendi com uma sábia assessora de famosos, a melhor, em meu ponto de vista, que o silêncio é o melhor amigo da verdade quando nada se pode dizer.

“Não sei de nada!”, diz essa profissional nos assuntos mais delicados e cabeludos que envolvem os clientes dela.

Pois pior que se calar é criar uma história insustentável. Tirar o jornalista do caminho da notícia. Tentar apagar a luz dos fatos. Confiança é cristal fino quando se trata de informação.

Além de tristes pela perda precoce da querida Marília Mendonça, nos sentimos agora traídos, enganados. Resumindo: estamos mais do que arrasados.

R7