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SANTA INÊS :Loja é condenada a indenizar clientes lesados por compra premiada

A Loja EletroInovação, situada na cidade de Santa Inês, terá que indenizar diversos clientes que foram lesados na modalidade Compra Premiada. Várias ações de indenização foram ajuizadas na 1a Vara da Comarca de Santa Inês, requerendo a reparação por danos morais. Em uma das ações, o autor relatou que celebrou contrato de compra e venda, na modalidade compra premiada, com a referida loja, para aquisição de 01 (uma) moto Honda FAN 125, em 48 prestações. Ele argumenta que pagou 45 prestações que totalizaram o valor de R$ 8.350,00.

O consumidor, então, se dirigiu à loja Eletroinovação para receber o bem quando descobriu que o estabelecimento havia encerrado suas atividades, motivo pelo qual entrou com a ação na Justiça. Citada por Edital, a parte requerida não apresentou defesa. “No caso em tela, a parte autora comprovou fatos constitutivos do seu direito. Por outro lado, o requerido citado por edital não apresentou contestação, decorrendo o prazo para a defesa, não se desincumbindo do ônus da sua prova, nos termos do artigo 373, inciso II, do CPC, razão pela qual foi decretada a revelia”, destaca a sentença.

Para a Justiça, o processo no estado em que se encontra reuniu todas as informações necessárias para o julgamento. E explana: “É fato notório nesta cidade o golpe perpetrado pela empresa, ora requerida, em desfavor dos consumidores que firmaram contratos com esta. Nessa linha, cumpre destacar que o contrato vincula as partes, em razão do princípio da força obrigatória do contrato, onde há agentes capazes, com vontade livre e consciente, sendo o objeto do contrato lícito e tendo sido obedecida a forma prescrita e não defesa em lei. Diante do inadimplemento contratual, observa-se que o autor tem direito a ser indenizado pelos danos materiais arguidos efetivamente provados”.

DANO MORAL E MATERIAL – A sentença explica que, assim, como o dever de comprovar o pagamento das parcelas realizadas é de quem alega, no caso o consumidor, ele tem o direito ao ressarcimento pretendido apenas das parcelas comprovadamente pagas, impondo-se a condenação parcial do demandado, a loja Eletroinovação. A Justiça, no caso do dano moral, entendeu ser perfeitamente cabível, haja vista o constrangimento sofrido pela parte requerente em esperar o bem contratado, gerando uma sensação de desconforto que ultrapassa a mera contrariedade e perturbação.

“Julgo parcialmente procedente o pedido para condenar a loja requerida a devolver ao requerente o valor de R$ 7.120,00 (sete mil e cento e vinte reais), que corresponde ao valor das parcelas pagas de forma simples, devidamente atualizada, com correção monetária e juros de mora desde a citação”, finaliza a sentença, frisando que a loja deverá pagar, ainda, a quantia de R$ 3.000,00 (três mil e reais) a título de danos morais.

LESADOS – Em 2014, dezenas de clientes invadiram as dependências da Loja Eletroinovação e levaram os objetos que estavam no local. Eles alegaram terem sido vítimas de um golpe. Revoltados, arrebentaram o portão, entraram e passaram a carregar móveis e outros objetos que estavam dentro da loja. O saque teria sido uma reação dos clientes, que alegam terem feito consórcios, quitaram a compra e não receberam os prêmios. A empresa fazia consórcios de motos, móveis e eletroeletrônicos.

ASCOM

Mudanças na Lei Rouanet: teto de R$ 1 milhão, mais ingressos gratuitos e novo nome

Mudanças na lei que garante uma grande parte da produção cultural do Brasil começaram a ser anunciadas para valer nesta segunda-feira. Em vídeo publicado às 18h na página de Facebook do Ministério da Cidadania, o ministro Osmar Terra explica algumas das diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura – o nome Lei Rouanet não será mais usado.

As mudanças serão feitas por meio de uma instrução normativa a ser publicada quarta-feira no Diário Oficial da União. Assim que isso ocorrer, elas terão validade imediata e nem precisarão ser referendadas pelo Congresso.

Conforme anunciado há duas semanas pelo presidente Jair Bolsonaro, o limite para captação de recursos pela lei vai baixar de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão por projeto. Já uma mesma empresa que apresentar várias propostas diferentes poderá receber, quando somados todos os eventos patrocinados, até R$ 10 milhões por ano. O teto, nesse caso, também era de R$ 60 milhões.

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Haverá algumas exceções. Feiras de livros e festas populares, como o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, e o Natal Luz, em Gramado (RS), poderão captar até R$ 6 milhões. Restauração de patrimônio tombado, construção de teatros e cinemas em cidades pequenas, e planos anuais de entidades sem fins lucrativos, como museus e orquestras, também estão fora do limite de R$ 1 milhão, mas não há detalhes do teto para esses casos.

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— Com isso, vamos enfrentar a concentração de recursos nas mãos de poucos. Com o mesmo dinheiro, mas melhor distribuído, vamos ter muito mais atividades culturais e artistas apoiados, dando oportunidade para os novos talentos — disse Terra, a quem a Secretaria de Cultura é subordinada.

Mais ingressos gratuitos

A cota de ingressos gratuitos, que hoje é de 10%, deverá ficar entre 20% e 40%. Além disso, o valor dos ingressos populares terá que baixar de R$ 75 para R$ 50. Também haverá editais focados no incentivo à cultura regional, em parceria com as empresas estatais, e estímulo para que as 25 unidades da federação, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro, tenham mais recursos. O objetivo é desconcentrar os projetos patrocinados, que em sua maioria estão atualmente nesses dois estados.

Outro ponto citado é que os beneficiados pelos repasses terão que fazer ação educativa em escolas ou na comunidade, em parceria com as prefeituras.

Terra afirmou ainda que as prestações de contas já feitas, tanto na Secretaria de Cultura como em outras áreas sob o guarda-chuva do Ministério da Cidadania, serão “passadas a limpo” por um comitê. E que as prestações de contas daqui para a frente serão feiras “praticamente” em tempo real na internet.

— Os brasileiros, que estão cansados de ouvir falar dos abusos no uso dos recursos da Lei Rouanet, podem ter certeza que isso está acabando. Vamos enfrentar a concentração de recursos públicos beneficiando poucos. Nossa nova lei de incentivo vai aumentar o acesso da população brasileira à cultura, especialmente para as pessoas mais pobres. Nossas ações também terão foco no estímulo ao surgimento de novos talentos, no fortalecimento de ações de inclusão social, formando profissionais na área artística e promovendo a cultura popular — disse Terra, que não quis dar entrevista sobre o assunto nesta segunda-feira.

Musicais liquidados?

O ex-ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, atual secretário de Cultura de São Paulo, se manifestou sobre alguns aspectos divulgados num programa do Movimento Brasil Livre (MBL) no YouTube:

— Há um mito muito grande em relação à concentração no Rio e em São Paulo. Como o mecanismo é baseado em imposto de renda, tende a reproduzir a concentração econômica no país. Além disso, restringir isso, criar teto para aquilo… Isso é uma dose de dirigismo. Há uma ilusão de que ao restringir investimentos em determinados projetos vai fazer com que se consiga democratizar o acesso.

Já Eduardo Barata, presidente da Associação de Produtores Teatrais no Rio de Janeiro, diz que “a mudança é a maior ação de marketing de um governo que vi em 32 anos de carreira”.

— Boa parte do que foi anunciado está na Instrução Normativa de 2017. Da forma como foi feito, quem sofre são os grandes musicais. Está certo que R$ 60 milhões é muito, mas um milhão é um pouco de menos. Porque essas produções empregam uma galera.

Sá Leitão concorda:

— Temos que pensar: o que o país ganha liquidando os musicais? O Brasil é o terceiro maior mercado de musicais no mundo.

Presidente da Associação Brasileira de Cineastas (Abraci), Daniel Caetano pondera:

— Perto de outras reformas propostas por outros ministérios, essa surpreende pela relativa razoabilidade. Me parece excessivo reduzir os limites de teto dos projetos de forma tão abrupta. Mas os princípios de democratizar e regionalizar patrocínios são bem razoáveis.

Homem fora de controle tenta matar familiares e é morto pela polícia

Na tarde dessa segunda-feira, 22, a Polícia Militar de Água Doce/Tutoia foi chamada para uma ação a qual aconteceu no povoado Piranhas próxima a Cana Brava.

Com informações exclusivas adquirida através do Tenente Sérgio de Tutoia; a guarnição foi acionada para uma ocorrência onde envolvia brigas familiar. O homem, Edebrando Coelho da Silva, mais conhecido como Mel, filho do senhor Feitosa, com um facão na mão, ameaçava matar os parentes onde o mesmo residia. Segundo o tenente, o homem estava totalmente descontrolado e fora de si, foi chamado o reforço e mesmo assim, não tiveram êxito. Edebrando, partiu pra cima dos policiais, momento em que foi preciso utilizar do poder de fogo para conte-lo. Mel, não resistiu os ferimentos e veio a óbito a caminho do hospital.

Ainda com informações do Tenente, foi informado por familiares que, Mel, agia sempre assim, era recorrente a ação onde ele queria matar os pais.

O homem foi levado para o hospital municipal de Tutoia, e chamou a atenção de populares. Muitos curiosos se agromeraram em frente centro médico em busca de informações.

PM conduz menor autor de tentativas de homicídio em Vargem Grande MA

Durante este final de semana a polícia militar de Vargem Grande localizou e capturou um adolescente de 14 anos identificado pelo Blog como “De Menor”. A ação policial aconteceu no bairro Rosalina, quando o acusado ainda tentou fugir de bicicleta, mas os policiais fizeram o acompanhamento tático e efetuaram a apreensão.

Apesar da pouca idade, De Menor possui uma ficha extensa e é apontado como autor de dois atos infracionais análogos a tentativa de homicídio. O primeiro aconteceu no dia 24 de março, nas proximidades do Ginásio Poliesportivo Gastão Dias Vieira, tento como vítima Anderson Moreira Silva, conhecido como Chicãozinho . De Menor confessou o ato.

Já a segunda tentativa de homicídio, acontecida no dia 13 de abril, tendo como vítima uma adolescente de 14 anos, baleada durante tentativa de assalto, foi negada por De Menor, que afirmou apenas conhecer os autores, mas que não foi ele (reveja).

Em seguida o adolescente foi entregue ao conselho tutelar e liberado.
Vargem Grande: Adolescente de 13 anos é apreendido por envolvimento em assalto a mototaxista

Informações via watsap

*O MARANHÃO NO CÉU E NO MAR

Baixada a poeira ideológ ideológica ica, desde o anúncio da celebração do acordo de salvaguardas tecnológicas entre o Brasil e os EUA, têm ficado mais claro para os maranhenses a necessidade de nos unirmos em torno da Base de Alcântara, como uma oportunidade única para mudarmos o destino de nossa terra.

A leitura acurada do acordo afasta algumas preocupações válidas quanto ao uso militar da base, ou ainda quanto à cessão de território a uma potência estrangeira. Pelo acordo, simplesmente os Estados Unidos autorizam o Brasil a lançar foguetes e satélites que contenham partes tecnológicas americanas. Necessário dizer que 80% dos satélites do mundo utilizam tecnologia americana, seja um parafuso ou chip.
Importante dizer também que os EUA aplicam 0,21% do PIB na indústria aeroespacial, ou seja, 40 bilhões de dólares. A Rússia, 3 bilhões, China 3 bilhões, Índia 1,2 bilhão, Argentina 1,2 bilhão e Brasil 0,1 bilhão (0,006% do PIB)
É um acordo usual nesse empreendimento, uma vez que a defesa norte americana teme que sua tecnologia seja utilizada para fabricação de mísseis.

É preciso que se diga que o texto final do acordo foi fechado antes da eleição do presidente Bolsonaro. O maior mérito do atual governo foi ter dado prioridade máxima ao projeto e ainda tê-lo entregue às mãos da pessoa certa, o ministro Marcos Pontes, cuja biografia já é, por si só, uma garantia de equilíbrio e determinação na condução da operação. A maneira como o ministro vem tocando os preparativos, de modo límpido e em franco diálogo com todas as correntes políticas, tem sido fundamental e inspiradora.

No entanto, três pontos desafiam ainda aqueles que se opõem ao projeto: a restrição de circulação de brasileiros em áreas especiais, sob controle norte-americano; o veto ao uso dos recursos do centro de lançamento para o desenvolvimento do veículo lançador nacional; e a realocação de dezenas de famílias de quilombolas que vivem na região.
Sobre o primeiro, já ficou claro que essas áreas especiais são para uso temporário, enquanto a base abrigar tecnologia de ponta, com segredos industriais. Ainda assim, brasileiros, em comum acordo com americanos, terão acesso a essas áreas, que são não mais que uma sala para instalação, montagem, teste e finalização dos componentes de alta tecnologia que serão embarcados. Uma vez feito o lançamento, desfaz-se essa área especial. Nada mais natural aliás, nesses tempos de feroz competição espacial.

Quanto ao veto do uso dos recursos para o lançamento do veículo nacional, é apenas uma desvinculação direta, o que não impede que o Brasil use os recursos que quiser, do seu orçamento, para desenvolver seu lançador.

A terceira questão não diz respeito ao acordo. É questão de política interna e sensibilidade humanitária criar possibilidades para dar às comunidades quilombolas condições dignas de vida e trabalho. Nada mais fácil, aliás, dado o volume de recursos que estará sendo injetado na economia graças ao uso da base. Eu mesmo fui o primeiro a colocar emenda parlamentar para comunidades quilombolas de Alcântara e buscar garantir que uma parte dos recursos da exploração econômica seja destinado a um fundo social para uso exclusivo das comunidades vulneráveis do Maranhão: quilombolas, quebradeiras de coco, indígenas, assentados, etc.
E mais, a atual área do CLA já é suficiente para a operação, pelo menos nos primeiros anos. Ora, se e quando houver necessidade de ampliar será um bom problema. Significa que a Base estará a todo vapor e as pessoas receberão casas e equipamentos públicos muito melhores que os atuais.
É sempre bom lembrar que Alcântara tem 1.470 km2, maior que a Ilha de São Luís, que abriga quatro municípios.

Pacificados esses três pontos, o importante é que os maranhenses saibam o que ganharão com a ativação da base. Não é apenas uma renda a mais, ou uma economia de enclave em que o Maranhão sirva de hospedeiro para a riqueza alheia. O melhor exemplo do que pode acontecer pode ser visto com o desenvolvimento de São José dos Campos, a partir da inauguração da fábrica da Embraer. Em poucos anos a cidade tornou-se um pólo de tecnologias que hoje abriga centenas de indústrias inovadoras, startups, incubadora de empresas, universidades e muito mais. É esse o sonho que queremos para o Maranhão.
Em muito pouco tempo Alcântara terá a maior renda per capita do Brasil e da América Latina, a exemplo do que aconteceu em Kourou, na Guiana Francesa, que tem a mesma população de Alcântara, ou seja 15.857 euros.
À propósito, sabem quanto o Brasil pagou para a Guiana Francesa lançar seu único satélite, o SGDC? Foram 125 milhões de dólares.
Hoje no nosso planeta tem 2 mil satélites. Daqui a 10 anos serão 10 mil, a maioria lançado de Alcântara. Então, imaginem…

Claro que para que isso seja possível o primeiro passo é haver o entendimento da classe política, para que possamos atuar como uma frente unida e uníssona em defesa de Alcântara. Essa união assinalaria que todos os partidos que compõem o espectro político no Estado desejam e apoiam a Base. Desse modo mandamos o sinal para as representações partidárias na Câmara e no Senado que esse é um projeto que une todas as forças políticas, empresariais e acadêmicas do Maranhão.

Deus nos brindou com uma extensa costa cuja proximidade com a linha do Equador oferece a melhor capacidade orbital do planeta para o lançamento de satélites. Temos, um de frente para o outro, o lugar mais alto (Alcântara) e o mais fundo (Porto do Itaqui). Portanto, a melhor janela para os ares e a melhor porta para os mares. É um presente de Deus que nunca foi desembrulhado. É hora de mirar o céu e o mar, ajustando o destino de nossa gente.

Por Roberto Rocha

Helder anuncia concurso com 7 mil vagas para a Polícia Militar

O Governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou nesta segunda-feira (22) que o Estado deverá realizar um concurso público para a Polícia Militar, com previsão de 7 mil vagas para novos agentes. As oportunidades vão contemplar cargos para praças e oficiais.

A previsão é de que o concurso público seja realizado no 2º semestre deste ano, a fim de suprir o déficit do efetivo.

Segundo a Polícia Militar, será lançada licitação para a empresa que vai ser responsável pelo certame.

(DOL)

Blasfêmia: Gleisi Hoffmann diz que Jesus não morreu por nossos pecados

Senadora Gleisi Hoffmann, em sessão em Brasília
29/6/2016 REUTERS/Adriano Machado

A tentativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de se aproximar do público evangélico, visando reverter o quadro que levou à derrota nas últimas eleições levou a deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente da legenda a negar o propósito da morte de Jesus Cristo.

Não é de hoje que a esquerda faz uso político da figura de Jesus, e durante o último final de semana, Gleisi Hoffmann compartilhou uma imagem no Facebook em que garante que a morte na cruz serviu inspirar movimentos apoiados pelo PT.

“A ressurreição está nos que lutam: índios, sem-terras, pobres, trabalhadores, as verdadeiras causas do Cristo ressuscitado”, dizia o texto na imagem publicada por Gleisi Hoffmann.

A negação de que a vida e ministério de Jesus, e sua morte na cruz tenham ocorrido pelo propósito de reconciliar o homem com Deus através da expiação dos pecados é uma das evidências de que, para a militância de esquerda, tudo deve ser usado em prol de sua causa política.

A deputada paranaense, que responde a três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), também compartilhou um artigo escrito pelo frade Alberto Maggi e traduzido por Francisco Cornélio no portal Brasil de Fato, falando que “Jesus não morreu pelos ‘nossos pecados’ e sim por enfrentar o sistema”.

No Facebook, Gleisi Hoffmann usou uma frase do texto de Maggi: “Os Evangelhos são claríssimos: Jesus morreu porque confrontou o Templo, um sistema de dominação e exploração dos pobres”.

O artigo do frade italiano termina por negar o propósito da expiação dos pecados para que a Salvação estivesse ao alcance dos que entregam sua vida a Jesus Cristo. “Basta ler os Evangelhos para ver que as coisas são diferentes. Jesus foi assassinado pelos interesses da casta sacerdotal no poder, aterrorizada pelo medo de perder o domínio sobre o povo e, sobretudo, de ver desaparecer a riqueza acumulada às custas da fé das pessoas”.

“A morte de Jesus não se deve apenas a um problema teológico, mas econômico. O Cristo não era um perigo para a teologia (no judaísmo havia muitas correntes espirituais que competiam entre si, mas que eram toleradas pelas autoridades), mas para a economia. O crime pelo qual Jesus foi eliminado foi ter apresentado um Deus completamente diferente daquele imposto pelos líderes religiosos, um Pai que nunca pede a seus filhos, mas que sempre dá”, alega Maggi.

Ao final, o frade expressa incredulidade com o Plano da Salvação, e usa o sacrifício de Jesus como bandeira de doutrinação na ideologia de esquerda, reverberando – de forma indireta – um conceito cada vez mais presente na compreensão de mundo progressista, a de que não existe certo e errado: “Jesus não morreu pelos nossos pecados, e muito menos por ser essa a vontade de Deus, mas pela ganância da instituição religiosa, capaz de eliminar qualquer um que interfira em seus interesses”, afirma Alberto Maggi.

Fonte: Gospel+

Yasmin desmente que tenha ignorado Bolsonaro: “Não sou mal-educada”

Yasmin Alves, 8 anos, viralizou na internet após supostamtente se negar a comprimentar o presidente Jair Bolsonaro. Cléia Ramone, 26, e Valdir Alves, 48, pais da estudente desaprovam a veiculação da imagem da filha. Cidade estrutural, 21-04-2019. Foto: Myke Sena.

“Tenho medo de ir à escola”. A declaração é da pequena Yasmin Alves, de apenas 8 anos. A menina tornou-se conhecida nacionalmente na quinta-feira (17/04/19) após um vídeo viralizar nas redes sociais e ser publicado em dezenas de veículos de comunicação. Na imagem, a criança parece recusar-se a cumprimentar o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), durante evento na Escola Classe 1 da Estrutural.

A interpretação dada às cenas, num primeiro momento, pela imprensa, foi equivocada. Tanto Yasmim quanto seus pais confirmam o erro e os transtornos gerados pela informação disseminada.

“Ele perguntou quem era palmeirense e eu balancei a cabeça dizendo que não era”, explica Yasmin, reforçando sua paixão pelo Flamengo.

“Fico muito triste porque as pessoas estão falando mal de mim, que sou mal-educada”, diz a estudante do 3º ano do ensino fundamental, que, nesta segunda-feira (22/04/19), retorna ao colégio depois do feriado prolongado. O centro de ensino fica numa das regiões administrativas mais carentes do DF, cujo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é 18 vezes mais baixo do que o do Lago Sul, bairro mais nobre da capital.

Yasmin Alves, 8 anos, viralizou na internet após supostamtente se negar a comprimentar o presidente Jair Bolsonaro. Cléia Ramone, 26, e Valdir Alves, 48, pais da estudente desaprovam a veiculação da imagem da filha. Cidade estrutural, 21-04-2019. Foto: Myke Sena.

Pai bolsonarista
O pedreiro Valdir Alves, 48 anos, pai de Yasmin, diz que o mal-entendido trouxe dor de cabeça e chateação para toda a família. Ele, que se diz eleitor de Bolsonaro, considera um crime a exposição da imagem da menina.

Transferi meu título para cá e votei no Bolsonaro. Não imaginaria que pudesse chegar a esse ponto. Saio nas ruas e vejo as pessoas comentando sobre a minha filha. É uma criança de oito anos convivendo com essa expectativa de não querer nem estudar porque todo mundo fala dela

Valdir Alves, pai de de Yasmin

A mãe, Cléia Ramone, 26, preocupa-se com a possibilidade de sequelas psicológicas na filha e também com a integridade física da menina. “Ela está chorando, triste e transtornada, porque tem uns que são muito a favor [do presidente Bolsonaro], e tem gente que não gosta dele. Fico pensando no que podem fazer”, diz a dona de casa.

Feriado
Preocupada com possíveis retaliações no feriado da Páscoa, a família desmarcou os planos de ir ao shopping comprar os ovos de chocolate nesse domingo (21/04/19).

A enorme repercussão do caso começou após uma matéria ser publicada pela Agência de Estado — pertencente ao Grupo Estado de comunicação —, que produz e vende seu conteúdo para inúmeros jornais do país. Daí o efeito dominó causado pela publicação.

Foi o próprio Estadão que reconheceu o erro e, nesse domingo de Páscoa (21/04/19), publicou nova reportagem desfazendo o mal-entendido. O periódico informou ter tido acesso, por meio de uma fonte do governo, ao vídeo com legenda – onde é possível ouvir o presidente perguntando às crianças se elas eram palmeirenses.

É nesse contexto que a menina faz sinal de negativo com a cabeça, versão confirmada pela própria Yasmin nesta entrevista.

Fonte: Metropoles

Comando emite nota após PMs agredirem policial civil lotado em Caxias

O policial civil Antônio Edson, lotado na delegacia do município de Caxias, foi agredido por policiais militares na última quinta-feira (18). O caso aconteceu na cidade de Poção de Pedras, no interior do estado.

Segundo informações do policial civil, ele, a esposa e a filha foram passar o feriado no município na casa de amigos, e na noite de quinta resolveram passear pela cidade quando foram abordados por uma guarnição da PM.

Ainda segundo Antônio Edson, os PMs informaram que eles deveriam deixar a cidade, pois estariam provocando transtornos. Antônio Edson alega que se identificou como policial civil, mas os militares teriam mantido a ordem de retirada.

Ele resolveu, então, ir a delegacia de Polícia Civil para falar com o delegado, mas foi informado pelo carcereiro que o mesmo não estava no distrito. Antônio Edson diz que ao sair da delegacia, que fica localizada em frente ao quartel da Polícia Militar de Poção de Pedras, foi abordado e agredido por um policial militar.

Após a agressão, Antônio Edson foi preso, colocado na viatura e levado pelos PMs para Delegacia Regional de Pedreiras. O policial civil prestou depoimento e foi liberado em seguida.

Em nota, o Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) pediu desculpas a sociedade marenhense, a Polícia Civil, e afirmou que medidas já foram tomadas para esclarecer o fato ocorrido em Poção de Pedras.

Veja nota na íntegra:

O Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) lamenta o fato ocorrido na última quinta-feira (18), no município de Poção de Pedras, envolvendo um agente da Polícia Civil e a guarnição da PM, e afirma que já foram tomadas todas as medidas cabíveis para que as circunstâncias sejam esclarecidas.

Registra, ainda, os sinceros pedidos de desculpas pelo triste acontecimento a sociedade Maranhense e em especial a Coirmã Polícia Civil, e reitera que as duas instituições são compostas de profissionais vocacionados em defesa da sociedade, mesmo com o risco da própria vida; representando, portanto, um caso isolado dentro da Corporação.

Esclarece, por fim, a toda sociedade que tal acontecimento não reflete no comportamento da tropa, de modo que o Comando não coaduna e nem coadunará com atitudes desta natureza, sejam em quaisquer situações, tendo em vista a missão do policial militar de proteger, garantir a segurança e manter a ordem, seja em serviço ou mesmo fora dele.

Portal:Noca