Flávio quer direcionar auxílio de famílias de detentos para vítimas

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende acabar com o auxílio-reclusão e direcionar os recursos para as vítimas dos crimes, em vez da família dos detentos, como hoje é previsto na Lei 8.213/91. A proposta faz parte do plano de governo elaborado na campanha do senador para a Presidência da República.

Ao explicar a proposta, Flávio fez uma critica ao presidente Lula e ao Partido dos Trabalhadores.

O novo Governo do Brasil vai colocar a vítima em primeiro lugar. Os recursos hoje direcionados às famílias de detentos serão redirecionados às famílias das vítimas, conforme recomendado pela ONU e por tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, embora Lula e o PT nunca os tenham cumprido – disse o candidato.

A proposta integra o tópico Brasil Sem Medo, que trata da segurança pública no plano de governo do senador.

O auxílio-reclusão é um benefício pago pelo INSS aos dependentes de baixa renda de um segurado que foi recolhido à prisão em regime fechado. Têm direito o cônjuge ou companheiro, filhos menores de 21 anos (ou inválidos) e, se não houver esses, os pais ou irmãos do preso.

Mendonça deve manter no STF investigações contra Lulinha

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para enviar para a primeira instância investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção. Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão.

Caso Mendonça resolva manter as investigações no tribunal, eventual recurso à decisão será julgado na Segunda Turma. Além de Mendonça, compõem o colegiado Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques. Em votações criminais, o relator tem contado com o apoio de Fux e Nunes Marques, mas ainda não houve julgamento de temas relativos a Lulinha na turma.

Existem hoje três inquéritos tramitando no STF para investigar o filho do presidente. Dois primeiros que foram abertos estão no gabinete de Mendonça. Um terceiro está sob a relatoria de Flávio Dino. Interlocutores de Dino afirmam que, até o momento, não houve pedido da PGR para que o inquérito mais recente também seja transferido para a primeira instância.

Pessoas próximas de Mendonça desconfiaram do tratamento diferenciado e suspeitam que o verdadeiro interesse por trás do pedido seja retirar o caso das mãos do ministro. Hoje, existe um clima conflagrado entre Mendonça e parte da Polícia Federal, que realiza as investigações.

O primeiro inquérito contra Lulinha investiga se ele favoreceu a empresa do “Careca do INSS”, que atua com medicamentos derivados de cannabis, junto ao Ministério da Saúde. O segundo inquérito apura se o filho do presidente beneficiou uma empresa de tecnologia da informação junto à Dataprev. A terceira investigação atinga o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Segundo a PF, ele tinha ligação com Lulinha e a lobista Luchsinger.

*AE

Carlos Viana quer CPMI para que Lulinha seja investigado

Nesta quinta-feira (20), o senador Carlos Viana (PSD-MG) anunciou que pediu que seja formada uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja investigado. Ele se manifestou por meio das redes sociais.

Protocolei um aditamento diretamente ao ministro André Mendonça sobre o caso Lulinha. Surgiram fatos novos e pedi que sejam incorporados à investigação. Quero a preservação das mensagens recuperadas pela PF, o rastreamento de pagamentos e possíveis contas no exterior, além da identificação de contatos com órgãos públicos e eventual participação de autoridades. Minha cobrança é simples: que nenhuma prova desapareça e que a investigação vá até o fim – escreveu.

Em outro post, ele destacou que já recebeu apoio de outros parlamentares, inclusive do centrão, em prol da CPMI.

– Estou extremamente entusiasmado com a adesão que a CPMI DO LULINHA vem recebendo, inclusive com apoio de parlamentares do centro. O mais importante agora é construir uma CPMI forte, com respaldo amplo no Congresso, para investigar os fatos com independência, requisitar documentos, ouvir os envolvidos e seguir todas as conexões que surgirem. Essa investigação não pode nascer sob intimidação ou blindagem. Neste momento, não iremos divulgar os nomes dos signatários, justamente para evitar que esses parlamentares sejam submetidos a pressões do governo antes da formalização do apoio.

Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20)

Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.

Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).

Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.

Adesão à paralisação

A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.

A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.

Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.

Negociações

A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.

O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.

No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.

A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.

Acidente entre micro-ônibus e carreta mata 22 pessoas no PR

Um acidente envolvendo um micro-ônibus e uma carreta, na madrugada desta quarta-feira (19), deixou 22 mortos e quatro feridos na BR-373, em Ipiranga, no Paraná. A ocorrência foi atendida por equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da concessionária Via Araucária, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros.

Segundo informações preliminares da concessionária, houve uma colisão frontal entre o caminhão, que tinha placa de Erechim (RS), e o micro-ônibus da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Imbituva (PR). Entre os mortos está o motorista da carreta. Os quatro feridos foram socorridos e encaminhados para hospitais de Ponta Grossa.

A carreta seguia para Prudentópolis (PR) enquanto o ônibus estava a caminho de hospitais na Região Metropolitana de Curitiba. Após o acidente, a via foi interditada e, até o momento da publicação desta reportagem, não há previsão para a liberação.

TSE aceita ação contra Lula por uso de verba pública no carnaval

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antônio Carlos Ferreira, aceitou nesta segunda-feira (17) o processamento de uma ação que apura o financiamento público do desfile da Acadêmicos de Niterói no Grupo Especial do Carnaval do Rio homenageando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A ação, movida pelo Partido Novo, aponta abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Lula e o vice, Geraldo Alckmin (PSB), têm cinco dias para apresentar defesa. As equipes dos investigados não responderam aos contatos da reportagem.

O processo sustenta que o desfile, que exaltou a trajetória pessoal e política de Lula, foi custeado com R$ 9,65 milhões públicos repassados por quatro entes: os municípios de Niterói e do Rio, o governo do Estado e a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur).

Segundo o partido, todos os instrumentos de repasse foram formalizados depois que a agremiação anunciou publicamente, em julho de 2025, que homenagearia o presidente, então pré-candidato à reeleição no pleito marcado para o início de outubro.

Segundo a petição do Novo, a Lei Municipal de Niterói nº 4.063, sancionada em 24 de outubro de 2025, mudou o método de repasse às escolas de samba do Grupo Especial. A norma passou a nominar as agremiações beneficiadas e a fixar valores individualizados, dispensando chamamento público. À Acadêmicos de Niterói coube R$ 4 milhões.

O Ministério Público do Rio de Janeiro contestou a lei na Justiça dias após a sanção. A 1ª Vara Cível de Niterói reconheceu vício na norma, mas manteve o valor já destinado à agremiação, sob o argumento de que suspender o repasse àquela altura comprometeria o orçamento do desfile.

Os demais aportes seguiram padrão semelhante, segundo a ação: o Município do Rio destinou R$ 2,15 milhões por contratação direta; o Governo do Estado, R$ 2,5 milhões via contrato com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa); e a Embratur, R$ 1 milhão, em repasse que a agência classificou como “incremento” de uma política já existente.

PROPAGANDA ELEITORAL ANTECIPADA
O segundo eixo da ação argumenta que o desfile funcionou como propaganda eleitoral antecipada fora do regime da propaganda eleitoral. A agremiação abriu o Grupo Especial às 22h de domingo, 15 de fevereiro, em transmissão ao vivo por rede nacional de TV aberta e por plataformas digitais.

Segundo o Novo, a exposição não se submeteu a nenhum dos mecanismos que regulam a propaganda eleitoral: distribuição de tempo entre candidatos, direito de resposta, identificação do responsável pela mensagem ou contabilização de gastos de campanha.

Na decisão, o ministro afirmou que os fatos narrados pelo Novo “podem caracterizar, em tese”, os ilícitos de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, o que autoriza o processamento da ação “para adequada instrução probatória”. Ferreira destacou que a petição do partido veio acompanhada de instrumentos de repasse, comprovantes de pagamento e documentos de tribunais de contas.

O Novo pede a procedência da ação para que, reconhecidos os ilícitos eleitorais, sejam cassados os registros de Lula e Alckmin. Como consequência, o partido pede que os dois sejam declarados inelegíveis para as eleições dos oito anos seguintes ao pleito de 2026.

— Essa decisão confirma que existem elementos concretos que precisam ser investigados. Não estamos falando de uma simples coincidência ou de uma manifestação espontânea de apoio político, mas de milhões de reais em recursos públicos destinados a uma escola de samba cujo enredo foi dedicado a Lula, seguido de uma exposição nacional em pleno ano eleitoral. O Novo vai até o fim para esclarecer se a máquina pública foi utilizada para favorecer uma candidatura e garantir que as regras eleitorais sejam aplicadas igualmente a todos — afirmou Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, em nota.

*AE

Lulinha orientou lobista a emitir nota cobrando investigado da PF

Novas investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) apontam conversas entre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a lobista Roberta Luchsinger. Conforme os documentos, Lulinha instruiu a emissão de nota fiscal para cobrar valores do empresário Cleber Ribas, controlador da empresa 3Structure It Ltda.

Os registros, obtidos de celulares apreendidos pela PF e divulgados pelo portal Metrópoles, indicam que a interlocução entre o filho do petista e a empresária denotava forte proximidade e envolvimento em articulações políticas. As apurações demonstram que Lulinha acompanhava de perto os interesses da lobista, participando ativamente de diálogos estratégicos vinculados à estrutura interna do governo federal.

Em trechos das conversas divulgadas, datadas de julho de 2023, Lulinha pede a convocação de autoridades para encontros na Bahia, enquanto a lobista relata contatos com ministros, governadores e secretários. Logo após essas tratativas, o filho do presidente ordena o faturamento direcionado a Cleber Ribas.

— Pronto, já falei com Fernando, com contador, com governador, com secretários, com todo mundo — diz Roberta, respondendo ao pedido de Lulinha.
— Emite a NF pro Cleber [Ribas] — pede Lulinha.
— Já fiz! — responde Roberta.
— Boaaaaa — comemora o empresário.

O relatório da PF aponta que Cleber Ribas faturou cerca de R$ 80 milhões em contratos firmados com órgãos federais durante a gestão do presidente Lula. A proximidade entre os investigados e a movimentação de contratos públicos são o eixo central das apurações conduzidas sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ainda segundo o documento, Ribas teria pedido um encontro com Lulinha no dia 31 de maio do mesmo ano e informado, em seguida, que Rodrigo Assumpção havia assumido o cargo de novo presidente da Dataprev, responsável por gerenciar o sistema do INSS. As apurações contra Lulinha foram autorizadas pelos ministros André Mendonça e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Diante da repercussão das evidências recolhidas nos inquéritos, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva criticou duramente a divulgação dos dados.

— Caso estejamos diante de mais um lamentável episódio de violação do dever de sigilo funcional, o recorte seletivo e a divulgação parcial revelam um abandono de qualquer pretensão de imparcialidade — afirmaram os advogados.

Os defensores alegam ainda que os conteúdos apontados pela Polícia Federal estariam sendo utilizados fora de contexto.

— Fragmentos de informações sigilosas foram indevidamente divulgados fora de seu contexto original, de origem e integridade não verificadas e cuja seleção descontextualizada pode ser manipulada para construir narrativas distorcidas da realidade — disseram.

A defesa da lobista Roberta Luchsinger não se manifestou, com a justificativa de que o inquérito está sob sigilo. Já os representantes do empresário Cleber Ribas enviaram uma nota ao Pleno.News.

Leia a nota da defesa de Cleber Ribas:
A defesa não tem como comentar supostas mensagens extraídas de arquivos aos quais não teve acesso integral, muito menos eventuais conversas mantidas por terceiros, sem a participação de Cleber Ribas.

O que a defesa pode afirmar é que Fábio Luís Lula da Silva mantinha uma relação estritamente pessoal com Cleber Ribas, decorrente da amizade entre ambos, sem qualquer vínculo profissional ou comercial.

Reitera-se, ademais, que os contratos celebrados pela 3Structure com o Governo Federal foram firmados na mais absoluta transparência, depois dos procedimentos administrativos previstos em lei e sem o favorecimento de quem quer que seja.

“FUTURO NA SUÍÇA”
Em outras conversas interceptadas pela PF e divulgadas entre Lulinha e Roberta Luchsinger, a dupla projeta um futuro promissor na Suíça, um dos países mais desenvolvidos e caros para se viver, de acordo com dados oficiais. O diálogo é de março de 2024 e também revela tratativas para encontros com membros do governo federal, sob a gestão de seu pai, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Clique aqui e leia a matéria completa em nosso site.

Com dívida pública acima de 10 trilhões de reais, Lula terminará 3° mandato com o maior rombo da história

A dívida bruta do setor público brasileiro atingiu R$ 10,8 trilhões em junho de 2026, equivalente a 81,9% do PIB (Produto Interno Bruto), conforme dados do Banco Central. O montante representa o maior patamar da dívida em relação ao PIB desde abril de 2021, no auge da pandemia de Covid-19, e se aproxima do recorde histórico de 87,6% do PIB, registrado em outubro de 2020.

Desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em janeiro de 2023, a dívida pública avançou 10,2 pontos percentuais. Ao fim do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em dezembro de 2022, o indicador correspondia a 71,7% do PIB.

Segundo projeções do mercado, o terceiro mandato de Lula caminha para terminar com déficit nominal médio de 8,6% do PIB, o maior entre os governos federais das últimas duas décadas, superando os números registrados nos governos de Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro. O déficit nominal considera a diferença entre receitas e despesas do setor público, incluindo o pagamento de juros da dívida.

Dados do Banco Central mostram que o déficit nominal acumulado em 12 meses até junho já havia atingido 9,99% do PIB. A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, projeta que a dívida bruta feche 2026 em 82,5% do PIB, com trajetória de alta que pode levar o indicador a 100% do PIB em 2032 e a 115% em 2036.

O cenário é atribuído a três fatores, como o crescimento moderado do PIB, os juros elevados e a ausência de poupança pública. O Brasil deve completar, em 2026, 13 anos consecutivos de déficit primário. Um déficit nominal próximo de 10% do PIB é elevado mesmo para os padrões históricos do país, embora tenha ponderado que o resultado foi influenciado pela antecipação do pagamento de precatórios, o que elevou temporariamente as despesas do governo.

As medidas de ajuste fiscal hoje consideradas inviáveis já foram adotadas em governos anteriores, entre elas o ajuste conduzido por Joaquim Levy em 2015, o teto de gastos no governo de Michel Temer e as mudanças tributárias promovidas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Flávio usará colete à prova de balas em toda a campanha

Neste domingo (16), o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usará colete à prova de balas durante toda a campanha presidencial. A decisão foi tomada pela equipe de segurança diante das ameaças recebidas pelo senador.

A informação foi divulgada durante o lançamento oficial da candidatura de Flávio, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Segundo Sóstenes, o uso do equipamento será mantido ao longo das atividades eleitorais por orientação da equipe responsável pela proteção do candidato.

Uma das ameaças ocorreu em uma rede social e envolveu uma visita de Flávio a Juiz de Fora (MG). Um usuário sugeriu dar uma facada no senador durante um ato previsto para a cidade, onde Jair Bolsonaro foi atacado com uma faca durante a campanha de 2018.

A Polícia do Senado rastreou a publicação e identificou o autor da ameaça. Nesta sexta-feira (15), uma equipe da instituição, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, cumpriu um mandado de busca e apreensão contra o homem.

Durante a operação, foram apreendidos materiais que serão analisados pela perícia. O suspeito foi localizado e prestou depoimento à autoridade policial legislativa. A investigação segue sob sigilo, com respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência.

O monitoramento faz parte das medidas de segurança adotadas pela Polícia do Senado durante o período eleitoral de 2026. Uma Sala de Situação acompanha as agendas públicas dos parlamentares em campanha e atua na identificação de possíveis ameaças.

Vídeo: Mulher morre em cima de motocicleta minutos após sofrer acidente

Uma mulher morreu após sofrer um acidente de trânsito na última quinta-feira (13), no bairro São Francisco, zona leste de Porto Velho, em Rondônia. Marinette Moreira Ferreira, de 40 anos, foi encontrada sem vida em cima de uma motocicleta, com suspeita de ter sofrido um mal súbito.

Imagens de câmera de segurança, no entanto, revelaram que a mulher havia se envolvido em uma colisão minutos antes de sua morte. Segundo informações, ela trafegava do lado direito de um carro quando o motorista realizou uma conversão para ter acesso à rua da direita, colidindo com a motocicleta. O impacto derrubou a vítima e jogou o capacete a alguns metros de distância.

Após o acidente, é possível ver, pelas câmeras de segurança, o motorista indo de encontro a Marinette. Ele conversa com ela e faz uma ligação telefônica. Quatro minutos depois, ele deixa o local em seu carro e Marinette volta a subir na moto, ficando sentada no veículo por alguns minutos.

Pouco depois, ela se inclina sobre a moto e fica imóvel. Locais perceberam a situação e acionaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas a vítima já estava morta quando os socorristas chegaram.

A Polícia Civil deve investigar o caso para apurar as circunstâncias da morte. Também serão investigadas as circunstâncias da colisão e a conduta do motorista após o acidente.