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Inquérito mostra o tamanho da invasão ao sistema do TSE em 2018

A invasão do sistema do TSE, em abril de 2018, teria sido muito maior do que se pensava. O blog teve acesso ao inquérito — ainda não finalizado — da Polícia Federal e nota-se que houve acesso e roubo de diversos tipos de informações a partir da invasão de muitos computadores do tribunal.

Segundo os dados do inquérito, a primeira invasão teria sido percebida no dia 20 de abril e foi detectada pela equipe do Tribunal Regional de Pernambuco. Mas o ataque teria se iniciado no dia 18 daquele mês e teria ido até o dia 21. A invasão e o escaneamento de dados seguiram ainda para os TREs do Acre, Pará, Ceará, Bahia e Paraíba.

O invasor teria conseguido coletar código-fonte completo usado nas eleições de 2018, listas de arquivos e conteúdo de documentos. Também teria tido acesso a chaves e credenciais de acesso a servidores usadas pelo sistema Gedai-EU, senhas para oficialização dos sistemas “Candidaturas” e “Horário Eleitoral” e utilizadas na Eleição Suplementar 2018 de Aperibé/RJ. A lista de informações acessadas/roubadas ainda seguiria com o manual técnico da impressora de votos, manual do QR code do boletim da urna, entre outros dados. O hacker também teria tido acesso ao login de Sérgio Banhos, ministro substituto do TSE, bem como de diversos técnicos ligados à cúpula do serviço de Tecnologia da Informação do TSE.

Segundo a avaliação apresentada por Giussepe Janino, Secretário de Tecnologia da Informação do TSE e conhecido como o pai das urnas eletrônicas, o acesso a estes dados tem diferentes graus de importância. O manual do QR Code, por exemplo, já é de domínio público e está disponível na internet. Sobre o manual da impressora de votos, não há informação sensível, já que é um protótipo que nunca entrou em funcionamento. As senhas acessadas pelo hacker permitem fazer alterações de dados de partidos e candidatos, mas isso só seria possível de ser feito na eleição suplementar de Aperibé, no Rio de Janeiro.

As credenciais acessadas permitem que alguém dentro da intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar dados de eleitores e de candidatos, mas não é possível alterá-los. Também pode-se fazer a importação de dados oficiais das eleições, mas não dá para gerar um boletim de totalização da urna.

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Dada a dimensão da invasão feita ao sistema do TSE, o blog perguntou ao tribunal mais detalhes do que tudo isso representa. A principal questão é se seria possível, de alguma maneira, alterar o resultado de algumas das urnas eletrônicas. Até o fechamento deste texto, não houve resposta do tribunal. Atualizaremos assim que o TSE se manifestar.

Novo Xiaomi Redmi K40 Gaming Edition — o celular de gaming que você não sabia que precisava

A nova versão do Redmi K40, a Redmi K40 Gaming Edition, referido também como Redmi K40 Game Enhanced Edition (tradução direta do mandarim) tem todas as atualizações necessárias para se tornar um dos melhores celulares de gaming da história.
A Redmi — marca de celulares pertencente à Xiaomi — cria alguns dos smartphones com a melhor relação preço qualidade do mercado, e desta vez o seu foco está nas pessoas que usam o celular para muito mais que fazer chamadas e checar as redes sociais: os gamers. O lançamento do Redmi K40 Gaming Edition, na China, teve um grande sucesso, batendo o recorde de vendas em apenas um minuto. Por isso, as expectativas para o lançamento do smartphone no mercado global são muito altas.
Para se ter uma ideia, um estudo realizado pela Statista concluiu que, em 2020, 72% dos brasileiros usaram o seu celular para jogar todos os dias, sendo que 18% jogou no celular várias vezes por semana. Segundo estes dados, não é de admirar a grande procura por smartphones desenhados especialmente para gaming, assim como a dedicação das grandes marcas de smartphones em criar produtos para este nicho de mercado.

O que esperar deste celular?
Este não é um smartphone construído do zero, é apenas uma nova versão do Redmi K40 com algumas alterações que fazem dele o companheiro ideal para todas as pessoas que gostam de jogar em mobile.
O que salta mais à vista em termos de visual é a tela AMOLED de 6,67 polegadas, com resolução FHD+, uma alta taxa de utilização a 120Hz e registro de toque a 480Hz. O processador é o Dimensity 1200, da MediaTek, até 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno. Além disso, este modelo tem uma bateria com capacidade de até 5000 mAh, com possibilidade de carregamento rápido que vai de zero a 100% em apenas 42 minutos.
E por que esse é o celular ideal para gaming? Por dentro, este smartphone tem o recurso LiquidCold que evita o sobreaquecimento do aparelho, mantendo-o em baixas temperaturas, o que é perfeito para os jogos mobile mais pesados. Para uma experiência única, o K40 Gaming Edition tem gatilhos mecânicos que simulam os gatilhos usados em controles de consoles.

Desta forma, você consegue aproveitar ao máximo tudo o que os jogos para mobile oferecem, e desfrutar por horas de seus jogos favoritos, como Fortnite, Among Us ou até Call of Duty, sem nunca ter de se preocupar se o celular é potente o suficiente e definitivamente sem precisar baixar as definições para ter uma jogabilidade perfeita.
Mesmo se você não é fã dos jogos mais pesados, que necessitam de um processador mais potente, também poderá se divertir com uma grande diversidade de jogos online, como torneios de xadrez com interação ao vivo ou plataformas online onde pode encontrar muitos bônus de cassinos com e sem depósito para aproveitar os jogos clássicos.
Com todas estas funcionalidades e atributos extras é de esperar que o preço seja elevado. No entanto, este celular promete um preço acessível para a sua qualidade (como a Xiaomi já nos habituou nos últimos anos). Como o modelo ainda não está disponível no mercado global, confira os preços do Redmi K40 Gaming Edition no mercado chinês:
● 6 GB + 128 GB – 1.999 yuans (~R$ 1.678)
● 8 GB + 128 GB – 2.199 yuans (~R$ 1.845)
● 8 GB + 256 GB – 2.399 yuans (~R$ 2.013)
● 12 GB + 128 GB – 2.399 yuans (~R$ 2.013)

Uma nova versão promissora
No dia 26 de julho foi vazada uma informação sobre uma possível nova versão deste smartphone, sem data de lançamento prevista.
Esta nova versão irá substituir o processador Dimensity 1200 pelo Qualcomm Snapdragon 870, um dos melhores processadores do mercado, assim como outras modificações internas. No entanto, deverá ser mantida a tela AMOLED de 120 Hz, a capacidade da bateria e os gatilhos para jogar. Este novo smartphone terá o nome de Redmi K40G.
Para os amantes de tecnologia (e de gaming), não há nada como estar sempre atualizado e ter as tecnologias mais recentes nas palmas das nossas mãos. E hoje em dia isso já é bem mais fácil devido aos diferentes programas de troca de smartphones que permitem que você atualize o seu celular todos os anos a um preço mais baixo.
A criação de celulares como este, por parte de grandes empresas como a Xiaomi, permite a evolução de smartphones específicos como estes, desenhados para oferecer a melhor experiência de gaming. As vantagens ainda são melhores quando se conhece os preços competitivos desta marca face aos smartphones que existem no mercado.

PF muda rumo de investigação sobre Renan e apura propina de R$ 4 milhões

A Polícia Federal apura se o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, recebeu parte de uma propina de 4 milhões de reais supostamente paga pelo Consórcio Estaleiro Rio Tietê, em Araçatuba (SP), em um contrato com a Transpetro, subsidiária da Petrobras. O inquérito, em tramitação no STF desde maio de 2020, investigava inicialmente se Renan havia recebido doações eleitorais ilícitas por empresas do consórcio, mas o desenrolar das apurações levou a PF a reformular a linha de investigação, que por ora descartou irregularidades nos repasses eleitorais.

Em relatório parcial enviado no fim da semana passada ao Supremo, a delegada Lorena Lima Nascimento informa que a mudança no rumo do inquérito está baseada sobretudo em relatos de Sérgio Machado, ex-senador e ex-presidente da Transpetro, que tinha apoio político de Renan e do chamado “MDB do Senado” para permanecer no cargo. À frente da estatal entre 2003 e 2015, Machado fechou uma delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em 2016. No documento, a delegada pede ao relator do inquérito na Corte, ministro Edson Fachin, mais prazo para concluir as diligências da apuração, incluindo o depoimento do próprio Renan Calheiros.

Segundo Machado, após a assinatura do contrato com o Consórcio Estaleiro Rio Tietê para construção de barcaças, em 23 de novembro de 2010, ele pediu ao empresário Wilson Quintella, sócio-administrador do consórcio, em torno de 1% de propina sobre acerto. O valor equivalia a cerca de 4 milhões de reais e foi pago em espécie, de acordo com o delator. Sérgio Machado explicou o pedido de valores a partir da necessidade de “apoio financeiro” das empresas para que ele mantivesse o “apoio institucional” dos políticos na presidência da estatal, entre eles Renan Calheiros.

Conforme o depoimento de Quintella, Machado lhe pediu pagamentos a título de “contribuição”, “doação” ou “apoio político” e a operacionalização dos repasses ficou a cargo de um homem chamado Antonio Kanji. O empresário disse não ter conhecimento sobre como os pagamentos eram feitos.

Machado contou à PF como se dava o modus operandi dos acertos de propina na Transpetro. Segundo o delator, representantes das empresas que pagariam as vantagens indevidas iam à sede da Transpetro mensal ou bimestralmente e nessas conversas eram feitos os pedidos de valores. Uma vez definida a quantia, era criado um codinome para cada transação entre determinada empresa e determinado político, além de definidos data, horário e local das entregas do dinheiro.

Machado informou que à época da assinatura do contrato com o estaleiro no interior de São Paulo, tinha o costume de encontrar pessoalmente com Renan Calheiros pelo menos duas vezes por mês em Brasília. Nestas reuniões, o delator afirma que entregava um papel a Renan com as mesmas informações entregues aos empresários que pagariam propina. Em duas ou três ocasiões, diz Machado, não foi possível se encontrar com o senador e as informações foram passadas a Everaldo França Ferro, assessor do gabinete do emedebista, na sede da Transpetro. A PF tem registros de entrada de Ferro na sede da estatal em 2014.

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Entre as diligências que a PF ainda pretende efetivar no inquérito estão os depoimentos de Everaldo Ferro e Antonio Kanji, “os quais poderão discorrer sobre o caminho do dinheiro destinado a Renan Calheiros”, além da oitiva Renan, que deve ser o último a depor.

“Uma das principais características da hipótese criminal é a mutabilidade. Sempre que os elementos indiciários obtidos durante a investigação a infirmarem, total ou parcialmente, caberá à Autoridade Policial, na condição de presidente do inquérito, descartá-la, alterá-la ou mesmo manifestar-se pelo término da investigação por ausência de justa causa. Nesse contexto, com o aprofundamento das investigações de polícia judiciária, foi possível incrementar diversos pontos com a consequente reformulação da hipótese criminal”, diz o relatório parcial, ao justificar a mudança de foco.

‘Parabenizo a todos que lutam por liberdade e eleições limpas’, diz Bolsonaro à manifestantes

Durante sua participação por telefone nos atos deste domingo, 1, que reivindicam por voto impresso em 2022, o presidente Jair Bolsonaro falou com os manifestantes na Avenida Paulista, em São Paulo, e os parabenizou pela iniciativa nas ruas. “Parabenizo a todos que lutam por liberdade e eleições limpas. É uma obrigação de quem está do lado de cá que tenha contagem pública do voto e uma forma auditável. Ninguém aqui é dono da verdade, ninguém pode fazer uso de governo”, disse o presidente em conversa por telefone. Os manifestantes, que se concentram em frente ao Museu de Arte e São Paulo Assis Chateaudriand (Masp), palco de grandes atos em São Paulo, reivindicam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/2019, que busca tornar obrigatório o voto impresso no Brasil já para as próximas eleições.

No contato com os manifestantes, que teve a liderança de seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), Bolsonaro reiterou ainda uma postura transparente nas próximas eleições. Mais cedo, o presidente já havia se comunicado por telefone com manifestantes em Brasília, afirmando que, sem eleições “limpas e democráticas”, não haverá eleição em 2022. Em meio a manifestação na capital federal, a autora da PEC do voto impresso e presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputada Bia Kicis (PSL-DF), associou a possível derrota do parecer na comissão especial à pressão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A parlamentar criticou ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que a eles não compete decidir como será a apuração dos votos.

“A pressão é muito grande. Quando nós aprovamos o tema em comissão tínhamos 33 votos a 5. Os parlamentares eram todos favoráveis. Mas a pressão que vem do TSE é muito grande”, disse a deputada, em referência à aprovação da admissibilidade da PEC na CCJ em 2019. A apreciação do tema ficou engavetada pelo então presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Mas o atual, Arthur Lira (PP-AL), em sinal do seu compromisso com o presidente Jair Bolsonaro, autorizou a formação da Comissão Especial para tratar do voto impresso. Inicialmente, havia maioria para aprovar a PEC na Comissão. Mas em uma jogada coordenada, partidos políticos de centro e centro-direita trocaram membros que eram favoráveis ao tema por parlamentares contrários. A ideia é barrar o texto no nascedouro e evitar que ele vá ao Plenário.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Quem quer dar o golpe: o presidente eleito ou aqueles que negam a Bolsonaro o direito de se reeleger?

É possível ler pelo menos uma vez por dia que a democracia no Brasil está correndo os riscos mais sérios de sua história neste preciso momento — e todo mundo sabe perfeitamente quem é o responsável direto por isso, segundo nos dizem a mídia, as classes ilustradas e o Brasil equilibrado, europeu e social-democrata que tanto encanta a nossa elite. O culpado é ele mesmo: Jair Bolsonaro. Há, entre os riscos, os “atos antidemocráticos”, como as aglomerações de gente onde se pede o despejo dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Há as passeatas de motocicleta. São apresentadas ideias inconstitucionais, como a de que a presente Constituição não vale nada. Há a reivindicação de que o voto nas eleições de 2022 possa ser comprovado fisicamente. E há, acima de todas as outras ameaças fatais à democracia, a possibilidade de que Bolsonaro ganhe a eleição presidencial do ano que vem e continue presidente do Brasil por mais quatro anos.

Como assim? Isso aí é o que se chama de contradição absoluta. Como o resultado de uma eleição livre, direta, com voto universal e secreto, pode ser a pior ameaça à uma democracia? Pois é onde estamos hoje, exatamente. O debate político no Brasil foi sendo tão degenerado, mas tão degenerado, que eleição, conforme o resultado, passou agora a ser crime político. Há muita conversa, claro, sobre “movimentação militar”, coisas obscuras e imprecisas que ninguém foi capaz de definir até o momento. Aqui e ali murmura-se sobre algum tipo de “golpe de Estado” – sem que fique preciso, nunca, quem daria esse golpe, quando, como e onde. Como o presidente disse que o Brasil tem de ter eleições limpas, ou não terá eleição nenhuma, e como a eleição terá de ter voto auditável para ser limpa, e como não vai haver voto auditável, há uma confusão contratada para o no que vem. Há os “radicais” em volta de Bolsonaro, há o discurso do ódio (só do lado dele), há os “atos antidemocráticos”, há o general Braga — enfim, há uma infinidade de coisas que são relacionadas todos os dias para indicar que a democracia brasileira está em estado de coma. Mas tudo isso, em geral, é conversa para encher o noticiário. O problema, mesmo, é Bolsonaro ganhar a eleição.

Quem não admite que existe uma maneira diferente da sua para de ver o mundo é um militante do totalitarismo

E nesse caso, quem é a verdadeira ameaça à democracia? O presidente, que só continuará a ser presidente se ganhar a eleição de 2022, ou quem nega a ele, em qualquer circunstância, o direito de se reeleger? É cada vez mais comum, na esquerda, dizerem que não vão “esperar” a eleição para desembarcar Bolsonaro do governo. Que diabo significa isso? Todo o discurso de oposição fala em “excluir a possibilidade” de mais quatro anos com ele. Prega-se abertamente, também, que a democracia é um valor que está “acima de qualquer outro”; como Bolsonaro, nessa maneira de ver as coisas, torna “impossível” qualquer regime democrático no Brasil, tudo passa a ser admissível para “deter” a sua caminhada. Outra coisa: impedir o “fascismo” é um dever cívico acima de qualquer lei, e está na cara desse evangelho que Bolsonaro e “fascismo” são exatamente a mesma coisa. É um dever de todos, portanto, agir nessa direção.

Os verbos são esses mesmos: excluir, deter, impedir. A mensagem que transmitem, quando se desconta a hipocrisia, é que não existem dois lados na próxima eleição e que quem ganhou deve levar. Só existe um lado legítimo — o que é contra Bolsonaro. Se ele perder, ganha a democracia; se ele ganhar, ganha a ditadura. Eis aí, no fundo, o ovo dessa serpente: a exclusão do “outro lado” da vida política. Tanto faz, aí, se quem acredita nisso é de esquerda ou de direita. Quem não admite que existe uma maneira diferente da sua para de ver o mundo, ou oposta à sua, é um militante do totalitarismo. É assim em Cuba, na Venezuela ou na China — só há uma verdade, essa verdade é a do governo e quem discorda é um inimigo da sociedade. No Brasil de hoje, só pode haver um ganhador para a eleição de 2022 — o nome que não for Bolsonaro —, e quem discorda disso não deve ter voz.

A esquerda, o centro equilibrado e o Brasil que se dá o direito de pensar por todos acreditam, como artigo de fé, que pessoas como Bolsonaro, com o seu temperamento, suas ideias, seu tipo de admiradores, sua atitude geral diante da vida, seus conceitos e preconceitos, suas simpatias e antipatias, suas reações etc. etc. não podem ser aceitas numa democracia. Gente assim não foi feita para participar da vida pública; são a negação dos valores “corretos” e uma fonte permanente de tensão. Pode ser, mas estas não são expectativas realistas, nem éticas, de uma sociedade democrática. Democracia, ao contrário, depende do conflito para existir — inclusive os conflitos trazidos por lideranças políticas como as do presidente Bolsonaro. Na verdade, as divisões, por mais duras que sejam, são essenciais num regime democrático. Todas elas, inclusive as representadas por Bolsonaro, que são tão legítimas quanto quaisquer outras. Por que não? Só os conflitos declarados virtuosos ou aceitáveis pelo STF, pela OAB e pelas classes intelectuais seriam permitidos? É o que se pretende no Brasil de hoje. Esquecem, todas essas almas tão preocupadas com as “instituições”, que se não houvesse divergências como as que são encarnadas por Bolsonaro, não haveria necessidade de democracia. Para que, se todos estão de acordo?

A democracia brasileira não está sendo ameaçada pelo governo. Está sendo ameaçada diretamente por todas as forças que não querem Bolsonaro nas eleições de 2022 — e que, para atingir esse propósito, estão prontas a promover e a aceitar qualquer ilegalidade. Está sendo ameaçada por todos os que pescam na confusão de um impeachment inteiramente ilegal, pois não baseado em qualquer fato objetivo indicando um crime por parte do presidente da República — não com um mínimo de respeito à lógica comum, ao princípio da prova e à inteligência do eleitor. Está sendo ameaçada pelos que querem depor Bolsonaro alegando que ele “roubou vacinas”, anda sem máscara e elogiou a cloroquina. Está sendo ameaçada, sem a menor objeção por parte de seus opositores, quando se deseja em público a morte do presidente — nas ocasiões em que ele pega Covid-19 ou é internado para tratamento médico num hospital. Nega-se a tal ponto a legitimidade do adversário que acaba por se negar a ele o direito à vida. A ideia de democracia não combina com a pregação da morte. “Viva La Muerte” era um grito de guerra da Espanha fascista. Foi redescoberto pela esquerda brasileira.

Por J.R. Guzzo

Governo publica decreto que regulamenta a Lei Rouanet

(Brasília – DF, 26/07/2021) Assinatura de decreto que dispõe sobre a LEI do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e dá outras Providências.
Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conhecido como Lei Rouanet. A norma, publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União, incentiva o desenvolvimento de projetos culturais no país capitalizando e distribuindo recursos para o setor cultural. “Assinamos o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura. O instrumento objetiva uma gestão eficiente, com controle de prestação de contas — e traz inédita valorização de Belas Artes e Arte Sacra”, comentou Bolsonaro hoje no Twitter.

Além de incentivar às Belas Artes, envolvendo a arquitetura, pintura, escultura, música, dança, teatro e literatura, o programa terá um plano anual que será desenvolvido pela Secretaria especial de Cultura, chefiada hoje por Mario Frias.

Entre os tipos de projetos listados como os que podem receber apoio do programa estão os que fomentam atividades culturais “com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade”. Também podem ser apoiados os que desenvolvem atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura.

A lista inclui ainda iniciativas que promovam a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países. Ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira, também são elegíveis.

O Pronac prevê ainda apoio as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não. Também pode ser acionado para impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial.

A Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo poderá escolher, mediante processo público de seleção, os programas, projetos e ações culturais a serem financiados e poderá designar comitês técnicos para essa finalidade.

Recursos

Segundo o decreto, o montante dos recursos destinados aos processos públicos de seleção e a sua respectiva distribuição serão definidos pelo ministro do Turismo e publicado no Diário Oficial da União, com base em proposta elaborada pelo Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo, observado o estabelecido no plano anual do Pronac.

As empresas patrocinadoras interessadas em aderir aos processos seletivos promovidos pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo deverão informar, previamente, o volume de recursos que pretendem investir, bem como sua área de interesse, respeitados o montante e a distribuição dos recursos definidos pela Secretaria Especial.

Brasil cria 309,1 mil empregos em junho, o 6º mês seguido de alta

O Brasil passou a ter 309,1 mil pessoas a mais com carteira assinada em junho. Foram 1,6 milhão de admissões contra 1,3 milhão de demissões no período. Esse foi o 6º mês seguido de resultado positivo na criação de empregos formais. No acumulado do ano, foram criadas 1,54 milhão de vagas.

Os dados constam no Novo Caged (Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregado), do Ministério da Economia. O sistema coleta, mês a mês, informações sobre contratos formais de emprego. Eis a íntegra da apresentação (1 MB) e do sumário (600 KB), divulgados nesta 5ª feira (29.jul.2021).

O ministro Paulo Guedes (Economia) comemorou os dados. Ele citou que o total de trabalhadores com carteira é de 40,9 milhões, um recorde desde janeiro de 2020, quando começou a nova série do Caged. O número representa um avanço de 0,76% ante maio. SETORES O resultado de junho foi puxado pelo setor de serviços, que abriu 125,7 mil postos. Eis o resultado por segmento:

  • serviços: 125.713;
  • comércio: 72.877;
  • indústria geral: 50.145;
  • agropecuária: 38.005;
  • construção civil: 22.460.

REGIÕES Houve saldo positivo de contratações em todas 27 unidades da Federação. O melhor resultado foi em São Paulo, o maior Estado, com 105,5 mil novas vagas. Eis os números nas 5 regiões do Brasil, todas com resultado positivo: Sudeste: 160.377;

  • Nordeste: 48.994;
  • Sul:42.270:
  • Centro-Oeste: 35.378;
  • Norte: 22.064.

SALÁRIO O valor médio da remuneração do emprego formal chegou a R$ 1.806,29. Houve queda de 0,09% frente a maio. METODOLOGIA Analistas não recomendam a comparação dos dados.

Uso de tecnologia para controlar crises epilépticas pode reduzir número de internações hospitalares pela metade, liberando leitos durante pandemia

Pacientes com epilepsia refratária, aqueles resistentes ao tratamento medicamentoso, permanecem internados em média 39 dias por ano, de acordo com um estudo americano de 2012, sobre o ônus de epilepsia não controlada em pacientes que requerem uma visita ao pronto-socorro ou hospitalização. Além disso, um paciente que não controla adequadamente suas crises recorre ao pronto-socorro cerca de 2 vezes mais do que um paciente que as controla e, por consequência, exige um maior número de atendimento com especialistas. Em épocas de pandemia, a liberação de leitos hospitalares torna-se crucial para o tratamento dos pacientes com Covid-19.

“Com a utilização da terapia de estimulação do nervo-vago, VNS, uma espécie de marca-passo para o cérebro, esse problema pode ser bastante atenuado”, afirma Celso Freitas, diretor médico da LivaNova, empresa de tecnologia médica líder de mercado na área de neurologia. Segundo um estudo de 2018 (Autoestimulação no tratamento com estimulador do nervo vago: modulação da neuromodulação), com o uso da terapia VNS as internações hospitalares por crise podem ser reduzidas em até 50%, e o número de pronto-atendimentos em até 75%.

No Brasil estima-se que cerca de 600 pacientes teriam indicação para o uso da tecnologia no SUS. Segundo dossiê da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), que recomenda a incorporação da terapia VNS no SUS, a incorporação desta tecnologia no SUS poderia representar uma redução significativa do número de internações de pacientes. Desta forma seria possível remanejar orçamentos e recursos que hoje são gastos no gerenciamento das crises desses pacientes, liberando mais de 12 mil leitos hospitalares/ano. Em épocas de pandemia, quando quase todos os hospitais do Brasil estão com ocupação máxima, esta liberação torna-se fundamental”, afirma Celso Freitas.

A fisioterapeuta Mary Ellen Mac fadden Moraes conta que seu filho Arthur, de apenas 5 anos, ficava praticamente internado o ano inteiro no hospital antes de implantar a terapia VNS. “Ele tinha mais de 100 convulsões seríssimas diariamente. Depois de implantar o VNS, no final de 2018, não teve mais que ser internado por conta da epilepsia. Nossa vida mudou completamente”, diz ela.

Terapia VNS – Como funciona:

A Terapia VNS usa um gerador, um pequeno aparelho médico como um marca-passo, que através de um condutor envia minúsculos impulsos elétricos ao eletrodo ligado ao nervo vago esquerdo situado no pescoço, ajudando a prevenir as irregularidades elétricas que causam as crises. O nervo vago é um grande elo de comunicação entre o corpo e o cérebro, responsável por enviar impulsos às partes do cérebro.

Procedimento de implante da Terapia VNS:

• O procedimento da Terapia VNS não envolve cirurgia cerebral.
• A cirurgia, rápida e simples, geralmente é realizada sob anestesia geral que pode requerer uma curta estadia no hospital.
• Através de uma pequena incisão o gerador de pulso é implantado sob a pele abaixo da clavícula esquerda ou próximo da axila esquerda.
• Uma segunda incisão pequena é efetuada no pescoço para fixar dois pequenos eletrodos ao nervo vago esquerdo. Os eletrodos são ligados ao gerador por um condutor sob a pele.
• Após a cirurgia, além das duas pequenas cicatrizes devido às incisões, quase não se pode notar o gerador que apresenta apenas uma leve elevação na pele do peito onde foi implantado.

Em adição à estimulação intermitente programada é fornecido um ímã aos pacientes, o qual permite aos pacientes ou cuidadores realizarem estimulações magnéticas sob demanda ao perceberem o início de uma crise. Por meio da estimulação sob demanda é possível parar ou diminuir a gravidade das crises epilépticas. A estimulação magnética sob demanda é um benefício único da terapia de eletroestimulação do nervo vago que oferece mais qualidade de vida aos pacientes e suas famílias.

A Epilepsia

A epilepsia é uma condição neurológica com incidência em torno de 1 a 2% da população. De acordo com a OMS, aproximadamente 50 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de epilepsia, o que posiciona a epilepsia como uma das doenças neurológicas crônicas mais comuns no planeta. No Brasil, as estimativas variam de 2 a 3 milhões de pessoas. Ela ocorre quando o cérebro não funciona corretamente e um grupamento de células cerebrais (neurônios) se comporta de maneira hiperexcitável.

Atualmente existem três opções de tratamento para a doença: a química (medicamentos e/ou dieta), a cirurgia ressectiva e a neuromodulação (terapia VNS). A maioria dos pacientes com epilepsia recebe o tratamento medicamentoso e quando este é feito corretamente 70% tem boa resposta, podendo até viver sem crises. Os casos com indicação cirúrgica são restritos, ocorrendo somente quando a região cerebral responsável pelas crises é bem definida e sua remoção não trará consequências ao paciente. No entanto, 20 a 30% dos pacientes refratários não evoluem bem ou não são candidatos à cirurgia. Para estes, o tratamento disponível é a neuromodulação. Dentro deste tipo de tratamento o estimulador do nervo vago (terapia VNS) foi o primeiro a ser aprovado pelo FDA em 1997, e no Brasil em 2000.

Sobre a LivaNova

A LivaNova é uma empresa global de tecnologia e inovação médica, construída com quase cinco décadas de experiência e um compromisso incansável de proporcionar esperança aos pacientes e suas famílias por meio de tecnologias médicas inovadoras, oferecendo melhorias para a cabeça e o coração. Sediada em Londres, a LivaNova emprega aproximadamente 4.000 funcionários e está presente em mais de 100 países para o benefício de pacientes, profissionais de saúde e sistemas de saúde em todo o mundo. A LivaNova opera com duas divisões, Cardiovascular e Neuromodulação, com sede em Mirandola (Itália) e Houston (EUA), respectivamente. Para mais informações acesse www.livanova.com.

 

 

Orlando Drummond, o Seu Peru, morre aos 101 anos

O ator e dublador morreu em decorrência de falência múltipla dos órgãos, em sua casa no Rio de Janeiro.

Entre maio e junho deste ano, Orlando Drummond havia ficado internado no Hospital Quinta D’Or, na Zona Norte carioca, para tratar uma infecção urinária grave.

Na última postagem de seu Instagram, feita pelos netos, foi informado como ele estava. “Muito obrigado pelo carinho e pelas mensagens de todos! O quadro do vovô segue grave, mas apresentou uma leve melhora de ontem para hoje. Parece que o antibiótico começa a apresentar resultado positivo. Ele está oscilando. Hoje, acordou mais disposto, tomou banho e comeu”, avisaram.

“Nossa corrente positiva parece estar funcionando! Aproveito para fazer um agradecimento à equipe de médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e todos da equipe de apoio, que, como sempre, prestam um serviço de excelência com muito carinho e calor humano. Vamos continuar com nossas orações para que nosso guerreiro saia dessa! #orlandodrummond“, pediram no dia 8 de maio.

Orlando Drummond ficou conhecido por viver o Seu Peru na Escolinha do Professor Raimundo. Além deste, ele ainda deu sua voz a outros personagens marcantes como o Alf, O ETeimoso, Gargamel dos Smurfs, Scooby-Doo, Popeye e Vingador.

Na Globo, além da interpretação como Seu Peru, Orlando participou do Chico Anysio Show (1988), do humorístico Zorra Total (1999), da telenovela Caça Talentos.

Além da esposa, o ator deixa os filhos Orlando Lenita, cinco netos e quatro bisnetos. Entre os netos, três seguem a carreira de dublador como o avô.

 

Maranhenses podem concorrer a 2,5 mil bolsas de estudo do Santander e Esade para aprimorar habilidades comportamentais no trabalho

O Santander, por meio do Santander Universidades, e a Esade – considerada uma das melhores escolas de negócios do mundo, com campus em Barcelona e Madrid – lançam 2.500 bolsas internacionais de estudo para aprimorar as denominadas soft skills, competências como liderança, criatividade e inteligência emocional. O programa Santander Skills | Upskill your Talent está estruturado em sete módulos, com seis a oito horas de duração, que podem ser realizados em espanhol, inglês ou português.

Cada curso reforça diferentes habilidades: negociação, criatividade, liderança, produtividade pessoal, influência e inteligência emocional, comunicação, resolução de problemas complexos e tomada de decisão. Tratam-se de competências essenciais para melhorar a empregabilidade neste momento marcado pela transformação digital e pela demanda por habilidades transversais.

“Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, com empregos mais automatizados, as soft skills tornaram-se um pré-requisito nos processos seletivos. No Santander, acreditamos firmemente que bolsas que potencializam habilidades como liderança, negociação ou criatividade dão valor agregado aos profissionais que, sem dúvida, melhorarão sua empregabilidade”, afirma Javier Roglá, diretor global do Santander Universidades.

Disponível para pessoas com mais de 18 anos do Brasil, Argentina, Chile, Alemanha, México, Polônia, Portugal, Espanha, Uruguai, EUA e Reino Unido, o treinamento é 100% online e baseado em um aprendizado por meio do modelo “learning by doing”, que alinha a teoria com a prática.

Os participantes aprenderão a coordenar e liderar equipes de forma assertiva, dar respostas criativas aos problemas ou deficiências de um projeto, agilizar processos por meio de novas metodologias, aumentar a capacidade de influenciar equipes de trabalho, clientes ou stakeholders, e saber escolher canais e mensagens para se comunicar com diferentes públicos.

Para Nicolás Vergara, superintendente executivo do Santander Universidades no Brasil, a oportunidade é uma chance para os brasileiros retomarem o ímpeto de estudar em um momento que o mercado pede novas habilidades. “Os cursos Santander Skills possuem um diferencial relevante para o mercado de trabalho. Você se torna um profissional melhor se especializando nas relações humanas, por meio do aprimoramento da comunicação interpessoal e na resolução de problemas complexos do cotidiano”, explica.

Marc Correa, diretor de educação Executiva da Esade, acredita que os cursos são uma ótima alternativa para se atualizar no mercado. “Com os cursos digitais, queremos formar profissionais nas soft skills que são cada vez mais demandadas no mercado de trabalho. O objetivo dessas bolsas é responder a uma necessidade óbvia e urgente de formar profissionais no que as empresas demandam e isso é essencial para a recuperação pós-pandemia”, conclui.

Um certificado de realização será emitido desde que os alunos completem o programa de forma satisfatória e realizem as tarefas e atividades propostas. O período de inscrição encerra em 21/09. Os interessados podem consultar todos os requisitos e formalizar sua inscrição pelo site https://www.becas-santander.com/pt_br/index.html.

Sobre o Santander Universidades
O Santander Brasil foi selecionado para o top 10 do ranking Change The World 2019 da revista americana Fortune, que aponta as empresas que colaboram para tornar o mundo um lugar melhor por meio de seus próprios negócios. O firme compromisso com a educação superior, por meio do Santander Universidades (www.santander.com/universidades), também diferencia o Banco como a empresa que mais investe em educação no mundo, segundo Informe Varkey / UNESCO / Fortune 500 de 2018. Já são acordos de colaboração com 1.000 universidades e instituições de 22 países, além de 2 bilhão de euros destinados a iniciativas acadêmicas e 600 mil bolsas de estudo desde 2002. O Santander Brasil tem investido mais de R$ 40 milhões por ano em educação, e em 2020 apoiamos mais de 24 mil estudantes por meio de diversos programas de bolsas de estudo.

Sobre Esade
Fundada em 1958, a Esade é uma instituição acadêmica global, com campus em Barcelona e Madri, e presente em todo o mundo através de acordos de colaboração com 185 universidades e escolas de negócios. Anualmente, mais de 11 mil alunos participam de seus cursos, nas três áreas de formação: Escola de Administração, Faculdade de Direito e Educação Executiva. Esade Alumni, associação de ex-alunos da Esade, tem mais de 65.000 ex-alunos e tem uma rede internacional de 72 capítulos, com ex-alunos de até 126 nacionalidades, presentes em mais de cem países. A Esade também participa do Parque de Inovação empresarial Esade Creapolis, um ecossistema pioneiro que visa inspirar, facilitar e acelerar os processos de inovação das empresas que participam dele. Com vocação internacional, a Esade ocupa posições de destaque nos principais rankings mundiais de escolas de negócios como Financial Times, QS, Bloomberg Businessweek ou America Economics. Esade é membro da Universidade Ramon Llull.