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LATAM transporta gratuitamente 684 mil doses de CoronaVac

Nesta segunda-feira, dia 25, estão programados 24 voos da LATAM com 684.600 mil doses de CoronaVac. As vacinas partem de São Paulo/Guarulhos para abastecer mais de vinte estados. O transporte é feito gratuitamente por meio do programa Avião Solidário.

Desde o dia 18, a companhia já realizou o carregamento de 749.282 doses da CoronaVac e 35.500 doses da vacina de Oxford. Ao todo – incluindo os voos de hoje (25) – a LATAM terá transportado mais de 1,4 milhão de doses de vacinas para ajudar no combate da pandemia no país. A ação é parte do plano nacional de imunização e um pedido do Ministério da Saúde, por meio da VTCLOG e com o apoio da ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).

A LATAM Cargo é a primeira aérea do continente americano e a única da América do Sul a obter a certificação CEIV Pharma, emitida pela IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Desde agosto, uma equipe tem planejado e adiantado os cenários para o transporte – doméstico e internacional -, levando em consideração o destino, a infraestrutura dos aeroportos e a logística necessária para o transporte das vacinas.

BAIXE IMAGENS AQUI

Avião Solidário da LATAM

O Avião Solidário beneficia há 9 anos a América Latina. Por meio da LATAM Cargo, o programa transportou nesta pandemia mais de 1.000 toneladas de cargas, como testes rápidos para Covid-19, medicamentos, máscaras, entre outros produtos, beneficiando o Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Argentina.

O Avião Solidário já transportou também, de forma gratuita, mais de 900 profissionais de saúde para atender às urgências do Covid-19 e mais de 500 pessoas com necessidades médicas diversas, como enfermidades ou cirurgias que requerem atendimento urgente.

Especificamente para Manaus, o programa transportou 69 toneladas de insumos médicos, cilindros de oxigênio e respiradores para a região.

 
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Acidente com avião mata quatro jogadores e presidente do time do Palmas

O acidente com um avião em uma pista de pouso particular em Luzimangues (Tocantins) neste domingo (24) matou quatro jogadores e o presidente do time do Palmas, de acordo com informações do G1.

Segundo a assessoria do clube, a bordo da aeronave estavam os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari. Além dos quatro, a avião levava ainda o presidente Lucas Meira e o piloto, identificado apenas como ‘comandante Wagner’.

Ainda segundo o G1, o avião caiu momentos após decolar de uma pista de pouso no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional, município localizado 60km ao sul de Palmas. A aeronave acabou atingindo o solo em um matagal logo após a cabeceira da pista.

Veja a nota do Palmas na íntegra

O Palmas Futebol e Regatas vem por meio desta informar que por volta das 8h15 da manhã deste domingo, 24, ocorreu um acidente aéreo envolvendo o presidente do clube Lucas Meira, quando decolava para Goiânia, para a partida entre Vila Nova x Palmas nesta segunda, 25, válida pela Copa Verde. O avião em que Lucas estava junto com o comandante Wagner e os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari, decolou e caiu no final da pista da Associação Tocantinense de Aviação. Lamentamos informar que não há sobreviventes. Neste momento de dor e consternação, o clube pede orações pelos familiares aos quais prestará os devidos apoios, e ressalta que no momento oportuno voltará a se pronunciar.

 
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Veja quantas doses da vacina de Oxford cada estado vai receber

O Ministério da Saúde começou hoje a distribuição aos estados das 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca. Todos os estados devem receber doses do imunizante até este domingo, segundo informou o governo.

Os primeiros voos decolam hoje da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino ao Ceará e ao Amazonas. Entre a noite de sábado  e a manhã do domingo (24) demais lotes da vacina serão enviados aos outros estados. Veja a seguir o total de doses para cada estado.

Rio de Janeiro – 185.000
São Paulo – 501.960
Ceará – 72.500
Amazonas – 132.500
Roraima – 4.000
Alagoas – 27.500
Pernambuco – 84.000
Paraná – 86.500
Sergipe – 19.000
Distrito Federal – 41.500
Goiás – 65.500
Santa Catarina – 47.500
Rio Grande do Sul – 116.000
Paraíba – 36.000
Espírito Santo – 35.500
Bahia – 119.500
Mato Grosso – 24.000
Rondônia – 13.000
Acre – 5.500
Mato Grosso do Sul – 22.000
Tocantins – 11.500
Maranhão – 48.500
Piauí – 24.000
Pará – 49.000
Amapá – 6.000
Minas Gerais – 190.500
Rio Grande do Norte – 31.500

Esse lote de vacinas chegou ao Brasil na sexta-feira, importado da Índia, onde foram produzidas pelo laboratório Serum. Os imunizantes desembarcaram em Guarulhos (SP) e foram transportados para o Rio de Janeiro, onde está localizada a fábrica de vacinas da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), entidade vinculada ao Ministério da Saúde.

OS técnicos da fundação fizeram a checagem de qualidade e segurança dos produtos e a rotulagem das caixas com informações em português.

A inspeção foi feita em Bio-Manguinhos, a unidade de produção de vacinas da Fiocruz. As vacinas foram levadas hoje por caminhões de Bio-Manguinhos a um depósito para separação em lotes pelo Ministério da Saúde. De lá, os imunizantes seguem para a Base Aérea do Galeão para serem enviadas aos estados.

O imunizante foi desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A Fiocruz possui um acordo para a produção da vacina no Brasil. Para isso, é necessário o envio de insumos ao país, ainda sem data precisa para acontecer.

 
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Vacinação contra Covid-19 em Manaus é suspensa em meio a investigação sobre irregularidade na aplicação das doses

A vacinação contra a Covid-19 em Manaus foi suspensa nesta quinta-feira (21). A previsão é que seja retomada na sexta. Somente profissionais que atuam no Samu seguem recebendo o imunizante. A medida foi anunciada em meio à investigação do Ministério Público do Amazonas sobre a suspeita de irregularidades na aplicação da vacina, com a fila de grupos prioritários sendo “furada”.

Denúncias foram feitas depois que parentes de empresários locais postaram fotos sendo vacinados e foram acusados de “furar fila”. A prefeitura da capital amazonense diz que não há irregularidades (leia mais ao final da reportagem).

Outra dificuldade vivida pelo Amazonas é o número de doses recebidas. O governo do estado informou, na segunda-feira (18), que recebeu 256 mil doses da CoronaVac. No entanto, depois corrigiu a informação e informou que o total recebido foi de 282 mil vacinas. Dessas, somente 221 mil foram distribuídas entre as cidades, incluindo a capital. O governo não informou o que ocorreu com as demais 60.727 doses que sobraram.

 

Governo promete replanejar campanha

Segundo o governo do estado, a suspensão da vacinação ocorre para replanejamento da campanha.

O objetivo, agora, é:

  • Discutir os critérios que definirão quais profissionais de saúde e de quais unidades têm prioridade para receber as primeiras doses, já que a quantidade de vacinas disponibilizadas pelo governo federal é insuficiente.
  • Após a definição dos critérios, pedir às unidades de saúde que enviem a lista nominal dos profissionais, com o setor em que cada um trabalha, para a Secretaria da Saúde de Manaus reprogramar a vacinação.

A suspensão da campanha foi definida pelas secretarias de Saúde de Manaus e do Amazonas, após uma reunião na noite de quarta-feira (20). Participaram do encontro representantes do Ministério Público Estadual, do Ministério Público Federal, da Defensoria Pública Estadual, da Defensoria Pública da União e do Ministério Público do Trabalho.

Os participantes da reunião concluíram que devem ser priorizados os profissionais mais expostos ao coronavírus e que trabalhem em unidades de referência de média e alta complexidade, que tenham contato direto com pacientes com Covid, considerando também comorbidades e idade.

Foi definido, ainda, que será garantida a segunda dose para os profissionais que já foram vacinados até esta quarta-feira.

Impasse entre governo estadual e municipal

A secretária municipal da Saúde, Shádia Fraxe, afirmou a prefeitura organizou 50 equipes de vacinação, com 200 profissionais, porém a definição de locais e de quem deve ser vacinado é de responsabilidade do governo do estado.

Já a Secretaria do Amazonas havia divulgado que a responsabilidade pela campanha era das prefeituras e que não era responsável pela definição das pessoas que receberão as doses, apenas entregava o imunizante aos municípios.

De acordo com a prefeitura de Manaus, nos primeiros dois dias de vacinação na capital, 1.140 profissionais de saúde receberam a primeira dose da CoronaVac. A Prefeitura recebeu, para esta primeira etapa da campanha, um total de 40.072 doses de vacina.

Denúncias na aplicação da vacina

A principal acusação sobre irregularidades na vacinação em Manaus envolve as médicas Gabrielle Kirk Lins e Isabbele Kirk Lins, vacinadas neste primeiro dia de imunização. A família das médicas é dona de hospitais e universidades particulares em Manaus, entre outros negócios.

Na quinta-feira, após as denúncias, o prefeito David Almeida disse que iria proibir imagens de pessoas recebendo a vacina.

“Aquelas duas jovens médicas que foram vacinadas e postaram na rede social, hoje, que inclusive está sendo objeto de muita polêmica, elas estavam de plantão. Elas estavam trabalhando. Elas estavam atendendo as pessoas no consultório. Essa é a verdade”, justificou o prefeito David Almeida em transmissão de vídeo na internet.

Em nota sobre a vacinação das médicas, a prefeitura informou que “não há nenhuma irregularidade, uma vez que se encontram nomeadas e atuando legitimamente no plantão da unidade de saúde, para a qual foram designadas, em razão da urgência e exceção sanitárias, estabelecidas nos primeiros 15 dias da nova gestão”.

Sistema de saúde em colapso

O Amazonas tem mais de 238 mil casos e 6,5 mil mortes por Covid-19. A capital amazonense enfrenta colapso no sistema de saúde por falta de oxigênio nos hospitais. A demanda pelo produto cresceu após o recorde de internações.

Fonte G1

 
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Senador Roberto Rocha solicita informações da China sobre os insumos para a produção da vacina contra a Covid-19

O presidente do Grupo Parlamentar Brasil-China, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), solicita ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da China, Yang Wanming, informações sobre o fluxo dos insumos para a produção da vacina contra a Covid-19, conforme ofício anexo.

Assessoria de Imprensa
Senador Roberto Rocha (PSDB-MA)

 
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Enfermeira de SP é primeira pessoa vacinada contra covid-19 no Brasil

A primeira dose de vacina contra covid-19 foi aplicada no Brasil neste domingo (17), após a aprovação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso emergencial da CoronaVac. A primeira pessoa vacinada no país é a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, com perfil de alto risco para complicações da covid-19.

“O senhor não tem noção da minha felicidade”, disse Mônica ao governador João Doria, antes de tomar a vacina. “Dez meses de sofrimento.”

Mônica é obesa, hipertensa e diabética. Apesar de se enquadrar nessas condições, em maio do ano passado, no auge da primeira onda da doença, ela se inscreveu para vagas de CTD (Contrato por Tempo Determinado), escolhendo trabalhar no Emílio Ribas, no epicentro do combate à pandemia. Ela trabalha em turnos de 12 horas, em dias alternados, na UTI do Emílio Ribas, hospital de referência para casos graves da doença. O setor tem 60 leitos exclusivos para o atendimento a pacientes com coronavírus, com taxa de ocupação média de 90%.

“Não é apenas uma vacina. É o recomeço de uma vida que pode ser justa, sem preconceitos e com garantia de que todos nós teremos as mesmas condições de viver dignamente, com saúde e bem-estar”, afirmou a enfermeira.

Quando começaram os testes clínicos da vacina Coronavac pelo Instituto Butantã, ela também se voluntariou para os testes. No começo deste ano, ela contou em reportagem ao site do Coren (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo) que já tinha tomado duas doses e não teve nenhum tipo de reação. “Sou monitorada periodicamente. Além disso, há um canal do WhatsApp pelo qual entram em contato semanal comigo”, explicou. Como ela foi escolhida agora para tomar a vacina, pode-se imaginar que ela tinha tomado placebo.

Antes de fazer faculdade de Enfermagem, Mônica atuou como auxiliar da área por 26 anos. O diploma foi obtido aos 47. “Quem cuida do outro tem que ter determinação e não pode ter medo. É lógico que eu tenho me cuidado muito a pandemia toda. Preciso estar saudável para poder me dedicar. Quem tem um dom de foicuidar do outro sabe sentir a dor do outro e jamais o abandona,” disse Mônica, de acordo com a assessoria de imprensa do Emílio Ribas.

A enfermeira é viúva e mora com o filho Felipe, de 30 anos. Seu irmão caçula, de 44 anos, auxiliar de enfermagem, chegou a se contaminar e ficou internado por 20 dias com a doença. Ela também cuida da mãe que, aos 72 anos, vive sozinha em outra casa.

Torcedora do Corinthians, Mônica aproveita as folgas no hospital para assistir aos jogos do clube de coração. Ela também é fã de de séries de TV e das canções de Seu Jorge.

No início do ano, ela deu uma entrevista ao Estadão em reportagem que falava sobre o clima da segunda onda da pandemia entre os trabalhadores de serviços essenciais. Na ocasião, ela contou que tinha medo da pressão do aumento de contágio sobre a rede de saúde pública, mas que estava esperançosa com a vacina. “Na primeira onda, a gente tinha os hospitais de campanha. Agora está mais complicado”, relatou. A última unidade do tipo que funcionava na capital paulista era o Hospital do Ibirapuera, zona sul, foi fechada em 26 de setembro.

“No Pronto Atendimento de São Mateus (zona leste), não temos estrutura para o paciente ficar internado. Solicitamos vaga e esperamos”, contou ela sobre o outra unidade de saúde onde trabalha.

Aplicação

Quem aplicou a primeira vacina também é mulher e enfermeira. Jéssica Pires de Camargo, 30, atua na Coordenadoria de Controle de Doenças e mestre em Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo.

Com histórico de atuação em clínicas de vacinação e unidades de Vigilância em Saúde, Jéssica já aplicou milhares de doses em campanhas do SUS contra febre amarela, gripe, sarampo e outras doenças.  “Não esperava ser a pessoa a aplicar esta primeira dose. Isto me enche de orgulho e esperança de que mais pessoas sejam protegidas da covid-19 e que outros colegas de profissão possam sentir a mesma satisfação que sinto ao fazer parte disso”, afirmou.

 
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Video:Ex-prefeito de Manaus culpa governador do Amazonas por falta de respiradores

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB) foi ao Twitter nesta 5ª feira (14.jan.2021) para criticar a atuação do atual governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), pela morte de pacientes pela falta de oxigênio nos hospitais da cidade. O governador rebateu as críticas.

“Wilson Lima você é o pior governador que o Amazonas já teve e o que acontece em Manaus é assassinato aos moldes de Hitler, por asfixia. Isso é doloroso e cruel”, escreveu Virgílio.

A declaração acontece duas semanas depois que Arthur Virgílio se despediu de seus 8 anos de mandato e deixou a Prefeitura de Manaus.

No vídeo, o ex-prefeito criticou a falta de respiradores e afirmou que Wilson Lima é o pior governador da história do Amazonas.

“Mas saiba da minha opinião: o senhor foi o pior governador que esse Estado já teve. E o senhor está praticando assassinato. E o pior, assassinato à la Hitler, assassinato tipo câmara de gás, assassinato por asfixia, o pior tipo, o mais doloroso, o mais cruel, o mais perverso”

Virgílio pediu à Assembléia Legislativa do Estado que inicie um processo de impeachment contra o governador, porque ele levará o Amazonas “do mal para o pior”.

Wilson Lima respondeu aos ataques do ex-prefeito e relembrou a morte do engenheiro Flávio, que foi morto por agressão depois de ser sequestrado em uma festa em Manaus. O policial Elizeu de Souza foi apontado como um dos envolvidos no caso. Ele era funcionário do gabinete militar da prefeitura de Manaus, e dirigia o carro do órgão no momento do sequestro.

O governador disse também que o ex-prefeito é “parte do problema”, referindo-se ao avanço da pandemia no Estado. “Desde o começo da pandemia estamos dando o sangue para salvar vidas e ele não fez a parte dele”, escreveu.

 
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Codevasf e parceiros avançam em projeto de reúso de água para produção de alimentos

A Codevasf e instituições parceiras avançaram para a fase de implantação de um projeto-piloto voltado ao uso de águas residuais na produção de alimentos. O objetivo do projeto é desenvolver tecnologias que permitam o reúso da água residual de estações de tratamento de esgoto na produção agrícola da região semiárida — especialmente para produção de hortaliças, forragens e manga.

Uma empresa contratada deverá elaborar o projeto executivo e implantar o sistema de irrigação do projeto-piloto, em área do projeto público de irrigação Senador Nilo Coelho — em Petrolina (PE). O projeto-piloto busca dar suporte ao desenvolvimento de ações, políticas e parâmetros de regulação para o reúso de água de esgoto tratado na produção de alimentos. De acordo com dados da Agência Nacional de Águas (ANA), a irrigação é a atividade que mais consome água no Brasil, à frente de abastecimento urbano; em regiões semiáridas, a irrigação é considerada fundamental para a produção agrícola.

“O projeto deverá gerar resultados de elevada importância, que poderão colaborar com mudanças de legislação e favorecer o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o reúso de água de esgoto doméstico tratado na irrigação de diversas culturas”, afirma Renato Brito Chaves, presidente do grupo de trabalho da Codevasf responsável por conduzir o projeto.

As ações empreendidas com o projeto-piloto envolvem o esforço conjunto de Codevasf, Ministério do Desenvolvimento Regional, Embrapa e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), com o apoio da Compesa e da Univasf. As próximas fases do projeto incluem a assinatura de um acordo de cooperação técnica e a obtenção de autorização ambiental para o desenvolvimento das atividades.

O projeto-piloto tem como escopo adequar sistemas de produção de hortaliças, forrageiras e manga com água residual de esgoto doméstico tratado para as condições de solo e clima encontradas no projeto de irrigação Senador Nilo Coelho. Também serão avaliados os impactos do uso da água residual sobre o solo e a água da região e sobre as plantas e frutos em produção. O piloto será empreendido em área de um hectare, cedida para o desenvolvimento das atividades pelo proprietário do lote 635 do projeto de irrigação Senador Nilo Coelho.

“Esse tipo de projeto poderá incentivar o reúso agrícola nos projetos públicos de irrigação. Se associado ao desenvolvimento de arranjos produtivos locais na produção de forrageiras, poderá prover renda para os agricultores e segurança alimentar para os animais. Entre diversos outros benefícios, a tecnologia do projeto também poderá viabilizar uma alternativa de reúso de água para o Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), pois muitos dos municípios que receberão as águas têm dificuldades de tratamento de águas residuárias”, acrescenta Renato Brito Chaves.

A Codevasf deverá orientar a implantação do sistema de irrigação do projeto-piloto e acompanhar as demais fases do projeto. O sistema de irrigação será composto por estação de bombeamento, abrigo de proteção para motobomba, equipamentos elétricos para acionamento do conjunto eletrobomba e sistemas de medição e fornecimento de energia elétrica, adutora para conduzir o efluente até a área piloto, sistema terciário de tratamento para hortaliças e sistema parcelar de irrigação constituído de rede de distribuição e de aplicação da água de reúso.

Assessoria de Comunicação e Promoção Institucional da Codevasf

 
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Combater a fome, conter a Covid-19 e levar esperança a milhares de famílias são algumas das realizações da LBV em 2020

Mais de três milhões de quilos em doações foram entregues pela Instituição nas cinco regiões do país

2020: um ano de grandes desafios para pessoas no mundo inteiro. No Brasil, não foi diferente. Além de causar mil

hares de mortes, a pandemia do novo coronavírus também afetou fortemente a vida das famílias mais vulneráveis, que já enfrentavam outros problemas sociais em todo o país.

Neste momento de desafio coletivo, há de se destacar a Solidariedade e a generosidade do povo brasileiro, das pessoas de Boa Vontade que se uniram, se mobilizaram, fizeram a diferença e ajudaram a salvar milhares de vidas da fome e do contágio pela Covid-19.

De Norte a Sul do país, a Legião da Boa Vontade (LBV), com suas equipes de trabalho e seus voluntários, percorreu diversas comunidades do país para levar alimentos, kits de limpeza, entre outras doações. Foram mais de três milhões de quilos em donativos entregues em 185 cidades brasileiras, impactando mais de 170 mil pessoas.

Mobilizar pessoas, arrecadar as doações, fazer a triagem, higienizar os itens, montar as cestas de alimentos e os kits de limpeza e entregar os donativos com toda a segurança e os cuidados recomendados pelas autoridades de saúde, tanto para as equipes de trabalho quanto para os atendidos, foram algumas das atividades realizadas pela LBV. E assim a Instituição agiu de março a dezembro de 2020, sem cessar, até porque as demandas sociais aumentaram em decorrência do desemprego, da falta de renda pela perda de serviços informais, entre outras situações. Essa é apenas uma parte da ação humanitária da Legião da Boa Vontade, pois o trabalho realizado por ela em suas 82 unidades (escolas, abrigos e Centros Comunitários de Assistência Social) de atendimento a crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e gestantes continuou por meio da ação de educadores, psicólogos, assistentes sociais, professores, enfermeiros, fisioterapeutas, gestores sociais e uma infinidade de profissionais atuando nas atividades essenciais e na linha de frente da Entidade.

Por isso, a Legião da Boa Vontade agradece a todos os seus doadores, amigos, parceiros, profissionais da mídia, influencers, artistas, equipes de trabalho, voluntários e tantos outros anônimos e não anônimos que se uniram a essa nobre causa para salvar vidas e ajudar a socorrer quem mais precisa. A pandemia ainda continua, mas com a Solidariedade e a união de todos vamos vencer mais esse desafio coletivo.

Colabore você também, e ajude a transformar a vida de milhares de famílias. Em São Luís/MA o Centro Comunitário de Assistência Social da LBV está localizado na Rua Catulo da Paixão Cearense, 74 – Vila Passos. Telefone (98) 3214-1428.

 

 
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Governo Federal vai investir R$ 6 mi em delegacias contra violência doméstica

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves, planeja investir cerca de 6 milhões de reais na implementação de salas de atendimento especializado a mulheres vítimas de violência, desta vez em delegacias comuns.

Ao custo de de 250.000 reais por unidade, a previsão é de que 25 núcleos integrados de apoio a mulheres sejam implementados até o final de 2022. Damares tem por meta instalar 135 unidades — ao menos cinco por estado.

Atualmente, menos de 10% das cidades brasileiras possuem delegacias especializadas no combate à violência doméstica. E menos de 20% têm algum órgão de proteção à mulher.

Além de sala, com espaço lúdico para receber crianças, por exemplo, as delegacias receberão, ainda, uma viatura e treinamento para implementação de protocolo especializado de atendimento à vítima de violência.

As primeiras unidades devem ser construídas em Rio Branco (AC), cidade onde houve explosão no número de feminicídios durante a pandemia, e Campo Grande (MS), onde Damares espera diminuir os índices de violência doméstica.

 
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