Hoje atarde a redação do Blog recebeu a visita do Jackson macedo que estava sendo contado para ser candidato a vereador em codó.
Hoje atarde a redação do Blog recebeu a visita do Jackson macedo que estava sendo contado para ser candidato a vereador em codó.
A janela de filiação partidária aberta no mês de março e a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos.
A seis meses das eleições municipais, levantamento feito pela Folha no sistema de filiação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta que, de cada cinco prefeitos do PT eleitos em 2012, um deixou o partido. Os dados mostram filiações e desligamentos concluídos até 15 de abril.
Ao todo, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido. Essa conta inclui gestores que renunciaram ou foram cassados.
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A ex-senadora Marina Silva diz que a maioria dos brasileiros não quer vero vice-presidente Michel Temer na cadeira de Dilma Rousseff. À frente de uma campanha por novas eleições, ela sugere que o peemedebista não terá “legitimidade e credibilidade” para assumir o governo.
Marina também questiona o compromisso de Temer com o combate à corrupção. Ela lembra que o vice é aliado do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e não citou a Lava Jato no áudio em que já falava como novo presidente.
Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não terá poder de influência na decisão dos senadores maranhenses no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Desmoralizado com o resultado da bancada federal do Estado, Flávio não tem ‘cacife’ nem para cooptar o voto do seu aliado no Senado Federal, Roberto Rocha (PSB).
Rocha vai votar de acordo com sua vontade e sem seguir o desejo de Flávio, que é contra o afastamento de Dilma.
E, ao que tudo indica, o socialista será a favor pelo impeachment da presidente, juntamente com os demais senadores João Alberto e Edison Lobão, ambos do PMDB.
Eu nem ia escrever essa mensagem para não parecer revanchismo.
Mas depois do voto do Dep. José Reinaldo no último domingo , fazendo menção a Jackson Lago, resolvi escrever. Foi muito emocionante porque me fez lembrar de um momento doloroso da minha história, da história do Dr. Jackson Lago e da história do Maranhão.
17 de abril de 2009. Exatos 7 anos atrás o governador do MA, Jackson Lago e eu, Luiz Carlos Porto, vice governador, fomos tirados do governo. Injustamente. O Supremo Tribunal Federal reconheceu e afirmou depois o grave erro jurídico. E depois da morte, “in memorian”, Jackson Lago recebeu a maior Comenda do Senado Federal.
Lembram as acusações? Foram 3:
1) Uma fala em um sindicato em Pinheiro. Dr. Jackson nem candidato era ainda. E não pediu votos.
2) Aniversario de Codó. Dr. Jackson foi convidado. Nem candidato era. Discursou. Não falou de voto.
3) Em Imperatriz, fomos acusados de que algum aliado nosso comprou voto para nós. Depois, a pessoa foi encontrada e afirmou que recebeu dinheiro para dar o testemunho contra Dr. Jackson. Logo em Imperatriz, que tivemos quase 80% dos votos. Tentamos apresentar o depoimento da pessoa que nos acusou. Mas o TSE recusou colocarmos o depoimento no processo. Tudo já estava armado.
Era para nos tirar do governo a qualquer preço. Foi duro. Dr. Jackson Lago disse que só sairia do Palácio dos Leões, morto. Eu e outras pessoas tivemos que convencê-lo. Descemos juntos as escadas do Palácio. Muitos que hoje usam o nome dele na TV com oportunismo, estavam festejando a nossa cassação naquele dia. É a historia andando. Mas o povo não esquece facilmente os fatos e personagens reais da verdadeira historia.
Ontem acompanhei a agonia das pessoas que articularam a nossa cassação. Alguns dos que lutaram para tirar o nosso mandato estavam no banco dos réus. E com provas incontestáveis.
Justamente no dia 17 de abril. No dia que o Maranhão chorou com a cassação do nosso mandato. Exatos 7 anos depois, parte dos que atentaram contra nós, começou a chorar.
Ironia de que? Do destino? De Deus? Da História?
Nosso inesquecível governador já nos deixou. E as lembranças dele são sempre emocionantes. Um homem de bem. Um homem honrado.
Deixou exemplo, atitudes e feitos.
Quanto a mim e a minha família, a vida continua por aqui. Estou de pé. Viajo com minha esposa, Cristina, pelo Brasil afora dando palestras para famílias, pela Assembleia de Deus. Uma missão de extrema relevância e que nos dá muita satisfação. Sou o Vice-prefeito de Imperatriz, minha cidade; presido novamente uma das instituições mais importantes da cidade, a Academia Imperatrizense de Letras e também me preparo para disputar a Prefeitura de Imperatriz, em 2016.
A vida é assim: cheia de atos, gestos, lembranças e surpresas. Ontem, o ex-governador Zé Reinaldo me surpreendeu e me emocionou. Garanto, que se Jackson Lago estivesse votando ontem em Brasília, o seu partido, o partido que ele fundou, não teria andado no caminho que muitos andaram.
Viva Jackson Lago!
O amplo apoio dado pelo ex-presidente José Sarney à queda da presidente Dilma Rousseff (PT) deve influenciar decisivamente nas eleições ao governo do Estado do Maranhão em 2018. Interlocutores do ex-presidente admitem nos bastidores que o apoio dado à articulação do vice-presidente Michel Temer teve dois grandes objetivos: o retorno da família Sarney (ou do PMDB) ao governo do estado em 2018 e a concessão de um ministério à ex-governadora Roseana Sarney.
Desde o final de 2014, Sarney tem admitido a aliados que teve algumas rusgas com a presidente Dilma Rousseff, principalmente por ela não ter apoiado, naquele ano, a candidatura do ex-senador Edison Lobão Filho, que foi capitaneada pelo grupo Sarney. Na ocasião, foi justamente Temer que, para tentar apaziguar os ânimos entre o PT de Lula e Dilma e o PMDB, desembarcou em São Luís e fez questão de ajudar na campanha em favor do filho do ex-ministro e senador Edison Lobão (PMDB).
A amigos, Sarney sempre se queixou desse detalhe e atribuiu a esse isolamento de Dilma um dos fatores pelos quais perdeu o controle do governo do estado do Maranhão. Uma fonte ligada ao ex-presidente chegou a ressaltar na noite de domingo 17, durante a votação do impeachment, que “Dilma estava pagando por ignorar um articulador político hábil como Sarney”.
Em conversas reservadas com Michel Temer, conforme fontes ligadas ao peemedebista, o PMDB sinalizou que poderia dar um ministério para Roseana Sarney. A ideia, no entanto, não é bem vista por setores mais progressistas do partido que enxergam, nessa possibilidade, um desgaste desnecessário quando Temer assumir a presidência.
Nesse primeiro momento, Temer quer montar um governo com 20 ministérios, compostos por políticos e por líderes sociais. Por isso, em um processo de reconciliação nacional, o nome de Roseana aparece como uma alternativa marginal nesse processo. Para evitar “maiores polêmicas”, conforme informações de um peemedebista ligado a Temer.
Justamente por isso, o vice-presidente também prometeu dar total suporte ao grupo Sarney para voltar ao poder no Maranhão em 2018. O candidato sarneyzista ainda não está definido, mas pode ser a própria Roseana a princípio. Nessa articulação, Sarney também tentará dificultar a vida do governador Flávio Dino (PCdoB) na esfera federal. Fontes ligadas a Temer afirmam que o vice-presidente, também, não achou “nada simpático” o governador maranhense ter se manifestado na disputa política entre Temer e Dilma e ter encorpado o discurso de que o impeachment era “um golpe em curso”.
O vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), tem pelo menos duas legendas a disposição de filiação, caso seja expulso do seu partido por infidelidade partidária. Na sexta-feira 15, dois dias antes da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), foi divulgado um vídeo em que o parlamentar se coloca contra o afastamento da presidente, em desacordo com o seu partido, que decidiu fechar o voto da bancada a favor do impeachment, sob ameaça de expulsão em caso de desobediência.
Como Maranhão confirmou, ontem 17, o voto antecipado na gravação, o PP deve ingressar com uma ação para expulsá-lo da sigla. O caminho então é seguir para o PDT ou para o PCdoB, partidos diretamente ligados a rebeldia do parlamentar.
Foi por intervenção do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por exemplo, que o vice-presidente da Câmara mudou de voto poucas horas depois de confirmar a membros da bancada maranhense que seria favorável ao afastamento de Dilma por crime de responsabilidade. Pesou para a mudança do voto pelo menos duas ofertas: o comando do Ministério da Integração e a garantia de uma das duas vagas ao Senado em 2018, que ficarão abertas com a saída dos peemedebistas João Alberto e Edison Lobão. No sábado 16, Waldir Maranhão chegou a voltar ao voto anterior, a favor do impeachment, após reunião com a cúpula do PP, mas ao chegar no dia da votação, mudou novamente de opinião, retornando ao voto contrário, conforme acordo com Flávio Dino e o ex-presidente Lula (PT).
No vídeo que gerou crise na alta cúpula do PP, o vice-presidente da Câmara aparece ao lado do líder do PDT na Casa, deputado Weverton Rocha. O pedetista, inclusive, foi quem abriu a gravação, passando-a em seguida para Waldir, que afirmou, “em defesa da democracia” e da “constituição”, que levaria com ele mais outros 11 parlamentes do PP.
Diante dessa frente, o líder da bancada do PP na Câmara, o ex-ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro (PB), afirmou que a direção nacional do partido abriria um processo de expulsão do parlamentar maranhense caso ele confirmasse o voto contra o impeachment, o que se confirmou. Se expulsão de Maranhão pelo PP ocorrer como o prometido, é esperado que Dino e Rocha lhe ofereçam abrigo nas suas respectivas legendas, sendo o caminho mais provável o PCdoB, já como ungido para a vaga ao Senado.
Vale lembra ainda que, no mesmo dia do vazamento do vídeo por Weverton Rocha, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional da legenda, protocolou pedido para que Maranhão seja destituído da presidência do diretório estadual do partido. Caso isso aconteça, ele será substituído por André Fufuca (MA), que votou a favor do impeachment. Como consequência da desobediência, Waldir pode também ser expulso da 1ª vice-presidência da Câmara, já que ele foi eleito ocupando justamente a vaga do PP na chapa que elegeu Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa.
Fonte: Atual 7
Esse cara esteve comigo hoje. Como ele faz isso? Ele ia votar com a gente”. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um desabafo inconformado ao assistir ao voto do deputado Tiririca (PR-SP), favorável à abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
“Senhor presidente, pelo meu país, meu voto é sim”, afirmou Tiririca durante a sessão de domingo (17). Há quase seis anos como deputado, essa foi a primeira vez que o ex-humorista fez uso do microfone do plenário da Câmara.
Sentado em uma das salas de reunião do Palácio da Alvorada, Lula disse à presidente Dilma que havia recebido Tiririca na manhã de domingo, no quarto do hotel em que se hospeda em Brasília.
Um experiente militante do PT sempre me dizia que nas disputas acirradas, em colegiados eleitorais restritos, o resultado é sempre definido pela “taxa de traição”.
Depois da votação na Câmara Federal, onde os deputados decidiram pela abertura do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), agora o processo seguirá para o Senado Federal que dará o veredicto final e ao que tudo indica deverá culminar com o afastamento da petista.
Pelo menos é o que já aponta o levantamento feito pelo jornal O Estadão. De acordo com o levantamento, dos 81 senadores, 45 já seriam favoráveis ao impeachment. Os demais estariam contra o impeachment (21), indecisos (06) e/ou não quiserem responder (09).
Os três senadores do Maranhão, baseado no levantamento, podem ajudar Dilma Rousseff na missão quase que impossível de se livrar do impeachment.
Apenas o senador João Alberto (PMDB) já teria se posicionado e seria contra o impeachment, repetindo o voto do seu filho, o deputado federal João Marcelo (PMDB), na Câmara Federal.
Os outros dois senadores não se posicionaram. Edison Lobão (PMDB), que chegou a ser ministro de Dilma Rousseff, estaria indeciso e Roberto Rocha (PSB) não quis responder ao questionamento feito. Clique aqui e veja todo o levantamento.
Depois dos deputados federais, agora serão os senadores os novos protagonistas da política brasileira, pelo menos até o dia 10 de maio, prazo previsto para o julgamento decisivo de Dilma Rousseff.
Até lá é aguardar e conferir.
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