Jackson Macedo Abre mão de candidatura a vereador, para apoiar o Delegado Dr. Rômulo Vasconcelos

IMG_20160427_064028Hoje atarde a redação do Blog recebeu a visita do Jackson macedo que estava sendo contado para ser candidato a vereador em codó.
Na ocasião vários assuntos foram relacionados sobre o momento que vive codó, principalmente quando o assunto é politica. e ele foi muito claro e decidido com os questionamentos a nossa redação.
Ao ser questionado sobre a possível desistência de se lançar candidato a vereador nas eleições 2016 Jackson Macedo disse ao blog, que por motivo de pendencia na filiação partidária, e também porque passou alguns anos em Fortaleza por outro lado o Dr. Rômulo Vasconcelos sempre esteve emCodó na defesa do social.images (2)
Delegado Romulo Vasconcelos será candidato a Vereador
Jackson Macedo relatou ainda “Nós temos uma amizade saudável de muitos anos, e como estamos todos no grupo do nosso futuro prefeito Francisco Nagib dai, me vem a certeza de que Dr. Rômulo Vasconcelos e Francisco Nagib estão juntos por mais segurança publica”. Frisou Jackson Macedo.
Macedo disse ainda está confiante nesse novo projeto do Delegado Rômulo Vasconcelos.
Fonte:Blog do Adalberto Miranda

Com impeachment, PT vive onda de deserções e perde 1 de cada 5 prefeitos

14221152A janela de filiação partidária aberta no mês de março e a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos.

A seis meses das eleições municipais, levantamento feito pela Folha no sistema de filiação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta que, de cada cinco prefeitos do PT eleitos em 2012, um deixou o partido. Os dados mostram filiações e desligamentos concluídos até 15 de abril.

Ao todo, 135 dos 638 prefeitos eleitos pelo PT pediram desfiliação ou foram expulsos do partido. Essa conta inclui gestores que renunciaram ou foram cassados.

O maior desgaste da legenda está concentrado em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, governados pelo PSDB e pelo PMDB, mas o movimento também atingiu Estados comandados por petistas, como a Bahia e Minas Gerais.

Em São Paulo, 35 dos 73 prefeitos eleitos migraram. No Paraná, foram 18 baixas entre 40 gestores. No Rio de Janeiro, mantiveram-se fiéis ao PT só quatro dos 11 prefeitos eleitos há quatro anos.

Em Mato Grosso do Sul, oito dos 13 prefeitos saíram da legenda. Está nesse grupo Paulo Duarte, gestor de Corumbá, município com mais de 100 mil habitantes. A maior parte das desfiliações ocorreu neste ano, após a prisão do senador Delcídio do Amaral, tido até então como a estrela do partido no Estado.

As baixas atingiram ainda cidades com mais de 500 mil habitantes, próximas de grandes metrópoles, como Osasco (SP) e Niterói (RJ).

FATORES

Em outubro do ano passado, a Folhajá havia mostrado que a grave crise econômica, as acusações de corrupção apuradas na Lava Jato e o desgaste de popularidade de Dilma haviam feito 69 prefeitos eleitos pelo PT em 2012 abandonarem o Paris.

Agora, seis meses depois, o número de deserções praticamente dobrou. O início da tramitação do pedido de impeachment da petista na Câmaraocorreu entre os dois levantamentos, em dezembro.

Para o cientista político Carlos Melo, professor do Insper, pesa sobretudo a proximidade das eleições nas decisões tomadas pelos prefeitos. “Há vários prismas a considerar: a má imagem do PT com a Lava Jato, a dificuldade dos municípios de renegociar dívidas com o governo federal, de obter repasse e de aumentar arrecadação. Sair do partido dá a esses prefeitos o discurso da oposição ao menos”, afirma Melo.

O secretário nacional de organização do PT, Florisvaldo Souza, no entanto, diz que a perda de prefeitos não é um assunto que preocupa a agremiação neste momento.

“Temos um golpe em curso. Não estamos preocupados com quem saiu, mas sim com quem ficou e vai defender a democracia e nosso legado”, afirmou Souza, destacando que o partido teve crescimento de militantes filiados.

Para o dirigente, apesar de ter perdido alguns quadros históricos, a maioria dos prefeitos que deixou o PT não possuía raízes no partido. “São pessoas que vieram na onda e na onda saíram. Estão mais interessadas em objetivos eleitorais do que programáticos”, diz ele.

Filiado ao PT em 2011, eleito em 2012 e desligado do partido neste ano, o prefeito de Maracás (BA), Paulo dos Anjos, é retrato da “onda” citada pelo dirigente da legenda.

Ele diz que trocou o PT pelo nanico PSL (Partido Social Liberal) por divergências locais com o comando da legenda. Mas dos Anjos argumenta que o atual cenário de crise do PT também influenciou a sua decisão.
“A gente vê tanta coisa errada que acaba ficando entristecido, desiludido”, diz o prefeito, que vai disputar a reeleição neste ano.

Já o prefeito de Osasco, Jorge Lapas,migrou para o PDT (Partido Democrático Trabalhista) após 11 anos no PT. Em carta aberta à população, Lapas observou que a antiga sigla vive “momento delicado no cenário nacional”, mas ressaltou o papel das disputas internas em sua decisão.

“No âmbito municipal, a legenda vem se deixando levar por visões e interesses individuais, que dividem o partido e promovem um clima de insegurança e instabilidade em nossos aliados”, disse. O prefeito travou disputa local com o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, condenado no mensalão.

Se ao fim dessa janela de filiação o PT conta com 503 prefeitos, o professor do Insper avalia ser plausível que o número diminua –e que deputados estaduais e federais também deixem o partido nos próximos meses.

“Haverá um efeito cascata. Houve um enfraquecimento grande do PT, e é improvável que a legenda vença todas as reeleições ou eleja sucessores para obter mais que os 500 prefeitos atuais. Como o Legislativo depende das máquinas municipais, é natural a perspectiva de procurar alternativas”, afirma Melo.

Fonte:Folha

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Marina sugere que Temer não terá legitimidade e defende novas eleiçõee

16110239A ex-senadora Marina Silva diz que a maioria dos brasileiros não quer vero vice-presidente Michel Temer na cadeira de Dilma Rousseff. À frente de uma campanha por novas eleições, ela sugere que o peemedebista não terá “legitimidade e credibilidade” para assumir o governo.

Marina também questiona o compromisso de Temer com o combate à corrupção. Ela lembra que o vice é aliado do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e não citou a Lava Jato no áudio em que já falava como novo presidente.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista.

*

MICHEL TEMER
Marina disse que a eventual posse de Michel Temer não resolverá a crise política e econômica. “Minha posição é clara. Nem Dilma, nem Temer. A saída para o Brasil é uma nova eleição.” Ela descartou a hipótese de a Rede Sustentabilidade participar de um “governo de salvação nacional” liderado pelo vice.

Para a ex-senadora, os brasileiros não querem Temer na cadeira de Dilma. “Hoje 58% defendem que ele também seja alvo de um processo de impeachment. Apenas 1% dos eleitores se lembram dele para presidente”, afirmou, citando pesquisas do Datafolha.

“Para um governo ter legitimidade e credibilidade, é preciso que os partidos e os candidatos se reapresentem à sociedade. Os atalhos nem sempre nos levam para os melhores lugares. Às vezes, podem nos conduzir a abismos.”

Marina também atacou o discurso de Temer falando como se já estivesse na cadeira de presidente. “Ele deixou vazar um áudio que não tem uma única frase de apoio à Lava Jato. E hoje a corrupção é a maior preocupação das pessoas”, afirmou.

DILMA ROUSSEFF
Marina criticou a entrevista de Dilma Rousseff à imprensa estrangeira, nesta terça (19). “Fiquei muito preocupada com a tentativa de passar a ideia de que impeachment é golpe. Então o Supremo está participando de um golpe?”, disse. “Para ficar no cargo, ela diz lá fora que as instituições brasileiras não estão funcionando. Até que ponto vale o apego ao poder?”, perguntou.

DUPLA RENÚNCIA
Para a ex-senadora, a presidente e o vice deveriam ter renunciado a seus cargos antes da votação do impeachment. “Se Dilma e Temer tivessem noção do sofrimento a que a população está sendo submetida, eles teriam derrubado aquele muro [erguido na Esplanada dos Ministérios] com o gesto da renúncia.

“A renúncia não é um ato de fraqueza. É um ato de coragem. Os estadistas sabem que a nação está acima dos seus projetos de poder.”

NOVAS ELEIÇÕES
Derrotada nas últimas duas eleições presidenciais, Marina disse que insistirá na tese de antecipar a disputa de 2018. “Qual é a vantagem de uma nova eleição?”, perguntou a ex-senadora a si mesma. “Repactuar a sociedade para a transição em um momento difícil do país”, respondeu. Ela defende que o TSE casse a chapa Dilma-Temer caso fique comprovado o uso de dinheiro do petrolão na campanha.

A ex-senadora negou que a ideia tenha relação com seu favoritismo nas pesquisas. Ela tem 19% das intenções de voto e está tecnicamente empatada com o ex-presidente Lula, que tem 21%. “Quando comecei a defender a tese, não estava na liderança”, disse. Ela repetiu que ainda não sabe se será candidata pela terceira vez.

SESSÃO DO IMPEACHMENT
A ex-senadora criticou o nível dasessão que paralisou o país no último domingo (17). Ao votar, os deputados citaram razões particulares e aproveitaram para homenagear parentes e amigos, sem debater as razões do impeachment.

“A superficialidade foi um susto para boa parte da sociedade brasileira”, disse Marina. “Mas não foi muito diferente da sessão que cassou o presidente Collor, quando também não houve muito debate sobre o mérito do pedido de impeachment”, afirmou.
“Estamos vivendo um momento dramático da história do país. Acompanhei a sessão inteira, muito preocupada.”

LULA NA CASA CIVIL
“Dilma perdeu a condição de liderar ao nomear Lula primeiro-ministro”, disse a ex-petista. “Pensei que seria um paliativo, mas ele virou combustível para a crise.”

Senador Roberto Rocha votará a favor do Impeachment

DSC_0198O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não terá poder de influência na decisão dos senadores maranhenses no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Desmoralizado com o resultado da bancada federal do Estado, Flávio não tem ‘cacife’ nem para cooptar o voto do seu aliado no Senado Federal, Roberto Rocha (PSB).

Rocha vai votar de acordo com sua vontade e sem seguir o desejo de Flávio, que é contra o afastamento de Dilma.

E, ao que tudo indica, o socialista será a favor pelo impeachment da presidente, juntamente com os demais senadores João Alberto e Edison Lobão, ambos do PMDB.

JACKSON LAGO E O 17 DE ABRIL

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Eu nem ia escrever essa mensagem para não parecer revanchismo.

Mas depois do voto  do Dep. José Reinaldo no último domingo , fazendo menção a Jackson Lago, resolvi escrever. Foi muito emocionante porque me fez lembrar de um momento doloroso da minha história, da história do Dr. Jackson Lago e da história do Maranhão.
17 de abril de 2009. Exatos 7 anos atrás o governador do MA, Jackson Lago e eu, Luiz Carlos Porto, vice governador, fomos tirados do governo. Injustamente. O Supremo Tribunal Federal reconheceu e afirmou depois o grave erro jurídico. E depois da morte, “in memorian”, Jackson Lago recebeu a maior Comenda do Senado Federal.
Lembram as acusações? Foram 3:
1) Uma fala em um sindicato em Pinheiro. Dr. Jackson nem candidato era ainda. E não pediu votos.
2) Aniversario de Codó. Dr. Jackson foi convidado. Nem candidato era. Discursou. Não falou de voto.
3) Em Imperatriz, fomos acusados de que algum aliado nosso comprou voto para nós. Depois, a pessoa foi encontrada e afirmou que recebeu dinheiro para dar o testemunho contra Dr. Jackson. Logo em Imperatriz, que tivemos quase 80% dos votos. Tentamos apresentar o depoimento da pessoa que nos acusou. Mas o TSE recusou colocarmos o depoimento no processo. Tudo já estava armado.
Era para nos tirar do governo a qualquer preço. Foi duro. Dr. Jackson Lago disse que só sairia do Palácio dos Leões, morto. Eu e outras pessoas tivemos que convencê-lo. Descemos juntos as escadas do Palácio. Muitos que hoje usam o nome dele na TV com oportunismo, estavam festejando a nossa cassação naquele dia. É a historia andando. Mas o povo não esquece facilmente os fatos e personagens reais da verdadeira historia.
Ontem acompanhei a agonia das pessoas que articularam a nossa cassação. Alguns dos que lutaram para tirar o nosso mandato estavam no banco dos réus. E com provas incontestáveis.

Justamente no dia 17 de abril. No dia que o Maranhão chorou com a cassação do nosso mandato. Exatos 7 anos depois, parte dos que atentaram contra nós, começou a chorar.
Ironia de que? Do destino? De Deus? Da História?
Nosso inesquecível governador já nos deixou. E as lembranças dele são sempre emocionantes. Um homem de bem. Um homem honrado.
Deixou exemplo, atitudes e feitos.
Quanto a mim e a minha família, a vida continua por aqui. Estou de pé. Viajo com minha esposa, Cristina, pelo Brasil afora dando palestras para famílias, pela Assembleia de Deus. Uma missão de extrema relevância e que nos dá muita satisfação. Sou o Vice-prefeito de Imperatriz, minha cidade; presido novamente uma das instituições mais importantes da cidade, a Academia Imperatrizense de Letras e também me preparo para disputar a Prefeitura de Imperatriz, em 2016.
A vida é assim: cheia de atos, gestos, lembranças e surpresas. Ontem, o ex-governador Zé Reinaldo me surpreendeu e me emocionou. Garanto, que se Jackson Lago estivesse votando ontem em Brasília, o seu partido, o partido que ele fundou, não teria andado no caminho que muitos andaram.
Viva Jackson Lago!

Apoio de Sarney a Michel Temer visa ministério e retorno em 2018

michel-temer-roseana-sarney-jose-sarney-e1461013012334-940x540O amplo apoio dado pelo ex-presidente José Sarney à queda da presidente Dilma Rousseff (PT) deve influenciar decisivamente nas eleições ao governo do Estado do Maranhão em 2018. Interlocutores do ex-presidente admitem nos bastidores que o apoio dado à articulação do vice-presidente Michel Temer teve dois grandes objetivos: o retorno da família Sarney (ou do PMDB) ao governo do estado em 2018 e a concessão de um ministério à ex-governadora Roseana Sarney.

Desde o final de 2014, Sarney tem admitido a aliados que teve algumas rusgas com a presidente Dilma Rousseff, principalmente por ela não ter apoiado, naquele ano, a candidatura do ex-senador Edison Lobão Filho, que foi capitaneada pelo grupo Sarney. Na ocasião, foi justamente Temer que, para tentar apaziguar os ânimos entre o PT de Lula e Dilma e o PMDB, desembarcou em São Luís e fez questão de ajudar na campanha em favor do filho do ex-ministro e senador Edison Lobão (PMDB).

A amigos, Sarney sempre se queixou desse detalhe e atribuiu a esse isolamento de Dilma um dos fatores pelos quais perdeu o controle do governo do estado do Maranhão. Uma fonte ligada ao ex-presidente chegou a ressaltar na noite de domingo 17, durante a votação do impeachment, que “Dilma estava pagando por ignorar um articulador político hábil como Sarney”.

Em conversas reservadas com Michel Temer, conforme fontes ligadas ao peemedebista, o PMDB sinalizou que poderia dar um ministério para Roseana Sarney. A ideia, no entanto, não é bem vista por setores mais progressistas do partido que enxergam, nessa possibilidade, um desgaste desnecessário quando Temer assumir a presidência.

Nesse primeiro momento, Temer quer montar um governo com 20 ministérios, compostos por políticos e por líderes sociais. Por isso, em um processo de reconciliação nacional, o nome de Roseana aparece como uma alternativa marginal nesse processo. Para evitar “maiores polêmicas”, conforme informações de um peemedebista ligado a Temer.

Justamente por isso, o vice-presidente também prometeu dar total suporte ao grupo Sarney para voltar ao poder no Maranhão em 2018. O candidato sarneyzista ainda não está definido, mas pode ser a própria Roseana a princípio. Nessa articulação, Sarney também tentará dificultar a vida do governador Flávio Dino (PCdoB) na esfera federal. Fontes ligadas a Temer afirmam que o vice-presidente, também, não achou “nada simpático” o governador maranhense ter se manifestado na disputa política entre Temer e Dilma e ter encorpado o discurso de que o impeachment era “um golpe em curso”.

Saída de Waldir Maranhão é ir para o PDT ou PCdoB

02758a102f3c12ef272771d2716a5bd303022016100145-768x503O vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), tem pelo menos duas legendas a disposição de filiação, caso seja expulso do seu partido por infidelidade partidária. Na sexta-feira 15, dois dias antes da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), foi divulgado um vídeo em que o parlamentar se coloca contra o afastamento da presidente, em desacordo com o seu partido, que decidiu fechar o voto da bancada a favor do impeachment, sob ameaça de expulsão em caso de desobediência.

Como Maranhão confirmou, ontem 17, o voto antecipado na gravação, o PP deve ingressar com uma ação para expulsá-lo da sigla. O caminho então é seguir para o PDT ou para o PCdoB, partidos diretamente ligados a rebeldia do parlamentar.

Foi por intervenção do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por exemplo, que o vice-presidente da Câmara mudou de voto poucas horas depois de confirmar a membros da bancada maranhense que seria favorável ao afastamento de Dilma por crime de responsabilidade. Pesou para a mudança do voto pelo menos duas ofertas: o comando do Ministério da Integração e a garantia de uma das duas vagas ao Senado em 2018, que ficarão abertas com a saída dos peemedebistas João Alberto e Edison Lobão. No sábado 16, Waldir Maranhão chegou a voltar ao voto anterior, a favor do impeachment, após reunião com a cúpula do PP, mas ao chegar no dia da votação, mudou novamente de opinião, retornando ao voto contrário, conforme acordo com Flávio Dino e o ex-presidente Lula (PT).

No vídeo que gerou crise na alta cúpula do PP, o vice-presidente da Câmara aparece ao lado do líder do PDT na Casa, deputado Weverton Rocha. O pedetista, inclusive, foi quem abriu a gravação, passando-a em seguida para Waldir, que afirmou, “em defesa da democracia” e da “constituição”, que levaria com ele mais outros 11 parlamentes do PP.

Diante dessa frente, o líder da bancada do PP na Câmara, o ex-ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro (PB), afirmou que a direção nacional do partido abriria um processo de expulsão do parlamentar maranhense caso ele confirmasse o voto contra o impeachment, o que se confirmou. Se expulsão de Maranhão pelo PP ocorrer como o prometido, é esperado que Dino e Rocha lhe ofereçam abrigo nas suas respectivas legendas, sendo o caminho mais provável o PCdoB, já como ungido para a vaga ao Senado.

Vale lembra ainda que, no mesmo dia do vazamento do vídeo por Weverton Rocha, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional da legenda, protocolou pedido para que Maranhão seja destituído da presidência do diretório estadual do partido. Caso isso aconteça, ele será substituído por André Fufuca (MA), que votou a favor do impeachment. Como consequência da desobediência, Waldir pode também ser expulso da 1ª vice-presidência da Câmara, já que ele foi eleito ocupando justamente a vaga do PP na chapa que elegeu Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa.

Fonte: Atual 7

Tiririca esteve no hotel de Lula antes de votar a favor do impeachment

602987-970x600-1Esse cara esteve comigo hoje. Como ele faz isso? Ele ia votar com a gente”. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um desabafo inconformado ao assistir ao voto do deputado Tiririca (PR-SP), favorável à abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

“Senhor presidente, pelo meu país, meu voto é sim”, afirmou Tiririca durante a sessão de domingo (17). Há quase seis anos como deputado, essa foi a primeira vez que o ex-humorista fez uso do microfone do plenário da Câmara.

Sentado em uma das salas de reunião do Palácio da Alvorada, Lula disse à presidente Dilma que havia recebido Tiririca na manhã de domingo, no quarto do hotel em que se hospeda em Brasília.

“Ele ia votar com a gente”, repetiu Lula. Dilma balançou a cabeça negativamente. Estava consciente das traições.

Assessores presidenciais tentavammapear os “traidores”, não apenas entre deputados do PP, mas também PR, PMDB e outras siglas. Somente PT e PC do B não traíram o governo.Concluiu-se ali que “o vento das ruas” não estava com Dilma e o clima no plenário, favorável ao impedimento da petista, influenciava deputados como Tiririca, que foi ovacionado pela oposição após dizer “sim”.

Outro pepista que esteve no QG anti-impeachment que Lula montou em um hotel de Brasília foi o deputado Paulo Maluf (SP). Ele era contrário ao impeachment da presidente, mas mudou de ideia durante a comissão especial da Câmara. O ex-presidente tentou reverter mais uma vez o voto de Maluf, mas não conseguiu.

DESÂNIMO

Lula recebeu raros “nãos” em Brasília nos últimos dias, como revelou aFolha. E o desânimo era visível no ex-presidente durante a votação de domingo. Cabisbaixo, falava pouco e parecia realmente surpreso com alguns votos que, para ele, eram inesperados.

Como o do deputado Adail Carneiro (PP-CE), assessor especial do governador Camilo Santana (PT-CE). Carneiro foi exonerado para votar contra o impeachment. Era voto certo mas, em seu discurso, votou “sim” pelo impedimento e pediu “desculpas” à presidente.

Camilo estava no Alvorada acompanhando a votação ao lado de Dilma, Lula e aliados. Não sabia explicar o que tinha acontecido. Aliás, esse era o sentimento comum entre as quase vinte pessoas que estavam naquela sala.

O PREÇO DE WALDIR MARANHÃO

yyy 24Um experiente militante do PT sempre me dizia que nas disputas acirradas, em colegiados eleitorais restritos, o resultado é sempre definido pela “taxa de traição”.
É a mais pura verdade.
O vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, operador do esquema de Eduardo Cunha (PMDB), jurava fidelidade ao impeachment.
Agora não é mais. Vai votar contra a cassação de Dilma.
Maranhão é do PP, conhecido no submundo do Congresso como “partido da propina”.
Investigado na Lava Jato, o deputado não surpreende por ter mudado de opinião, visto que nunca teve posição sobre nada, a não ser a defesa dos seus interesses privados.
Nos bastidores comenta-se que o deputado mudou de lado mediante muitas promessas: candidatura de senador em 2018 (com apoio do governador Flávio Dino) e até ministério no governo Dilma.
Waldir Maranhão ocupa o cargo estratégico de vice-presidente da Câmara e deve ter cobrado um preço político muito caro para trocar o impeachment pela absolvição de Dilma.
Apenas uma coisa é certa: por convicção ou ideologia não foi.
Fonte:blogdoedwilson.blogspot.com.br

Levantamento aponta maioria do Senado a favor do impeachment

senadores-1Depois da votação na Câmara Federal, onde os deputados decidiram pela abertura do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), agora o processo seguirá para o Senado Federal que dará o veredicto final e ao que tudo indica deverá culminar com o afastamento da petista.
Pelo menos é o que já aponta o levantamento feito pelo jornal O Estadão. De acordo com o levantamento, dos 81 senadores, 45 já seriam favoráveis ao impeachment. Os demais estariam contra o impeachment (21), indecisos (06) e/ou não quiserem responder (09).
Os três senadores do Maranhão, baseado no levantamento, podem ajudar Dilma Rousseff na missão quase que impossível de se livrar do impeachment.
Apenas o senador João Alberto (PMDB) já teria se posicionado e seria contra o impeachment, repetindo o voto do seu filho, o deputado federal João Marcelo (PMDB), na Câmara Federal.
Os outros dois senadores não se posicionaram. Edison Lobão (PMDB), que chegou a ser ministro de Dilma Rousseff, estaria indeciso e Roberto Rocha (PSB) não quis responder ao questionamento feito. Clique aqui e veja todo o levantamento.
Depois dos deputados federais, agora serão os senadores os novos protagonistas da política brasileira, pelo menos até o dia 10 de maio, prazo previsto para o julgamento decisivo de Dilma Rousseff.
Até lá é aguardar e conferir.