Uma visão do crescimento da igreja

O texto de 2 Reis 6.1-7 ensina alguns princípios importantes sobre o crescimento da obra de Deus. O contexto está ligado com a escola de profetas nos dias do profeta Eliseu, discípulo de Elias. O professor era um homem comprometido com a Palavra e com a oração. Nesse tempo, os milagres de Deus eram operados, confirmando a palavra dos profetas. Em virtude desse exemplo, havia muitos jovens sendo vocacionados para o profetismo em Israel. Quando os professores andam com Deus, eles motivam outros a também conhecerem a intimidade de Deus. O seminário estava pequeno para o crescimento da demanda vocacional. Uma espécie de reavivamento estava acontecendo na casa de profetas. Não era tempo de estagnar o ímpeto vocacional nem dispensar novos estudantes. Era tempo de alargar as fronteiras, ampliar a tenda, criar mais vagas e ver o crescimento da obra. O texto em tela enseja-nos alguns princípios sobre o crescimento da igreja. Vejamos:

Em primeiro lugar, é preciso ter uma visão de empreendedorismo e crescimento. Em vez de dispensar os novos candidatos que estavam sendo despertados para a vocação profética, os seminaristas resolveram ampliar as dependências do seminário. Eles foram empreendedores e resolveram trabalhar para ampliar a casa de profetas. O crescimento da igreja começa com a visão de líderes que desejam vê-la crescer e que trabalham para isso. Precisamos de líderes que estão gratos pelo que já alcançaram, mas não conformados com o que já obtiveram. A igreja tem o tamanho da visão de seus líderes. Se Deus amou o mundo, nossa visão não pode ser menor do que o mundo. Se Jesus morreu para comprar com o seu sangue os que procedem de todos os povos, línguas e nações, precisamos ampliar nossa visão de crescimento. Não podemos nos acomodar. Precisamos subir nos ombros dos gigantes e ter a visão do farol alto. Precisamos empreender e alargar as estacas da nossa tenda. A igreja pode crescer, deve crescer e precisa crescer.

Em segundo lugar, precisamos nos unir com pessoas que têm a mesma visão de crescimento. Os alunos da escola de profetas compartilharam a visão com Eliseu e o convidaram a participar com eles do projeto de expansão. Precisamos nos unir com pessoas que amam ao Senhor e desejam ver o crescimento da obra. Precisamos de parcerias inspiradoras. Ninguém realiza grandes projetos sozinho. Somos um corpo, uma equipe. Precisamos da cooperação de todos. O projeto de crescimento da igreja não é adição, mas multiplicação. Se todos colocarem a mão no arado; se todos se envolverem; se todos estivem motivados e trabalhando com o mesmo propósito e com a mesma motivação, a igreja avançará e alargará sua tenda.

Em terceiro lugar, precisamos de ferramentas adequadas para fazer a obra. Os estudantes empunharam machados afiados. Cada um tinha um machado nas mãos. Eles foram cortar árvores para ampliar a casa de profetas e precisavam de ferramentas adequadas. O machado tem o poder do corte. O machado é o instrumento. O machado é um símbolo do poder do Espírito. Sem essa ferramenta não conseguimos atingir nosso objetivo de expandir a casa de Deus. Não fazemos a obra de Deus com a força do braço da carne. Não é por força nem por poder, mas pelo Espírito de Deus que realizamos a obra de Deus.

Em quarto lugar, precisamos compreender que enquanto trabalhamos na obra acidentes de percurso podem acontecer. Enquanto um moço de Eliseu derrubava um tronco o machado caiu na água e foi parar no fundo do rio Jordão. O jovem profeta se desesperou e disse: “Ai! Meu Senhor! Porque era emprestado”. No trabalho também enfrentamos perdas, dores, baixas e acidentes. Nem sempre lidamos com situações favoráveis. Perdas, prejuízos, doenças, fragilidades nos assaltam, mesmo quando estamos na lida. As crises podem nos pegar de surpresa, porém, não deixam nosso Deus em apuros. Elas são pedagógicas. Nossas crises são oportunidades para Deus nos demonstrar sua providência milagrosa.

Em quinto lugar, precisamos recorrer ao extraordinário de Deus quando chegamos ao fim dos nossos recursos. O moço recorreu a Eliseu e Eliseu cortou um pau e lançou-o no rio e fez flutuar o machado. Então, o moço estendeu a mão e o apanhou. Enquanto fazemos a obra, Deus opera suas maravilhas. Quando chegamos ao fim dos nossos recursos Deus opera o extraordinário. A igreja nunca pode perder a expectativa do extraordinário de Deus no ordinário da vida.

É tempo de avançarmos! É tempo de alargar nossas fronteiras! É tempo de crescimento!

Hernandes Dias Lopes é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e diretor executivo da Editora Luz para o Caminho.

Leitura de hoje será 2 Samuel 13 e 14

2 Samuel 13

1 E aconteceu depois disto que, tendo Absalão, filho de Davi, uma irmã formosa, cujo nome era Tamar, Amnom, filho de Davi, amou-a.

2 E angustiou-se Amnom, até adoecer, por Tamar, sua irmã, porque era virgem; e parecia aos olhos de Amnom dificultoso fazer-lhe coisa alguma.

3 Tinha, porém, Amnom um amigo, cujo nome era Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi; e era Jonadabe homem mui sagaz.

4 O qual lhe disse: Por que tu de dia em dia tanto emagreces, sendo filho do rei? Não mo farás saber a mim? Então lhe disse Amnom: Amo a Tamar, irmã de Absalão, meu irmão.

5 E Jonadabe lhe disse: Deita-te na tua cama, e finge-te doente; e, quando teu pai te vier visitar, dize-lhe: Peço-te que minha irmã Tamar venha, e me dê de comer pão, e prepare a comida diante dos meus olhos, para que eu a veja e coma da sua mão.

6 Deitou-se, pois, Amnom, e fingiu-se doente; e, vindo o rei visitá-lo, disse Amnom, ao rei: Peço-te que minha irmã Tamar venha, e prepare dois bolos diante dos meus olhos, para que eu coma de sua mão.

7 Mandou então Davi à casa, a Tamar, dizendo: Vai à casa de Amnom, teu irmão, e faze-lhe alguma comida.

8 E foi Tamar à casa de Amnom, seu irmão (ele porém estava deitado), e tomou massa, e a amassou, e fez bolos diante dos seus olhos, e cozeu os bolos.

9 E tomou a frigideira, e os tirou diante dele; porém ele recusou comer. E disse Amnom: Fazei retirar a todos da minha presença. E todos se retiraram dele.

10 Então disse Amnom a Tamar: Traze a comida ao quarto, e comerei da tua mão. E tomou Tamar os bolos que fizera, e levou-os a Amnom, seu irmão, no quarto.

11 E chegando-lhos, para que comesse, pegou dela, e disse-lhe: Vem, deita-te comigo, minha irmã.

12 Porém ela lhe disse: Não, meu irmão, não me forces, porque não se faz assim em Israel; não faças tal loucura.

13 Porque, aonde iria eu com a minha vergonha? E tu serias como um dos loucos de Israel. Agora, pois, peço-te que fales ao rei, porque não me negará a ti.

14 Porém ele não quis dar ouvidos à sua voz; antes, sendo mais forte do que ela, a forçou, e se deitou com ela.

15 Depois Amnom sentiu grande aversão por ela, pois maior era o ódio que sentiu por ela do que o amor com que a amara. E disse-lhe Amnom: Levanta-te, e vai-te.

16 Então ela lhe disse: Não há razão de me despedires assim; maior seria este mal do que o outro que já me tens feito. Porém não lhe quis dar ouvidos.

17 E chamou a seu moço que o servia, e disse: Ponha fora a esta, e fecha a porta após ela.

18 E trazia ela uma roupa de muitas cores (porque assim se vestiam as filhas virgens dos reis); e seu servo a pôs para fora, e fechou a porta após ela.

19 Então Tamar tomou cinza sobre a sua cabeça, e a roupa de muitas cores que trazia rasgou; e pôs as mãos sobre a cabeça, e foi andando e clamando.

20 E Absalão, seu irmão, lhe disse: Esteve Amnom, teu irmão, contigo? Ora, pois, minha irmã, cala-te; é teu irmão. Não se angustie o teu coração por isto. Assim ficou Tamar, e esteve solitária em casa de Absalão seu irmão.

21 E, ouvindo o rei Davi todas estas coisas, muito se lhe acendeu a ira.

22 Porém Absalão não falou com Amnom, nem mal nem bem; porque Absalão odiava a Amnom, por ter forçado a Tamar sua irmã.

23 E aconteceu que, passados dois anos inteiros, Absalão tinha tosquiadores em Baal-Hazor, que está junto a Efraim; e convidou Absalão a todos os filhos do rei.

24 E foi Absalão ao rei, e disse: Eis que teu servo tem tosquiadores; peço que o rei e os seus servos venham com o teu servo.

25 O rei, porém, disse a Absalão: Não, filho meu, não vamos todos juntos, para não te sermos pesados. E instou com ele; porém não quis ir, mas o abençoou.

26 Então disse Absalão: Quando não, deixa ir conosco Amnom, meu irmão. Porém o rei disse: Para que iria contigo?

27 E, instando Absalão com ele, deixou ir com ele a Amnom, e a todos os filhos do rei.

28 E Absalão deu ordem aos seus servos, dizendo: Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre do vinho, e eu vos disser: Feri a Amnom, então o matareis; não temais: porque porventura não sou eu quem vo-lo ordenei? Esforçai-vos, e sede valentes.

29 E os servos de Absalão fizeram a Amnom como Absalão lho havia ordenado. Então todos os filhos do rei se levantaram, e montaram cada um no seu mulo, e fugiram.

30 E aconteceu que, estando eles ainda no caminho, chegou a nova a Davi, dizendo-se: Absalão feriu a todos os filhos do rei, e nenhum deles ficou.

31 Então o rei se levantou, e rasgou as suas vestes, e se lançou por terra; da mesma maneira todos os seus servos estavam com vestes rotas.

32 Mas Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi, respondeu, e disse: Não diga o meu senhor que mataram a todos os moços filhos do rei, porque só morreu Amnom; porque assim tinha resolvido fazer Absalão, desde o dia em que forçou a Tamar sua irmã.

33 Não se lhe ponha, pois, agora no coração do rei meu senhor tal coisa, dizendo: Morreram todos os filhos do rei; porque só morreu Amnom.

34 E Absalão fugiu; e o moço que estava de guarda, levantou os seus olhos, e olhou; e eis que muito povo vinha pelo caminho por detrás dele, pelo lado do monte.

35 Então disse Jonadabe ao rei: Eis aqui vêm os filhos do rei; conforme à palavra de teu servo, assim sucedeu.

36 E aconteceu que, como acabou de falar, os filhos do rei vieram, e levantaram a sua voz, e choraram; e também o rei e todos os seus servos choraram amargamente.

37 Assim Absalão fugiu, e foi a Talmai, filho de Amiur, rei de Gesur. E Davi pranteava por seu filho todos aqueles dias.

38 Assim Absalão fugiu, e foi para Gesur; esteve ali três anos.

39 Então tinha o rei Davi saudades de Absalão; porque já se tinha consolado acerca da morte de Amnom.

2 Samuel 14

1 Conhecendo, pois, Joabe, filho de Zeruia, que o coração do rei estava inclinado para Absalão,

2 Enviou Joabe a Tecoa, e tomou de lá uma mulher e disse-lhe: Ora, finge que estás de luto; veste roupas de luto, e não te unjas com óleo, e sê como uma mulher que há já muitos dias está de luto por algum morto.

3 E vai ao rei, e fala-lhe conforme a esta palavra. E Joabe lhe pôs as palavras na boca.

4 E a mulher tecoíta falou ao rei, e, deitando-se com o rosto em terra, se prostrou e disse: Salva-me, ó rei.

5 E disse-lhe o rei: Que tens? E disse ela: Na verdade sou mulher viúva; morreu meu marido.

6 Tinha, pois, a tua serva dois filhos, e estes brigaram entre si no campo, e não houve quem os apartasse; assim um feriu ao outro, e o matou.

7 E eis que toda a linhagem se levantou contra a tua serva, e disseram: Dá-nos aquele que feriu a seu irmão, para que o matemos, por causa da vida de seu irmão, a quem matou, e para que destruamos também ao herdeiro. Assim apagarão a brasa que me ficou, de sorte que não deixam a meu marido nome, nem remanescente sobre a terra.

8 E disse o rei à mulher: Vai para tua casa; e eu mandarei ordem acerca de ti.

9 E disse a mulher tecoíta ao rei: A injustiça, rei meu senhor, venha sobre mim e sobre a casa de meu pai; e o rei e o seu trono fique inculpável.

10 E disse o rei: Quem falar contra ti, traze-mo a mim; e nunca mais te tocará.

11 E disse ela: Ora, lembre-se o rei do Senhor seu Deus, para que os vingadores do sangue não prossigam na destruição, e não exterminem a meu filho. Então disse ele: Vive o Senhor, que não há de cair no chão nem um dos cabelos de teu filho.

12 Então disse a mulher: Peço-te que a tua serva fale uma palavra ao rei meu senhor. E disse ele: Fala.

13 E disse a mulher: Por que, pois, pensaste tu uma tal coisa contra o povo de Deus? Porque, falando o rei tal palavra, fica como culpado; visto que o rei não torna a trazer o seu desterrado.

14 Porque certamente morreremos, e seremos como águas derramadas na terra que não se ajuntam mais; Deus, pois, lhe não tirará a vida, mas cogita meios, para que não fique banido dele o seu desterrado.

15 E se eu agora vim falar esta palavra ao rei, meu senhor, é porque o povo me atemorizou; dizia, pois, a tua serva: Falarei, pois, ao rei; porventura fará o rei segundo a palavra da sua serva.

16 Porque o rei ouvirá, para livrar a sua serva da mão do homem que intenta destruir juntamente a mim e a meu filho da herança de Deus.

17 Dizia mais a tua serva: Seja agora a palavra do rei meu senhor para descanso; porque como um anjo de Deus, assim é o rei, meu senhor, para ouvir o bem e o mal; e o SENHOR teu Deus será contigo.

18 Então respondeu o rei, e disse à mulher: Peço-te que não me encubras o que eu te perguntar. E disse a mulher: Ora fale o rei, meu senhor.

19 E disse o rei: Não é verdade que a mão de Joabe anda contigo em tudo isto? E respondeu a mulher, e disse: Vive a tua alma, ó rei meu senhor, que ninguém se poderá desviar, nem para a direita nem para a esquerda, de tudo quanto o rei, meu senhor, tem falado: Porque Joabe, teu servo, é quem me deu ordem, e foi ele que pôs na boca da tua serva todas estas palavras:

20 Para mudar o aspecto deste caso foi que o teu servo Joabe fez isto; porém sábio é meu senhor, conforme à sabedoria de um anjo de Deus, para entender tudo o que há na terra.

21 Então o rei disse a Joabe: Eis que fiz isto; vai, pois, e torna a trazer o jovem Absalão.

22 Então Joabe se prostrou sobre o seu rosto em terra, e se inclinou, e agradeceu ao rei; e disse Joabe: Hoje conhece o teu servo que achei graça aos teus olhos, ó rei meu senhor, porque o rei fez segundo a palavra do teu servo.

23 Levantou-se, pois, Joabe, e foi a Gesur, e trouxe Absalão a Jerusalém.

24 E disse o rei: Torne para a sua casa, e não veja a minha face. Tornou, pois, Absalão para sua casa, e não viu a face do rei.

25 Não havia, porém, em todo o Israel homem tão belo e tão aprazível como Absalão; desde a planta do pé até à cabeça não havia nele defeito algum.

26 E, quando tosquiava a sua cabeça (e sucedia que no fim de cada ano a tosquiava, porquanto muito lhe pesava, e por isso a tosquiava), pesava o cabelo da sua cabeça duzentos siclos, segundo o peso real.

27 Também nasceram a Absalão três filhos e uma filha, cujo nome era Tamar; e esta era mulher formosa à vista.

28 Assim ficou Absalão dois anos inteiros em Jerusalém, e não viu a face do rei.

29 Mandou, pois, Absalão chamar a Joabe, para o enviar ao rei; porém não quis vir a ele; e enviou ainda segunda vez e, contudo, não quis vir.

30 Então disse aos seus servos: Vedes ali o pedaço de campo de Joabe pegado ao meu, e tem cevada nele; ide, e ponde-lhe fogo. E os servos de Absalão puseram fogo ao pedaço de campo.

31 Então Joabe se levantou, e veio a Absalão, em casa, e disse-lhe: Por que puseram os teus servos fogo ao pedaço de campo que é meu?

32 E disse Absalão a Joabe: Eis que enviei a ti, dizendo: Vem cá, para que te envie ao rei, a dizer-lhe: Para que vim de Gesur? Melhor me fora estar ainda lá. Agora, pois, veja eu a face do rei; e, se há ainda em mim alguma culpa, que me mate.

33 Então foi Joabe ao rei, e assim lho disse. Então chamou a Absalão, e ele se apresentou ao rei, e se inclinou sobre o seu rosto em terra diante do rei; e o rei beijou a Absalão.

Pedro Belo convida Codó e região para registro de sua candidatura a deputado federal na Convenção Eleitoral em São Luís

É HOJE, o grande dia de registrar a nossa candidatura, para iniciar a retomada de espaço do nosso amado Codó na Câmara Federal.
A esperança por mais desenvolvimento para nosso estado e pela nossa região está guardada em nossos corações que começa a acontecer com a sua participação.

Por isso tenho a honra de convidar você para nossa Convenção Partidária 2022, neste sábado 30 de julho a partir das 16h00 no Parque João Paulo II no aterro do Bacanga em São Luís.

Vamos juntos.
Conto com sua presença

Advogados lançam manifesto em defesa das liberdades e de Bolsonaro

“Sem liberdades não há democracia.” A frase introduz um manifesto lançado pelo Movimento Advogados de Direita, na tarde da quinta-feira 28. Em menos de 24 horas, o documento obteve mais de 70 mil rubricas digitais. Os idealizadores esperam alcançar 100 mil assinaturas ainda hoje.

“Há em nosso país a gravíssima tentativa da consolidação da ‘ditadura do pensamento único’, que vem impondo a censura e a desmonetização dos meios de comunicação independentes e de perfis de redes sociais”, informa trecho da carta, divulgada por várias páginas conservadoras na internet.

Adiante, o abaixo-assinado menciona as investigações criminais do Supremo Tribunal Federal, consideradas inconstitucionais por juristas ouvidos por Oeste. “Testemunhamos a instauração de inquéritos ilegais e inconstitucionais com o simples objetivo de criminalizar a opinião contrária, pelo órgão que deveria zelar pelos direitos fundamentais da população, abolindo nossas liberdades individuais e garantias fundamentais”, observa o manifesto.

A carta sustenta ainda que os brasileiros são um “povo pacífico, que ama a sua nação”. “Qualquer pessoa deve ter o seu direito de se expressar livremente sem qualquer tipo de limites. A liberdade de expressão é o que permite o diálogo entre pontos de vista diferentes, antagônicos”, defende o documento.

Manifesto em prol das liberdades e de Bolsonaro se opõe à carta contra o presidente

Nesta semana, banqueiros, juristas, tucanos e petistas lançaram uma carta defendendo as urnas eletrônicas e advertindo para o “risco às instituições”. A papelada foi publicada poucos dias depois de Bolsonaro levantar dúvidas sobre a segurança das urnas e pedir mais transparência nas eleições deste ano.

População trabalhando é a maior da série histórica no Brasil

O trimestre terminado em junho fechou com uma população ocupada de 98 milhões de habitantes no Brasil. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o órgão, o número é o maior da série histórica, iniciada em 2012.

Em relação à projeção do trimestre anterior, houve o crescimento de cerca de 3% desse contingente. Na comparação entre junho de 2022 e o mesmo período do ano anterior, o crescimento da população ocupada é de praticamente 9 milhões de trabalhadores. Atualmente, o nível de mão de obra ocupada no Brasil está em aproximadamente 57% da população, segundo o instituto.

“Nesse segundo trimestre, houve a retomada do crescimento do número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, que havia caído no primeiro trimestre”, disse Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE. “Além disso, outras categorias principais da informalidade, que são os empregados sem carteira no setor privado e os trabalhadores domésticos sem carteira, continuaram aumentando”.

Adriana informa ainda que o crescimento da população ocupada ocorreu de modo disseminado. Ou seja: em diversas áreas do setor produtivo. “Entre elas, os destaques foram o comércio (3,4%), a indústria (2,7%) e a administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,5%)”, comentou.

Saúde confirma 1ª morte por varíola dos macacos no Brasil

O Ministério da Saúde confirmou, na manhã desta sexta-feira (29), a primeira morte por varíola dos macacos no Brasil. O óbito foi registrado nesta quinta (28) na cidade mineira de Uberlândia, Minas Gerais. O paciente era um homem com baixa imunidade.

Até esta quarta (27), o Brasil tinha 978 casos confirmados da doença. Os registros estavam distribuídos em 15 estados e no Distrito Federal. No mundo, mais de 18 mil casos e cinco mortes por varíola dos macacos foram registradas até esta quarta.

Além disso, a cidade de São Paulo confirmou, nesta semana, os primeiros casos da doença em crianças. Segundo a Prefeitura paulistana, os pacientes são duas meninas de 6 anos de idade e um menino de 4 anos. Eles apresentaram bolhas na pele, dilatação nos gânglios e também febre.

Desemprego cai para 9,3% e tem menor taxa em sete anos

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 9,3% no trimestre encerrado em junho deste ano, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado apresentado nesta sexta indica que esse é o menor patamar para o período desde 2015, quando a taxa ficou em 8,4%. O número de desempregados, por sua vez, recuou 15,6% em relação ao trimestre anterior, chegando a 10,1 milhões de pessoas. Isso representa 1,9 milhão de pessoas a menos em busca por trabalho no país.

Em igual período de 2021, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 14,2%. No trimestre móvel até maio, a taxa de desocupação estava em 9,8%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.652 no segundo trimestre. O resultado representa queda de 5,1% em relação ao segundo trimestre de 2021.

A população ocupada, por outro lado, é a maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Esse contingente foi estimado em 98,3 milhões, uma alta de 3,1% frente ao trimestre anterior. São 3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho, sendo 1,1 milhão na informalidade. Na comparação com o mesmo período de 2021, a alta é de 8,9 milhões de trabalhadores.

*Com informações AE

Cachorro “se rende” junto com suspeitos durante operação policial

Um trio de suspeitos foi detido com um carregamento de mais de uma tonelada de maconha, em Hortolândia, São Paulo, nesta quinta-feira (28). A apreensão, que se deu no âmbito da Operação Fronteira da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), foi marcada por uma cena inusitada: um cão se rendeu no chão junto com os suspeitos.

De acordo com a Polícia Civil, o cão fazia a segurança da chácara onde aconteceu a apreensão. A carga da droga teria saído de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com destino ao interior de São Paulo. A finalidade da Operação Fronteira é interceptar carregamentos de drogas oriundos de outros países e que passam pelo região Centro-Oeste antes do destino final.

Nós não estamos investigando um determinado grupo, porque existem vários. (…) Com certeza, isso daqui [quantidade de droga] não daria para muito não, espalharia rapidinho – afirmou o delegado Marco Antônio Pozetti ao G1.

Dentre os três indivíduos rendidos, um era o motorista da carreta, outro era o dono do imóvel e o terceiro era o ajudante. A droga estava separada em exatos 1176 tijolos. Os suspeitos foram levados para a delegacia da Policia Civil e, após serem submetidos a exame cautelar, foram conduzidos para a Cadeia Pública de Sumaré, onde aguardarão por Audiência de Custódia.

Quanto ao cãozinho, da raça rottweiler, irá permanecer com a dona chácara, uma vez que a polícia constatou que a mesma não tem envolvimento com o tráfico de drogas. Ainda assim, a Polícia Civil volta ao local nesta sexta (29) para verificar a condição do animal e de outros dois cães.

Bolsonaro intervém e manda R$ 50 milhões para construção de ferryboats

A gestão de Jair Bolsonaro (PL) irá ajudar a desfazer o caos criado pelo ex-governador Flávio Dino (PSB) no sistema de transporte do ferryboat, no Maranhão. Após anos de sucateamento, a travessia entre a ilha de São Luís e o continente feita por embarcações chamadas “ferryboats”, entrou em colapso. O Governo Federal liberou recursos para a construção de dois novos ferryboats para a travessia entre a Ponta da Espera (São Luís) e o Cujupe (Alcântara), que serão construídos com recursos do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM).

O investimento destinado ao Maranhão pelo Governo Federal será de mais de R$ 50 milhões.

A liberação já consta no Diário Oficial da União e estipula um prazo de 450 dias para a conclusão dos projetos. Serão construídos dois “super-ferryboats” mistos com capacidade para 800 pessoas e 80 veículos.

A ação do governo de Jair Bolsonaro irá resolver em pouco mais de um ano o que Flávio Dino demorou 7 anos para destruir.

Fonte: Blog do Linhares Jr.

Dono de loja de motos é assassinado em Alto Alegre do Maranhão

O empresário Nayron de Oliveira Rocha, de 26 anos, foi morto a tiros na noite da última terça-feira (26), na Avenida Rodoviária, município de Alto Alegre do Maranhão, a 213 km de São Luís.

Nayron era proprietário da loja Nayron Motos na cidade. Segundo a Polícia Militar, o empresário estava próximo a um bar quando foi surpreendido por dois homens em um carro. Um deles desceu do veículo já armado, e atirou cerca de 12 vezes contra a vítima, que foi atingida por seis disparos.

Nayron não sobreviveu aos tiros e morreu no local. Segundo informações de testemunhas, um homem identificado como Renan Cigano seria o principal suspeito do homicídio. O crime teria sido motivado por Renan estar com ciúmes de sua ex-companheira, que estaria comprometida afetivamente com o empresário.

Policiais militares fizeram buscas na região para tentar identificar e localizar o suspeito, mas até agora ele não foi encontrado. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil do Maranhão.

O Imparcial